História Eu Sempre Volto - Capítulo 25


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Notas do Autor


"MAS BIA, CAP DOIS DIAS SEGUIDOS?!" .... eh ué...

Só não acostumem, é pq veio inspiração e aqui estou eu!

Bom, pergunta nas notas finais então pfvr respondam

Capítulo 25 - Uma adoção?!


  Dois dias depois.


   Boruto havia ficado preocupado com toda a gritaria das mais velhos, o que o fez sair de seu quarto e ir até a sala, onde Naruto, Sasuke e Deidara estavam de um lado e Itachi do outro.


— Me escuta, por favor! Eu estou tentando te dizer que te amo! — Itachi abraçou o ômega que se debateu em seus braços, querendo distância, mas não soltaria. — Me bate, me xingue, me odeie, mas eu não vou cometer esse erro de novo. 


   Aos poucos o loiro ômega se acalmou e se deixou ser abraçado, mas interrompido pela campainha que Sasuke atendeu e prontamente se arrependeu.


— Oi, Uchiha-kun — o rapaz sorriu docemente e ao reconhecer a voz, Itachi soltou Deidara da maneira mais calma possível e foi à frente do irmão.


— O que quer aqui?! Achei que tinha morrido!


— Não achou não. Quis pensar que eu estava morto, mas por favor. Eu te imploro, eu preciso de ajuda — o homem pediu.


— E me diz por quê eu devia confiar em você — rapidamente juntou todas as informações memorizadas sobre o rapaz na sua porta para escolher uma melhor abordagem.


— Não é por mim. É por ele — tirou de trás de si uma criança. — Ele tem oito anos.


— Ó, meu Kami! Kabuto, quando você engravidou?! — perguntou espantado.


   Kabuto, 36 anos, ômega, atualmente casado com Orochimaru.


— Logo uns dias antes de meu marido sequestrar seu irmão pela primeira vez. Ele precisava do dinheiro para fugirmos do país, mas deu tudo errado. E da segunda vez que Orochimaru o pegou... bom... ele perdeu todo o pouco dinheiro que tinha com apostas e precisamos sustentar o Mitsuki.


— E? — disse Itachi de maneira seca.


— Por favor, fiquem com ele — tinha seus olhos marejados. — Não é por mim, é por ele, Orochimaru gasta cada centavo com bebidas, drogas, apostas. E eu quero um futuro para o meu garoto. Não precisam o tratar como um filho, nem sequer como se fosse da família! 


— Então o que quer exatamente? — Naruto, como dono da propriedade e mais velho, assumiu a palavra.


— Só que dêem um abrigo, comida, educação e o que uma criança normal teria.


   E o garotinho permanecia quietinho ao lado da mãe, não entendia muito bem o que estava acontecendo.


— E quanto a você? 


— Não importa, eu posso lidar com Orochimaru mais um pouco. E eu vou voltar para pegar ele quando tudo estiver bem, eu juro! 


— Naruto, seja racional, você tem o Boruto, Sasuke vai ter um e Deidara vai ter dois! Não dá para cuidar de cinco crianças! — Itachi sugeriu.


— Papai, quem é ele? — o pequeno garotinho loiro correu até Naruto, se escondendo atrás do mesmo e agarrando sua calça.


— Ninguém, filhote — Naruto pegou o garotinho no colo, deixando Itachi ficar a saber frente caso o outro tentasse algo.


— Eu não queria ser um incômodo, mas... — Espirrou. — Está nevando, posso...


   Naruto olhou ambos os ômegas grávidos e seu filho, seria perigoso, mas seria tão ruim assim correr esse risco?


— Boruto, Deidara e eu vamos montar um quebra-cabeça no quarto de brinquedos, não é filho? — com um pouco de dificuldade, Sasuke pegou o garotinho e foi para o quartinho repleto de brinquedos, deixando assim apenas os alfas e o outro ômega na sala.


— Entre — Naruto deu espaço para o platinado.


— Vem, filho, vamos entrar — segurou a mão do garotinho, que até o momento não havia dito nada. 


   Os três adultos se sentaram no sofá e o ômega colocou o pequeno em seu colo.


— Bom, está claro que não podemos ficar com ele! — Itachi reforçou a ideia.


— Itachi, se acalme, é uma criança de oito anos — colocou a mão no ombro do moreno. — Quer falar mais alguma coisa, Kabuto?


