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História Eu vou roubar você pra mim!!! - Capítulo 38


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Capítulo 38 - Entre pais e filhos.


Fanfic / Fanfiction Eu vou roubar você pra mim!!! - Capítulo 38 - Entre pais e filhos.


Apesar da sua cara de adulto pedófilo, Ban ainda era um adolescente rebelde que não aparecia em casa ah semanas e por isso, quando seu pai o ameaçou dizendo que iria até a residência de Elaine e iria faze-lo passar vergonha na frente da sua namorada. Ban não teve escolha a não ser sair ao lado dela e voltar para casa, se tem uma coisa que ele aprendeu é que quando seu pai perde a paciência ele é capaz de tudo. B

Quando Ban tinha doze anos ele teve um ataque de teimosia e apenas queria comer tudo o que ele cozinhava, ele pertubou tanto Zhivago, que o mesmo perdeu a paciência e dispensou a cozinheira por uma semana, enquanto Zhivago ia a um restaurante fazer suas refeições, Ban teve seu desejo consedido, isso resultou a uma intoxicação alimentar severa.

Foi assim que ele aprendeu a cozinhar.

Mesmo assim, antes de ir ver seu pai, ele vai tomar um banho, só de imaginar ele cheirando a cerveja ao lado do cheiro delicado de flores de Elaine, ele se sentia mal, ele realmente parecia um lixo humano ao lado da loura. Toda vez que ele ia tomar cerveja, gradativamente ele ficava bêbado e constantemente derrubava o álcool no seu corpo, com o passar do tempo meio o cheiro ficou impregnado no seu corpo e assim virou seu cheiro natural.

Ele sempre ouvia Elaine perguntando que tipo de perfume que ele usava e ele nunca contaria seu segredo.

Depois do banho, no meio do vapor, ele limpou o espelho e chegou a conclusão que seu cabelo e barba estava muito grande. 

Sinceramente, Ban não sabia o que fazer, quando ele parecia mais velho, ele podia dirigir o carro de seu pai e comprar bebidas e ninguém iria suspeitar que ele era um adolescente, mas o lado ruim é que ele provavelmente seria acusado se pedófilia se alguém o visse agarrando e beijando uma garota de aparência delicada como Elaine.

 Depois de muito pensar, Ban pegou uma tesoura e começou a cortar seu cabelo, ele fez um péssimo trabalho cortando as mesas, depois de deixar ele curto do nível em que não cobria seus olhos. Ele começou a cortar seu cabelo quando tinha doze anos, tudo depois de um ataque de raiva e para se acalmar ele cortou seu cabelo, na opinião de Ban, isso era melhor do que cortar os pulsos.

Quando terminou a sensação de arrependimento bateu no seu peito, não porque as mexas estavam todas repicadas e erradas, mas sim porque ele perdeu cinco centímetros de altura.

Depois pegou o barbeador e começou a passar pelo seu queixo lentamente.

- isso é tudo por você, Elaine.

Quando Ban saiu do Banheiro ele parecia mais jovem, mas continua com sua cara de dezoito anos, de qualquer forma ele não parecia mais um adulto afogado no álcool que faz parte de uma máfia perigosa.

Quando se secou e vestiu roupas limpas, ele foi para o escritório de seu pai.

Sua casa não era luxuosa e nem tinha dois andares, mas era o suficiente para ter uma vida confortável. Infelizmente tudo aquilo tinha um preço e era alto, Zhivago trabalhava dia e noite para manter tudo, Ban achava que era muito esforço para poucos resultados.

Ban bateu entrou no escritório sem bater.

- cheguei - anunciou.

- eu sei disso ah duas horas, você faz muito barulho quando entra - Zhivago reclamou não tirando os olhos dos papéis em suas mãos.

- estou indo - Ban se virou para ir embora novamente, ele nunca ficava em casa por muito tempo.

- estou falindo.

Ban congelou, ele se virou para seu pai sem saber se isso foi um brincadeira.

- estamos falindo, a qualquer momento vamos perder essa casa, as contas estão atrasadas ah meses. As dividas que acumulei são fodidamente grandes.

Zhivago se levantou.

- eu mereço isso. Isso só pode ser carma. Quando a minha ela faleceu, eu me afundei no trabalho, e dediquei cada segundo da minha vida a ele, perdi seu crescimento, não fiquei do seu lado. Eu mereço!.

- não, não merece.

Ban fechou a porta atrás de si e olhou para seu pai desamparado.

- eu não te agradeci em nada, mas você me deu tudo...

- não te dei carinho e não te dei meu lado paterno. Porra, até hoje não sei como você aprendeu a andar de bicicleta, a se barbear ou dirigir. Não estive presente...

O silêncio pertubou os ouvidos de Ban, depois dessas declarações de pai e filho.

