História Eu vou te amar, mesmo após a morte (Imagine Jeon JungKook) - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Eu Sou a Lenda
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Sam
Tags Apocalipse Zumbi, Bts, Guukie, Imagine, Jeon Jungkook, Jeongguk, Kookie, Mya_uchiha13, Plágio É Crime, Você
Visualizações 106
Palavras 2.254
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Científica, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Desculpa, sei que demorei muito, mas está aqui mais uma capítulo.

É bom que vocês não leiam esse capítulo perto de adultos ou amigos. Cenas fortes😏🔥

Música sugerida: The Truth Untold (Feat. Steve Aoki) – 빙탄소년단 (BTS)

Boa leitura 📖🐇!

Capítulo 10 - Chapter X


– Você veio. – Uma voz rouca soou perto de mim fazendo minha espinha se arrepiar, não podia ser. – Que bom que está aqui. – Não, impossível, meus olhos lagrimejaram e meus batimentos cardíacos aceleraram mais do que antes, virei de imediato dando de cara com aquela figura masculina que eu tanto sentia falta, era ele.

Jeon JungKook

O amor da minha vida estava ali, em pé, bem na minha frente como uma miragem em meio ao deserto do Saara.

– Não... Impossível. – Murmurrei mais para mim do que para ele. – Impossível! Você morreu. – Digo para que ele escute.

– Eu sei, parece ridículo, mas eu ‘tô aqui (S/n). – Rir, isso é tão retórico. – Qual a graça?

– Isso, você aqui sendo que você morreu, você morreu JungKook. – Rir mais uma vez. – Isso só pode ser uma pegadinha da minha mente. É! É isso mesmo! Você não ‘tá aqui, é apenas uma peça de minha mente.

– Não é peça nenhuma. – Ele deu um passo avançando em minha direção e eu dei um passo para trás me afastando dele. – Eu estou aqui.

– Não, você não está! Você só está aqui porque durante esses dias eu desejei tanto que você estivesse aqui comigo e agora eu posso te ver, na verdade acho que posso te ver, mas não posso porque você não ‘tá aqui.

– (S/n) claro que pode me ver, eu estou aqui com você. – Avançou.

– Não, sei que não está, e-eu vou fechar os olhos e contar até três e quando eu abrir novamente você vai ter sumido. É! É isso que vou fazer. – Fechei os olhos e respirei fundo inalando seu perfume que apesar dele está longe de mim se mantinha presente em todo o lugar. – Um. Dois. Três. – Abrir os olhos e sobressaltei em meu lugar e ofeguei quando ele deu mais um passo. – Já sei, daqui a pouco eu vou acordar com o despertar como eu acordo todas as manhãs.

– (S/n) você ‘tá acordada. Muito bem acordada, olha... – Se aproximou de mim e tentou pegar minha mão, porém eu me afastei mais ficando encurralada entre seu corpo e o sofá. – Toca em mim, você vai perceber que está acordada. – Se aproximou mais ainda deixando apenas um espaço entre nossos corpos. – Toque-me. – Meio reciosa levei minha mão até eu peito e toquei sentindo seus batimentos cardíacos acelerados.

– JungKook... – Murmurrei seu nome. – Você voltou. – Digo com os olhos marejados.

– Sim, eu voltei, voltei por você, voltei por nós. – Dei um tapa em seu rosto fazendo-o virar, ele me olhou confuso e indigando. – Por que? Por quê fez isso? – Abracei o corpo dele sem perder mais tempo me embreagando com seu perfume amadeirado, não o respondi, mas ele parece ter entendido. – Sentir tanto sua falta. – Me apertou enquanto eu chorava em seu peito.

– Onde você esteve durante esses anos?

– Isso é meio complicado. – Me olhou. – Sentir muito sua falta. – Segurou em meu queixo e tocou nossos lábios em um único selinho. – Vamos jantar. – Seus polegares secaram minhas lágrimas. Segurei seu rosto em minhas mãos e sorrir.

– Não acredito, não acredito que você está aqui! Que está vivo e que voltou para mim e para nosso filho. – Ele sorriu.

– Termos um filho? Um menino? – Assenti. – Me diz, qual o nome dele? Como ele é? Já tem dois anos? Quando vou poder conhecer ele?

– Calma... Eu vou responder tudo com calma. – Digo sorrindo e limpo uma lágrima solitária que caiu de seus olhos.

– Vem vamos jantar. – Ele pegou em minha mão e me levou até a cozinha onde encontramos uma mesa posta com o jantar, me sentei próxima ao Jeon e jantamos em silêncio apenas trocando olhares significativos e cheios de saudades.

Tomamos vinho que ele abriu durante o jantar, não sou de ingerir álcool e essa foi a primeira vez que bebi vinho, JungKook assegurou que não tinha álcool nesse vinho que bebemos.

Quando terminamos ele me levou até a sala e eu me sentei no sofá e fiquei observando ele que foi até a estante e ligou o som colocando em The Truth Untold (Feat. Steve Aoki) – 빙탄소년단 (BTS) e se aproximou de mim.

