História Eu sei que você pode ficar comigo - Capítulo 32


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Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana
Tags Luansantana, Romance
Visualizações 100
Palavras 1.827
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leituraa

gente... a foto é mais pra vocês se situarem quanto a pose dos personagens.
nem foquei muito em traje, ok?

Capítulo 32 - Um pequeno sinal


Fanfic / Fanfiction Eu sei que você pode ficar comigo - Capítulo 32 - Um pequeno sinal

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Depois do almoço eu recebi uma ligação de Mari. Ela perguntou como tinha sido minha longa viagem na van de Luan e eu não consigo acreditar que tenho uma amiga tão interesseira assim. Nem perguntou se eu tinha chegado bem ou algo do tipo. Sinceridade total dela, nem consegue disfarçar que se importa comigo. Mas como eu sou muito tranquila em relação a isso, respondi numa boa. Eu lhe contei tudo exceto a parte que Luan ficou me acariciando e depois quase declarou que foi “por pena”. Não sei se contei muita coisa pra ela afinal de contas.

Avisei que estava no famoso evento com o Gui e sua namorada e que iria trocar de roupa para tomar banho de piscina, e ela nem pestanejou. Ana me levou para o seu quarto e me fez escolher um biquíni dentro as dezenas que ela tinha. Por isso que eu falo que não se trata de uma “casa de recuperação”, a menina está no paraíso, isso sim. Nos encontramos novamente com o Gui na piscina.

- Gente... antes de entramos, vamos tirar um foto? – Ana sugeriu e nós concordamos. – Luluzinha, tira uma foto nossa? – Ana pediu a sua irmãzinha que estava sentada na mesa só esperando a hora de dar o seu mergulho maravilhoso na piscina.

- Ficou muito bom! – confirmei depois que olhei a foto. – Lulu, você é uma ótima fotógrafa. – falei olhando pra seus lindos olhinhos verdes.

- Obrigada tia, vocês que são ótimos modelos. – ela riu e eu assenti, como é possível uma pessoa tão pequena ser tão amável? Ela nem era tão pequena assim, deveria ter uns oito ou nove anos, mas ela era pequeninha no tamanho, igual a Ana.

- Vou postar agora mesmo! – Ana declarou, ela perguntou meu user e já me seguiu, eu a adicionei e ela já me marcou no mesmo instante.

- Você não perde tempo mesmo, hein. – falei rindo.

- Não mesmo! – ela falou exibida e eu ri.

- Vocês vão vir ou vou ter que arrancar vocês daí. – Gui falou já na piscina, como ele tinha ido parar lá?

- Estamos indo. – Ana falou com bico e nós rimos.

Passamos o fim da tarde brincando na piscina. Apesar, que não éramos mais nenhuma criança, nos permitimos viver esse momento. Por que não sabemos o que pode nos acontecer amanhã e não custa nada deixar nosso lado mais feliz se exibir um pouco. Em um momento eu olhei ao redor e eu pude ver 80% das pessoas na piscina. Ana não brincou quando disse que era uma modinha mesmo. Mal dava pra nos mexermos, mas o mais engraçado é que ninguém se importava com o aperto. Todos queriam mesmo era ficar no lugar onde estavam, essa era a graça da festa. E eu não via a hora de ter um novo momento como esse.

Era em torno das sete horas da noite quando o táxi cruzou a rua da minha casa. Tinha tido um dia incrível ao lado dos meus amigos. Tia Jose havia me oferecido uma carona, mas ela iria ficar mais um pouco com o Gui e só voltaria mais tarde, então eu preferir voltar logo para descansar. Meu sono foi dividido em várias parcelas e por fim, parece que eu não dormir nada. Eu só queria tomar um banho, comer algo e dormir muito!

E foi exatamente isso que eu fiz...

Me acordei com meu celular tocando...

- Alô? – falei sonolenta, sem ver quem havia me ligado.

