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História Eu sou um mostro - Capítulo 24


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Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 24 - Chocolate


Fanfic / Fanfiction Eu sou um mostro - Capítulo 24 - Chocolate

Naquela manhã eu acordei com braços ao redor da minha cintura e um peito contra minhas costas. Virei-me e fiquei olhando-a. O cabelo, que caía sobre a testa, os lábios grudados um no outro e seu rosto parecia pacífico, espelhando exatamente como eu me sentia. Era como se nada pudesse me alcançar enquanto ela me abraçava. Eu não senti medo, estava feliz.

Emma- Devo me preocupar sobre esses pensamentos? - Ela ainda tinha os olhos fechados enquanto falava.

Regina- Te acordei? Desculpe... - Ela me apertou mais em seus braços, pegou uma mecha do meu cabelo e cheirou antes de abrir os olhos. Meus dois pedaços do céu.

Emma- Você é definitivamente uma bela visão pela manhã.

Regina- Só pela manhã? - sussurrei. Emma passou o queixo pelo meu rosto me fazendo carinho. Eu ri e me apertei contra seu peito. - Você parece menos intimidante pela manhã e enquanto está dormindo.

Emma- Ainda bem que eu não durmo ou acordo com meus inimigos, então.

Regina- Que pena eles não serem tão sortudos... - Emma me observava com um sorriso torto nos lábios e acariciava minha bochecha.

Emma- Você é uma deusa, Regina.

Regina- Bem... Não devo ser tão deusa assim se suas mãos ainda estão no meu rosto.

Emma- E onde você as queria, Regina? - Ela tinha aquela voz que exalava sexo, e eu sentia seu membro duro contra minha coxa. Peguei sua mão e a levei até o interior da minha perna, bem abaixo da intimidade. - Você vai ter que ser específica com suas palavras.

Regina- Suba sua mão e me toque - minha voz era quase um sussurro.

Emma- Uhum... E então o quê? - Ela subiu a mão e massageou-me levemente, fazendo-me ofegar. De repente eu estava reta e debaixo dela.

Emma- Põe as pernas em minha cintura. - Eu obedeci e puxei seus cabelos, levando sua boca até o bico do seio necessitado. Ela me deu um de seus sorrisos tortos e incrivelmente belos. - Tão gulosa.

Regina- Faça isso...

Emma- O que mais? Você tem minha boca e minhas mãos onde quer.

Regina- Quero seu pau, dentro de mim... - E ela obedeceu.

O prazer, o sentimento de estar completa, a segurança... tudo era tão intenso. 

Terminei de tomar um banho e desci atrás de algo para comer. Emma estivera empolgada logo cedo, e eu me sentia faminta. Fiquei por alguns minutos observando-a de costas, cada flexão de músculos a cada movimento. Parecia deliciosa. O nível de confiança que nossa relação havia conquistado, principalmente nas últimas semanas, me deixava totalmente segura de agir naturalmente com ela.

Chegando perto, abracei-a pelas costas, abri seu roupão e passei os dedos por seu seios nu e senti ela ficar tensa.

Emma- Regi...Regina eu estava preparando algo para comer, vai se juntar a mim? - ela convidou, e eu dei um beijo demorado em suas costas, afastando-me.

Regina- Eu não sabia que você cozinhava - eu disse, realmente surpresa. - já dá pra casar. -Ela deu de ombros.

Emma- Uma coisinha aqui e ali. E eu já sou casada, com uma mulher incrivelmente bela - sorriu.

Regina- Muito interessante! Bem, você é linda, tem se revelado uma dama e é muito boa de cama. Quero acreditar que não sabe cozinhar.

Emma- Você esqueceu rica, e vamos mudar esse boa de cama para fodidamente espetacular - ela falou, levantando uma sobrancelha.

Regina- Vamos lá, bonitona, vamos ver o que você pode fazer - concordei, rindo.

Acabou que ela cozinhava realmente muito bem. E se eu achava sexy a mulher de terno, ela parecia ainda melhor de roupão pela cozinha. Parecia surreal estar ali com ela depois de tudo o que passamos desde o início. Era como se não fosse a mesma pessoa; fazia-me pensar que todos os meses passados tinham sido um sonho, apenas um pesadelo muito ruim.

Minha esposa cozinhava, enquanto eu, sentada no balcão, descalça, com o vestido curto subindo e quase deixando minha calcinha à mostra, cantava Take me To Church, que tocava no rádio, fazendo Emma sorrir, dando a entender o quão ruim eu era cantando. Falei que não podia ser perfeita em tudo como ela, que sorriu e disse que eu estava muito enganada, porque ela nem de longe era perfeita.