– Me daria a honra dessa dança? – Pediu galanteador.

– Claro. – Peguei em sua mão e coloquei a taça de vinho sobre a mesinha de centro em cima do descanso de copo, JungKook me puxou para a sacada de sua casa e me olhou, seus dedos se entrelaçaram no meu e sua mão segurou minha cintura me puxando para perto.

Começamos a nos mover de forma lenta conforme a música tocava, seus olhos se mantinham fixos aos meus e não se desviava por nada, seus lábios entreabertos me chamavam a atenção, queria acreditar que não que era tudo um sonho, mas é totalmente real! JungKook está vivo, está aqui, está dançando comigo na varanda do apartamento dele.

– Sim, nós temos um filho, um menino lindo que tem dois anos de idade. Ele se parece com você, olha JungKook queria muito te bater sabia?

– O que eu fiz? – Indagou sem entender e riu. 

– Eu esperei nove meses para ele nascer a sua cara! Mas tudo isso tem um lado muito bom, sempre que olho para o Mark lembro-me de você, até deixei que seu cabelo crescesse igual ao seu.

– Mark? Esse é o nome dele?

– Jeon Mark. – Ele sorriu. 

– Colocou meu sobrenome no nosso filho?

– Claro! Foi difícil, mas consegui. Sentir tanto a sua falta.

– Estou aqui agora e não pretendo partir novamente. – Nossos lábios se tocaram em um beijo calmo que foi aumentando a velocidade aos poucos. Seus braços rodearam minha cintura apertando-me contra seu corpo, um volume já começava a se forma em sua calça jeans.

Fiquei cambaleando para trás até que minhas costas se encontraram com o estofado do sofá branco da sala de JungKook, sua destra alisou minha coxa subindo o vestido. Por impulso empurrei ele quebrando nosso contato.

– O que foi? Eu lhe machuquei? – Perguntou se sentando e olhando para mim.

– Não, não é isso, acho que estamos indo rápido demais. – Ele assentiu.

– Você... Arrumou um padrasto para ele, não foi? Por isso não quer fazer isso. – Empurrou sua língua contra uma das bochechas, estava desconfortável e eu por minha vez rir dele.

– Não. – Falei parando de rir aos poucos. – Não, Mark não tem padrasto e ele não chama outro homem de pai além de você, eu tentei, tentei arrumar outra pessoa para que ele pudesse ter uma infância feliz ao lado de um homem que sempre estivesse presente nas apresentações da escola, que o ajudasse com o dever de casa, que o ensinasse a jogar videogame e/ou futebol, eu fui a encontros grávida e depois de ter tido o Mark, mas eu não conseguia ficar até o final sem me sentir desconfortável, era como se eu estivesse traindo a você.

– Então, quer dizer que você nunca mais transou com ninguém desde aquele dia?

– Sim, eu fui fiel a você durante dois anos JungKook. Quis esquecer e ignorar tudo o que sentia, mas era mais forte que eu mesma e não me permitia.

– Que bom saber... Achei que só eu que fiz isso, nunca consegui te esquecer, nunca consegui sequer beijar outra mulher. – Me beijou ficando por cima de mim.

– JungKook, não podemos.

– Para de resistir (S/n), você sabe tanto quanto eu que quer isso. – Beijou meu pescoço. Ele tem razão, quem eu quero enganar? Estou apenas me privando mais um pouco disso, sem falar que meu corpo está queimando de desejo por ele.

Desabotoei sua blusa e a deslizei pelo seus bíceps definidos, joguei a peça no chão da sala e arranhei seu peitoral e abdômen fazendo questão de deixar marcas vermelhas em seus gominhos.

JungKook tirou meu vestido arremessando a peça em qualquer lugar de sua sala. O acastanhado me pegou no colo e andando em direção às escadas subindo-as e entrando em um cômodo, que aparenta ser seu quarto, ele me livrou do sutiã e apertou meu seio destro colocando-a na boca e babando completamente, seus dentes prenderam sem delicadeza alguma o bico rijo de meu peito me fazendo puxar seus cabelos para trás.

Repetiu o mesmo processo no outro seio e me pôs sentanda na cama, sorri travessa para ele que negou e levou suas mãos até minha calcinha retirando a peça fina devagar, JungKook retirou meus saltos e se arrumou entre minhas pernas fazendo com que eu arqueasse as costas ao contato de seus lábios com meu clitóris inchado, seus dedos brincaram com meus grandes lábios provocando-me mais.

Agarrei seus cabelos castanhos escuros quando ele começou a chupar sem dó alguma meu botãozinho carente de sua atenção, sua língua passava por toda a espessura de minha vagina provando espasmos em meus músculos, não demorou muito para que eu chegasse ao ápice.

Ele se pôs de pé e tirou a calça juntamente com a boxe e seus sapatos, minha boca salivou ao ver seu membro que aparentava estar maior do que a última vez ou por conta de minhas lembranças falhas não me lembro do tamanho. Jeon estimulou seu instrumento e meu útero se contraiu ao ver seu pré-gozo melar toda sua glande vermelha, as veias roxinhas de seu pênis estavam marcadas em toda a sua espessura.

