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História Eu sou um Duque - Capítulo 13


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Capítulo 13 - Inglaterra


Oceano Atlântico, Horário 19:30 trinta quilômetros da costa.

Na cabine de controle do contratorpedeiro Lorel

"Duque, a hora estimada da chegada está prevista às 21:00." O capitão do contraTorpedeiro relatou para Arthur sentado na cadeira do capital olhando para a mar azul com calma.

"Capitão, obrigado pelo seu trabalho duro." Arthur falou virando a cabeça para o lado e olhou diretamente nos olhos do capitão que só bateu continência e falou com o rosto sério.

"Não fiz nada mais do que minha obrigação, meu Príncipe." Ouvindo as palavras do capitão Arthur balançou a cabeça e se levantou da cadeira. Ele então começou a caminhar em direção da saída da cabine de controle.

Chegando a proa do navio, Arthur viu um velho vestindo roupas verdes da marinha com cinco estrelas douradas nos ombros olhando distraidamente para o mar que refletia suavemente a luz do luar.

"Espero que esteja tendo uma noite agradável, general." Arthur falou caminhando ao lado do General Henri Guisan.

"A guerra é realmente uma tristeza não é mesmo Duque." Henri falou virando a cabeça e olhou diferente nos olhos azuis frios de Arthur que só mostrou um sorriso gentil para ele.

"Temos definições diferentes de tristeza, General. Particularmente não acho que a guerra seja algo para se lamentar, essa é a natureza humana de conquistar algo a mais, mesmo que isso signifique você matar milhões." Arthur falou para o general Henri enquanto olhava para as calmas ondas do mar.

"Você é muito jovem, ainda não viu a crueldade da guerra em pessoa. Só espero que essa guerra acabe o mais rápido possível, muitos lares e famílias foram destruídos pela guerra…" O general Henri falou para Arthur balançando a cabeça, mas ele percebeu que garoto na frente dele olhava para ele com um olhar meio indiferente.

"Está muito frio, estou voltando para minha cabine, tenha uma boa noite, General. Chegamos em duas horas." Arthur falou para Henri enquanto se virava para  caminhar em direção a cabine dele dentro do contratorpedeiro.

Henri ficou em silêncio enquanto estreitava os olhos  olhando para as costas altas e firmes de Arthur. "Que criança perigosa…"

21:00 da noite

Sob silêncio da noite, toda a frota ancorou no porto enquanto Arthur saía às pressas sem dar um adeus a Margarida ou de seus acompanhantes.

Arthur entrou em no rolls royce phantom preto. Logo depois uma comitiva de carros partiu do porto e foi em direção a cidade de Windsor em Berkshire.

Às 22:00 da noite 

A comitiva de carros pretos estacionou em frente ao Castelo Windsor. De Repente a porta da rolls royce phantom preto se abriu e Arthur saiu calmamente do carrl enquanto abotoava o terno imperial azul dele.

Ele então começou a caminhar em direção a entrada do castelo enquanto olhava para o castelo familiar com nostalgia.

"Dois anos… não mudou em nada." Arthur pensou enquanto entrava no castelo sob o olhar chocados dos guardas que não se moveram para parar a entrada dele.

Arthur andando pelos corredores foi direto para os aposentos do tio dele é um quando ele ficou em frente da porta do quarto do rei da Inglaterra, Arthur só mostrou um olhar sério e entrou no quarto.

Entrando no quarto a primeira coisa que Arthur viu foi um homem de meia-idade deitado na cama de lençóis brancos mostrando um rosto muito pálido e fraco.

O homem ouvido a porta se abrindo, Jorge VI olhou para o lado de viu um Jovem muito bonito de cabelos dourados lisos que chegavam até abaixo dos olhos. O que mais chamavam atenção no jovem era os dois olhos azuis cristalinos que brilhavam com uma luz calma e frieza.

"Como você cresceu… meu sobrinho… tosse! Tosse!" Jorge VI falou com dificuldades reconhecendo imediatamente a criança que ele cuido como um filho.

Arthur vendo Jorge VI rapidamente chegou ao lado dele e se sentou na cama enquanto segurava firmemente a mão do homem mais poderoso do mundo na atualidade.

"Tio… sua aparência não está adequada para o rei da maior potência do mundo." Arthur falou contando uma pequena piada que fez Jorge VI mostrasse um grande sorriso familiar que ele estava acostumado a muito tempo.

"Bobagem, as mulheres ainda me olham como se eu fosse um belo pedaço de bife pronto para ser servido." Jorge VI falou mostrando um olhar arrogante para Arthur que só sorriu com felicidade.

"Elas devem está de olho no seu título e poder." Arthur ouvindo as palavras de Jorge VI não hesitou e quebrou as palavras arrogantes dele.

"Hump! Mudando de assunto, como está a recuperação do poder Imperial na Austrália?" Jorge rapidamente trocou de assunto é olhou seriamente para Arthur que só mostrou um olhar cheio de frieza.

"Todos estão mortos, os três poderes já estão sob minha gestão. Para iniciar a recuperação total é preciso da sua permissão e em um dia a monarquia mais uma vez aparecerá nesse mundo com poder total." Arthur falou para Jorge VI mostrando um sorriso cheio de excitação. 

Ele e seu tio trabalharam duro por muitos anos para ver a monarquia absolutista ressurgir nesse mundo. Agora que esse passo está tão perto como Arthur não poderia estar feliz.

"Calma Arthur. Devagar, deixe o povo perceber que nós somos melhores que democracia, deixe eles se acostumarem que nós no poder não haverá qualquer mudança na vida deles." Jorge VI falou com calma e muita sabedoria, embora ele quisesse completar esse passo final. Jorge VI sabe que não pode apressar as coisas, se não todo o trabalho duro com Arthur será jogado no lixo.

"Então, quanto tempo você tem?" Arthur perguntou olhando nos olhos azuis de Jorge VI com muita seriedade.

"Dois a três meses, pelo menos foi o que o médico disse." Jorge falou para Arthur com o rosto calmo. Ele já viveu e viu muitas coisas que pessoas normais jamais imaginariam. A morte para ele não passa de um sono que vai chegar antes do previsto.

"Antes da minha morte, Isabel deve se tornar rainha." As palavras de Jorge VI deixaram Arthur um pouco surpreso, embora na superfície a família real não tenha muito poder, mas na realidade eles controlando quase completamente o exército e os poderes Legislativo e executivo estão na mão da família real.

Então dar todo esse poder para uma menina de dezesseis anos é uma questão muito delicada já que envolve algumas pessoas bastantes poderosas.

"Sim, eu sei. Isabel vai ter muita resistência assumindo o trono em tão tenra idade, mas para resolver isso você se casará com ela, e ajudará Isabel a comandar todo o Reino  Unido." Como se lesse a mente de Arthur, Jorge falou com calma e muita seriedade.

 

 


Notas Finais


Por favor, fiquem em casa, assista um filme, série ou leia. Evitem a sair o máximo possível. Bjs é um forte abraço.

Apartir de hj vou está postando um ou dois capítulos todos os dias.


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