História Eu vou roubar você pra mim!!!(revisão) - Capítulo 33


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Arthur Pendragon, Ban, Diane, Elaine, Elizabeth Liones, Escanor, Gelda, Gilthunder, Gowther, Guila, Gustav, Hauser, Helbram, Hendriksen, Jericho, King, King Liones, Liz, Meliodas, Merlin, Oslo, Personagens Originais, Vivian, Zaratras, Zeldris
Tags Baine Banlaine
Visualizações 69
Palavras 1.761
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 33 - A loucura vem no pacote do amor


Fanfic / Fanfiction Eu vou roubar você pra mim!!!(revisão) - Capítulo 33 - A loucura vem no pacote do amor


Elaine estava inquieta o dia todo, olhava para todos os lados do Colégio, Jardim, Corredor, sala de leitura, clubes, quadra, sala dos professores,  armazém, refeitório e para completar a sua humilhação estava obviamente procurando Ban. 

Sempre reclamava que ele vivia no seu pé, lhe agarrando e dando sustos mas parece que  o jogo virou e era ela que estava o procurando para todo canto, como uma BanFã, mas ele não deu as caras o dia todo. Já era intervalo, se ele estivesse faltado por preguiça ela mesmo se encarregaria de lhe dar uma bronca, pois mesmo se esforçando com Elaine para tirar boas notas, eles ainda estava em uma situação crítica e os professores duvidavam que ele conseguiria atingir a sua meta. De qualquer forma, sentia que esse não era o caso.

O dia se passou normal para alguns e felizes para outros, Halerquin conseguiu a confiança que não tinha naquele cabelo de PlayBoy e se ajoelhou e pediu a Diane seus mais sinceros pedidos de desculpas, como um verdadeiro Príncipe, sinceramente o poder dos penteados fazem muitas coisas e a loira quase vomitou quando eles se beijaram, sinceramente eles se beijam se agarrando no outro, até parecia que iam se engolir.

O amor é...estranho. ela era estranha.

- o seu irmão foi tão fofinho!, e aquele cabelo lindo me deu um tesão, quero me casar com ele!, e ter filhos!, muitos filhos - Diane se abraçava e rodopiava enquando falava e não parava no lugar.

- não!, você ainda é muito nova! - Elizabeth falou como mãe, ultimamente ela estava mas expressiva. ela iria frequentar o Colégio até fazer 4 meses de gravidez, depois ficaria estudando em casa livre de estresse, tudo isso foi imposto por Meliodas que estava completamente comprometido com a idéia de ser pai.

- eu sei, mas veja bem...

E continuaram falando, enquanto Elaine estava com a cabeça sobre os cadernos, conseguiu admitir para si mesma que ela estava com saudades dele. Ela olhou para o canto e viu Arthur falando alegremente com a tal Merlin, e depois de muito tempo conseguiu ver seu rosto, ela realmente era bonita e inteligente, tinha o rosto calmo. Sorriu, toda vez que encontrava Arthur ele sempre falava...

"Ela é incrível!"

"Tão bonita!":

"Super inteligente!"

Desejava felicidades a eles. Ela queria que Ban estivesse ao seu lado, se sentia sozinha, mesmo no meio da sua amigas e outras pessoas, estava solitária. Ban realmente fazia falta.

- Hey Baby Girl - Diane se jogou na sua mesa - você parece triste, está sentindo falta do seu monumento grego?.

Certamente se Halerquin ouvisse Diane falar assim de Ban ele morreria de ciúmes, mas a questão é que a loira sentiu uma pontada de Ciúmes no peito, que a vez fechar a cara imediatamente.

- Meu irmão não gostaria de ouvir você falar assim.

- ele não gostaria ou você que não gosta?, não precisa ficar assim eu só tenho olhos para o ruivinho - Ela falou com um sorriso convencido.

- Diane não provoque - Elizabeth pediu.

Elaine se levantou da mesa, empurrando a cadeira que estava atrás de si e saiu da sala sem avisar para o professor.

- Hey Baby Girl!...acho que falei merda - Diane falou arrependida enquantoBoa a loira se afastar com passos duros.

- com certeza - Elizabeth disse rapidamente.

- aquele loiro deve estar fazendo lavagem cerebral em você - Ela disse enraivescida. Estava acostumada com Elizabeth sempre ficar ao seu lado.

- com certeza flor...o que tá acontecendo ali no portão? - Elizabeth falou olhando para a janela com uma expressão chocada.

...................................................

Andava pelo corredor com os punhos fechados e a cabeça baixa, a respiração acelerada aos poucos se acalmava, parou na frente de um armário de qualquer pessoa, de momento para o outro ela teve um raio atingido na sya cabeça e foi quando se deu conta do que aconteceu, ela bateu a cabeça em um armário.

- merda!, acabei de fazer uma cena de ciúmes! - falou enquanto mantinha a cabeça encostada no armário e o rosto vermelho e os dentes cerrados - devo estar ficando louca!, isso foi ridículo!.

ela chutou o pobre armário ao ponto de amassar.

-isso é tudo culpa dele! - colocou a mão na cabeça e olhou para o chão - maldito!, eu devia ter o mandado para o inferno assim que eu conheci ele!, idiota ganancioso!.

Quem passasse por ali veria uma garotinha fazendo birra. Derrepente uma idéia voou na sua cabeça e ela ficou deprimida por um mero momento até começar a gargalhar.

- é isso!, eu vou embora e nunca mais vou o encontrar novamente é tão simples!, porque não pensei nisso antes!...- a voz falhou e sentiu um aperto forte no coração, o estômago revirou e foi então que percebeu que só de pensar nessa idéia, ficou triste por momentos e seu corpo respondeu de uma forma negativa - QUANDO EU ME TORNEI TÃO FRACA!.