— Não, apenas... peço que cuidem do meu garotinho — pediu mas uma vez.


— Nós não podemos! — o Uchiha falou.


— Eu preciso pensar. E para isso você precisa calar a boca, Itachi! — Naruto rosnou irritado, o que assustou apenas ao platinado. 


   Após alguns minutos, que pareceram horas para todos ali, o Uzumaki voltou a se pronunciar.


— Podem ficar aqui por algumas noites, vou ver como ele se comporta perto de outras pessoas e principalmente em relação aos novos bebês e o Boruto — pontuou. — Só vou te avisar. Se você: fugir da casa, quebrar alguma coisa ou mexer com meu irmão ou meu noivo de forma inapropriada. Eu coloco seu garoto para fora.


— E-eu entendi, senhor Uzumaki.


— Vem cá, rapazinho — o loiro chamou o garotinhos dos olhos dourados e aparência pálida, que apenas olhou para a mãe pedido permissão, recebendo um aceno de cabeça como resposta. — Me diga seu nome.


— Mitsuki — respondeu tímido.


— Qual sua idade?


— Tenho oito anos.


— Sabe ler e escrever?


— Sei ler um pouco, mas não sei escrever nada — disse se encolhendo um pouco.


— Eu sinto muito, eu não pude pagar um colégio para ele — o responsável do garotinho falou.


— Eu entendo completamente, Kabuto. Bom, ele me parece um bom garoto, pode ficar aqui na sala com ele por uns dias.


— Obrigado! Muito obrigado, senhor Uzumaki! 


— Vou pegar alguns cobertores e travesseiros para vocês.


— Só nos deixar ficar já é o suficiente — sorriu de canto.


— Está nevando, você e o Mitsuki podem ficar doentes. Vou ver como está o Boruto — Itachi já havia saído há alguns minutos, agora Naruto tinha que ir também.


— Ah é..! — segurou o braço do alfa. — M-me desculpe, mas... Mitsuki tem alguns problemas em socializar com outras crianças.


— Como assim? — se sentou no sofá e o loiro se sentou ao seu lado, segurando suas mãos apenas em um gesto carinhoso.


— Orochimaru sempre foi muito agressivo com nós dois e ele meio que tem medo de se aproximar de outras pessoas — suspirou.


— Ei, ei, ei — colocou uma mexa dos fios platinados atrás da orelha do mesmo e arrumou os óculos do rapaz. — Não se preocupa, vai ficar tudo bem.


— Agora... é melhor ir resolver as coisas com o Sasuke, ele está olhando para cá e não parece estar gostando — se afastou do alfa, que se levantou e foi até o gestante.


— Não gosto desse olhar — disse o alfa.


— Hm — foi tudo que respondeu o Uchiha.


— Meu amorzinho, você sabe que eu te amo demais, só que ele não tem um lugar para ficar. Assim como nosso filho não tinha, não é? — disse o guiando para o quarto e se sentando na cama.


— É, mas são muitas crianças, não podemos fazer isso.


— É como... uma adoção.


— E teríamos três filhos?! — Sasuke quis saber.


— Amorzinho, se não o acolhermos ele volta a morar com o Orochimaru, não acha que isso é meio cruel?


— Vamos deixar que eles fiquem por alguns dias, eu vou pensar até lá, certo? — deu um sorriso fraco... 


   Teria que pensar muito, mais crianças significava mais despesas e poderia não ser uma boa ideia.


— Mamãe, papai — o pequeno o loirinho entrou no quarto segurando o pulso de Mitsuki. — Ele pode ficar no meu quarto? 


— Tem certeza, filho? — O Uzumaki olhou para o loirinho. 


— Uhum.


— Tudo bem por você, Mitsuki? — perguntou ao garotinho.


— Sim, senhor — disse formalmente.


— Pode me chamar de Naruto, garoto — sorriu, recebendo um aceno tímido como resposta.


— Tudo bem, filho — Sasuke se levantou com dificuldade da cama e foi até os garotinhos e estranhamente o dos alhos dourados parecia mais relaxado ao lado de um ômega grávido. — Vão lá, brinquem um pouco e depois eu vou lá colocar vocês para dormir.


   Deu um beijo da testa do filho, o assistindo puxar o garoto mais velho pela casa.



Notas Finais


[[[[[VCS QUEREM QUE NARUTO E SASUKE ADOTEM O MITSUKI?!]]]

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