História Eu te odeio Malfoy! - Adaptação - Capítulo 40


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Daphne Greengrass, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Katie Bell, Lilá Brown, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Marcus Flint, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Padma Patil, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Percy Weasley, Ronald Weasley, Scorpius Malfoy, Simas Finnigan
Tags Romance
Visualizações 242
Palavras 5.961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 40 - Comemorando com os amigos


Fanfic / Fanfiction Eu te odeio Malfoy! - Adaptação - Capítulo 40 - Comemorando com os amigos

Era estranho ir a uma festa sozinha, ainda mais depois de casada. Isso era o que mais passava pela cabeça de Hermione enquanto Luna dirigia e tagarelava sem parar ao seu lado sobre como as coisas vinham sendo tão malucas como psicóloga, Hermione achava engraçado a amiga tão doidinha lidar com gente tão bem assim, Luna era incrível para dar concelhos apesar de parecer tão avoada. Dia 31 de Julho era o dia do aniversário de Harry e como em todos os anos Hermione sempre comparecia a festa do amigo, naquele ano a festa seria feita nos jardins da casa da família Weasley onde estariam todos prontos para uma festa surpresa. Hermione pensou que naquele ano seria diferente, mas tudo seria exatamente igual, os mesmos amigos de colégio, os mesmos petiscos tão simples e deliciosos, o tão divino bolo da Sra. Weasley, os gêmeos fazendo palhaçadas enquanto os outros dançavam desengonçados por uma pista improvisada no quintal, aquele ano seria diferente porque ela estaria com Draco e não sozinha pelos cantos como no último ano.

Fora desanimador quando o marido dissera que infelizmente não poderia ir com ela, haviam marcado uma reunião na empresa bem em cima da hora e ele tinha que estar presente sobre qualquer custo, pedindo-lhe desculpas prometeu que iria até lá assim que a reunião acabasse. Ao menos tinha Luna consigo, já que Blázio também fora para a tal reunião com Draco. Seria horrível chegar sozinha. Era tão bom passar um tempo com Luna, ela transmitia uma calmaria absoluta e uma leveza estrema, era a pessoinha mais doidinha e legal que já conhecera com suas roupas diferentes e seu olhar sonhador.

Queria ter a mesma personalidade que a amiga, ser tão espontânea e liberal, usar roupas que mostrassem como ela era realmente, tão maluquinha que pouco se importava com que os outros diriam, poderia até usar um chapéu de leão na cabeça que ainda sim se sentiria bem. Não se vestia mal, se vestia bem até demais, mas toda a vida sempre se vestira como sua mãe queria e agora como sua sogra quer, passara tanto tempo vestindo o que lhe mandavam que se acostumara com o que deveria vestir. Mas o vestido preto daquela noite seria um desaforo para Narcisa Malfoy, um leve tubinho preto que lhe marcava perfeitamente a cintura pequena, não tinha decote algum nem na frente ou atrás, mas seu cumprimento não era aceito nos padrões ideias para uma mulher da alta sociedade, não estava curto a ponto de ser vulgar, mas não chegava até seus joelhos como sua mãe e sua sogra gostavam, era um cumprimento ideal que realçava perfeitamente suas pernas tão bem desenhadas, ás vezes agradecia por não ser tão alta e tão seca, ao menos não parecia um palito de saia como algumas outras mulheres, estava muito bonita e simples, seus cabelos bem alisados estavam soltos e simples sobre seus ombros, sua maquiagem fraca somente para que Gina não falasse que ela não passara nada, o sobretudo negro de mangas longas pareceu ser a opção mais viável do que um casaquinho social, ao menos estaria preparada para o frio e ainda sim muito bonita, os sapatos de salto não eram tão altos. Afinal de contas não era um jantar de negócios ou uma daquelas festas de gala, era só uma festa na casa dos Weasley, uma festa na qual se sentiria bem como em nenhuma outra. 

O quintal da família Weasley já estava lotado, a família tão grande e os amigos ainda maiores, Harry sempre fora muito querido. Pelas arvores no jardim pequenas bolinhas coloridas foram penduradas pelo fio que as guiava em direção a pontos específicos da casa onde foram amarradas deixando o céu ainda mais lindo, a pista de madeira completamente improvisada no meio do imenso quintal, algumas poucas mesas esparramadas enquanto as bebidas sempre circulavam em uma única mesa, a mesa preferida dos mais velhos da festa.

- Adoro as festas do Senhor e da Sra. Weasley – comentou Luna enquanto estacionava o carro.

- São incríveis mesmo – concordou Hermione sorrindo.

Chegar juntas era algo que sempre faziam, cumprimentar a todos os amigos era a próxima etapa, mas a última era a mais deliciosa, comer os doces de Molly Weasley.

