História Eu sou teu alfa - sobrenatural (Jikook) - Capítulo 25


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Eu Sou Teu Alfa, Jikook
Visualizações 413
Palavras 1.148
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, me desculpem por ter sido tão ausente. Mas hoje eu irei recompensar vocês....beijocas


Sorry os erros

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Capítulo 25 - Agora você me pertence pt 2


Fanfic / Fanfiction Eu sou teu alfa - sobrenatural (Jikook) - Capítulo 25 - Agora você me pertence pt 2


P.o.v Hyuna


Sim, era o que eu queria ouvir. Inverto as posições prensando a menor contra a parede. Não consigo mais me controlar, ataco seus lábios. Oh céus, seus lábios eram macios e delicados. Mas pelo melhor que fosse eu não aguentaria apenas beija-lá. Tiro sua blusa rapidamente, distribuí beijos e mordidas pela região exposta, tiro sua saia de preguinha rosa bebê a jogando em qualquer lugar. Tiro o suas únicas peças que vestia a deixando completamente nua. Observo seu corpo por alguns segundos, meu olhar era carregado de desejos e luxúria. Ah, como eu quero essa mulher. 




Tiro meu vestido o jogando no chão, volto minha atenção a mulher desnuda em minha frente. Afasto suas pernas uma da outra, levo um de meus dedos até sua intimidade fazendo alguns movimentos circulares, sinto seu líquido transparente sobre meus dedos. Ela ainda não havia gozado, mas logo iria. Sem avisar a penetro com um dedo, seu interior era apertado e quente. 




- anw - ela apóia suas mãos em meus ombros. 




- shiu  babygirl, ninguém pode nos ouvir lembra? 




A penetro com mais dois dedos, a mesma morde os lábios com força tentando amenizar seus gemidos. Início meus movimentos de sair e entrar.  Retiro meus dedos  de seu interior ouvindo um gemido de reprovação. Puxo a mesma para perto da pia, ela  senta sobre a mesma com as pernas abertas. Me ajoelho, levo meus lábios até suas penas, dou alguns beijos e  mordidas antes de chegar em sua intimidade, começo a chupar  por toda a extensão, levo minha língua até seu clitóris. Sinto suas mãos em meu cabelo dado leves apertões, seus gemidos aos poucos foram saindo, porém eram roucos e abafados. Sinto que a mesma estava perto de seu ápice, continuo os movimentos com a língua. Sinto seu líquido quente cair sobre minha boca. Passo a língua entre os lábios, seu gosto é divino. 




Mas eu ainda não estou satisfeita, puxo a mesma a fazendo ficar em minha frente. Viro a mesma, a deixando de costas para mim, jogo seu corpo com brutalidade sobre o balcão. Deixo um tapa estalado em suas nádegas, levo meus dedos até sua boca, sem delongas ela os chupa. Retiro meus dedos de sua boca e os coloco em sua intimidade,  sinto a mesma fazer uma leve pressão sobre meus dedos, meus movimento eram cada vez mais fundo e forte. Sinto seu líquido novamente em meus dedos, ela havia atingido seu segundo orgasmo. Retiro meus dedos de seu interior, deixo alguns beijos em sua costa. Ela se vira de frente para mim e me beija. Nossas línguas exploravam cada centímetro de nossas bocas.  


- eu tenho que ir - sua voz soa calma


- eu não quero que vá. - passo meu polegar por seus lábios. 


 - por que? 


- porque agora você me pertence! 



Ouço batidas na porta, rapidamente vestimos nossas roupas, eu me escondo em uma das cabines enquanto Irene iria abrir a porta. 


- meu Deus que demora - ouço uma voz familiar ecoar pelo local


- me desculpe, eu estava - Irene é interrompida


- eu não quero saber agora saia da minha frente. 


Sim eu conheço essa voz. Saio da cabine vendo aquela mulher se olhando no espelho, como eu suspeitei.  


- lisa, a quanto tempo hein. - Irene olhava sem entender nada


- h-hyuna? - lisa me olha, digamos que assustada


- parece que ainda lhe restam marcas. - rosno para ela fazendo Irene se encolher. 


- parece que você está com saudades? - ela olha para Irene e depois para mim. 


- do que está falando? - arqueio uma sobrancelha, solto uma risada sem humor - da surra que te dei?


A mesma sorri malicioso para mim, ela se aproxima levando uma de suas mãos para meus fios, vejo o braço da mesma ser parado bruscamente, olho para o lado vejo Irene segurando o mesmo. Sua expressão não era nada boa. 


- não ouse encostar um dedo nela. 


Lisa puxa seu braço com força e vai embora pisando firme. Um sorriso se forma em meus lábios. 


- vamos embora, seu cheiro está muito forte, logo seu cio volta. 


- tudo bem, nós vamos para minha casa? 


- tem alguém lá além de você?


- meu irmão


- então vamos para a minha. 



Saímos de lá, Irene vaí até uma pequena sala que havia nos fundos da cafeteira. Depois de alguns minutos ela volta. 


- vamos? - ela diz com um grande sorriso em seus lábios. 


- vamos 


Ao sairmos sinto sua mãos entrelaçar na minha, um arrepio percorre meu corpo. Andamos um pouco até chegarmos em meu carro, ela senta no banco do carona e eu no do motorista. Ela me diz seu endereço, sigo suas instruções até chegarmos em um um apartamento, muito bonito por sinal. Entramos, novamente ela entrelaça nossas mãos. Subimos até o 15° andar, seu apartamento é lindo, e muito bem organizado. Fomos direto para seu quarto, não, não pense besteiras ainda. AINDA....


Tomamos banho, separadas, ela me emprestou um par de roupas bem confortáveis. Vulgo um short de seda rosa bebê e uma blusinha branca, eu estava sem sutiã, não sou muito fã pois eles me apertam e os peitos são meus. Já ela vestiu apenas um blusão, literalmente só o blusão preto. A mesma coloca um filme para assistirmos, vocês já assistiram "azul é a cor mais quente"?

Pois bem, foi o pior erro de minha vida, no meio só filme sinto um calor me dominar, levo minhas mãos até minhas coxas as apertando com força tentando me controlar. Sinto a mão gelada de Irene em minha coxa. 


- o que eu já falei sobre se segurar? 


Ela fica entre minhas pernas tirando meu short junto com a calcinha devagar. Seu olhar carregava luxúria, a menor leva seus lábios até minha intimidade, oh céus que delícia. Coloco minhas mãos sobre os lençóis os apertando com força, a ômega leva suas mãos para minhas coxas as apertando com brutalidade.  Eu queria mais, muito mais. Sinto a mesma praticamente me foder com a língua, impulsiono meu corpo para cima. Vejo a mesma sair de minha intimidade e vir com a língua por minha barriga; ela retira minha blusa e depois volta sua atenção para meu corpo. Sinto seus lábios em um de meus seios, enquanto com sua mão ela massageava o outro. Sinto meu corpo se arrepiar a cada toque da menor, sinto a mesma me penetrar com um dedo.


- aanw - meu gemido sai alto


Ela adiciona mais dois dedos, sinto minha entrada apertar contra seus dedos. Ela começa com movimentos de vai e vem. Meus gemidos tomavam conta do local, sinto um alívio percorrer meu corpo, eu havia atingido meu orgasmo. A mesma tira seus dedos de minha intimidade e os chupa, logo a ômega me beijar, seus lábios são os melhores. Sinto meu corpo relaxar, Irene troca os lençóis e deita ao meu lado. Abraço o corpo da menor e adormecemos. 



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