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História Eu vi o amor em seus olhos - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Minha primeira fanfic com o lindo do Dybala 😍😍😍. Esse homem é maravilhoso e um dos amores da minha vida, espero que dê certo com ele. 😉

Se envolvam nessa história e relevem os erros.

Capítulo 1 - O início


Fanfic / Fanfiction Eu vi o amor em seus olhos - Capítulo 1 - O início

ISABELLA MARTÍNEZ

TURIM, ITÁLIA

- DE NOVO ISABELLA? SÓ ESSE MÊS VOCÊ JÁ FEZ EU IR NA SUA ESCOLA UMAS CINCO VEZES GAROTA... - Andrea gritava comigo, me assustando algumas vezes.

Eu estava sentada em uma cadeira giratória, de olhos fechados e girando igual uma doidinha.

- Eu nem fiz nada cara. - Disse quando parei de girar na cadeira pra encarar ele.

Ele bufou comigo revirando os olhos.

- AH NÃO... SÓ JOGOU UM COPO DE CAFÉ QUENTE NA SUA PROFESSORA... DESSE JEITO NENHUMA ESCOLA VAI ACEITAR VOCÊ AQUI NA ITÁLIA MENINA... ACHO QUE EU VOU DEPORTAR VOCÊ PRA CHINA CRIATURA, SÓ ASSIM PRA VOCÊ TOMAR JEITO. - Andrea continuava gritando.

Eu já não estava mais aguentando os gritos dele no meu ouvido, ele me trancou dentro de uma sala no CT do clube dele, depois de ligarem pra ele lá da minha escola e avisarem o que eu aprontei. Ele imediatamente mandou o motorista ir me buscar na escola e me trazer pra cá.

- Estados Unidos é melhor que a China Andrea, eu adoraria estudar em Los Angeles! - Disse pegando meu celular do bolso do moletom azul marinho que faz parte do meu uniforme.

Ele quase me bate dessa fez, me olhou com uma cara assustadora.

- NÃO BRINCA COMIGO ISABELLA... E ME RESPEITA QUE EU SOU SEU PAI GAROTA. - Ele rosnou brabo e puxou o celular das minhas mãos.

Fiz cara feia e rosnei com ele também.

- AH NÃO... EU ATÉ ACEITO IR PRA CHINA, MAS ME DEVOLVE O CELULAR, POR FAVOR CARA. - Pedi levantando da cadeira e choramingando pra ele.

- Não... eu vou te deixar sem celular por um ano dessa vez. - Ele disse sério e colocando meu celular no bolso do blazer dele.

Revirei os olhos e voltei a sentar no meu lugar.

- Pronto... qual vai ser dessa vez? - Perguntei de cara emburrada vendo ele cruzar os braços e se escorar em uma mesa.

- Primeiramente você vai ter que mudar esse seu vocabulário mocinha... aqui não é o Brasil, onde você vivia cercada de pessoas sem educação. - Ele disse erguendo as sobrancelhas pra mim.

Revirei os olhos, quem estava bufando era eu.

- Eu não sou mal educada ok? Só não estou gostando dessa nova vida chata e idiota aqui na Itália. - Disse.

- Quer voltar para o Brasil e viver igual uma suburbana, favelada, feito uma morta de fome? Porque agora você não tem sua mãezinha pra cuidar de você meu amor.  - Ele me encarou.

Fiquei sem palavras no mesmo momento, deu um nó na minha garganta, meus olhos marejaram e ele percebeu o erro que cometeu.

- Desculpa Isabella... me desculpa! - Ele se abaixou na minha frente e tocou meu ombro.

- Era bem melhor você ter me deixado em um orfanato qualquer no Brasil... e não fingir que gosta de mim, porque eu sei que você não gosta e prefere os seus outros filhinhos comportados e bem educados. - Disse enxugando minhas lágrimas.

Vi ele fechar os olhos e respirar fundo.