- Você está viva? – uma voz familiar falou rindo, mas eu não era capaz de identificar quem falava.

- Quem é? – perguntei confusa.

- A pessoa que botou você no mundo. – mamãe falou com a voz firme, mas eu podia perceber seus risinhos descontrolados.

- Mãe... o que foi? – falei desanimada.

- Você simplesmente não deu mais o ar da graça minha filha. Estava preocupada, como estão as coisas ai? – ela perguntou descontrolada.

- Está tudo sob controle – falei ainda sonolenta, apesar de não fazer ideia do que estava acontecendo ao meu redor. – Que horas são? – perguntei não fazendo ideia de quantas horas eu havia ficado fora do ar.

- Quase onze horas da manhã! – ela falou rindo.

- O quê? – tentei abrir os olhos com muita dificuldade.

- Está tudo bem? Tentei ligar ontem quando cheguei da gravação, mas não conseguir falar com você!

- Senhora... eu lhe garanto que está tudo sob controle – falei e ela riu. – Em que mais posso ser útil? – falei com muita formalidade e ela continuou rindo.

- Nada minha querida. Bom dia pra você! Não coloca fogo na casa e em torno das 21 horas da noite eu estou chegando. – ela pausou – Mamãe te ama!

- Também te amo. – falei por fim e ela desligou.

Eu queria muito me levantar depois daquela conversa, afinal era quase onze horas, mas eu queria muito dormir também. Então eu resolvi ficar com a segunda opção, era mais satisfatória!

Passava de 13 horas da tarde quando eu finalmente tinha tomado banho, colocado uma roupa decente e arrumado o cabelo. Meu rosto estava tudo, menos bonito. Eu queria entender o motivo pelo qual o meu corpo estava tão acabado, por que minha vontade era apenas dormir e dormir. E pensando bem, o que me impede? Não tenho filhos, não tem pais no momento, não tem faculdade, não tenho nada que impeça eu tirar um cochilo. Tem apenas uma coisa que não permite isso... a fome! Minha barriga estava dando redemoinhos pela falta de substâncias sólidas dentro dela e eu fui “preparar” algo pra comer.

Liguei a TV e estava passando um filme qualquer. Comecei a assistir sem saber nem do que se tratava e aos poucos fui entendendo o contexto. Eu quis rir por perceber que era um filme onde um “astro” se apaixonava por uma menina qualquer. Minha vontade era de entrar na televisão e dizer: “Não é bem assim que as coisas funcionam hein”, mas quem acreditaria em mim? Fiz uma nota na minha mente que nunca mais assistiria ao filme: Meu namorado é uma super estrela. Chega a ser ridículo.

Me acordei uma um barulho de telefone apitando. O que diabos está acontecendo no mundo? Eu havia cochilado de novo. É assim que você se sente quando sai pra balada e retorna pernoitado? Você fica realmente um dia inteiro tentando recompor suas energias e tudo que você consegue é ter algumas cenas na sua mente, por que a maioria do tempo está dormindo? Fala sério, eu não quero mais sentir isso. Meu celular continua apitando e eu não faço ideia de onde ele esteja.

 - Onde diabos você está? – Mari perguntou desesperada assim que eu atendi a droga do telefone na sua terceira tentativa, o celular tinha caído embaixo da cama e eu sequer estava achando ou com condições para procurar. Na primeira vez que ele tocou, eu fui procurá-lo e acabei “tropeçando” na cama, ficando por lá mesmo, até ela retornar a ligação e eu entender que ele não estava na cama e sim por baixo dela, mas foi sem sucesso a pescaria. Na terceira chamada eu percebi que poderia ser algo importante e lutei contra minha preguiça e peguei o celular. A droga do celular.

 - Em casa. E você? – respondi e perguntei.

 - (seu nome)! Mandei mensagem o dia todo, mas você não respondeu nada, achei que tivesse morrido.

 - Se tivesse morta a notícia já tinha chegado ai.

