História Eu voltei Oppa! - V (Taehyung) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, V
Tags Bts, Drama, Romance, Sex, Taehyung
Visualizações 259
Palavras 1.027
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esta é minha primeira LongFic, ainda não sei quantos capítulos vai ter, mas pretendo postar no máximo a cada dois dias atualizações.
Minha personagem feminina de par com V é Lee MyungRi - 04/10/1996 [Mãe coreana, era melhor amiga da mãe de Tae; Pai mestiço coreano/canadense]

Espero que Gostem!

Capítulo 1 - Retorno


15 anos atrás, em uma noite de tempestade.
​_ Mamãe! Mamãe! Acorde!

Estávamos correndo no meio da chuva, haviamos ido visitar a vovó; procurando um lugar para se esconder, quando houve um deslizamento, mamãe me empurrou para frente e foi atingida por uma onda de terra e uma grande pedra, ela caiu inconciente, embaixo de sua cabeça se formava uma imensa poça de sangue.
​_ Mamãe por favor acorde. - Eu tinha apenas 3 anos, não sabia por que ela não se movia.

Foi quando um clarão surgiu, logo um estrondo alto seguido por outro mais baixo, uma árvore próxima pegando fogo e então uma forte dor na minha cabeça. Quando acordei no hospital horas mais tarde, meu pai chorava muito segurando minhas pequenas mãos.
​_ Meu bebê esta bem. - Sua voz era rouca e embargada, seu rosto estava vermelho e inchado de tanto chorar.
_ Cadê a Mamãe?

Depois disso, as tempestades de raios sempre me faziam chorar, principalmente o barulho dos trovões. Papai me abraçava e fazia carinho em meus cabelos até que adormecesse.

Taehyung, filho mais velho da melhor amiga de minha mãe e 1 ano mais velho que eu, era meu melhor amigo, estavamos sempre juntos. Quando papai não conseguia me acalmar era Tae quem o fazia, nos entendiamos muito bem.

Contudo, 5 anos depois da morte de mamãe, nos mudamos para Toronto/Canadá, cidade natal de papai; não dava mais para ficar naquela casa, era muito doloroso.

*Dias atuais...

Estou retornando a Coreia depois de 12 longos anos; consegui entrar para a Universidade Nacional de Seul , isso é tão nostálgico.
            Papai arrumou para mim, um apartamento pequeno de 1 quarto há algumas quadras da Universidade, e despachou minhas coisas na semana passada.

Conforme o avião pousa meu nervosismo toma conta, vou ver o Tae pessoalmente a qualquer momento. Ele insistiu em vir me buscar. Passo pelo corredor e chego no salão, há várias pessoas com cartazes, outros se abraçam felizes, tem até um casal se beijando muito, muito mesmo. Não vejo cartaz com meu nome então procuro pelo seu rosto em meio as pessoas, nada. Talvez o avião tenha chegado adiantado.

Continuo meio caminho até que ouço alguém me chamar.

_ MyungRi-Yah! - Vejo o garoto logo a frente balançando os braços para cima com um sorriso quadrado.

Conheço esse sorriso, sem pensar corro em sua direção e o abraço, meu gesto é retribuído de imediato. Quando me afasto dou uma boa olhada nele, e percebo que faz o mesmo. Sempre o achei muito bonito, mas o vendo pessoalmente, OMG esse garoto é lindo.

_ Sua viagem foi tranquila? - Santo GD, até sua voz pessoalmente é linda.

_ Ah... sim. - Se me conheço bem, devo estar bem vermelha agora.

_ Vamos, precisamos pegar um taxi até sua nova moradia. - Sorri e pega minhas malas.

_ Ok. - O que há comigo, essas respostas são muito curtas, aaaaaaaaaaaah.

O trajeto até o apartamento parece durar uma eternidade, ele tenta puxar conversa e minhas respostas mal passam de movimentos com a cabeça. Estou o deixando constrangido, sei disso.

Chegando no prédio subimos em silêncio até o andar onde fica meu apartamento, a trava na porta é diferente, não precisa de uma chave, mas de uma senha numérica. Tae a abre e me entrega um cartão junto de um papel com uma serie anotada, deve ser a senha da porta. Mais alguns minutos constrangedores em silêncio até que ele se pronuncia.

_ Eu preciso ir, tenho aula daqui a pouco - me olhou esperando uma resposta, então apenas concordei com a cabeça - mais tarde eu passo aqui e te ajudo com a arrumação. - Novamente, concordo com a cabeça.

Ele sai e me deixa ali sozinha, espero alguns minutos até ter certeza que ele não está mais no corredor e surto.

_ Mas que droga foi essa MyungRi, o que aconteceu com você? Como pode transformar um reencontro emocionante em um momento de constrangimento total e mutuo. - Solto um gemido alto de frustração e me jogo no sofá, se continuar assim, só vou piorar as coisas.

-

Passo a tarde desempacotando minhas coisas e as guardando, mal vejo a hora passar até que ouço minha barriga roncar, não tem nada para comer aqui e nem sei onde fica o mercado mais próximo; pego o celular e começo a procurar, estou prestes a  fazer um pedido online quando minha campainha toca.

_ Quem é? - pergunto antes de chegar a porta.

_ Sou eu, Tae. - Paro, respiro fundo e abro a porta.

_ Olá. - Ele fica me olhando por  um tempo até que lhe dou passagem para entrar.

_ Achei que estaria com fome, então trouxe um Hambúrguer  e batatas fritas. - Meu salvador.

Limpo o balcão e nos sentamos, começamos a comer em silêncio, isso é constrangedor, tento iniciar uma conversa.

_ Como foi sua aula? - O mais velho me olhou surpreso, engoliu o que tinha na boca e me respondeu.

_ Foi bem. Como foi sua tarde?

_ Cansativa.... e solitária. - a ultima falo mais baixo.

_ Me desculpe por isso.

_ Não, não é por sua causa, só não estou acostumada a ficar longe de meu pai. - Volto a comer encerrando o assunto.

Tae me ajuda a terminar de guardar as coisas e a limpar a bagunça. Quando terminamos, ambos nos jogamos no sofa exauridos.

_ Taehyung-Ssi, desculpe.

_ Pelo que? - Me olha de lado, sem mover a cabeça.

_ Pela minha timidez, - faço uma pausa e olho para ele - enquanto havia o oceano entre nós era mais fácil conversar.

_ Eu entendo, não se preocupe com isso, logo você se acostuma. - pisca para mim e levanta do sofá pegando sua mochila de cima do balcão. - Eu tenho que ir agora, esta ficando tarde.

_ Ah, certo, obrigado pelo jantar? - Tento um sorriso.

_ Hm. - Concorda com a cabeça - Amanhã não tem aula. - Me olha enquanto espero que continue - Veja do que precisa e amanhã compraremos..

_ Ok. - Ele acena com a mão e vai embora.

Amanhã o dia será longo.


Notas Finais


É isso, espero que tenham gostado, logo posto cap. 2


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