Nós parecíamos um casal de namoradas, brincando, cantando e fazendo comida juntas, mas eu sabia que havia muito mais entre nós. Ela dizia a todo momento que eu era linda e parecia uma deusa, e tudo era pretexto para me beijar. Não que eu estivesse reclamando.

Ver Emma finalmente se soltando comigo foi um bálsamo. Ela ainda tinha aquela sombra de mistério no olhar, e parecia calcular cada palavra bem antes de falar. Era fria, distante e me dava acesso a ela apenas quando queria. Fora isso, se fechava. Eu teria que ser cuidadosa, mas estava disposta. Já tínhamos conquistado tanto...

Nós éramos um contraste gritante. Eu gargalhava enquanto ela mal sorria, eu falava e falava, e ela só ouvia, eu cantava e dançava, e ela só me observava. Ela tinha aquele brilho quando só estava comigo, e eu podia ser o oposto completo dela, mas lhe trazia algo de bom. E eu me dedicaria a isso.

Regina- Isso aqui está muito bom. Droga, eu tinha esperanças de que você fosse ruim em algo - falei enquanto levava mais uma garfada da parmegiana que ela fez à boca.

Emma- Pare com isso - ela disse, seca.

Regina- O quê?

Emma- Pare de dizer que sou boa em tudo, porque eu claramente não sou. Ter boa aparência e cozinhar razoavelmente bem não me torna menos fodida aqui. - Apontou um dedo para a própria cabeça. Eu vi que ela tinha ficado tensa e ia se fechar novamente, então, resolvi brincar para aliviar o clima.

Regina- Ser fodidamente incrível na cama também não? - Inclinei a cabeça para o lado, sorrindo. Emma riu um pouco, e eu deduzi que funcionou. Ela olhou o relógio no pulso e levantou-se.

Emma- Preciso fazer uma ligação. - Eu assenti e dei um meio sorriso antes de sair.

Levei os pratos para a máquina de lavar louças e voltei para a sala. Todas as vezes que eu andava pela casa, sentia-me extremamente desconfortável por conta do ambiente. Não havia fotografias, nem decorações particulares. Se não fosse pela comida na cozinha e nossas roupas nos quartos, qualquer um diria que não tinha ninguém morando lá. Era deprimente. De repente me peguei pensando em Emma antes do casamento. Seria ela tão sozinha quanto sua casa aparentava?

Eu sabia que ela tivera muitas companhias femininas antes de se casar, e mesmo... Depois. Toda vez que pensava estar fazendo algum progresso, algo acontecia para me mostrar que faltava muito ainda. Diante disso, decidi que precisava falar com ela. Tudo bem que já tinha aceitado Lorenzo, estava me dando mais liberdade e até mesmo agia com carinho comigo. Mas eu precisava falar sobre tudo.

Eu podia perdoá-la, e fiz isso. Mas esquecer... tinha certeza de que só poderia colocar um ponto final nas lembranças dos momentos dolorosos que tive com ela se falássemos sobre aquilo.

Emma- Regina? - Olhei para ela, saindo de meus pensamentos. Ela ainda estava só de roupão e falava ao telefone. A visão de seu corpo só para mim, era instigante. Não tinha como ignorar o desejo que me acometia por saber o que havia atrás daquela roupão.

Queria amaciá-la para entrar no assunto da “conversa séria”. Emma amava sexo e tudo o que tinha a ver com isso. A ideia de lhe agradar me excitou. Fui até a cozinha e peguei um pote de calda de chocolate. Voltei para a sala, e ela continuava no mesmo lugar, parecendo brava enquanto rosnava para quem quer que fosse do outro lado da linha. Bem, Chefe... eu tenho algo para lhe acalmar. Ajeitei meu cabelo, balançando a cabeça de um lado para o outro, e enfiei um dedo dentro do pote, enquanto ela me olhava. Chupei o chocolate e me aproximei. Eu esperava que tivesse um olhar sexy e não parecesse ridícula naquela tentativa de sedução. Emma não tirava os olhos de mim.

Desfiz o nó do seu roupão e abri, logo em seguida removi do seu corpo. Ela não se moveu. Eu poderia levá-la até o sofá e fazê-la se sentar e quicar nela até cansar, mas eu a queria ali em frente à sua janela, alta e imponente. Passei uma mão livre sobre seu seios e apertei, ela respirou profundamente e murmurou alguma coisa para quem estava do outro lado da linha.

Ajoelhei-me na sua frente e sorri ao ver como seu membro já se mostrava animado com o que estava prestes a acontecer, enfiando a mão no pote e passando o doce por toda a extensão, a lambuzei por inteira.

Enchi-a de chocolate fazendo uma bagunça enorme. Chupei meus dedos olhando em seus olhos e reparei que o celular estava no chão agora, ao lado do pote. Ela passava as mãos pelo meu cabelo e sorria torto para mim, voltando à sua expressão séria logo após.

