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História Eu virei um Ditto - Capítulo 4


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Notas do Autor


Peço desculpas por não ter postado sexta retrasada, tive muitas dificuldades produzindo esse capitulo. Felizmente, eu terminei.

Capítulo 4 - 4 - O dia que eu me tornei um Ditto


Fanfic / Fanfiction Eu virei um Ditto - Capítulo 4 - 4 - O dia que eu me tornei um Ditto

Faz alguns minutos desde que eu comecei a seguir eles, 15 minutos para ser exato, e posso dizer que o caminho ate o local que querem me mostrar é longo. Depois de um tempo andando, nós chegamos em uma aldeia, eu acredito.

La estava cheia de pokemons, com alguns que eu nunca tinha visto antes. Enquanto eu estava pensando, nem percebi que já tinha entrado em uma tenda, e tinha uma tartaruga que tinha arvores nas costas... Se me recordo, acho que o nome desse pokemon é Torterra, eu acho... Culpo minha desinformação de pokemon.

Torterra: “Pichu e Eevee! Que agradável surpresa, o que traz vocês aqui?” Ele fala com um tom de surpresa. “E quem seria esse pokemon que trouxeram?”

Spark: “Ele se chama... Drake, e ele necessita de ajuda” Ele fala em um tom desinteressado.

Torterra: “Olá Drake, eu me chamo Torterra, muito prazer em te conhecer!” Ele sorri para Drake. “Parece que acertei o nome dele...” Drake pensa.

Drake decide acenar para o pokemon, fazendo um leve sorriso. “O que traz você aqui?” Torterra pergunta, um pouco curioso. Drake responde: “Eu necessito de ajuda... Eu preciso da ajuda de um pokemon lendário.”

Torterra: “Pokemon lendário... Bom, para começar, aqui perto da nossa vila tem regiões, aonde é dito que existe pokemons lendários, mas ate hoje não conseguimos ver eles, provar a existência deles... Menos a Green Jungle, como a chamamos.”

Drake: “Green Jungle...? Não conheço, sabe aonde que fica, e quem esta lá?” Drake pergunta, um pouco inseguro com sua situação. Ele sabe que não deveria ter medo, mas ao mesmo tempo ele sabe, naturalmente desconhecendo o local aonde um possível poderoso lendário vive é algo até que assustador.

Torterra: “O local não é muito longe, ele fica ao norte daqui, perto de um vulcão inativo, e o pokemon lendário que vive lá se chama Celebi...” Torterra diz o nome do pokemon, com um tom de raiva.

Drake: “Celebi? Aquele pokemon lendário que protege a floresta?” Drake pergunta, um pouco surpreso com a revelação. Porque Celebi, e não outros, como Groudon, ou Xerneas? Drake sempre considerou Celebi um pokemon inútil, já que ele nunca entendeu seu proposito, proteger uma floresta, porque?

Torterra: “Exatamente... A Celebi, a pokemon que protege a nossa floresta, e que nos ajuda nas colheitas de berries.” Torterra fala em um tom mais serio para Drake.

Drake fica extremamente confuso com a situação. Ele olha para traz, e vê Evy e Spark, os dois calados e um pouco desconfortados com a situação.

Drake: “Tem algo que vocês querem me contar...? Não estou gostando desse silencio...” Drake diz, com um pouco de raiva na voz.

Torterra: “Porque necessitas da ajuda de um lendario? Claramente podemos te ajudar...?” Ele diz, um pouco apreensivo.

Drake cruza os braços um pouco, (Se isso é possível???), refleti um pouco sobre sua situação. Ele decide responder a pergunta, dizendo: “Eu agradeço a ajuda, mas pokemons lendários não são chamados de tal maneira por nenhum motivo... Não quero ser rude, mas acredito que a Celebi ira, no mínimo, me guiar ate meu destino...” 

Torterra respira fundo por um tempo, depois respondendo: “Se desejas ir por esse caminho, espero que volte vivo...” Ele diz, um pouco desanimado e decepcionado.

Drake: “Espere um pouco... Tem chance de eu morrer indo para lá?” Drake pergunta, um pouco surpreso.

Torterra: “Sim, tem... Muitas pessoas não sabem disso e acabam por morrer lá, então só darei esse aviso uma vez, então escute bem... O motivo das mortes não é os pokemons selvagem que moram lá, ou o próprio local sendo perigoso, mas sim a própria Celebi. Eu ouvi dizer, de um grupo de exploradores, que a Celebi, sem motivo algum, sequestrou um dos integrantes do grupo... Até hoje ele não foi visto...” Ele termina a frase, com uma expressão de tristeza.

Drake: “Voce acha que ela vai me sequestrar e fazer algo, não é...? Bom, não se preocupe, eu sei como me defender...” Drake fala com um pouco de coragem. “Bom, ao norte, né? Estarei indo agora...”

Drake iria sair da tenda, mas no ultimo minuto, Evy segura os corpo gelatinoso dele. Ele olha para ela, meio estranhado com ela andando em duas patas, mas ele decide tirar essa ideia da cabeça.

