História Eu Te Amo, Nunca Duvides Disso. - Capítulo 26


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Categorias Histórias Originais
Tags Casal Lésbico, Gay, Lésbica, Lesbicas, Lgbt, Yuri
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Palavras 1.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Orange, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 26 - Boa Sorte


      P.O.V Virgília’s

      Hoje era o grande dia. Eu já havia ido à escola, já havíamos almoçado, já fui na fisioterapia, agora eu tentava me distrair lendo um artigo no site dos fonoaudiólogos associados do país, mas eu terminava o parágrafo com a cabeça em outro momento e acabava tento que ler de novo.

     - Tá tudo bem, meu amor? – Amanda estava sentada ao meu lado com o notebook nas pernas, ela corrigia alguns trabalhos das turmas do ensino médio.

     - Já são 17 horas, Amanda, o Gerald ainda não chegou, eu tenho que ir pra casa, não quero te tirar do seu serviço e estou nervosa com essa coisa da Alison.

     Ela colocou seu notebook em cima da mesinha no meio da sala e sentou em meu colo de frente pra mim.

     - Eu mandei mensagem pro Gerald, ele disse que vai se atrasar, eu posso pedir pra ele vir outro dia – Amanda, sempre meiga como sempre, acariciou meus cabelos e me beijou os lábios, rodeei meus braços em volta de sua cintura e puxei mais pra perto de mim – e sobre a Alison, não se preocupa, tu só precisa extrair o máximo possível dela e gravar, meu anjo, parece difícil eu falando assim, mas é que ela pensa que vocês vão transar, aí ela não vai se importar em falar  – Ela abriu aquele sorriso lindo e seus olhos fecharam como resposta – E tu não vais me tirar do meu serviço, eu quem vou sair, vou te levar até sua casa e vou te esperar aqui.

     - O quê? Tu não vais ficar lá comigo?

     - É mais seguro se eu ficar aqui – Ela me deposita um beijo na ponta do meu nariz.

     - Amanda, meu amor – Eu a chamo com birra – Ela quer transar comigo, ela pode agarrar meu corpinho à força.

     - Idiota.

     - Não, falando sério. Ela não vai fazer um tour pela minha casa, tu podes ficar no meu quarto.

     - Ah, e vocês vão transar aonde? – Ela pergunta debochada

     - Vou comer ela no sofá, não tá na cara? – Reviro os olhos em humor e ela ri comigo – Aí quando ela for embora, tu já ficas comigo pra eu te mostrar minha casa e pra eu fazer o serviço que eu não fiz com ela – Pisquei para Amanda que pareceu gostar da ideia.

     - Pode ser, então.

     - Tu podes pedir pro Gerald pra ele vir amanhã, então?

     - Posso sim – Logo ela se esticou e pegou o celular enquanto eu distribuía beijos pelo seu pescoço – Eu te amo amo amo amo – Eu dizia entre cada beijo a fazendo rir de cócegas.

     - Ai, Virgília, isso faz cócegas.

 

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     - Espera que eu vou te pegar aí – Amanda saiu do caro já com ele estacionado em frente à minha casa já que meu smart estava lá dentro, além do mais isso poderia deixar Alison desconfiada, dois carros na garagem. Ela foi para o meu lado do carro e me ajudou a sair.

     - Até que essa bengala não é tão ruim, me deu um ar de experiente.

     - Meu Deus, que ego esse o seu, hein – Uma coisa que gostava na nossa relação, nos tratávamos como amigas, como adolescentes do ensino médio, mas sem perder o compromisso com o amor e a fidelidade.

     Ela me levava por um braço enquanto que meu outro braço era levado pela bengala. Abri a porta, ela entrou e conferi o horário. 17:35.

     - Meia hora, Amanda – Disse um pouco nervosa. Ela me puxou para seu abraço e me beijou profundamente. Era um daqueles beijos que se objetivam em amor e é possível sentir todo o desejo – não aquele carnal – que a pessoa tinha por ti. Mas logo o desejo emocional se juntou com o carnal, não aquele vil, promíscuo ou bagaceiro, contudo aquele que tem propósito e que só é gostoso porque é feito com quem se ama. Minhas mãos ansiavam pelas suas costelas, meus dedos apalpavam o discreto vácuo entre uma costela e outra, era uma sensação maravilhosa, eu me sentia provocando em Amanda um prazer intangível por qualquer outra pessoa, mas eu parecia cada vez mais insaciável, e logo subi minhas mãos para seus seios, passava meus dedões em cada bico seu, em círculos, o corpo de Amanda já dobrava pra trás, a deixava mais magra e me sentia a poderosa já com a boca em seu maxilar – Vamos subir p-pro quarto, Amanda – Falei entre o beijo, ela nada respondeu, separou seu corpo do meu e me olhou de cima à baixo contendo um sorriso. Eu também não disse coisa alguma, apenas obedeci ao seu olhar. Com uma força inexplicável, Amanda me pegou pelas coxas e me encaixou em seu colo, me assustei com a rapidez, mas logo tratei de me ajeitar ali, ela se aproveitou disso e consumiu cada milímetro do meu pescoço – Cacete, Amanda – Ela caminhava com um pouco de dificuldade pelo peso e pelo tesão, parava de me beijar quando subia as escadas e me aproveitei disso para tirar minha camisa, mas não a soltei. Seria estranho deixar uma camisa minha no meio da escada. Logo estávamos em frente ao quarto e ela empurrou a porta om uma certa brutalidade. Me largou com tudo na cama e olhava para minha barriga de forma desesperadora, sua boca aberta tentado recuperar o ar e tirava todinha sua roupa, uma pressa doentia. Mas meu celular tocou. Ela parou na hora de abaixar as calças, me olhou apreensiva e eu também – É Alison – disse mesmo sem ter visto ou atendido ao telefonema. Apesar de ser uma cena engraçada, na hora fiquei nervosa, Amanda se apressava em colocar a roupa e, de nervosa, errava o buraco da calça.

     - Sim...

     - Já tô aqui embaixo.

     - Okay, tô descendo – Não esperei resposta, desliguei a ligação e respirei.

     - Que merda, falta ainda vinte minutos – Amanda praguejava colocando a camisa assim como eu.

     - Fica aqui e eu vou levar meu celular pra gravar o que ela disser... – Suspirei fechando os olhos e Amanda se aproxima.

     - Vai dar tudo certo – Ela me beija – vai lá.


Notas Finais


Até à próxima, gurizada.


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