Harry ficara tão feliz quando chegou, com as bochechas avermelhadas pela vergonha cumprimentava a todos e agradecia. O amigo merecia no final das contas. Harry sempre fora um rapaz que muito sofrera na vida e merecia mais do que ninguém ser feliz, como estava sendo. Havia perdido os pais em um acidente e seu padrinho adoecido, mas ao lado de Gina conseguira uma família ainda maior, os Weasley o tratava como se fossem do sangue deles, como tratavam Hermione e Luna.

Os jovens sempre souberam que Arthur e Molly Weasley seriam seus pais número dois quando estivessem em apuros, não era atoa que sempre que algo acontecia era para casa dos Weasley´s que Hermione corria na juventude.

Deixaram para cortar o bolo só dali algumas horas, liberando os convidados para os tantos petiscos deliciosos, para as bebidas a vontade e para a dança na pista improvisada com um som digno de ser dançado e não ignorado.

Hermione já havia até se empolgado um pouco, soltando-se como sempre fazia na presença daquela família, o copo da bebida colorida em sua mão ainda era o primeiro, não excederia muito os limites naquela noite, ainda tinha uma longa noite pela frente. A rodinha de amigos era muito agradável, seus antigos amigos de escola, os homens ainda estavam próximos, por pouco tempo já que dali a alguns minutos se juntariam para fazer aquelas coisas de homens que nenhuma delas entendiam. O casaco já não estava mais sobre seu corpo, a noite estava deliciosa demais para passar calor.

- Hermione minha flor você tem que comer mais, está tão magrinha – disse a Sra. Weasley quando passou por eles com um prato de salgados que Hermione negara – As mulheres quando se casam engordam um pouco e você fica cada vez mais magra.

- Pois é, grandes esforços – brincou Hermione divertida.

- Sei muito bem onde vocês gastam tantos esforços – Gina maroteou divertida, os amigos riram, até mesmo Hermione se permitiu rir – Draco deve pegar é muito pesado.

- Ah a vida de recém-casados – comentou Molly com o olhar perdido, como se lembrasse de sua própria vida naquela época – É tão maravilhosa, estão casados há quanto tempo mesmo¿

- Cinco meses – contou sorrindo até demais.

- E ainda não perderam o pique – comentou Luna impressionada.

- Mas por que ele não veio¿ - Katie Bell perguntou curiosa.

- Realmente, por que Draco e Blázio não vieram¿ - perguntou Harry confuso.

- Uma reunião na empresa – comentou Hermione dando de ombros – Toda aquela bobagem de sócios e negócios, engravatados e papeis.

- A vida de empresário famoso não é fácil – brincou Gina.

- Mas ele prometeu que viria – garantiu Hermione.

- Ele assumiu as empresas da família bem cedo, estava lendo em uma revista – comentou Parvat.

- Os empresários mais gatos do ano¿ - maroteou Gina – Eu já vi ele lá.

- Lucius Malfoy e suas exigências – Hermione contou dando de ombros – Draco assumiu a empresa assim que nos casamos.

- Eu me sinto desesperado sabe – confessou Harry – Sei como Draco se sente, assumir uma empresa tão grande logo de cara, não tenho tantas quanto Draco e já me sinto louco, não quero nem ver se tivesse todas essas.

- Você está se saindo muito bem até – garantiu Simmas – Os números não param de subir nem por um instante sabe.

- Eu jurava que você iria virar policial, Harry – comentou Hermione divertida – Sempre um defensor, disponível a qualquer momento.

- Eu o mataria se ele virasse – disse Gina exasperada – Ele me mataria de preocupação e eu voltaria para matar ele.

- Mimizinha! – não demorou muito para que os gêmeos voltassem a fazer brincadeiras com ela.

Os clones idênticos eram mais velhos que ela e ainda sim pareciam mais novos que as crianças que corriam pelo quintal brincando.

- Queremos ver este belo sorriso em tamanho miniatura de pessoa na pista de dança – os gêmeos a puxaram para a pista de dança, sem dar tempo que ela protestasse enquanto os amigos riam.

Com eles a diversão era certa, os rodopios, as risadas, os passos malucos. Tudo era muito divertido e mesmo com uma música lenta eles ainda conseguiam fazer a coisa ficar ainda mais divertida.

Adorava dançar com Fred e Jorge, uma brincadeira tão saudável e divertida que a fazia gargalhar feito criança e mesmo não tido bebido muito ainda se sentia alegre até demais, como há tempos não se sentia em uma festa.

