História Eu sou o ômega do presidente? - Capítulo 16


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Hunhan, Kaisoo, Kristao, Menção!jikook, Menção!namjin, Xiuchen
Visualizações 240
Palavras 1.487
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIIII AMORECOS.
Finalmente eu criei vergonha na cara e escrevi o capítulo, só avisando que não betei. I NEED YOU BETA!
Bom, um dos motivos da demora foi a falta de animo pra escrever e um bloqueio temporário. Felizmente voltei a escrever, todas as minhas fanfics.
Bom...
Vejo vocês nas notas finais...

Boa leitura...

Capítulo 16 - 16 - Desenrolar


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P.O.V Kim Kyungsoo

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Kim's Home

01 de Fevereiro 2017

06:40 AM




Os dias se passaram em ritmo de tartaruga, e eu não sou adepto a gostar de tartarugas. Mas por incrível que pareça, eu me sentia como uma. Parecia que eu me sentia  caminhar em passos lentos em um corredor escuro, pois a luz eram as minhas lembranças desde que achei Luhan — ou ele me achou, ou me acharam — no meio daquele parque. Desde então a segurança foi redobrada, e a festa que JongIn queria da logicamente não aconteceu e nem aconteceria.


Ah, JongIn! Como foi complicado lhe dizer como encontrei Luhan, eu não sei porque mas algo me fez não lhe contar o que eu fazia naquele lugar para começo de conversa. Eu me sentia mal por omitir algo do meu namorado, pois é isso que ele é para mim por enquanto. E para a minha infelicidade o senhor presidente ficou mais atarefado, longe de mim e talvez desconfiado. Certo que ele tem do que desconfiar, mas isso não significa que me agrade a situação. Ainda não dormimos no mesmo quarto, apesar de eu sempre sentir como se a cama estivesse vazia, faltando algo (alguém).


E aqui estou eu no quarto do Jungkook, vendo o quanto meu pequeno é manhoso quando acorda cedo. A única coisa boa que me aconteceu nos últimos dias, o relacionamento com meus filhos melhorou e muito. Apesar de eu ainda me senti estranho por me senti um adolescente e pensar como um, quando na verdade eu tenho que ser um adulto responsável. Adulto - eu - que tem que voltar a dá aulas de canto, dá uma boa educação aos meus filhos e tentar me resolver com meu marido definitivamente, e não posso me esquecer de me manter um perfeito primeiro-dono.


- Omma Soo, vai deixar o Kook na escolinha? - diz o pequeno finalmente parando de manha e colocando a mochilinha em suas costas.


- Eu vou meu bebê. - digo bagunçando seus fios lisinhos. 


- Ebaa! - exclama e segura minha mão.


Ao segurar sua mãozinha saimos do quarto, a essa hora JongIn não está mais em casa, por isso opto por tomar o café no quarto mesmo junto de Jungkook. Usamos as escadas para ir para garagem, e assim que ali chegamos entramos no carro, antes de sairmos Lisa me trás a pequena SooIn, e após coloca-a na cadeirinha e ajeitar o cinto em Jungkook saimos da casa azul. Além do motorista e de um segurança nos bancos da frente, tinhamos um carro a frente e outro atrás garantindo nossa segurança. O que pra mim era um exagero.


- Omma Soo, Kook quer ver o Mochi depois da escolinha. - diz o menor em certo ponto do curto caminho até a escola infantil. 


- Mochi?  - digo.


- Momomomo. - SooIn começou a repetir e bater palmas rindo toda fofa. Assim meu coração se derrete todo.


- Jimin-ssi. - responde Jungkook virando para a irmã e fazendo cosquinhas na barriguinha dela a fazendo da risadinhas ainda mais altas.


- Oh sim, o filho do Baekhyun. Claro por que não? - falo olhando os pequenos com um grande sorriso no rosto.


- Ouviu Innie, nós vai (n/a: crianças falam sempre assim) ver o Mochi do Kook. - diz o meu menininho todo pomposo. 


Ah se o Chanyeol ouvisse uma coisa dessas.


Passados alguns minutos chegamos a escola, Jungkook rapidamente retira o sinto e abre a porta do carro.


- Ei, ei garotinho, onde você pensa que vai? - chamo a atenção do menor.


- Pra escolinha. - responde como se fosse óbvio.


- Sim, e o meu beijinho cadê? - falo apontando para a minha bochecha com o dedo indicador.


Ele ri e me da um beijinho no rosto, em seguida sai todo espoleta. Pela janela vejo quando Minseok o recebe com um abraço, o mais velho olha na direção do carro onde estou e acena para mim. Em retribuição a cortesia aceno para ele, e lhe sorrio. Após vê-los entrar, finalmente o motorista da a partida quando peço. A ideia inicial era ir para casa, no entanto meu celular começou a tocar.


Oh coisinha difícil de se aprender a mexer, esses celulares avançados fazem minha cabeça da um nó. Mas eu estava me saindo bem, pelo menos atender, ligar e bater foto eu sabia. Uh, uh. Sei mexer no kakao também, por incrível que pareça, sou um gênio eu sei.


- Alô? - digo pondo o celular no ouvido. 


- Alô o caralho, me trate direito Kim Kyungsoo. - disse um Baekhyun levemente alterado a essa hora da manhã. 