- Você é a minha filha, é claro que eu te amo, e amo muito... mas aconteceu tudo tão repentino que é difícil pra mim também Isabella. - Ele disse me olhando nos olhos.

Virei a cara pra ele e encarei a parede da sala, decorada por fotos do time dele.

- Porque você deixou ela morrer? Se ela estivesse aqui nada séria difícil... nem pra você e nem pra mim. - Disse olhando atentamente pra foto de um dos jogadores colada na parede.

Minhas lágrimas desciam e o meu olhar parou nos olhos verdes do jogador da foto.

- Eu não tive culpa Isabella... quando eu descobri o estado que a sua mãe estava, não tinha mais nada a se fazer pra salvar ela. - Ele respondeu e se levantou da minha frente.

Abaixei a cabeça e deixei minhas lágrimas se tornarem um choro.

- Ela me deixou sozinha... sozinha no meio de tanta gente desconhecida... eu só quero a minha casa de volta, a minha vida de volta e a minha mãe de volta, só isso. - Disse em meio ao choro.

Senti meu coração doer, mas doer de verdade porque a minha dor não era só nos sentimentos, minha dor se tornou física desde o momento em a minha ficha caiu, a dois meses atrás. Quando Andrea me viu chorando descontroladamente, veio até mim e tentou me acalmar.

(...)

Vamos lá!

Eu sou Isabella Martínez e tenho 17 anos, moro na Itália a apenas dois meses. Minha mãe morreu no Brasil esse mesmo tempo, e eu fiquei sem ninguém, apenas meu pai que mora na Itália, e ele como meu único responsável me trouxe pra cá.

Eu sou fruto de um amor de carnaval, Andrea Agnelli é o presidente de um clube de futebol de Turim, a Juventus. Ele como um europeu tarado se encantou com a minha mãe durante a viagem dele no Brasil pra curtir o carnaval, mas como consequência disso eu vim para o mundo.

Até os meus dezesseis anos eu jurava que não tinha pai, até a minha mãe me contar toda a verdade depois que descobriu sobre o câncer, motivo pelo qual ela morreu. Mas o pior é que ela sempre teve contato com o Andrea, ele sempre soube da filha brasileira que ele teve, mas por questões de privacidade dele, da imagem dele e da família dele, resolveu esconder tudo isso das pessoas, e minha mãe aceitou.

No momento que eu descobri, eu achei que do câncer minha mãe também estava louca, não acreditei nela e continuei seguindo minha vida, até chegar outubro de 2019 e a situação dela piorar, e piorou tanto que ela teve que partir, me deixando sozinha, eu sofri e continuo sofrendo até hoje.

Desde então minha vida mudou totalmente, o homem que a minha mãe sempre disse ser o meu pai apareceu, me tirou do Brasil e me trouxe pra um lugar estranho onde eu jamais imaginei conhecer. Eu quase pirei quando soube que o patrão do Cristiano Ronaldo é o meu verdadeiro pai e pirei quando descobri que faço parte de uma das famílias mais importantes e influentes da Europa.

Mas até hoje ninguém sabe que Andrea Agnelli, o presidente e dono da Juventus, teve uma filha antes do casamento. Eu sou aquela filha bastarda e que ninguém pode saber, então isso quer dizer que a minha vida agora é toda sigilosa, poucas pessoas sabem disso, nem a esposa dele sabe. Eu moro em um apartamento sozinha com uma espécie de babá, a Eleanor, que o Andrea contratou pra me fazer companhia, e ela até gostou de mim, me trata como uma filha.

Eu tenho tudo, ganhei uma vida boa, cheia de luxos e regalias, totalmente diferente da vida que eu levava no Brasil, tenho uma boa escola, tenho um motorista, tenho um guarda-costas, tenho empregados no apartamento, e outras coisas mais, mas mesmo assim levo uma vida infeliz, porque perdi a pessoa que mais me amava no mundo e fiquei sozinha, e é assim que eu me sinto mesmo, sozinha.

(...)

Depois de o Andrea ter pedido um copo de água e me dado um comprimido, eu me acalmei, parei de chorar e fiquei calminha, calminha.

