História Eu, Serial Killer - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais, V
Tags Bts, Jungkook, Serial Killer, Taehyung, Taekook, Vkook, Yaoi
Visualizações 56
Palavras 1.354
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Policial, Shonen-Ai, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello pessoas lindas do meu kokoro ❤️
Hoje é um dia mega especial pra mim, por que é aniversário da minha filhinha linda Liih ❤️
Fiz esse presentinho, foi algo simples mas do meu coraçoum u-u
Espero que todos gostem ❤️

Capítulo 1 - OneShot


Fanfic / Fanfiction Eu, Serial Killer - Capítulo 1 - OneShot

Assassino, eu era apenas mais alguém no mundo que se tornava prazeroso ao ver corpos pegarem fogo, pessoas implorarem por misericórdia para que suas vidas continuassem, crianças chorando ao colo de suas mães que deixavam o sangue escorrer pelos seus cantos.

Ah crianças, aquela criança.

Aquela garotinha perdida no imenso verde do parque da cidade era meu próximo alvo.

Pelo seu delicado rosto e os olhos levemente clareados que eu observava atrás da sombra de uma árvore qualquer, já imaginava trancando suas palavras com minha mão e pouco a pouco colocando a faca levemente enferrujada em sua barriga enquanto as lágrimas quentes rolavam pelo rosto da pequena.

- Papai, Papai onde você está?

Eu me alegrava de ver ela perdida procurando pelo seu responsável naquele enorme local.

Coloquei minha máscara preta, pois a chance de ser descoberto era enorme.

"Jeon Jungkook, o Serial Killer de Seul" nome tão clássico, quem diria que o conhecimento de Assassino em Séries mudaria tanto o andamento da cidade e a segurança das pessoas.

Ela começou a se distanciar e eu a seguia, era um ponto de sorte muito adultos estarem presos em seus filhos e não perceberem meu movimento.

Logo agarrei seu braço fortemente e a arrastei para algum canto mas apagado do parque.

- Me sol- tampei sua boca enquanto ela arregalou os olhos.

- Cale a boca garota, eu não quero uma palavra de você.

Sabia que por sua idade - aparentemente 7 anos - alguém já estava desesperadamente atrás dela.

- Senhora Park - me escondi mais ainda quando percebi que a conversa estava fluente, provavelmente bem perto de nós.

- Boa Tarde Taehyung!

- A Senhora viu minha filha?

- SunHee estava com você quando a vi.

- Ela saiu de perto de mim e não há encontro mais.

Tinha absoluta confiança de que era a garota da qual eu prendia, mas o desespero da voz daquele rapaz mexia muito com o meu ser escondido.

Virei o rosto para procurá-lo, e lá estava ele, o tal de Taehyung... Cabelos loiros, pele perfeita assim como sua aura tocante.

O desespero da menina logo se passou a mim, não queria mais machuca-la, não mais!

Eu queria protege-la, de certa forma me alegrar ao saber que ela cresceu e teve um futuro escrito perfeitamente, talvez o futuro que eu não segui.

Eu estava fora de mim, o sangue batia em meu peito fortemente, é algo dentro de mim gritava para libera-la.

- SunHee certo? - olhei pra ela que assentiu aos tremores, assim me abaixei a sua frente - me perdoe eu... Não sei como te explicar, mas eu não vou te machucar - respirei fundo e deixei as lágrimas caírem - vou te pedir algo, me prometa que você nunca vai desistir daquilo que realmente ama.

- Por que me pede isso? - ela se acalmou aos poucos e então mordi meu lábio inferior afim de não me machucar com minhas próprias palavras.

- Para que não acabe como eu - me levantei e estendi a mão - eu vou te levar até seu pai.

Ainda com muito receio ela segurou meu dedo mindinho e então a levei até Taehyung.

A cada passo meu coração acelerava, me sentia uma granada prestes a explodir.

Eu apenas pretendia levar SunHee até o pai e sair dali o mais rápido possível.

- Papai!

- Minha filha! - ele se abaixou e ela correu para os seus braços - Você está bem? Alguém machucou você?

- Esse moço me ajudou a te encontrar!

Levantei minha cabeça e me surpreendi com as palavras, ela havia confiado em mim, era tudo tão novo... Nunca havia sentido este afeto.

Por mais simples que ele fosse.

- Muito obrigado mesmo - se levantou e meu olhou estranho, já que com a máscara e o capuz ficava difícil o contato.

Mas mesmo assim eu não deixava de admirar Taehyung, o sorriso quadrado e a voz suave era o porto seguro mais perfeito que alguém poderia ter.

- Prazer, Taehyung. Como se chama?