Regina- Eu gosto de chocolate - sussurrei com a voz rouca de desejo. - fica tudo mais gostoso.

Segurei seu pênis, e a vi crescer na minha mão. Sua expressão concentrada em meus movimentos me encorajou. Desejava fazer inúmeras coisas com ela. Segurei suas coxas musculosas e me aproximei e passei a língua, Emma jogou a cabeça para trás quando comecei. Com chocolate era ainda melhor.

Eu amava a intimidade que vínhamos compartilhando e a liberdade que conquistávamos aos poucos. A confiança que o meu amor me dava. Eu a amava cada dia mais.

                                Emma 

Regina- Eu gosto de chocolate - ela explicou com aquela voz rouca de desejo que eu adorava. Meu cérebro teve um curto-circuito quando ela disse olhando para cima com uma expressão safada. - fica tudo mais gostoso. - Ela segurou meu pau, observando-o crescer enquanto fechava o punho em volta da base. Regina delineou um lento círculo na ponta usando a língua, joguei a cabeça pra trás. - E eu também gosto do seu sabor - ela continuou, sorrindo para mim. - Você acha estranho? - Abri a boca, procurando algum som, até que finalmente soltei um grunhido.

Emma- Não. Até porque eu amo o seu também 

Ela mordeu os lábios, observando sua mão trabalhar um pouco antes de chupar a cabeça novamente. Soltei um gemido, sentindo o prazer dos movimentos da sua língua.

Regina- Eu gosto da doçura - ela sussurrou, olhando para mim. - E eu quero mais. Regina me apertou, tirando gotas da ponta e lambendo.

Regina- Como é me assistir fazendo isso?

Minha boca se abriu e tentei falar alguma coisa, mas só consegui soltar mais grunhidos. Sua língua passou sobre a parte logo abaixo da cabeça do meu pau, e minha mão apertou sua nuca; o ar estava preso na minha garganta. Afastando os lábios com um beijo molhado, ela perguntou:

Regina- Lembra da primeira vez que eu te chupei?

Eu me lembrava sem precisar pensar demais: 

Emma- Lembro - admiti.

Ela concordou, fazendo beicinho antes de sorrir e beijar um caminho pela extensão do meu pau. Eu queria suas mãos em mim, agarrando e puxando, desesperada. Eu queria aquelas lambidas sobre minha pele e a vibração dos sons de seu prazer, queria aquela velha urgência que eu tinha de Regina. Ela se abaixou, lambendo outro caminho molhado da ponta até as bolas, sorrindo com os olhos, encarando-me, até esticar a língua e fazer vários círculos sobre a cabeça do meu pau. Caralho.

Meus dedos entrelaçaram-se nos seus cabelos, massageando, guiando os movimentos enquanto eu falava coisas sem sentido; encorajando, implorando, elogiando sua perfeita boquinha gostosa.

Emma- Adoro sua boca, sua cicatriz. Adoro quando você faz isso. - Desci um dedo da testa até seus lábios, sentindo a Regina deslizar para frente e para trás sobre mim. - - Aposto que você consegue aguentar até o fundo, não é mesmo? - eu disse, sucumbindo ao que eu tanto queria.

Ela aumentou a intensidade até seus olhos começarem a lacrimejar, e então finalmente me soltou, recobrando o fôlego enquanto me encarava. Eu estava mais dura do que uma pedra, praticamente tremendo com a necessidade que sentia por ela.

Eu precisava de seus profundos olhos castanhos, precisava de sua voz discreta e rouca e de suas mãos, ao mesmo tempo suaves e fortes. Eu queria suas costas arqueadas e o sabor delicioso entre suas pernas e o aperto que ela dava ao gozar de repente com um grito de surpresa. Já transamos muitas vezes e em cada uma dessas vezes ela foi uma mulher diferente uma nova descoberta revelando algo novo de si mesma.

Com meu pau entre os lábios, Regina se afastou levou as mãos para retirar seu vestido, deixando-o escorregar pelos braços até cair no chão. Seus olhos brilhavam ao olhar para mim e, quando Regina começou a tocar seus mamilos, atingi meu limite.

Uma perfeita sucção, sua bunda grande e gostosa perfeitamente à vista... meu Deus. Fechei os olhos e me entreguei ao impulso que se acumulava em minhas coxas, subindo e endurecendo...

Emma- Nã... não precisa bella mia. - sussurrei.

Com um sorriso de desculpas, ela tomou minha mão e se levantou. Ela estava tão linda na minha frente, com os seios à mostra, vestindo apenas a calcinha de renda, as pernas torneadas e lisas. Regina se esticou e me deu um beijo lento e suave, prendendo meu pau entre nós duas.

 

 


Notas Finais


Qualquer erro relevem🙏 Não reviso nenhum capítulo🍃


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