- Eu tenho uma reunião agora Isabella... se importa de me esperar aqui? Eu mesmo quero levar você em casa. - Ele disse passando a mão pelo meu cabelo.

Olhei pra ele e soltei um meio sorriso.

- Você vai me deixar trancada aqui também? - Perguntei tirando a mão dele do meu cabelo e me levantando.

Fui até a janela de vidros ouvindo ele respirar fundo.

- Se quiser conhecer tudo... o Taylor pode te mostrar. - Ele disse parando do meu lado.

Fiquei parada na enorme janela, onde dava pra ver tudo ao lado de fora, o gramado e uma turma de jogadores em treinamento.

- Não... melhor eu ficar aqui mesmo, eu já te trouxe muitos problemas. - Disse tocando na janela.

Ele não disse mais nada e saiu da sala, me deixando sozinha. De brava e bagunceira o remédio dele me deixou tranquila e entristecida.

Saí da janela e fui passear pela sala onde eu estava, que por sinal é grande, aconchegante e cheia de coisas do clube, nas paredes as fotos do elenco de jogadores, vi todas as fotos e parei novamente no jogador dos olhos verdes, incrível como os olhos dele me chamaram tanta atenção, mas eu não sabia quem era ele, não o conhecia.

Talvez por eu não ser tão ligada em futebol, conheço o Cristiano Ronaldo só porque todos conhecem e ele é considerado o melhor jogador do mundo.

Com mais de meia hora passada eu olhei no meu relógio de pulso e ainda era 10:20 da manhã, fui até a porta e estava destrancada, quando abri dei logo de cara com o Taylor do lado de fora e mais um outro segurança com ele.

- Uau... isso aqui parece até um presídio de segurança máxima e eu a maior tráficante de todas. - Disse ao ver ele parar na minha frente e me impedir de sair.

- Me desculpa... mas são ordens do senhor Agnelli. - Ele disse sério.

Eu não fiz nem cara feia, já estava triste mesmo.

- Ele disse que eu podia conhecer tudo aqui. - Disse com as sobrancelhas arqueadas.

- Eu preciso entrar em contato com ele primeiro, ok? - Ele disse.

Levantei os ombros e entrei na sala novamente. Depois de quase dez minutos a porta foi aberta, eu estava parada na janela e vendo o gramado com os jogadores batendo bola.

- O seu pai liberou Bella... mas já sabe as regras né? - Ele disse parando do meu lado.

Balancei a cabeça confirmando. As regras são; Não falar com ninguém, e ponto, não preciso nem dizer mais nada né.

- Eu não entendo nada de futebol mesmo. - Disse me virando e indo em direção a porta.

PAULO DYBALA

Estávamos no treino com a bola, em um treinamento bem intenso por sinal, por causa da fase de oitavas de final da UCL. Quando o treinador soltou o apito dele nós paramos pra uma água e conversa com ele.

Fomos para a beira do gramado e pegamos nossas garrafinhas, bebia minha água tranquilamente e ouvindo a palhaçada dos meninos quando vimos se aproximar do gramado uma garota com um segurança grandalhão do lado.

- Hum, quem é a gata? - De Light olhou todo curioso ao ver a moça.

Era uma menina ainda, mas muito linda também, com a pele branca, cabelos longos e um corpo que Meu Deus, chamou atenção de todos. Ela caminhava por perto do campo conversando com o segurança, que apontava com o dedo algumas coisas e ela olhava tudo atentamente.

- Ela é linda mesmo! - Expressei automaticamente ao olhar pra garota.

Os meninos sorriram e começaram a bagunça, até chamar a atenção dela, que olhou pra gente e parou onde estava, com o segurança dizendo algo pra ela.

- Uma ninfeta hermano... tira o olho, ela deve ser filha de alguém da diretoria, tá todo mundo aqui hoje pra reunião sobre os jogos da Champions. - Douglas, o brasileiro do time disse batendo no meu ombro

Eu sorri balançando a cabeça.