- eu aprendia a andar de bicicleta depois de roubar uma...

Zhivago deu uma risada.

- não vai me dizer que você aprendeu a dirigir depois de roubar meu carro?

- acertou.

Dessa vez Ban deu risada com o pai. A essa altura tudo o que restava era rir.

- você ficou bem desse jeito...

Ban se virou surpreso, seu pai nunca o elogiou e ele pensava que seu pai não notaria seu novo corte de cabelo, já que ele nem o olha no rosto.

- você parece mais descente. Está querendo impressionar quem? - Zhivago o olhou com um sorriso.

Ban conhecia seu pai, ele conhecia que apesar de seu pai ser discreto, ele se encontrava com várias mulheres, passava uma noite de luxúria e depois voltava ao normal.

- vai se encontrar com uma mulher?

- uma garota, Elaine.

Ele demonstrou um olhar surpreso.

- aquela menina? Que surpresa, pensei que meu filho se encontrava com mulheres mais velhas.

Depois do que aconteceu com Jericho, toda vez que ele tentava ficar com uma garota mais nova que ele ou de sua idade, ele se lembrava de Jericho, se lembrava que ela era sua prima e que ele ousou transar com ela, ele se sentia enjoado só de imaginar, depois ele passou a ficar com garotas um ano mais velhas que ele.

-...é verdade...quer dizer...- Ban não sabia o que falar, ele se sentiu até constrangido.

Zhivago lançou um sorriso malicioso e as palavras saíram de sua boca sem antes passar na mente.

- então transar com Elaine foi tão bom que você quer mais?.

No momento em Zhivago disse isso, as pupilas de Ban se encolheram, seu rosto ficou sombrio e as veias pulsava em sua testa, os caninos afiados do platinado ficou a mostra.

- diga isso novamente e eu quebro sua cara!

Inicialmente, Zhivago queria começar uma conversa sem xingamentos e gritaria com seu filho, pois queria tentar criar um laço de pai e filho mais forte. Mas parece que ele disse algo que não deveria.

Ao mesmo tempo que ele ficou assustado, também ficou surpreso.

- retire o que disse.

Zhivago suou frio e ergueu os braços se rendendo.

- eu retiro o que disse!.

Ban ficou muito puto quando seu pai ensinuou que ele estava com Elaine por interesse sexuais. Ficou ofendido, principalmente que ele está o tempo todo flertando, beijando e sendo romântico(do seu jeito) com Elaine, para chegar um filho da puta e dizer que ele estava com ela por sexo. Ele nunca seria desrespeitoso com Elaine...talvez no começo ele foi um babaca, mas não mais!.

Zhivago nunca pensou que ele teria medo de seu próprio filho.

Quando a luz sombria sumiu dos olhos vermelhos de Ban, Zhivago começou a pensar em outro jeito de puxar assunto.

- trás ela para jantar.

- tá de brincadeira? - Ban ergueu uma sombrancelha e sorriu torto - isso é meio careta.

Zhivago balançou a cabeça em negação.

- trás ela para um jantar a luz de velas, seja um cavalheiro, puxe a cadeira para ela sentar, sirva ele e por fim lhe dê um anel de compromisso. Isso vai demonstrar o quanto você a acha importante.

Ban ficou impressionado.

- e use uma roupa formal, nada daquelas roupa de delinquentes.

- obrigada, pai.

Zhivago sentiu uma onda de calor no peito, Ban quase nunca o chamava de pai, mas esse soou com mais agradecimento e não de forma sarcástica.

- antes disso quero levar ela a um lugar, mas preciso do seu carro.

Zhivago pegou sua chave do bolso e jogou no ar, Ban pegou precisamente no ar.

- te agradeço depois velho!.

......................................................

Comparando com o funeral e o enterro, o funeral estava lotado, mas o enterro estava deserto. Eram apenas interesseiros.

Elaine jogou uma rosa vermelha, Halerquin encarou o caixão sendo descido na cova, ele encarou tanto que Elaine achou que ele iria cuspir nele, Helbram estava longe de tudo jogando videogame no celular.

- o velho ainda está desaparecido - Halerquin disse baixo. Ele estava usando óculos escuros, com as mãos no bolso.

- ele vai aparecer - Elaine disse sem expressão.

- antes de jogar a terra, ah algo que queiras dizer? - o padre perguntou.

- Sim - Elaine se aproximou e olhou para o caixão fechado, seu vestido voava com o vento forte - obrigada por nada, papai.

Halerquin passou os braços no ombro de Elaine e sorriu.

- obrigada pelo dinheiro, papai.

O padre ficou chocado.




Notas Finais


É................
Esse é o fim o papai mal.

∆ não consegui encontrar uma imagem legal para esse cap.(ㆁωㆁ)


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