Seu momento de loucura voltou.

- ei sua louca.

Elaine cvirou para trás com um olhar assassino. Ela teria matado a pessoas por ter acabado com seu momento de reflexão, mas era apenas o seu primo.

- para de me olhar assim - Hebram entortou o rosto e cruzou os braços vendo o olhar de cachorro louco da prima.

Logo a prima o agarrou pelos ombros e o jogou contra o armário e o prensou, igual a aqueles momentos românticos, mas a situação era bem diferente.

- eu acho que estou ficando louca? - Ela sussurrou no seu ouvido dramaticamente com os olhos arregalados.

- er...bem...depende do nível... - ele foi cauteloso com as palavras para não atiçar a loucura da prima.

- você acha que estou ficando louca! - falou alto agarrando seu colarinho.

O dia já foi difícil lidado com a nova escola e nova pessoas e não tinja o apoio de seus primos, porque um estava sendo meloso pelos cantos e o outro estava enlouquecendo.

- você está fazendo eu mudar de idéia... - falou se encolhendo. Ele viu o olhar de Elaine mudar, mas agora ela estava chocada.

- acho que estou ficando louca... - Ela colocou a mão nanica como se realmente estivesse chocada.

- você acha...!? - ergueu uma sombrancelha.

Ela o soltou e depois começou a andar pra lá e pra cá com a mão nos cabelos que agora estavam com fios em pé. 

- Elaine você está me assustando - Helbram comentou se afastando - isso só deve ser coisa do tal Ban.

- EXATAMENTE - Ela gritou - é tudo culpa dele, aquele idiota entrou na minha vida como um acidente e agora eu estou apaixonada por aquele idiota!.

- a loucura vem no pacote do amor - Helbram falou sorrindo, sua menininha está crescendo e ele continua solteiro - Elaine...Você está chorando?.

- eu sinto...saudade daquele idiota e só faz um dia que eu não vejo ele...tenho medo que depois de tudo ele tenha desistido de mim...estou completamente apaixonada! - As lágrimas começaram a escorrer, mas ela nem as sentia, pois estava aliviada de colocar tudo para fora.

Helbram se assustou no começo mas foi ficando com um olhar compreensivo e foi abraçar a prima.

- você está ficando muito sentimental, isso também vem no pacote do amor - ele acabou os cabelos da loira - eu nunca vi você mudar tanto de emoções igual hoje, tem certeza que não é bibolar?.

Elaine não falou nada mas beliscou o ombro do primo.

- minha cabeça ta doendo.

- depois de bater a cabeça no armário, você esperava o que?.

- o que vocês estão fazendo aí? - Halerquin apareceu com os braços cruzados.

- Elaine teve um ataque de pelanca - Helbram riu antes de levar um chute na canela - AI!.

Helbram saiu pulando agarrando a perna e Elaine se virou para o irmão. 

- você está chorando! - Halerquin agarrou os ombros da irmã e acariciou o rosto da pequena. Ele olhou para ela que parecia mais frágil agora e por um momento se lembrou das vezes que ela o tirou de enrascadas, ficou péssimo ao perceber que ela o defendeu de tudo apesar de ser tão pequena e frágil.

- irmão espero que você não esteja pensando que eu sou pequena e frágil.

Pequena e frágil é a aparência e o corpo dela, mas sabia que ela era muito forte e conseguia suportar qualquer coisa. Mas até quando?, pensava o que aconteceria se ela tivesse que lidar com a violência, o corpo pequeno e frágil não aguentaria uma surra igual a que ele levou no dia que Hauser apareceu.

Mas mesmo assim ela escolheu ficar, a sorte foi que Ban apareceu e então continuou aparecendo, sempre e sempre, roubando sempre a cena e conseguindo ser o herói dela.

- urg, ele deve estar sendo dramático de novo - Elaine falou vendo o irmão a olhar fixamente e as vezes mudar de expressão, isso acontecia tantas vezes que ela sempre adivinhava o que ele está pensando.

Ela se virou.

- não preciso de ninguém e de nenhum herói - Ela cruzou os braços e mais a frente virou Helbram sorrir e apontarpara trás. 

- sério?, então você não precisa de mim loirinha?

O "loirinha" já entregou tudo, só tinha ele que a chamava assim, não precisou pensar só se virou e pulou naquele idiota que abriu os braços a agarrou sem nenhuma dificuldade. 

- onde você estava! - Ela falou agarrada no seu pescoço. 

- tive que resolver algumas coisas - ele falou a levantando mais alto até conseguir fazer seus braços apoiar as pernas de Elaine.

- eu senti a sua falta - As mãos dela estava no seu ombro e graças a Ban que a apoiou nos braços ela estava da altura do seu rosto.

- eu também - ele a beijou, mas durou pouco pois Halerquin veio e puxou a sua orelha, soltando do beijo.

- Halerquin deixa de ser chato! - Helbram falou puxando seu uniforme.

Ban estava de bom humor se abaixou e colou a loira no chão mas não a soltou, com um só braço agarrou Helbram e Halerquin.

- Meu cabeloooo! - Halerquin gritou.

- para de me apertar seu vara-pau - Helbram falou espremido.

Elaine gargalhava. Aquilo se tornou um abraço coletivo.

- eu pulei o portão para entrar - Ban falou.

- não estou supresa - Elaine sorriu e lhe deu um selinho.

- a loucura vem no pacote do amor - Helbram gargalhou.

- meu cabelo! - Halerquin gritou novamente.





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