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História Eu Sempre Volto - Capítulo 31


Escrita por:


Notas do Autor


Primeiramente meus amores! Bom... eu peço com educação pra que nao utilizem mais o pronome feminino pra se referir a mim. Psé, autor trans aqui. Podem me chamar pelo nome do Spirit - Izumi - ou pelo meu nome social, Liam.

Agradecido!

Capítulo 31 - Vou matá-los



   Deidara ainda estava em estado de choque, tanto que não ouvia os filhos chorarem com fome. Estava em pé, olhando para o nada, em desespero. O que tinha acontecido com Itachi? 


— Deidara — o loiro mais velho chamou. — Deidara! — chamou novamente.


— N-naruto... o que aconteceu com... com o Itachi? — perguntou sem perceber.


— Calma — abraçou o irmão, colocando sua cabeça contra seu peito. — Ele só... deve estar mal. Ele vai sobreviver, okay?


— Uhum — fungou, finalmente cedendo ao choro que havia segurado por certo tempo.


— Naruto, por favor, vem rápido! — Kabuto, com certo desespero, chamou alto da sala, para onde ambos os loiros foram preocupados.


— Sai de perto de mim — Sasuke olhou para a pessoa parada em frente sua porta e disse com medo.


— Garoto — o homem parado tentou acalmá-lo. — Eu não vim te fazer mal. É só que... recebemos uma ligação do hospital sobre seu irmão e fomos vê-lo.


— Então o Itachi está bem?! — Deidara correu até o homem, ficando a frente de Sasuke.


— Ele... — respirou fundo. — eu sinto muito pelo seu marido.


   Ali estava a resposta que Deidara precisava, mas a única que não queria.


— Não... ele... Ele não pode estar morto! — estava irritado, não podia ser real.


— Pai, por favor, vá embora — Sasuke pediu.


— Eu mesmo vou confirmar essa história — Deidara e Naruto acabaram dizendo ao mesmo tempo.


— Não, irmãozinho, você não vai — o alfa citou.


— Eu sinto ele! Ele não está morto! Eu posso sentir! Então eu vou sim!


— Se tiver o dedo de quem eu acho que tem nessa história, não, você não vai — mandou com a voz de comando, fazendo o irmão se afastar. — Eu vou até o hospital e ninguém sai dessa casa até eu voltar. Entendido? — passou o olhar por todos os ômegas, inclusive Kabuto.


— Amor — Sasuke foi até o alfa. — Deidara está chateado que perdeu o marido e eu também estou. Ele... era meu irmão. Deixa o Dei ir, ele precisa aceitar que o Itachi morreu, se ele realmente estiver morto claro — disse, segurando toda sua vontade de chorar.


— Tudo bem — suspirou.


— E você nunca mais pense em usar a voz de comando em mim. Se coloca no seu lugar — Deidara olhou o mais velho com certa raiva. — Cuidem dos gêmeos para mim, por favor — disse aos dois ômegas que ficariam na casa, vendo-os assentir.


— Aí, Rikudou, essas crianças precisam comer! — Sasuke finalmente percebeu que os gêmeos precisavam se alimentar.


— Mamãe, o papai falou que não pode fazer esforço — Boruto segurou a perna se Sasuke, que entendeu a preocupação do filho, mas precisava cuidar dos sobrinhos.


— Eu pego, Sasuke-kun — Kabuto passou por ele, indo até a cozinha. — Eu posso cuidas das coisas por enquanto, porque não ajuda o Boruto com o dever de casa? — sorriu simpático.


— Uhum — aceitou contragosto. — Vem, filho — pegou a mão do garotinho, indo até a sala.


   Enquanto isso, no hospital.


— Eu não aceito isso! Meu marido não está morto e eu quero ver ele! — gritava com o recepcionista.


— S-senhor, minhas ordens foram para não deixar ninguém entrar enquanto tentavam descobrir a causa da morte — dizia assustado.


— Causa da morte o cacete! Eu tenho uma ligação de alma com ele e ele não está morto! Ou me diz onde ele está ou eu vou entrar em cada quarto desse hospital até achá-lo! — ameaçou.


— Senhor — chamou a atenção de Naruto. — Por favor, controle ele ou terei que chamar a segurança.


— Ele não vai fazer nada — segurou o pulso do menor gentilmente e o olhou nos olhos. — Sabe que uma das fases do luto é a negação, não é?


— N-não..! Ele não está morto, Naru! E-eu sinto! — o mais velho o abraçou, deixando sua cabeça contra seu peito. — E-ele não pode me deixar sozinho com duas crianças. Não pode — começou a chorar pesadamente.


— Percebe agora? Você estava se negando a acreditar — suspirou. — Acho melhor você ir para casa.


— Não... ele não pode estar morto — chorava mais e mais. — Eu... não quero perder ele. Ele não pode e-estar morto. 


— Vai para casa, prometo que te atualizo sobre tudo quando voltar.


— Uhum — fungou, sentindo seu rosto ser segurado por ambas as mãos do alfa e suas lágrimas serem enxugadas.


— Eu vou daqui a dez minutos, tenho que resolver mais umas coisas. Quero dar uma olhadinha a mais na maternidade e fazer algumas perguntas também.


— Uhum — suspirou, tomando fôlego para ir embora.  


   Deidara acabou pegando um táxi para voltar e Naruto foi falar com o recepcionista, teoricamente estaria indo perguntar algo sobre a maternidade.


   Enquanto isso, em outro lugar.


— Finalmente me livrei de você, praga — olhava o homem deitado inconsciente no chão. Acorrentado ali e sem poder dizer nada. — Agora que você "se foi", as coisas vão melhorar para mim. 


— Hmm — piscou lentamente, abrindo os olhos e identificando uma sala com apenas alguns feixes de luz passando por uma fresa na cortina. Tentou levar as mãos ao rosto, mas sem sucesso, ouvindo um som metálico.


— Oh, vejo que acordou. Eu já estava cansado de ter que te arrasar de um lado para o outro. Você é pesado — soltou um riso psicopata.


   O outro não conseguia dizer nada, seu corpo estava fraco, sua voz não saía, era impossível dizer qualquer coisa, sua boca de abria para xingar o outro, mas nada saía.


— Não se esforce atoa. Você meio que não vai mais poder falar por uns dias, ainda vai estar meio drogado.


— Hmm — apenas tentou arrumar uma posição melhor fazendo os cabelos negros caírem em seu rosto.


— É, você sofreu um acidente e te levaram para o hospital, você teve uma parada cardíaca e eu quis te deixar morrer, mas preferi te trazer de volta e te fazer sofrer sabendo que eu vou fazer seu ômega feliz agora.


— Hm! — tentou novamente dizer algo. — N-não... toca... m-meu... ômega — disse num fio de voz. 


— É mais forte do que eu imaginei... Itachi — sussurrou o nome do moreno.


— Quando eu... sair daqui eu... v-vou matar vocês dois — disse ofegante. — Sasori e... Orochimaru. Anotem m-minhas palavras... e-eu vou matá-los.


   Era tudo que havia sido capaz de dizer antes de apagar novamente pela exaustão.



Notas Finais


Desculpa pelos erros, não tive tempo de revisar.

Gostaram? Não? Mereço comentários? Pedradas?

Fique meio pra baixo que tivemos uma queda nas views e comentários no cap passado, então não vamo deixar acontecer dnv neh

~Kissuuuus


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