Dançar, beber e rir com os amigos de colégio conseguia ser muito divertido, mesmo que o anel da família Malfoy brilhasse em se anelar esquerdo sempre lembrando-a do que deveria sempre ser, uma Sra. Malfoy exemplar, mesmo que não fosse isso que Draco queria dela, mesmo que ele não quisesse toda aquela responsabilidade sobre ela, ter aquele sobrenome já lhe dava responsabilidade o suficiente, ainda mais fazer tudo para que sua mãe e sua sogra concordassem no final, amava seu marido no fim das contas e por ele, tudo aquilo parecia valer a pena.

Deixou a pista de dança quando seus pés já doíam e sua garganta estava seca, um copo de bebida em mãos enquanto na outra tinha seu celular digitando uma mensagem rápida para Draco perguntando quando ele viria. O marido recebeu a mensagem, mas ainda assim não a respondeu, o que lhe mostrava que ele ainda estava na maldita reunião, suspirou antes de bloquear o celular, ás vezes odiava o trabalho do marido.

- Ele tem tanto orgulho de exibir você para as revistas, então por que não está aqui hoje¿ - a voz irônica fora reconhecida por ela em instantes, não precisava se virar para saber que era Ronald quem falava.

Antes tivera sorte, não havia o encontrado durante toda a festa, nem quando chegou, quando conversava com os amigos ou quando dançava. Mas bastou que ela ficasse sozinha por poucos segundos para que ele se aproximasse.

- Meu marido está trabalhando – respondeu à altura, virando-se para encara-lo – Se não está aqui hoje, ao meu lado, é porque está no trabalho.

- E quem te garante¿ - ele queria machuca-la e ela sabia disso – Sempre foi inocente Hermione, nunca viu malicia em nada, como não viu malicia alguma quando mesmo vendo a ex-namorada do seu noivo como convidada de honra do seu noivado ainda se casou.

- Por que ainda insiste¿ - estava realmente confusa, confusa e inconformada – Por que insiste em acabar com o meu casamento¿ Em me ter de volta¿ - eram perguntas sinceras – Eu amo o meu marido, Ronald, eu amo Draco Malfoy, e você e nem ninguém, vão mudar isso.

Não esperou que ele falasse mais nada, sairá em disparada, lutando para não chorar ou para voltar lá e esmurra-lo. Tudo ia tão bem, algo tinha que acontecer, sempre acontecia. De repente seu copo de bebida pareceu ter um gosto tão amargo que assim que batera em seu estomago quisera voltar, correr em direção ao banheiro fora fácil, conhecia aquela casa como a si própria, desesperada demais para ver que as amigas a seguiam correra em direção ao banheiro onde ajoelhada ao chão despejara na privada tudo que tinha em seu estomago.

Odiava aquilo, aquilo sempre acontecia, sempre quando ela estava com raiva uma ânsia terrível lhe batia. Era como um botãozinho, era só ser irritada que seu estomago protestava e a fazia colocar tudo para fora.

- Hermione¿! – a voz preocupada de Gina batera na porta várias vezes – Está tudo bem¿

- Está – respondeu com a voz o mais comum possível.

- Abre a porta, Mi – pediu Luna.

Bastou que enxaguasse a boca para que abrisse a mesma, saindo do banheiro tentando mostrar as amigas que nada havia acontecido.

- Você está bem¿ - perguntou Luna preocupada.

- Vimos você falando com o Ronald – comentou Gina – Ele irritou você, por isso passou mal¿

- Não – mentiu, não queria preocupar as amigas e nem estragar a festa, sabia que Gina mataria o irmão ali mesmo e não queria estragar o aniversário de Harry – Nada que venha do seu irmão causa qualquer efeito em mim.

- Então o que ouve¿

- Deve estar para vir, eu fico horrível nesses dias – não era uma mentira afinal de contas, realmente era verdade, sentia cólicas e ânsia de vomito constantes durante a menstruação e antes de vir – Vocês sabem.

- Vamos descer – Gina a puxou ainda desconfiada.

Era como se a festa tivesse voltado ao normal, como se não tivesse sido irritada por Ronald, mas não fora para a pista de dança, evitando que seu estomago embrulhasse de novo com tanta pulação para todos os lados.

Falar da vida profissional era o que eles mais faziam, o assunto que fazia Hermione se calar ou rir de algum comentário divertido, não trabalhava afinal de contas e não queria levantar aquilo perante a todos os amigos de colégio, a conversa estava tão boa que mal notou que Ronald havia se juntado a eles na rodinha de amigos, conversando animado com Neville que relatava em desespero o quanto vinha sendo difícil lidar com tantas ervas medicinais.