- Sai fora... eu só disse que ela é linda. - Disse devolvendo o tapa, mas na cabeça dele.

Ele fez cara feia e começou uma luta comigo.

- Quem é o corajoso de ir lá e perguntar quem é ela? - Cristiano perguntou se envolvendo na bagunça também.

- Eu! - O holandês disse já indo em direção da garota.

Ficamos todos prestando atenção no loiro doido, ele chegou lá e disse algo pra ela, que olhou ele dos pés a cabeça e ergue as sobrancelhas, nós caímos na risada com a cara que ela fez pra ele.

- SAI DAÍ MOLEQUE. - Alex gritou no meio da gente.

De Light olhou pra gente e deu uma piscada.

- Filho da mãe! - Disse.

Voltei a prestar atenção nele, que conseguiu a atenção da garota e conversava com ela em meios a alguns risos, até o segurança falar alguns coisa pra ele e apontar para o gramado, a garota soltou uma risada bonita e gostosa de ouvir.

De Light pegou na mão dela e deu um beijo em seu rosto, ela sorriu tímida dessa vez e disse algo mais com ele. O loiro holandês voltou pro nosso meio, enquanto a menina se virou e foi embora com o segurança do lado.

- Ah seu loiro safado! - Douglas disse indo pra cima dele.

- Calma, ela é só uma visitante, por isso está acompanhada do segurança. - Ele disse pegando a garrafa dele de água novamente.

- E porque ela não veio aqui? - Perguntei.

- Não permitiram ela de se aproximar muito. - Ele respondeu.

- Hum, mas ela nem ficou louca quando me viu. - Cristiano disse todo se achando.

Caímos na risada.

- Sai fora, o galã do time sou eu. - Me meti no meio fazendo graça.

Continuamos na bagunça, De Light não disse muito da garota, só que ela se chama Isabella e que ficou jogando conversa fora com ela.

Depois paramos nossa bagunça e fomos para o meio do campo, o treinador disse algumas palavras, fez observações e voltamos com o treino.

(...)

Quando o treino da manhã acabou nós fomos todos para o vestiário, tomamos banho e seguimos para o refeitório, porque ninguém foi permitido almoçar fora do CT essa semana.

Depois que acabou o almoço fomos descansar, alguns meninos se reuniram pra jogar conversa fora, enquanto eu peguei meu celular e fui falar com a minha namorada, que está na Argentina pra alguns compromissos dela. Terminei a ligação e fui pra academia, quando fui virando um dos corredores, dei de frente com alguém, de testa pra dizer a verdade, nem vi quem era, eu estava atento no celular.

- CARALHOOOOO... TÁ CEGO? - Ouvi só uma voz feminina gritando um palavrão, que reconheci porque os brasileiros vivem repetindo.

Olhei pra frente e vi a mesma garota do gramado pegando na testa e fazendo cara feia.

- Desculpa... desculpa... foi sem querer. - Me desesperei quando vi a garota com a testa sangrando.

Ela nem tinha percebido, mas quando olhou pra mão dela, ela abriu o alarme.

- SOCORROOOOO... EU VOU MORRER... TAYLOR, SOCORROOOOO. - Ela gritou desesperada.

- SHIU... Calma, não é nada... fica calma por favor. - Tentei acalmar a garota segurando pelo braço dela.

Eu estava totalmente desesperado.

- TAYLOR... SOCORROOOO... TEM UM JOGADOR ASSASSInooo aqui. - Ela terminou os gritos aos risos.

Não entendi nada e fiz cara de confuso.

- Você é louca? - Perguntei ainda segurando os braços dela e encarando os olhos dela pequenos.

Ela caiu na gargalhada.

- Sua cara foi a melhor menino. - Ela disse aos risos.

Desfiz minha cara de confuso e acompanhei ela na risada contagiante.

- Você é louca mesmo... só pode. - Disse aos risos e soltei o braço dela.

Ela foi parando o sorriso e me olhou nos olhos também.