- Não importa agora... - arrumei as palavras para não se tornarem grosseiras - espero que você e sua companheira cuidem muito bem dessa garotinha - me abaixei e a olhei - ela é muito especial.

- Querida, me espere com a Senhora Park, por favor - ela assentiu e correu até a senhora que sorria para uma família conhecida.

Foi então que percebi a burrada.

- Me perdoe, eu não sabia que...

- Ela nunca teve a mãe, esse assunto é um pouco diferente - sorriu de lado e me levantei, me surpreendi por conseguir entender minhas abafadas palavras - eu adotei SunHee quando tinha 2 anos.

- Entendi - sorri nervoso - eu preciso ir, fiquem bem - levantei a mão em um breve aceno e comecei a caminhar para longe.

- Espere! - ele gritou e o olhei - não me disse seu nome.

- Prefiro que não saiba...


1 Semana Depois


168 horas exatas que eu não o via.

Cada segundo que se estendia era uma facada no meu coração, a mesma dor de um corte a um corpo virgem de maldade e sofrimento.

Mas não era por sua perca nesses longos dias, e sim pela minha decisão difícil de distância.

Porém hoje seria diferente, eu estava disposto a reconhecer e encarar o destino que me esperava.

Que graças a ele eu consegui enxergar.

Após passar pela última vez dentre esta década a tranca na fechadura, vesti minha tão companheira touca e máscara e segui meu caminho cotidiano.

Caminhava apressadamente até o local, como sempre verde e reluzente.

Olhava todos os rostos, cada detalhe, tão focadamente como nunca antes, mas nenhum deles era o que eu desejava.

Eu prosseguiria meu caminho se minhas pernas não tivessem sido presas, e quanto percebi, pequenos braços a contornavam de forma tão alegre.

- SunHee...

- Eu sabia que voltaria! - ela sorriu e me soltou, me abaixei e afaguei os cabelos da mesma.

- Olha só quem encontramos por aqui - aquela voz, aquela tão doce e delicada voz soou, me fazendo levantar rapidamente e entrar em contato com o olhar que eu tanto desejava - como está?

- Eu precisava te ver - suspirei enquanto meus dedos se entrelaçavam uns nos outros nervoso - Taehyung eu vim me entregar - vi ele sorrir rapidamente, talvez tivesse se surpreendido por em um único encontro eu me lembrar de seu nome. Mas logo ele se desfez para um olhar confuso.

- Se entregar ao que?

- A você, e ao final que eu realmente pertenço.

Retirei a máscara e levantei a touca aos poucos até se retirar completamente da minha nuca.

No momento ele me olhou tão atentamente que parecia olhar até os pequenos buracos que uma pele jovem possuía.

- Você é... Jeon Jungkook?

- Sim. E sabe de uma coisa? - olhei as pessoas ao meu redor, elas estavam assustadas, algumas levavam suas crianças para longe enquanto outras apanhavam o aparelho do bolso - eu não me importo de me mostrar. Meu coração se pesa por cada vida que eu tirei, cada uma que pensei em tirar - olhei para SunHee, que com lágrimas nos olhos se escondia atrás do pai - porém mais que tudo, o que me dói é saber que demorei tantos anos para te encontrar, para aprender a amar.

- Jeon Jungkook! - a voz do megafone e as preparações armadas tomaram contas dos meus ouvidos rapidamente - mãos para o alto, você está preso!

- Eu não lhe culpo por nada, você apenas seguiu o que a vida desejava para você - obedeci o policial e estendi meus braços para o alto.

- O que eu fiz? - aos prantos ele tentou se aproximar de mim, mas apenas me distanciei por seu próprio bem - não precisa terminar assim.

- Este é o final feliz de muitos, permita que ele aconteça - assim fui algemado e erguido pelo chefe de polícia, ele foi me encaminhando até o carro.

- Jungkook! - ele gritou e deu pequenos passos até minha direção - faça meu final feliz real, e me espere que eu te encontrarei.

Dentre a possibilidade de um pequeno sorriso, me entreguei as lágrimas e mantia tudo no silêncio que conseguia.

E aquela foi a lição que meu final "feliz" me mostrou.

Que dentre uma tempestade ou nevoada, aparece um raio de sol para lhe mostrar o verdadeiro caminho.

E ele era aquele raio de sol.

Obrigada por ser meu guia.

Obrigado por ser minha esperança.

Obrigada, Kim Taehyung.


Notas Finais


Realmente espero muito que tenham gostado, pois VKook é um shipp lindo que merece muito amor
Apesar de já ter dito tudo o que queria, parabéns Liih ❤️ a Omma te ama muitao ❤️


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