Cada um ali tinha um emprego diferente, um ou outro que eram parecidos, mas todos fizeram o que no colégio sempre diziam que iriam fazer. Gina era uma designer que começara seu sucesso, Harry administrava as empresas de seus pais, Neville se especializara em plantas medicinais no que era apaixonado desde jovem, Ronald havia se tornado medico, Simmas e Dino seguiram a carreira da contabilidade, Parvat havia se tornado uma desenhista muito boa enquanto Padma se formara em ergologia sempre tão apaixonada por sua nação indiana,  Katia Bell havia sido a única que seguira a carreira esportiva, Dennis Creevey o mais novo havia ido trabalhar para Harry no qual era fascinado desde criança, Angelina Jhonson que agora era uma Weasley havia abandonado a carreira de produtora assim que tivera os filhos, Susana Bones era o que eles chamavam de maluca, com suas cessões espiritas e palavras sem sentido. Ao menos eles eram os amigos que ainda mantinham em contado e com eles seus parceiros, namoradas, namorados, mulheres ou maridos.

Sentia orgulho de sua fama no colégio, era e sempre fora a melhor aluna de Hogwarts ganhando o prêmio de melhor aluna na formatura, a tão sonhada plaquinha que agora estava jogava em uma caixa qualquer quando antes ficava pendurada na parede de seu quarto com orgulho, ingressar na faculdade de literatura fora tão fácil quanto ingressar na de jornalismo, mas ainda assim, não seguira nenhuma dessas profissões. Sua profissão maior naquele momento parecia ser somente a Sra. Malfoy e mesmo que não trabalhasse todos os amigos sabiam que ela era a mais rica dali, graças a seu marido e não a si mesma. Era uma contradição e tanto não ser a Hermione Granger que sempre planejou ser, mas estava feliz, muito feliz com sua escolha. Amava seu marido e sua vida.

- Mas e então Gina, quando sai a próxima coleção¿ - Katia parecia realmente interessada.

- No próximo mês – contou Gina animada – Consegui até uma modelo as alturas.

- Quem¿ - quase todas as mulheres perguntaram juntas, menos Luna e Hermione que já sabiam.

- Hermione Malfoy! – Gina fizera panca em direção a Hermione que sorriu fazendo pose de modelo.

- Eu quem vou tirar as fotos – contou Dennis animado.

- Não sabia que era modelo Hermione – comentou Angelina confusa.

- Ah e não sou – negou Hermione divertida – Gina acha que vai chamar a atenção e para ajudá-la eu topei.

- Depois que apareceu ao lado de Draco pela primeira vez teve mais de dez convites de revistas famosas que você dispensou, Mione – Gina estava com um tom de cobrança – Eu tinha que te pegar primeiro. 

- Eles só querem saber os melhores ângulos da nova Sra. Malfoy – contou Hermione incomodada – Nada que me atraia muito, não gosto de câmeras e holofotes, já baste os que tenho que aturar ao lado de Draco, se eu tiver que fazer isso sozinha eu me mato.

- Acho que se daria bem nos holofotes – comentou Simmas sendo encarados por todos da roda – Quero dizer... Você sempre foi a mais boni... – a correção foi instantânea – Quero dizer fotogênica.

- Obrigada Simmas – Hermione se controlou para não rir – Mas Katia, eu vi seu último jogo, você estava incrível.

- Eu quase perdi aquele jogo vocês acreditam¿ Foi por muito pouco, eu consegui dar a volta por cima...

Pronto, o assunto não era mais a nova Sra. Malfoy. Talvez estivesse realmente errada, não importa onde fosse, sempre a tratariam diferente e não porque eles queriam e sim porque ela estava diferente. Não era mais só Hermione Granger, agora tinha um sobrenome que faziam pessoas tirarem suas próprias conclusões precipitadas mesmo antes de conhecê-la melhor ou de falarem com ela.

Quando o assunto se estabeleceu em futebol Hermione se desligara um pouco novamente, não entendia absolutamente nada de futebol, nem se quer gostava de assistir a aqueles jogos tediosos, mas ao menos o assunto era bem melhor que ela. Parecia que naquela festa todos inventaram de falar sobre ela e sobre mais ninguém.

- Mione! – o cutucão de Luna a despertou, virando-se confusa para a amiga viu Luna sorrindo feito boba – Eles chegaram!

Hermione negava com a cabeça, divertida e inconformada assim que vira o carro que se aproximava, Draco era um exibicionista de primeira e não fora atoa que desfilava com sua mais nova atração, o carro laranja era só mais um dos caríssimos carros importados que pareciam preencher a imensa garagem cada vez mais que Hermione ia até ela olha-la, o vidro não era tão fume o que permitia que os vissem dentro do carro, Blásio no banco do passageiro e Draco no do motorista, ninguém relava naqueles carros, nem se quer encostava no volante do mesmo se não fosse Draco ou alguns dos empregados da mansão responsáveis pela limpeza dos mesmos, nem mesmo Hermione encostava neles. 