Drake: “Pode me explicar o motivo de estar me segurando como se eu fosse uma criança...? Ele fala em um tom serio, para tentar assustar ela, mas ele falha, fazendo ela ficar um pouco chateada.

Evy: “Pelo seu olhar, você esta bem determinado para ir lá, então parar você não é uma opção muito adequada... Mas agora de noite não é muito bom você ir lá. Os predadores mais perigosos estão nesse momento, caçando pokemons desmaiados. Se eles te encontrarem, não sei o que ira acontecer, mas sei que não será bom... Que tal nos irmos amanha?” Ela pergunta, um pouco ansiosa.

Drake: “Quem disse que você vai junto?” Ele responde, claramente bravo com o que esta aconteçendo.

Evy: “Eu falei, e não importa quanto bom você é em combate, eu sei esse lugar melhor do que você... Então irei te guiar até lá, já que o caminho não é simplesmente uma linha reta...” Ela olha feio a Torterra. 

Drake pensa um pouco sobre isso, ele então responde: “Esta bem, irei deixar você me guiar, mas não faça nada engraçado.” Ele se solta da mão dela, e se afasta um pouco. “Aonde eu irei ficar?” Ele pergunta.

Spark decide entrar na conversa, dizendo: “Você ira ficar conosco, e mais um Pokemon perdido... Aparentemente você não é o primeiro que apareceu aqui com problemas...” Ele coça a cabeça um pouco, esperando uma reação de Drake, mas nada veio, então ele decide continuar: “Acho melhor nós já irmos lá, Drake me siga”.

Spark sai da tenda, seguido por Drake e Evy. Depois que todos saem, Torterra inspira e respira, pensando no que ocorreu.

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Eles andam por uma trilha pequena, passando por varias tendas, de diferentes formatos, tamanhos e cor. Eles chegam a uma tenda, de enorme largura, e entram nela. Dentro, tinha vários pokemons, sendo um Raichu de Alola, Glaceon, Pikachu e um Leafeon. No canto da sala tinha um Fletchling, dormindo em uma cama de palha, com um pano de seda em cima do pokemon, servindo como coberta. Todos estavam dormindo nessas camas.

Drake: “Quem são eles...?” Drake pergunta, um pouco ansioso.

Spark: “Tirando o Fletchling, que é novo aqui, o Pikachu e a Raichu são meus pai e mãe, e a Glaceon e o Leafeon são os pais da Evy... Sabemos nada sobre o Fletchling, já que ele teve suas memorias roubadas...” Spark suspira profundamente, claramente estressado com a situação.

Spark: “Ficamos a semana passada inteira procurando alguma coisa, alguma informação ou pista sobre ele... Mas nada surgiu, que pudesse nos ajudar...” Ele termina a frase, um pouco triste.

Evy: “Vamos deixar isso para lá... Amanha temos um dia pesado, então é melhor vocês dormirem, pois eu irei fazer isso.”
Spark e Drake se olham, e dão os ombros, sem saber argumentar contra ela, sabendo que ela está certa. Cada um vai para sua cama designada, e Drake pega a que sobrou, que fica perto de Spark e do Pokemon com amnesia.

Todos tentam dormir, Drake estava pegando no sono, até que ele ouviu a voz de Spark, falando baixo, chamando nosso protagonista. Drake ignora-o da primeira vez, mas depois da segunda, ele decide confrontar Spark.

Drake: “Cara, esta tarde, vamos dormir...” Drake tenta virar para o outro lado, mas é parado pela voz de Spark.

Spark: “Espere, tenho algumas perguntas que tenho, e agora é o melhor momento para te perguntar...” 
Drake suspira, e depois diz: “Está bem, fala logo...” Ele diz, claramente zangado com a situação que se encontra.

Spark: “O que era aquele fantasma que te ajudou hoje? Não sabia que você tinha um companheiro fantasma...” Ele termina, um pouco curioso sobre Drake

Drake: “Ah, ele não é um fantasma, mas sim um stand...” Drake faz seu stand aparecer atrás dele. A stand observa Spark, sem falar ou respirar, só olhando o pokemon, como se quisesse intimidar.

Spark se assusta com a aparição da stand, mas depois se acalma, vendo que nada de ruim ira acontecer.

Spark: “É assim que ele se parece...? Bom de perto ele parece mais... Real, intimidante, não sei direito, mas agora que eu vi ele de perto, entendo ele...” Spark fala de um maneira honesta e confusa, que acaba confundindo os dois, só que mais Drake. Spark continua: “Você falou que era um stand... Nunca ouvi essa palavra antes... Pode ser da região que voce veio, mas eu não sei nada sobre você, tirando sua ‘missão’ amanhã... Enfim, pode me explicar o que é um ‘STAND’?” Spark fala com curiosidade.

