História Eu te amo Beto (Romance Gay) - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Gays, Romance Gay
Visualizações 30
Palavras 349
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Acidente


Álvaro:

Era 5:09 quando cheguei em casa e percebi que a porta principal não estava trancada. De início, achei aquilo estranho, pois, María sempre foi "medrosa" e nunca dormia com as portas abertas.  Quando adentrei a casa, eu pude ter a certeza que algo estranho estava acontecendo, pois, as luzes estavam acesas. 

— María? - disse Álvaro enquanto adentrava lentamente a casa. 

Apaguei as luzes e caminhei um pouco pela casa em busca de María, mas quando entrei na cozinha, me deparei com María desmaiada no chão, e ao seu lado havia uma escada. Provavelmente, ela havia tentado subir na escada e caiu. 

— María? - disse Álvaro assustado ao ver María no chão. — Vou te levar ao hospital! - disse Álvaro enquanto tentava colocar María nos braços. 

Lembrei que Angelo Angel, o falecido marido de María, guardava um fusca preto 1980 na garagem. Sem pensar duas vezes, coloquei María dentro do carro ainda um pouco empoeirado e saí a procura de algum hospitSu

Enfim, depois de alguns minutos consegui chegar no hospital. Quando adentramos, eu expliquei a situação de María para os enfermeiros e rapidamente eles encaminharam ela para a sala de um dos médicos. 

Após alguns minutos de espera, um enfermeiro me informou que por conta da forte pancada na cabeça, María acabou perdendo os sentidos, e por esse motivo, ela teria que ficar no hospital. 

— Qual o nome do senhor? - perguntou educadamente um enfermeiro à Álvaro. 

— Álvaro Angel Silva. Eu sou filho adotivo dela. 

— Brasileiros nativos? 

— Eu nasci aqui no Rio de Janeiro, mas ela é espanhola. - disse Álvaro. 

— E quando chegaram ao Brasil? 

— Pra quê tanta informação, meu senhor? - perguntou Álvaro estranhando as várias perguntas do enfermeiro. 

— Estou preenchendo a ficha médica da paciente. 

— Ótimo. Nós moramos no Brasil à 5 anos. 

— Obrigado pelas informações. - disse o enfermeiro e logo em seguida se retirou. 

 Passei horas aguardando notícias, mas não recebi nenhuma. À toda hora, os enfermeiros me recomendavam voltar para casa e descansar. Mas, preferi não escutá-los e continuei no hospital . 



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