- Bom dia, raio sol, luz da minha vida. - respondo sarcasticamente.


- Não dê um sarcástico pra cima de mim Dyo! - ralha comigo do outro lado da linha, me fazendo revirar os olhos.


- Hum. - faço o barulhinho.


- Hum? Hum o que? Vem aqui em casa agora! - falou em um tom que eu identifiquei como deu a louca no Baekhyun. 


- Você viu que horas são, sua loira oxigenada? - digo tentando não ri na cara dura do meu melhor amigo.


- Agora são 7:15 Kim Kyungsoo, e se você não chegar aqui até 7:25... - ele suspira (deu pra ouvir). - Eu te mato! 


- Ta, ta. Estou indo. Eu precisava mesmo falar com você, assim junto o útil ao agradável. - digo mais suavemente.


- Vou ficar esperando. E acho bom você vim mesmo, ou eu vou na merda dessa tua casa azul e te dou uns murros. - diz ele levemente alterado. 


- Mas... - tento falar.


- E eu mando a merda esses teus seguranças. Não ligo se tu é a droga do primeiro-dono. - continua falando me ignorando.


- Chego já. Tchau Baekkie. - digo. 


- Olha tu não desliga na minha cara filho de um ótimo Omma.... DEMÔNIO DOS... - desligo sem dó. 


É, ele vai me matar, mas por agora vamos ri do Baek sendo o Baek que eu conheço. Pelo menos desses ataques eu me lembro bem... 


Digo para o motorista mudar a rota, e durante todo o caminho brinco a minha princesinha. Genética boa essa minha misturada com a do Nini da nisso, uma perfeita obra fofa e linda. Essa é a minha SooIn, que mal a conheci junto de Jungkook mas já os amo mais que tudo. Eu me sinto como o meu Omma, realmente ter filhos mexe com toda nossa vida de um jeito bom.


Em poucos minutos, lá estava eu na mansão Park. Pela primeira vez para mim, a casa do meu melhor amigo era uma novidade. Era enorme, só perdendo para a própria casa azul, esta que eu ainda não cheguei nem na ala dos visitantes. Demoraria mais 6 anos para conhece-la novamente, pois até então eu a administrava muito bem e agora dei essa função para a pobre da babá dos meus filhos.


O carro finalmente para, e o segurança abre a porta. Retiro a SooIn da cadeirinha, e saimos do automóvel. Agradeço educadamente ao segurança, este que eu lembrava do Jongin o chama de Johnny. Ando pelo hall de entrada, e antes que eu pudesse me pronunciar que havia chegado um Baekhyun irado abre a porta.


- Com que direito você desligou na minha cara seu arrombado! - diz ele com a voz furiosa e rosto vermelho. 


- Tenha modos, minha filha não pode ouvir esse palavreado Park! - o fuzilo com o olhar, e finalmente ele me dá espaço para entrar.


- Desculpa, o Jimin não me deixou dormir a noite. - fala ele, agora, em um tom calmo.


- Bom. Tudo bem. - respondo dando de ombros e sentando no sofá com SooIn toda encolhida em meus braços. Provavelmente a pequena estava um pouco menos elétrica agora.


- É sério, tudo está sendo uma loucura. - fala se sentando do meu lado. - Mas me conta primeiro, o que você precisava falar comigo? 


- Você sabe que eu não sou de rodeios, até porque eu odeio rodeios. - começo a falar e ele me incentiva a continuar. - Eu não fui totalmente sincero quando acharam o Luhan. 


- Eu já sabia, eu só não quis te pressionar. - diz ele.


- Hum, OK. Desculpe. - respiro fundo. - O meu primo Xiao Feng me chamou para conversar ali, por isso que eu fui até a praça.


- Meu Deus Kyungsoo! - exclama arregalando os olhos. 


- Eu só não contei porque achei irrelevante, o importante era ter encontrado o Lu. - continuo falando enquanto ninava SooIn em meus braços. 


- Kyungsoo, o que exatamente esse homem falou com você? - pergunta o mais velho. 


- Que faria tudo por mim. - digo com um gosto amargo na boca. 


- Ele não é de confiança Soosoo. - avisa com seus olhinhos se enchendo de lágrimas.


- Por que? - o olho confuso.


- Graças a esse homem, eu a... - soluça já em prantos. - Eu não pude perder minha virgindade! - põe a mão na boca. - Ele permitiu que eu fosse estuprado por dois capangas dele. Kyungsoo, Xiao Feng é um monstro....


    


Notas Finais


E.... Tretas, tretas e mais tretas. Se não tivesse não sereia uma história minha amorecos.

200 F
200 FA
200 FAV
200 FAVO
200 FAVOR
200 FAVORI
200 FAVORIT
200 FAVORITO
200 FAVORITOS

EU TO SURTANDO DE MAIS! EU AMO CADA UM DE VOCÊS MINHA UVINHAS, MORANGOS E CHOCOLATES!

E MAIS DE 8K DE VIEWS, EU TO MUITO CHOROSA.

OBRIGADO PELO IMENSO APOIO, PELOS COMENTÁRIOS, VOCÊS SÃO INCRÍVEIS.

Até o próximo capítulo, vou ficar aqui surtando e é claro escrevendo. Me acompanhem nas outras fics também. E, claro não desistam de mim. Beijos.


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