História Eu sou um Psicopata - Capítulo 33


Escrita por: e ErikaDXD

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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinato, Psicopata, Romance, Tragedia
Visualizações 6
Palavras 1.873
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Harem, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltamos.
Agradeço por estarem lendo ainda, apesar da demora, minha vida tão complicada, não estou com tanto para resumir nem escrever os cap, por mais que não seja eu que escreva todo o cap, mesmo assim dá trabalho.

Capítulo 33 - Todos contra Carter


No Capítulo anterior

Jonathan consegue fugir de ser linchado, com a ajuda de Lucas, Lucas o leva para um local em um colina, lá eles encontram Hillary, Lucas para não segurar vela vai embora deixando os dois a sós, eles conversam, é Hillary começa a gostar mais de Jonathan.

Agora

Jonathan

Ela estava na frente caminhando por uma trilha que se torna difícil caminhar por elas, Hillary olhava constantemente para trás, para certificar que eu estava seguindo ela, a todo momento ela sorria ao olhar para meu rosto. Ficamos caminhando para vários minutos, ela não falava nada, estava se concentrando em nos manter no caminho certo, estava muito escuro, o caminho era iluminada pela luz da lanterna dela, ela olhava para os lados, até parecia que a qualquer momento iríamos ser atacados por alguma coisa.

– A onde vamos ?

Ela nem me da bola, continuo seguindo pela trilha que nem dava para ver direito, parecia que estávamos perdidos, por vários minutos ficamos andando, ela aparentemente estava perdida.

– Estamos perdidos né?

Hillary

– Não estamos perdidos, só precisamos continuar andando.

Acabo perdendo a trilha, entrei na trilha errada, mas se continuarmos caminhando reto, conseguimos chegar na estrada, olhar para a mata ao nosso redor me dava cada vez mais calafrios, quando voltei meu olhar para Jonas, ele parecia até que acalmo, tinha que manter o máximo de calma, para não deixar ele desesperada  é para que eu também não entre em desespero.

Jonathan

– Para de fingir, estamos perdidos!.

Não dava para não perceber o desespero dela, continuamente ela olhava para os lados, focava a lanterna do celular no chão para tentar encontrar alguma trilha, é ela não parava de olhar para os lados, com medo de que seríamos atacados por alguma coisa, seria muito clichê se fossem atacados e mortos numa floresta escura, era estranho pensar que tinha uma floresta bem na nossa cidade.

Hillary

– Eu conheço o caminho, estamos bem pertos.

Não consegui pensar em ter me perdido, a cada momento fiquei cada vez com mais medo, a escuridão parecia tentar nos engolir, a cada vez que olhava para dentro da floresta, tinha a sensação de estar sendo observada, sendo seguida, olhar para Jonas era pior, o olhar calmo dele, fazia parecer que estava tudo bem, mais o olhar dele me dava medo, se manter calmo parecia ser impossível.

– Confesso estamos perdidos.

Paro de caminhar, abraço meus ombros, meu corpo já estava ficando com frio, o ar ficava cada vez mais gelado, parecia que a morte estava começando a me abraçar cada vez mais, não queria ficar ali…

Jonathan

– Vou tirar você daqui!

Seguro a mão dela, a mão dela estava muito gelada, o casaco dela não a esquentava tanto, os olhos delas estavam lacrimejando, senti uma sensação de querer ajudar ela, mais meu corpo estava ficando pesado, minhas pálpebras pesadas, ficar de pé já estava ficando difícil.

Hillary

– Vamos voltar?

Abraço ele, o calor dele aqueceu todo o meu corpo, me senti novamente em segurança, os pensamentos ruins foram se esvaindo da minha mente, ao terminar o abraço, ele segura minha mão com firmeza, após ficar poucos minutos olhando para aqueles olhos hipnóticos.

Jonathan

– Vamos seguir pela beirada, não temos como voltar, aqui não é tão grande, se andarmos naquela direção vamos parar  próximo de algum lugar conhecido.