- Desculpa. - Ela disse com os olhos fixos no meu.

Sorri e soltei o braço dela, olhei pra testa dela e o sangue estava escorrendo.

- Tudo bem... mas você precisa cuidar disso aí, está sangrando muito. - Disse.

Ela tocou na testa novamente e fez cara feia.

- É... tá doendo mesmo. - Ela disse.

Fiz cara feia junto com ela.

- Vem comigo. - Disse pegando na mão dela.

Fui com ela até a enfermaria, onde fizeram curativo perto da sobrancelha dela.

- Vai precisar trocar de roupa mocinha, a sua está cheia de sangue. - O médico disse pra ela.

- Eu corro risco de morte? - Ela perguntou seria para o médico.

Eu caí na risada, sabia que era só mais uma das palhaçadas dela.

- Não... - Ele disse fazendo uma cara estranha.

A garota sorriu da cara do médico, mas eles pareciam que já se conheciam, porque ele chamou ela pelo nome ao ver ela entrando na enfermaria e depois conversaram normalmente.

- Brincadeirinha... mas obrigada por tudo. - Ela disse tentando descer da maca.

Fui ajudar ela descer, por ela ser pequena e a maca um pouco alta demais. Saimos da enfermaria e ela olhava pra roupa dela, cheia de sangue.

- Eu posso de dar uma camisa minha, se quiser. - Disse.

Ela parou no corredor e levantou a cabeça pra me encarar de novo.

- Você é enorme... sua camisa vai dar igual um vestido em mim. - Ela disse fazendo cara feia.

Sorri e puxei pela mão dela, arrastei ela para o vestiário e peguei uma camisa minha, entregando pra ela.

- Hum... quem é Dybala? - Ela perguntou olhando pra camisa.

Eu caí na risada ao ver a cara dela de confusão.

- Não conhece ele? - Perguntei tentando brincar com ela também.

Ela me olhou e fez que não com a cabeça.

- Eu não conheço o futebol... o único que eu conheço daqui é aquele loirinho que tem um nome estranho e difícil de falar. - Ela disse tirando o moletom azul do corpo.

Sorri e lembrei do De Light.

- Se não conhece muito de futebol, está fazendo o quê aqui? - Perguntei confuso.

Ela me olhou balançando a cabeça em negação.

- Pode me dar licença pra eu me trocar? - Ela perguntou levantando as sobrancelhas.

Sorri e assenti. Saí do vestiário e fiquei na porta esperando, com dois minutos ela apareceu vestida com a minha camisa e a outra roupa dela em mãos.

- Ficou enorme mas tudo bem... obrigada menino. - Ela disse me olhando nos olhos.

Sorri e também encarei os olhos dela, são castanhos, mas são lindos.

- Paulo... meu nome é Paulo. - Disse sorrindo serenamente.

Ela também sorriu serenamente, mas não tirava os olhos dos meus.

- Obrigada, Paulo... mas não me respondeu quem é o Dybala... Ele é jogador também? - Ela perguntou fazendo uma cara engraçada.

Caí na risada dela.

- O Dybala sou eu... Paulo Dybala. - Respondi erguendo as sobrancelhas.

Ela me olhou estranho.

- Estranho o nome... é feio na verdade, mas tchau, eu preciso ir! - Ela disse se virando e andando.

Eu fiquei paralisado na minha e vendo ela andar pelo corredor.

- E você? ... qual o seu nome? - Perguntei antes de ela dobrar o corredor.

Foi só pra chamar a atenção dela mesmo, porque eu já sabia o nome dela. A garota parou e dobrou pra me encarar.

- Isabella... me chamo Isabella! - Ela disse sorrindo e me deu uma piscada.

Sorri pra ela e também pisquei, ela voltou a andar e sumiu nos corredores do enorme CT, igual uma bonequinha de tão pequena e linda.




Notas Finais


Esse capítulo eu comecei escrever ontem e gostei, aí resolvi postar. 💪

Devo continuar?🤔


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