História Eu tenho medo, Somin! - Capítulo 1


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Categorias K.A.R.D
Personagens B.M, J.Seph, Jiwoo, Somin
Tags Bmin, Jeonxkim, Kard, Matthew+somin, Mattmin, Somin, Woojin
Visualizações 28
Palavras 1.291
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, como vão? kkk, eu voltei com mais uma Bmin, socorro kk.

Capítulo 1 - Único; Beijinhos para sarar


Fanfic / Fanfiction Eu tenho medo, Somin! - Capítulo 1 - Único; Beijinhos para sarar

  Quem olhasse Kim Matthew no hospital, não acreditaria que se tratava do mesmo Kim forte.

Estava em pé, se mexendo desconfortável, enquanto alguns médicos tentavam dialogar com ele - mesmo que Matthew não estivesse dando ouvidos. Era a quarta vez que eles tentavam acalmar o Kim, que persistia em manter a pose de um simplista "não".

Jiwoo e Taehyung já bocejavam e reviravam os olhos pela sabe-se lá vez. Somin também já não aguentava a frescura do líder.

Suspirando, ergueu-se da poltrona, indo  até onde Matthew brigava com os médicos. O Kim ergueu sua cabeça para ela, como se pedisse ajuda. Seus pequenos olhos estavam arregalados, demonstrando sua preocupação, porém Somin já estava cansada de toda demora.

 

- Oppa… estamos aqui há duas horas - disse bufando. - Por favor...

 

- Eles não vão me furar!

 

A Jeon revirou os olhos, cansada daquilo. Era apenas uma injeção no braço e pronto. Porém lá estava ele, causando um show desnecessário. 

Matthew sempre teve seu medo de injeções, porém antes do grupo debutar e eles viverem praticamente sempre grudados, o Kim ia às suas consultas sozinhos. Mas agora, no escândalo de KARD, as consultas eram juntas e Jiwoo, Taehyung e Somin repudiava essa ideia; Matthew enrolava todos e no fim, nunca era enfiado uma injeção no seu corpo. Contudo daquela vez, não deixariam ninguém sair de lá até o líder enfim ceder. E aquilo era uma missão árdua.

 

- Pare de coisa - disse. - Olha só os outros; Jiwoo e Tae oppa estão cansados. É apenas uma picada e nem dói. Ainda mais em você, que tem tudo isso de massa.

 

Por um momento Matthew sorriu presunçoso, agradecido pelo elogio. Contudo, logo desfez, voltando para a carranca.

 

- Mas eu tenho medo, Somin!

 

A castanha revirou seus olhos, medindo o amigo. Matthew podia parecer alguém destemido e corajoso, mas quando se tratava de injeções, ele voltava a ser criança. Era uma grande massa que tremia ao ver uma agulha.

 

- Para com isso - sussurrou raivosa, não conseguindo embuçar seu descontentamento. Ficou nas pontas dos pés, tocando o ombro do garoto. - Você sabe que amanhã nós todos precisaremos acordar cedo e nesse momento podíamos estar dormindo. Você já tem vinte e sete anos e ainda assim tem medo de uma picada? Ah, pare com isso!

 

Matthew abaixou sua cabeça, entendo que tinha culpa. 

Tinha que parar para entendê-lo, pois todos tinham algum tipo de medo; ela por exemplo tinha de qualquer pessoa que estivesse com fantasia na sua frente. Ou altura, entre várias - várias mesmo - outras coisas.

 

Somin olhou para os médicos, pedindo para que pudesse conversar com ele sozinha. Quando os médicos sairiam suspirando, a Jeon voltou sua atenção para o amigo.

 

- Matthew…-

 

- Somin - O Kim murmurou quase sem voz. - Desculpa, mas não dá...

 

Sabia que não conseguiria cedê-lo tão facilmente. Persuadir Matthew era algo complicado. Se lembrava como era difícil fazê-lo parar de importuná-la nas horas de treino, ou quando pedia educadamente que prestasse atenção nas coreografias.

 

- Olha só - ela estendeu seu braço para mostrar o adesivo perto do ombro. - nem está doendo. Oppa… vamos lá, mostre como você é o King.

 

Matthew suspirou, se remexendo no lugar e encarando ela. Ele estava cedendo, e quando o homem tentou se afastar dela, Somin entrelaçou suas mãos nos ombros dele. Matthew arregalou seus olhos, surpreso com o contato. Quando a Jeon desceu uma das suas mãos até baixo de seu ombro, onde era para ele ser medicado, suas unhas traçaram ali, arrancando um arrepio dele.

 

- Não vai doer nada… confie em mim, oppa.