Ela dá um sorriso, começamos a caminhar por outra direção, caminhamos por um bom tempo, por volta de uma hora andando, acabei dando meu casaco para ela, nitidamente ela estava com mais frio, caminhamos pela direção que parecia ser mais certa, pelo menos Hillary parecia estar mais calma, conseguia até ver um sorriso no rosto dela.

Hillary

Andamos por um tempo razoável, até chegarmos na trilha que levava para cima o topo, fiquei intrigada por termos chegados, o que me deixou também meio triste comigo mesma, não fui capaz de encontrar uma saída dali, fui uma burra pegando o caminho errado, se não fosse ele estaríamos andando perdidos até agora.

–  Me desculpa..

Jonathan

O olhar dela era estranho, deveria estar feliz por termos saído daquela floresta, mais seus olhos estavam triste, fico de frente para ela, passa as mãos na cintura dela, ficamos nos olhando, por mais que eu gostasse dela, Minal ainda adormecia meus pensamentos, era confuso pensar em duas pessoas ao mesmo tempo, naquele momento eu precisava da Hillary, não podia pensar em outro alguém.

– Não se preocupe.

Hillary

O sorriso dele, mesclados com aqueles olhos azuis, ele parecia tão frágil, o rosto machucado, o lábio cortado, cada machucado do rosto dele parecia dar um toque mais especial para ele.

– Você é incrível.

Jonathan

– Vamos logo sair daqui?

olho para os lados, vejo que estava ficando perigoso ficar ali, nossa cidade não era mais a mesma, a segurança era uma coisa abstrata.

Hillary

– Vamos na minha moto, ela está aqui perto.

Dou um sorriso para ele, passo a mão nos cabelos dele, me esforço para não beijar ele, consigo suportar a tentação de beijar ele, caminhei na direção da minha mota, que estava escondida próxima de uma árvore sobre uma manta preta, uma Yamaha XV 535 preta, no visual natural dela, retiro a manta que estava sobre a moto, coloco em minha bolsa.

– Você vai agora experimentar um pouco de adrenalina!.

Ele sorri, monto na moto, a ligo, Jonas se senta atrás, ele coloca as mãos no local onde se apoia, mais ele estava errado, tem que se apoiar em mim.

– Assim está errado, nunca coloque suas mãos assim.

Pego as mãos deles é passo na minha cintura, me arrepiei toda, ele abraça meu corpo com o dele, acelero a moto é saímos em direção a casa da Cindy, a cada curva mais forte ele segura minha cintura, uma das mãos dele pressionava minha barriga, que me deixava um pouco excitada, logo chegamos na casa dela, paro perto da garagem da casa dela, Jonas tira as mãos da minha cintura é sair da moto, saiu junto com é ele é caminhamos até a porta da frente da casa da Cindy.

– Agora temos que rezar para ter sorte, se ela recusar as coisas vão ficar mais difíceis!.

Ele bate na porta, já era 2:30 da madrugada, seria estranho alguém atender esse horário… Cindy a abre a porta dando um abraço forte no Jonathan, senti um pouco de ciúmes, pois ela estava apertando ele de mais, além de que eles dois já tinham se beijado, ela parecia estar chorando, ele passou as mãos na cintura dela, aquilo esquentou minha cabeça mais ainda, mas tinha que manter a calma, pois precisávamos da ajuda dela.

– O que aconteceu Cindy?.

Me aproximo da Cindy, interrompendo o abraço dos dois, ela me encara, por um momento senti raiva por ela ter o abraçado, mais ao ver os olhos delas vermelhos de tanto chorar, me deu até um aperto no coração, nunca vi ela daquele jeito.

Cindy

– Entrem que eu explico.

Dou um abraço na Hillary, dava para ver que ela estava com ciúmes de mim, mais não me importava, com os ciúmes dela por Jonathan, seguro a mão do Jonathan, atiçar os ciúmes dela era algo que eu me tornei mestre, mesmo triste tenho ânimo para esse tipo de coisa, entramos na minha casa, fazia um ano que comecei a morar sozinha era solitário, mas era muito bom.

Jonathan

– Você mora sozinha?