Quando o assunto era se exibir Draco Malfoy ganhava o primeiro lugar, mas nada se comparava ao sorriso orgulhoso de Blázio ao sair do carro, como se ele também fosse à atração da festa, como se sentisse o dono do carro o que sempre as faziam rir. Eles tinham que chegar alguma hora, mas Hermione não pensou que fosse tão tarde, já eram quase dez da noite. Era impossível a desconfiança não lhe bater, como fora tola em ouvir Ronald, agora tinha aquilo na cabeça, aquela desconfiança de que ele estava mesmo no trabalho até aquela hora, confiava no seu marido e se martirizava pela desconfiança naquele momento.

Mas tudo sempre se resolvia quando ele lançava aquele sorriso de lado na direção dela, era como se nunca tivesse pensado naquilo, como se nunca estivesse ficado brava ou magoada e tudo com aquele maldito sorriso. Draco Malfoy era realmente um maldito molhador de calcinhas e um conquistador barato, comprovara isso quando sem pudores as antigas colegas de colégio suspiraram ao seu lado sem nem esconderem, a eloquência de um Malfoy era sempre medida por roupas luxuosas, penteados impecáveis e belas joias, disso Hermione entendia muito bem, o terno preto feito sempre sobre medida e especialização ficava muito bonito nele, realçando cada musculo, a blusa azul escura de botões até que estava simples naquela noite a ausência da gravata que certamente fora deixada no carro o deixava mais simples, os sapatos bem polidos nos pés e um dos tantos relógios caros no pulso nunca podiam faltar, assim como os cabelos muito bem penteados e o sorriso sacana. 

Os olhares femininos eram todos para ele, mesmo que Blázio se sentisse ao lado do mesmo, como se os olhares fossem para si. Hermione nem se quer se irritava mais, teria que odiar todas as mulheres de Londres ou quem sabe do mundo todo se fosse dar importância a cada uma que olhava para seu marido.

- Sempre maior na idade e nunca no tamanho, Potter! – Draco cumprimentou Harry brincando logo de primeira, Harry era realmente muito baixinho perto de Draco.

- Até quem fim! – Harry os saldou animado – Pensei que não viriam.

- Não foi tão fácil de fechar negócio – reclamou Blázio – O filho de uma puta daquele Chinês safado queria mais que a metade do preço!

- Ele é Japonês, Blázio – Draco o corrigiu virando os olhos.

- Todos têm olhos puxados, não dá pra saber quem é quem– defendeu-se Blás dando de ombros enquanto ia até Luna.

- Querida – Draco a cumprimentou com um leve beijo.

- Está atrasado – cobrou, mesmo que ainda sorrisse.

- Durou mais do que esperávamos – explicou-se.

- Comprando matéria-prima¿ - a pergunta inocente de Simmas fizera Draco olha-lo confuso, não era o dever dele para com matéria-prima.

- Não – negou Draco sorrindo de lado – Não lido com este tipo de compras.

- Então o que compraram¿ - perguntou Katia confusa.

- Uma das companhias aéreas de Tokyo, sabe lá vem sendo... – Blázio tagarelava sem parar o que Draco não queria falar.

- Acho que todos eles entenderam, Blázio – Draco o cortou, era uma das coisas que Hermione mais gostava no marido, ele não ficava se vangloriando por tudo que tinha.

Depois do tão divertido parabéns onde o intuito fora Harry passar vergonha pelos 24 aninhos, sobre piadas sem graça e risos masculinos, era de certa forma uma idade que nenhum dos homens queriam presenciar e tudo por uma bobagem, o bolo de abobora da Sra. Weasley fora o paraíso, e depois de toda comemoração a pista completamente improvisada de dança pareceu lotar consideravelmente, era o horário de todos os adultos com copos nas mãos dominarem a festa enquanto as poucas crianças que por lá corriam já dormiam.

Era divertido, dançar do modo que dançava quando jovem, as palmas sempre que ela, Luna e Gina faziam alguns passos da juventude, nada comparado aos passos malucos de Luna, mas ainda os faziam rir divertidos. Quantos aniversários naquele quintal a maioria deles não presenciou.

As gargalhadas eram constantes e contagiosas. Até mesmo Draco e Blázio que estavam junto a muitos que não conheciam se soltaram um pouco.

Mas o folego pra dança já não era o mesmo que o da adolescência e eles tinham que parar para respirar, eram poucos que ali ainda ficavam, mesmo com os pés dormentes.