Drake: “Com prazer, bem, Stands são a personificação do seu espirito de luta, ou simplesmente da sua energia vital... Stands tem sua forma, cor e poder aleatório, mas isso pode mudar com a vontade do individuo... E existem vários tipos de stands, sendo uns a controle remoto, outros de longo ou curto alcance. Olha, não sei como explicar esse assunto, então se eu tiver errado, já expliquei!” Drake diz com orgulho e incerteza.

Para Spark, Drake falou de uma maneira confusa, mas ele conseguiu entender o que ele queria dizer. Spark: “Então não é um pokemon fantasma... Tudo bem, então, acho melhor nós dormimos”.

Spark diz, sonolento, com Drake concordando com a cabeça.
Os dois fecham os olhos, e conseguem pegar no sono rapidamente.

Mas o que eles não sabiam era que Evy estava acordada, tendo ouvido tudo o que eles falaram. Ela então decide dormir.

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Sonho

Drake acorda em uma sala. A sala em questão parece ser pequena, toda feita de vidro limpo. No chão tem duas camas de palha, com panos de lã em cima, cobrindo a cama. Fora da sala, parecia ter uma nevoa, de cor vermelha e amarela, que se mistura, em certas ocasiões. 

Drake decide, por impulso, sentar em uma das camas. Quando ele olha para a outra, ele percebe que tem um pokemon sentado lá, olhando fixamente para ele. Esse pokemon tem a forma de uma meia lua, e tem asas, com o mesmo formato. 

Drake reconhece que é tal pokemon, essa sendo a Cresselia. O motivo dela estar aqui é desconhecido para Drake, mas deve ser algo importante.

Drake: “Uh... Cresselia? O que esta fazendo no meu sonho?” Drake pregunta, confuso com a situação que se apresenta.

Cresselia: “Então você sabe do meu nome? Interessante... enfim, vim aqui para dar um recado.” Ela diz , com um tom serio.

Cresselia: “Você foi chamado, nesse mundo para proteger alguem... Esse alguem, de grande importancia, é o fletchling que se encontra na sala onde você dorme. O nosso um-“ Cresselia é interrompida por Drake.

Drake: “Blah blah blah mundo em perigo... Blah blah blah ele é o único pokemon capaz de nos salvar, mas ele não é poderoso o suficiente, nesse sentido, necessitam da minha ajuda para protege-lo, correto?” Ele termina de um forma sarcástica mas honesta.

Cresselia fica perdida sobre tudo isso. Ela não sabia se alguém já tinha dito isso, ou se ele conseguir adivinhar de primeira. Pela maneira que ele falou, deve ser a segunda opção.

Cresselia: “Como você conseguiu adivinhar?” Ele pergunta, um pouco confusa, mas também curiosa.

Drake: “Não é tão difícil, não é? Esse clichê de ser transportado a um mundo, só para salva-lo já ouvi varias vezes, e não se preocupe, irei protege-lo... ( Achava que eu era o protagonista desse negocio que estou envolvido... )

Cresselia fica um pouco ofendida com o que ele diz. Cresselia: “Você não esta levando isso a serio... Se ele morrer, nosso mundo estará perdido...” Ela termina com frieza.

Drake: “Calminha ai, estou levando isso muito a serio, mas o trabalho é fácil, não irei falhar!” 

Cresselia: “Eu espero...” Ela diz, começando a desaparecer do local, até ser parada pela voz de Drake. “Espere, tenho algo para te perguntar!” Ele grita, desesperado.

Cresselia se assusta um pouco com o grito dele, então decide escutar o que ele tem a dizer. 
Drake se acalma, depois pergunta: “Preciso saber porque vocês pokemons lendários, tem gênero agora?” Ele pergunta, com curiosidade na voz.

Cresselia: “É isso a pergunta? Esta com interesse em alguma de nós?” Ela brinca com ele, sacudindo o corpo.
Drake: “Que? Não, não dessa maneira, seria errado da minha parte!” Ele suspira, desanimado com a resposta. Ele continua: “Só responda...”

Cresselia, feliz com sua pequena vingança, decide responder: “O motivo é desconhecido, mas eu acredito que certos lendários estavam ficando com inveja de pokemons terem filhos e nós não, então eles reclamaram e Arceus concedeu o pedido.” Ela termina.

Drake fica estupefato com a resposta dela. Drake: “Espera um pouco, esse é o motivo, é serio?” Ele diz, estranhado com a resposta dela. 

Cresselia: “Pense como se fosse uma teoria aceita por nós todos...” Ela da um sorriso leve, tentando mostrar inocência, mas falhando.

Drake: “Cada coisa que inventam hoje em dia...” Ele diz, ainda paralisado.

Cresselia: “Bom, terei que ir agora, tchau!~” Ela termina e desaparece.

A sala fica escura, e Drake começa a acordar.

 


Notas Finais


Faz alguns dias que terminei o PMD: Explorers of Sky, e posso dizer que é um jogo fantástico.
Sou um Piplup e minha parceira é uma Eevee.
10/10


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