Olho ao redor, a casa dela era até que grande, bem parecida com a casa dos meus pais, Hillary me encarava com um olhar que parecia ser de raiva, mais a todo momento que eu a olhava ela virava o rosto, Cindy estava segurando minha mão muito forte.

Cindy

– Sim, vocês podem vir aqui a hora que quiser.

Dou uma risada maliciosa para os dois, Hillary me da uma piscada é olha para o Jonathan, esse olhar nitidamente significava que ela queria uma coisa que ele poderia dar para ela, minha casa seria perfeita para isso.

– O que você querem?

Hillary

–  Precisamos da sua ajuda para colocar a culpa do Jonathan no Carter.

O olhar dela estava sério, ver os olhos avermelhados dela me faziam pensar o que tinha acontecido.

– Por que você estava chorando ?

Cindy

Ele me iludiu, me traiu e me jogou fora como se eu fosse um mero objeto… Vamos foder a vida dele.

Meu coração estava destruído, por mais que eu tivesse beijado Jonathan, eu amava Carter, mais ele nem se importou, enquanto eu choro ele está deitado com uma garota.

Hillary

Fico um pouco espantada com a reação da Cindy, ela com um olhar de raiva, as coisas estavam indo bem, se continuasse assim ficaria simples é fácil de resolver essa situação.

–  Vou contar detalhadamente meu plano…

Sou interrompida por um mão que alisa suavemente meus cabelos, ao olhar para o lado de onde vinha, era Jonathan que estava do meu lado, se apoiando no meu ombro, fico boba, essa ação não era do feitio dele, mais tinha que me concentrar.

– O que foi Jonas?

Ele só dá um sorriso em resposta  a minha pergunta, o sorriso dele, com o rosto vermelho simplesmente me destruía, uma fofura tão grande que chegava a me deixar tonta, tinha que me concentrar, não podia esperar para amanhã, provavelmente o pessoal da festa já deve estar querendo tirar a limpo a verdade sobre o ocorrido, principalmente quando ele mantinha os olhos focados em mim.

Cindy

Fico irritada com os dois se encarando de forma tão carinhosa que dava enjoo, por mais que Hillary fosse minha amiga é eu soubesse que ela amava o Jonathan, eu queria mais um beijo dele, um abraço.

– Continua logo com a explicação por favor?

Hillary

Me concentro novamente nas palavras, evito olhar para Jonathan que estava quase dormindo no meu ombro, percebi que ele estava cansado, volto meu olhar para Cindy, senti um pouco de raiva, parecia ser ciúmes, não podia pensar nisso, eu só precisava da ajuda dela.

– Vamos lá então. Eu quero colocar a culpa de tudo que ocorreu no Carter, já que Jonathan se passou por ele, temos que encontrar o Carter, pegar o celular dele, por que concerteza vão mandar mensagem perguntando sobre hoje, vamos responder no lugar dele, logo após isso você fala que ele estava lá, botando a culpa nele..

Cindy concorda com um abraço, não precisa continuar para saber que ela tinha certeza do que queria, a ajuda dela era a parte fundamental, não sabia onde morava Carter, nem como entrar na casa dele.

Vamos antes que amanheça…. Jonas?

Ele acabou dormindo, deito ele vagarosamente na minha perna, acaricio os cabelos deles, estavamos sentada no sofá, Cindy pega uma almofada é a coloca sobre a cabeça dele, deixo ele dormindo ali, tão gostoso, concerteza ela estava muito cansado, depois de tomar uma surra de um garoto. Saímos da casa da Cindy, ela sobe na mota.

Cindy

– Vamos logo, tenho que resolver umas coisas com aquela piranha é aquele filho da puta.

Por mais que isso fosse uma coisa cruel, mais entre prejudicar o cara que eu amei é me magoou ou o garoto que me ajudou é o crush da minha amiga, que beija bem, se parece ruimou bom, não me importava, só queria aliviar essa dor que sentia no meu coração, é ver Carter se feder na merda seria um bom começo.

 


Notas Finais


Brigada meus amores.
Vamos tentar postar o mais rápido possível.


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