E então acontecia a tão engraçada divisão, mulheres de um lado e homens de outro. Mulheres em conversas baixas e risadas escandalosas, homens em conversas altas e risadas baixas.

No momento de distração fora a oportunidade perfeita, Hermione e Draco se afastaram dos distintos grupos ao mesmo tempo, o encontro às escondidas como um casal jovem e irresponsável. Era naquele momento que Hermione se perguntava quantas mãos Draco tinha, ele conseguia alcançar cada pedaço de seu corpo durante um só beijo.

- Eu juro que se não formos embora agora sou capaz de comer você na frente de todos eles – a voz maliciosa em seu ouvido a fizera fechar os olhos excitada, sua intimidade latejando só de imagina-lo dentro de si – Adora quando você rebola daquele jeito, me deixa louco Hermione, não consigo tirar aquela imagem da minha cabeça querida, vai ter que me ajudar.

- Ainda é cedo – tentou impedi-lo, ou estava impedindo a si mesma, mas sua voz parou em sua garganta assim que ele a tocou, um toque discreto, mas que pegara em seu ponto mais sensível, a humidade espalhou-se ainda mais em sua fina calcinha – Draco... Eles podem ver...

- Eu preciso de você – era uma exigência e não um pedido, ela percebera pelo timbre da voz dele.

- No andar de cima, o banheiro de Gina – falou desesperada a cada intervalo de beijo – Ninguém usa, só ela.

Os passos escadas a cima eram apressados e precisos, silenciosos para que não atraísse a atenção de ninguém. O andar de cima estava inativo como esperado, encostando a porta do quarto de Gina  trancaram a porta do banheiro, não havia tempo nem se quer de raciocinar.

Hermione sentiu-se ser levantada e em poucos segundos pode sentir o frio gélido da pedra ao mesmo tempo que escutava algo a se chocar sobre o chão. Nem se quer se importaram com o que fora, estavam desesperados demais para isso. As mãos de Draco lhe apertavam as cochas com posse, o beijo quente os deixava sem ar.

Mas tudo tinha que ser tão rápido, o quanto aquele tipo de sexo era bom. Tinham todo tempo do mundo para fazerem aquilo quando chegassem em casa, sozinhos, no quarto deles e na cama deles, mas a urgência era maior, era mais sensual. Eram como dois animais, precisavam um do outro em momentos inoportunos e Draco Malfoy não era do tipo que sabia esperar chegar em casa, um escritório fechado, um quarto de hospedes, um banheiro. Qualquer lugar era o suficiente para bons minutos de alivio.

Era muito mais desejo e ânsia, não havia tempo para as preliminares, fundiam-se um ao outro como animais em busca de alivio, o perigo que corria sobre as veias era o melhor. O perigo de serem pegos no flagra, o desejo do proibido era tão bom.

Não sabiam como conseguiam ser tão rápidos, mas eram. Em segundos o palito de Draco estava jogado sobre o chão e sua blusa social branca aberta, desta vez sem rasgos, botam por botam enquanto Hermione se deliciava com cada toque dele. O cinto fora o próximo passo e em instantes o membro grande e teso já estava livre de tantos tecidos. A calcinha dela completamente encharcada já havia caído sobre qualquer lugar especifico que Draco não se importava e agora as mãos dele a estingavam, a umidade lhe tomava por inteira, a quentura extrema.

Um gemido rouco e gutural fora escapara de ambas as partes assim que se fundiram, aquela era a pior parte, controlar os gemidos, Draco era muito bom nisso, mas ela nem um pouco. Só o barulho dos movimentos dos corpos a se chocarem um ao outro a cada penetração já preenchia todo o cômodo.

As pernas pequenas lhe abraçaram os quadris em desespero em busca de mais contado enquanto arqueava o corpo movendo-se junto a ele, seu vestido estava acumulado para cima. Para Draco ainda era insatisfatório não poder toca-la por completo, sentir aqueles seios delicados que certamente estariam turvos e tesos naquele momento.

Quando o sentira deslizar para fora de si um gemido sôfrego escapara pela garganta da castanha, suas entranhas queimavam em desespero buscando por mais, estava pronta para implorar que ele continuasse se o mesmo não tivesse o feito, descendo-a da pia e a virando como uma boneca de pano sem peso algum a fizera debruçar sobre a pia, entrando dentro dela novamente Draco teve que conter o gemido da mesma.

As delicadas pernas estavam tremulas e restava a ele segura-las, o salto alto facilitava e tanto aquela posição. Amava vê-la daquele modo, vê-la por trás era prazeroso demais, aquelas nádegas tão brancas e perfeitas batendo contra si enquanto sua feminilidade se abria ainda mais para ele a cada estocada, sua humidade escorrendo por seu pênis e suas paredes lhe sugando cada vez mais.