 

Engolindo em seco, Matthew ergueu sua cabeça para ver a sua volta. Jiwoo estava apoiada em Taehyung, ambos dormiam.

Precisava parar de frescura.

Suspirando pesadamente, fechou seus olhos e então assentiu. Somin sorriu abertamente, aliviada por enfim persuadi-lo.

 

- Quer que eu entre com você?

 

Nem precisou dizer nada, Matthew apenas segurou a mão da amiga e foi até a sala de injeções. O coração do Kim acelerou quando viu as enfermeiras. Elas viram o prontuário e pediram para que ele fosse ate o canto da sala. Enquanto iam, Somin apertava sua mão, tentando passar confiança.  Em um momento de fraqueza, virou seu rosto para onde preparava a seringa. Entrou em pânico ao ver a injeção. Quando desistiu, tentou passar pela porta, porém Somin brecou-o na hora, segurando seus ombros.

 

- Não olhe para lá, olhe para mim.

E foi assim; Matthew confiou nas palavras proferidas pela amiga e então se perdeu no olhar dela. Os olhos escuro, estavam demonstrando cansaço.  Somin sorria para ele, um sorriso largo e confiante, deixando seu belo rosto, mais bonito e iluminado. O King adorava aquele sorriso, principalmente quando era direcionado para si, mesmo que já se conhecessem há anos, ainda causava o mesmo sintoma; o famoso frio na barriga junto do coração acelerado. Fechou seus olhos com força quando sentiu uma mão no seu ombro e então o algodão gelado pelo álcool. 

Era agora.

- Matthew… - Somin controlava sua risada ao vê-lo tão desesperado por apenas uma injeção. - Abra os olhos. — A voz dela saiu brincalhona. — Não fique com medo.

Ele abriu e se deparou com o sorriso mais lindo que pôde visualizar. E então uma picada. Não, não doeu tanto. Na verdade, precisou virar a cabeça para ter certeza de que era realmente a maldita agulha.

Após injetar o conteúdo, Matthew suspirou aliviado como se tivesse prendido o fôlego por anos; visualizou a enfermeira colocar o adesivo e sorrir presunçosa para ele, dizendo que o Kim era fracote. Somin finalmente soltou sua gargalhada, não conseguindo mais controlar. 

Ela ria sem dar trégua, fazendo-o criar um bico pela cara emburrada. Quando ela percebeu que ele ainda estava sério, enfim parou, agradecendo a enfermeira e saindo da sala.  Somin carregava uma feição brincalhona e animada, totalmente diferente da que tentava convencê-lo a se medicar. Os pequeninos olhos quase fechados pelo sorriso enorme e contagiante, mostrando os dentes e destacando suas sinuosas maças do rosto.

- Eu disse que não iria doer, oppa!

Ele nada disse, ainda sério e com o orgulho ferido. Estava com vergonha por ter feito uma tempestade em uma tampinha de xarope. E ela, percebendo que Matthew não queria se pronunciar, olhou em sua volta, e então segurou a mão dele, levando-o até a primeira porta. Entraram em um quarto escuro e vazio. Kim precisou piscar diversas vezes para conseguir ver na penumbra, a sombra do corpo menor e delicado. Era uma missão fatigante, entretanto a confusão de estarem ali era maior.

- O que…?

Ela o abraçou, não conseguindo ver o rosto. O abraçou e então seus lábios desceram aonde ele havia levado a picada. Somin beijou sobre o adesivo, causando espanto em Matthew, que estremeceu um pouco e então a afastou, desconcertado com o contato.

- Viu só... Doeu?

Envergonhado, o Kim negou com a cabeça. Agradeceu pela sala escura, do contrário, ela o veria corado. 

- Vamos fazer um trato. - mesmo não conseguindo notar direito o amigo, Somin se manifestava, bocejando pelo cansaço. - Toda vez que você ceder aos medicamentos que precisa tomar, vai ganhar um beijo e isso vai fazer sarar.

Matthew riu da forma fofa que a garota dissera,  assentindo no breu e continuando rindo. Ela fez um bico, sentindo-se ofendida.

- Mas hoje… como você deixou nós três exaustos de esperá-lo relaxar… considere o que lhe darei como um incentivo.

Confuso, ele franziu o cenho, porém seu coração acelerou quando ela aproximou-se mais dele, prensando-o na porta. Instantaneamente suas mãos seguraram a cintura dela e então a respiração da castanha chocou com a sua e os lábios vermelhos grudaram nos seus.

Oh, agora tomaria iniciativa quanto a injeção.


Notas Finais


Foi isso...espero que tenham gostado e a gente se vê por aí.
kissus bye bye <3


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