História Eu vou beijar você, 'ta? - Capítulo 2


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Categorias The GazettE
Tags Aoiha, Fuffly, Reituki
Visualizações 192
Palavras 733
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Opa, eai?
Esse capítulo tá chato mas juro que o próximo é top.

Sem revisão também rs

Capítulo 2 - Só pela maldade


Garfield não é o único que odeia segunda-feiras. Yuu, Takanori e Yutaka ainda não haviam dado sequer um sinal de vida e Kouyou parecia meio morto sobre a guitarra jogada na mesa, o cabelo sempre tão elogiado estava uma bagunça desde que ele tirou a touca cinzenta.

 

— Você dormiu ontem? — Perguntei jogando uma bolinha de papel nele que apenas negou movendo a cabeça. Desânimo dez barra dez. — Então… Como você anda?

 

— Do mesmo jeito que você: com as pernas. — Ele finalmente ajeitou a postura, mesmo que ainda parecesse torto, e me encarou com um sorrisinho cínico enfeitando o biquinho que ele fazia. — Já você, parece ter rolado no lugar de caminhar né? Você ‘tá todo fodido.

 

Minha cara de ofendido deveria estar ótima, já que arrancou uma risada daquela cara carrancuda dele. Kouyou é um bom amigo, mas às vezes é um pé no saco também, a sinceridade dele me assustava em alguns momentos. Se uma garota se vestisse de um jeito que a deixasse parecendo uma opaca e pedisse a opinião dele, provavelmente ele não seria nem um pouco sutil em dizer que está igual uma opaca. E não, eu não sei por qual razão utilizei opacas como exemplo.

 

— Eu sei que eu ‘tô acabado, cara. Não precisa jogar na minha cara não…

 

— Você é lerdo, se a gente não jogar as coisas na sua cara você não entende nada. — Kouyou disse e por algum motivo estranho ele estalou os dedos ao fim da frase. — Às vezes, é preciso. Sabe como é né? Você ‘tá ficando velho, talvez gagá.

 

— Cala a boca, cara. Temos a mesma idade sabia?

 

— Vai se foder, você é mais velho que eu. — Ainda teve a audácia de mostrar o dedo do meio em um gesto rebelde.

 

— Grosso. — Depois do sorriso malicioso que ele deu eu desisti até de discutir. Com a idade a gente acaba descobrindo que não vale a pena gritar e se esgoelar só para ter razão sobre algo.

 

A porta abrindo me deu um susto por estar filosofando, e o culpado era nosso líder com dois copos enormes de café expresso, um para ele e outro para quem tivesse com mais cara de morto naquele momento. Kouyou, óbvio.

Não demorou muito e Takanori chegou também, carregava seu próprio café e a bolsa de alguma marca chique que eu não fazia ideia o nome. Os fios loiros estavam arrumadinhos e dessa vez sem touca, só os óculos gigantes estilo inseto gay e a máscara preta que cobria seu nariz e boca. Já disse que Takanori fica lindo nesse estilinho meio trapper underground? Pois é, deve ser meu novo fetiche.

 

— Agora só falta o Yuu. — Disse assim que Takanori se sentou ao meu lado, colocando a bolsa de madame no meu colo. — Folgado.

 

— Shh. — Disse me roubando um selinho que eu aceitei de muito bom grado. Outra vez a porta fez aquele rangido chato – sério, alguém precisa arrumar isso – revelando o moreno todo trabalhado no preto, como um gótico, era visível o lápis escuro ao redor dos olhos felinos. — Certo, tomem os cafés e vamos logo ensaiar!


 

[...]

 

A sensação de ter um membro amputado na marra deve ser bem parecida com o que eu estou sentindo agora. As pontas dos meus dedos doíam e meus músculos pareciam ter dez vezes mais tensão do que antes do ensaio começar. Não sei como Kai ainda estava cheio de energia, talvez alguma coisa suspeita naquele café que ele e Kouyou tomaram mais cedo… Não sei.

 

— Cara, não sinto meus braços. — Yuu comentou fazendo massagem em si mesmo. Pelo menos alguém me entendia, já que o Takashima não parecia tão morto quanto horas atrás. Takanori era a mesma coisa sempre: suor, reboladas e a voz um pouquinho rouca. Nada que um chá  quente e um cochilo não resolva. — Preciso de férias, férias de dois anos só dormindo.

 

Em seguida ele se sentou no chão mesmo, entre as pernas do outro guitarrista. Kouyou ergueu uma sobrancelha mais não fez nada, hoje em dia é bonitinho ver os dois assim.

 

— Comprei uma garrafa de whisky importado, quer ir lá para casa beber comigo? — Ouvi Takanori dizer baixinho ao meu lado e sorri assentindo. — Certo, acho que dá para encerrar por hoje, o que acham?

 

— Deus é pai! — Yuu comemorou jogando a cabeça para trás e Kouyou deu um tapa em sua testa, só pela maldade mesmo.

— Te espero no hall, Taka.



 


Notas Finais


Vou postar outra reituki daqui a pouco, fiquem atentos que vou colocar o link aqui rsrsrs


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