E como todo animal desesperado eles terminaram tão rápido quanto começaram, um orgasmo prolongado e uma jura com o olhar de que teriam outra dose ainda maior em casa.

Colocar-se no lugar era um assunto bem mais diferente, a pele suada, o cheiro de sexo, os cabelos bagunçados, ao menos as roupas não estavam amaçadas ou rasgadas. Enquanto Draco terminava de colocar o palito Hermione conseguira arrumar o cabelo, a fina calcinha de renda preta nas mãos do loiro fora guardada em um de seus bolsos.

Aquela provocação era a melhor parte do que faziam, lá fora imaginaria exatamente como ela estaria lá fora, as pernas cruzadas em busca de atenção a pele sensível por um toque, conhecia sua garota, mas o feitiço também voltava contra o feiticeiro, olhar para ela e imagina-la sem a calcinha por debaixo daquele vestido era tentador.

Voltaram a seus lugares despercebidos, os homens quase nunca notavam a ausência de um deles, mas as coisas eram diferentes para as mulheres e Hermione agradeceu por elas estarem ocupadas demais tagarelando sobre um novo estilista, nada que Hermione tivesse interesse em ouvir, moda nunca lhe agradava.

Seus olhos quase sempre iam para Draco, ao meio de todos aqueles homens que ele não conhecia ainda assim ele se saia muito bem. Hermione temeu que Ronald fizesse alguma graça para Draco, mas o ruivo não tentara nada, apenas escutava quando Draco falava e respondia quando a pergunta era dirigida a ele.

Conforme as horas iam passando algumas pessoas já iam embora com desculpas como, acordar cedo na manhã seguinte ou algo do tipo, nada que a vida adulta não os fizesse escutar quase sempre.

- Sabe quem está na cidade Hermione¿ - a pergunta maliciosa de Parvat a despertou de seu copo de refrigerante, não beberia novamente, já havia vomitado o suficiente por uma noite.

- Quem¿ - perguntou confusa.

- Viktor Krum – ela sorria travessa – Ele era apaixonado por você, lembra¿

- Quem era apaixonado por quem¿ - a voz de Blázio fizera Hermione conter a respiração, se Blázio havia se aproximado então Draco estava com ele.

- Ninguém importante – falou Hermione dando de ombros, ao mesmo tempo em que sentira as mãos de Draco em sua cintura, ele ainda tinha a feição comum o que significava que não havia ouvido e que não estava bravo.

- Viktor Krum¿ - ele havia escutado – Já o vi jogando, ele é bom, uma pena que só sabe ir para a esquerda.

- Ele só foi mais um dos carinhas apaixonados pela Mione, os mesmos carinhas que nunca conseguiam nada além de amizade – brincou Gina realmente divertida – Krum foi o que mais insistiu, passou semanas aqui tentando algo, mas Hermione o tratava sempre como amigo, era cômico vê-lo fracassar.

- Ela é realmente difícil de ser conquistada – concordou Draco sorrindo para ela – Pelejei muito até conseguir, ela me negava de todas as formas, me chamou até de egocêntrico narcisista, vocês podem acreditar¿ – comentou os fazendo rir – Mas quando eu consegui valeu a pena.

Sorriu para ele também, quase levantando os pés para beija-lo suavemente se ele não tivesse abaixado um pouco.

- WONNNN, vocês são tão gays – comentou Gina fingindo cara de nojo.

Até o começo da madrugada quase todos haviam ido embora, sobrando apenas os que realmente aguentavam uma boa noitada, até o Senhor e a Sra. Weasley já haviam ido se deitar deixando-os ainda se divertindo, sempre sobrava o mesmo grupo de amigos com a mesma mesa de bebidas.

Ao menos as conversas eram mais soltas, não pensavam antes de falar, ainda mais depois da maioria deles terem já bebido muito. Hermione perdera as contas de quantos copos o marido já havia virado.

- Fazia muito tempo que a gente não curtia uma festa dessa – comentou Harry surpreso – Foi muito bacana.

- Sabe o que cairia bem agora¿ - Blázio falou fingindo-se de sério – Mais um pedaço de bolo.

- Você já comeu quatro! – Luna comentou divertida.

- Luna, quando você levar Blázio a uma festa de aniversário nunca o deixe perto do bolo – aconselhava Draco enquanto enxia mais o seu copo – Ele vai comer ele todo, sozinho.

- Eu amo bolo!

- Se o Senhor não parar de beber Sr. Malfoy, vou ter que voltar dirigindo para casa – Hermione lhe cobrou, quase tirando o copo das mãos de Draco.