JungKook andou até a cômoda do quarto e pegou um preservativo rangando-o com os dentes se revestiu e me arrumei deitando perto da cabiceira da cama.

Ele entrelaçou nossos dedos e penetrou de uma vez começando a sessão de movimentos suaves como das vezes em que nos relacionamos, acho que para matar toda a saudade que sinto desse homem seria preciso “24 horas de sexo” sem intervalos, seria literalmente radical para ambos os dois e acabaríamos fazendo a descoberta de quantos orgasmos o corpo humano pode ter, seria hilário ver as notícias no jornal, seria mais ou menos “cientitas descobre a capacidade de orgasmos que o corpo humano pode ter após vinte e quatro horas de sexo com namorada”, namorada... Essa palavra, nem sei exatamente o que eu e ele somos realmente ou qual nosso estado civil agora, mas acho que se guardar por dois anos e não consegui se relacionar com ninguém nos tornar namorados.

– Mais... Mais rápido JungKook. – Falei jogando minha cabeça para trás vendo ele aumenta o ritmo agora fazendo a cabiceira da cama bater na parede juntamente com os movimentos que ele fazia.

Jeon meu beijou com paixão e saudade fazendo uma lágrima solitária correr em minha bochecha, eu estava feliz, estava com ele e agora tudo parecia está bem. Eu finalmente encontrei aquela paz que estava procurando, quando achei ter perdido ele para sempre fiquei um pouco atormenta sem saber o que fazer da vida, tanto que esse sem saber o que fazer da minha vida quase me levou a abortar mei filho.

Esse coreano deixou meu mundo de cabeça para baixo – literalmente –, os primeiros meses sem ele foram horríveis porque além de está grávida e com os hormônios alterados e tinha “perdido” o homem que eu mais amei.

JungKook chegou ao seu limite juntamente comigo, estávamos cansados e suados, fora do ritmo com toda certeza, mas não o culpo por isso, nossos corpos perderam o ritmo, dois anos é uma coisa complicada, praticamente de te fazer subir pelas paredes.

Ele se retirou de dentro de mim e jogou a camisinha no lixo do banheiro do seu quarto depois se deitou ao meu lado.

– Tem ideia do quanto sentir a sua falta? – Perguntei quebrando aquele silêncio.

– Tenho, porque eu sentir a mesma falta. – Fez carinho em minha bochecha. – Vamos tomar um banho?

– Boa ideia, que horas são?

– São... – Olhou no despertador ao lado da cama. – Dez e meia.

– Tenho que ligar para minha mãe. Me empresta uma blusa?

– Liga depois, vamos tomar banho. – Assenti e fomos para o banheiro, não aconteceu nada demais apenas um banho normal, assim que sair coloquei uma blusa é uma cueca que ele deixou sobre a cama, minhas roupas já não estavam mais espalhadas pelo chão do quarto até estranhei. Desci as escadas e encontrei JungKook na lavanderia com uma toalha na cintura. – Kookie viu minhas roupas?

– Coloquei para lavar.

– JungKook! Eu tenho que ir embora. – Olhei séria para ele.

– Nada disso, está tarde, ligue para sua mãe e avise que está bem e que vai dormir comigo hoje.

– JungKook não! Eu tenho que ir para casa cuidar do Mark e...

– Estamos sem se ver há dois anos, uma noite não vai te matar. – Fez biquinho exatamente como Mark faz.

– Tudo bem. – Neguei e fui para sala, peguei meu celular e havia algumas chamas perdidas da minha mãe, liguei para ela que logo atendeu.

Graças a Deus! (S/n) se você não me ligasse até a meia noite eu juro que iria ligar para a polícia. – Rir. – Então? Não vem para casa?

– Hoje não, mãe eu encontrei o JungKook.

O pai do Mark?!

– Sim, o pai do meu filho, ele quem me mandou a carta, ele estava vivo esse tempo todo.

Então aonde estava?

– Ainda não perguntei isso, mas prometo que amanhã assim que chegar conto tudo.

Ok, tenha cuidado.

– Pode deixar. – Desliguei o celular e encarei o moreno.

– Vem vamos dormir. – Ele segurou minha mão e fomos para o quarto, me deitei na direção da janela e abracei JungKook escondendo a cabeça em seu peito.

– JungKook? – Chamei. – O que nós somos? Tipo, ficamos separados dois anos, mas nunca transamos com outras pessoas por respeito ao outro. Qual o nosso estado civil? Namorados, solteiros, amantes?

– Diria que namorados, apesar de ter tentado não ficamos com outras pessoas, então somos namorados.

– Namorados?

– Sim, somos namorados. – Sorriu.

– Então, boa noite namorado. – Beijei seu queixo.

– Boa noite namorada. – Beijou minha cabeça, espalhei alguns selinhos em todo seu peito e depois de algum tempo adormeci.


Notas Finais


Desculpa os erros!


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