 - Não seja ridícula. – ela riu – O que você está fazendo?

 - Eu poderia dizer que me lembro, mas... – dei uma pausa – eu acho que estou de ressaca.

 - Desde quando você bebe? – ela perguntou curiosa.

 - Eu não bebo, mas acho que é ressaca de sono.

 - Hm... eu conheço uma pessoa que também teve isso. – ela falou e eu fiquei curiosa. – Ela morreu por fim.

 - Como assim ela morreu? – eu não tava acreditando uma pessoa poderia morrer de ressaca de sono.

 - Ela morreu, ué. E na autópsia dela foi diagnosticado um grave índice de preguiça. – ela falou e eu revirei os olhos.

 - Af. E eu achando que você ia falar algo importante. – resmunguei.

 - E é importante... preguiça mata, sabia? Se eu estivesse ai, já estaria te arrastando para irmos passear.

 - Deus é bom e te colocou bem longe de mim então. – falei e ela riu, por fim desligamos. Eu percebi que minha internet estava desligada então isso explica o fato de não ter recebido mais nenhuma mensagem durante o dia.

 Eu tomei um susto quando habilitei a internet. Tinha notificações demais, considerando a minha média diária que é equivalente a “nenhuma notificação”. Eu geralmente ignoro todas, mas como queria sair daquela indisposição resolvi abrir cada notificação por vez. Aquilo sim parecia um trabalho duro para fazer.

Mariana Ferreira enviou uma mensagem: Sua vaca, onde você está? – enviada ontem, pouco antes de sua ligação na hora do almoço.

Ana Prado marcou você em um comentário: (seu user do instagram) arrasando na foto do Caio e Cauã. Linda amiga! – e abaixo dela dezenas de comentários como: “Quem é ela? Ela é linda! Não gostei da aproximação não” – meu deus que povo dramático, é só uma foto e eu nem tava tão próximo assim, só foi o ângulo.

Ana Prado marcou você e outra pessoa em uma foto. Legenda: A felicidade da vida é ter momentos onde nem você consegue compreender. Com os melhores. <3

Guilherme Lemos curtiu uma foto que você foi marcada.

Mariana Ferreira curtiu uma foto que você foi marcada.

Rafael Sampaio curtiu uma foto que você foi marcada.

Além de algumas dezenas de pessoas que não conhecia, provavelmente amigos dos meninos.

Eu resolvi ignorar as outras notificações e fui ver a foto que Ana tinha postado. Estávamos realmente lindos. A felicidade estampada no nosso rosto com um sorriso mais lindo que o outro. Eu esqueci todos os meus problemas naquele momento com aquelas pessoas.

Mas foi só eu retornar para as notificações que meu coração voltou a ter aquela velha recaída de sempre.

Isso não estava acontecendo comigo. Estava?

Não tinha a menor chance disto ter acontecido.

Bate. Bate. Bate. Bate.

Respira. Respira. Respira. Respira.

Eu liguei e apaguei a tela do meu celular incontáveis vezes para poder compreender se aquilo era realmente real.

E era.

Era muito real.

Meu coração já havia entendido, mas o cérebro custava a acreditar.

Não é possível.

Eu li pela vigésima vez a mesma frasezinha pra ver se não estava ficando louca.

Até que a ficha caiu...

Solicitações para seguir: Aprove ou ignores solicitações

luansantana: aprovar ou ignorar?

Não fazia ideia de como ele havia me achado, mas me achou e agora eu não sei mais o que pensar ou o que dizer ou o que fazer.

Eu só tinha a certeza de uma coisa. Não importa o que ele fizer, não importa quanto tempo se passe... só preciso de um pequeno sinal pra eu desejá-lo mais um vez. Só um pequeno sinal e nada mais!

 

 

Continua???


Notas Finais


leitora do céu... Luan te seguiu. E agora? o que você vai fazer?
me conta ai... vai que a gente ta pensando igualzinho..
xero!


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