- Oh nem pensar, meu carro novo não – Draco falou apressado, os amigos em volta riram – Já conversamos sobre isso, querida, compre qualquer carro, mas não dirija os meus!

- Draco tem obsessão pelos carros dele – contou Hermione revirando os olhos – Tem mais ciúmes dos carros do que de mim!

- Sabe que não é verdade querida – o loiro sabia ser gala quando queria, a mão sobre sua cintura a lembrava de momentos atrás que estavam no banheiro – Eu só gosto dos meus carros e você não dirige muito bem...

- Draco! – exclamou horrorizada, mas uma onda de gargalhadas – Eu dirijo perfeitamente bem, nunca levei uma multa.

- Ah eu já levei algumas – contou Gina divertida – Por injustiça é claro.

- Injustiça¿ - Harry perguntou inconformado e divertido – Você dirige feito maluca.

- Não é verdade, Harry – Gina se zangou – Você que anda que nem tartaruga, foi multado uma vez por não sair da frente de um policial...

- Eu não vi ele dando sinal! – Harry se justificou.

- Não vamos contar multas né¿ - Draco perguntou parecendo preocupado – Porque se a gente contar eu to ferrado – riu Draco – Toda vez que me paravam aquela merda daquele aparelho do teste do bafômetro estava com defeito.

- Lembra daquela vez que você cantou aquela policial para se livrar da noite na cadeia¿ - Blázio mais gargalhava do que falava – Foi hilário!

- Você cantou uma policial¿ - perguntou Hermione divertida e inconformada.

- Íamos passar a noite na cadeia – justificou-se levantando as mãos para cima em sinal de rendição – E eu só tinha 19 e era a quarta vez naquele ano que eu passava a noite na cadeia e olha que nem era a metade do ano ainda – ele dizia tão natural que era impossível não rir – Tive que fazer esse esforço, ela nem era bonita, um telefone falso e pronto, livre de multas.

- Você era um fora da lei nato – Simmas comentou divertido – Quatro vezes em um ano¿

- Eram muitas festas – justificou-se Draco – Acho que eu fiz mais que aproveitar minha juventude, passava a maior parte dela bêbado – contou dando de ombros – Algumas infrações básicas como, dirigir embriagado, pegar o carro do meu pai aos 15, pilotar um helicóptero sem licença – era uma coisa mais absurda que a outra – Eram bons tempos até.

- Eu estava na maioria deles! – contou Blázio animado – Estar com Draco Malfoy era, festas, belas mulheres e álcool – Blázio gesticulava como se fossem belas citações – Aí a Hermione chegou e tirou nosso parça, triste...

- Vocês não prestavam, Blázio! – Hermione contou divertida.

- Disse quem ficou bêbada no aniversário de 18 anos! – Gina a lembrou.

- Ah não, esse dia não! – Hermione fez biquinho – Eu nunca tinha tomado tequila!

- Foi o dia que ela subiu na bancada do bar e começou a dançar¿ - Neville perguntou divertido.

- Você fez Stripptise¿ - Blázio abriu a boca em um O.

- Não! – Hermione negou desesperada – Não cheguei a fazer.

- Mas você tava gostosa naquela minha sainha – Gina maliciosa – O lendária dia em que Hermione Granger deixou de ser santinha.

- Com todo respeito Draco, mas eu queria ter visto aquele Stripp, você estava muito louca Hermione! – brincou Neville – Pensávamos que você ia cair naquele salto!

- Ah ela é muito boa – comentou Draco malicioso os fazendo rir enquanto Hermione lhe dava um leve tapa no ombro inconformada e divertida.

- Draco! – Hermione exclamou divertida.

- Velhos tempos – comentou Gina com os olhos perdidos – Éramos tão loucos.

- Me senti meus pais agora – comentou Blázio fazendo careta – A gente ainda pode curtir, o Draco libera o Serene, álcool adoidado e as gatinhas vão ter que tirar a parte de cima do biquíni.

- Ah nem pensar! – Gina, Luna e Hermione negaram horrorizadas.

- O que¿ As outras tiravam – o moreno se justificou.

- Não acredito que passamos metade da nossa lua-de-mel em um jato que você levava outras mulheres – Hermione comentou inconformada.

- Em minha defesa eu não fiz sexo com nenhuma delas – Draco fez cara de santo por poucos instantes – Não onde nós fizemos.

- Nós bem que podíamos tirar umas férias nesse tal iate – concordou Luna animada – Velejar e ver o mar.

- Podíamos sim – concordou Hermione sorrindo – Relembrar os velhos tempos seria muito bom. 


Notas Finais




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