História Evangelion - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Colin Ford, Demonios, Drama, Fantasia, Histórias Originais, Lgbt, Malina Weissman, Park Bom, Poderes, Possessão, Profecia, Romance, Segredos, Teen
Visualizações 26
Palavras 2.912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá! É um prazer tê-los comigo mais uma vez.

・゚☆: Tenho de dizer que este enredo fora totalmente pensado e desenvolvido por mim, incluindo personagens, ambientações e tudo mais. Te peço para que por favor me comunique caso veja algum tipo de plágio.

・゚☆: Esta é minha primeira obra totalmente original, com universo e personagens próprios, além de que não posto nada tem um bom tempo, então espero não estar enferrujado demais. Portanto, se tiverem críticas construtivas, por favor as manifeste, seja pela timeline, mensagem privada ou até aqui pelos comentários, é de muita importância pra mim saber onde devo melhorar.

・゚☆: No banner deste capítulo, nós temos a cativante e glamurosa Lawlyet. A faceclaim base utilizada para esta personagem é a Kiana Lede.

・゚☆: Tenham uma boa leitura, e deixarei os fcs que representaram todos os principais personagens da trama lá nas notas finais para que, caso queiram, ter uma melhor visualização/associação.

Capítulo 2 - II, Iniciação


Fanfic / Fanfiction Evangelion - Capítulo 2 - II, Iniciação

    Seria algo que custosamente iria ter de esconder, ou pelo menos era o que sua mãe constantemente lhe colocava na cabeça. Cinara apenas queria o melhor para sua pequena garota e sabia que o que quer que ela fosse, não seria visto com bons olhos pela sociedade num geral, principalmente numa pequena cidade como Woods Hole.

    Aquela noite era mais uma daquelas onde a fundação resistente da antiga casa da família Gugino balançava. A pequena Evangelion de seis anos tremia em frio, mas seu corpo queimava como se estivesse sendo mergulhada num mar de chamas, e com isto suas noites de sono eram insuportáveis. Mas de fato, não era possível dizer que algo diferente não aconteceu aquela noite: Cinara presenciara com os próprios olhos o pequenino corpo de sua única filha subir pelo ar enquanto ela se revirava ainda dormindo e algumas coisas voavam pela quarto, tendo a mais velha sendo inclusive acertada por um porta-retratos no rosto.

    Nunca tinha acontecido algo daquele tipo, e certamente não havia nada que pudesse fazer por sua garota além de a confortar e cuidar. Até levou sua pequena em uma psicóloga para fazer terapia, e fora usado um método de hipnose que de fato reduziu drasticamente os episódios de crise da garota. Com sua adolescência, os episódios voltaram a se agravar, e apenas diminuíram com o auxílio de antidepressivos prescritos por um psiquiatra, a garota fora diagnosticada com insônia e ansiedade.

*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*

    Frederique deixou Evangelion em casa, pegou sua bolsa e, junto de Lawlyet, tomou o rumo da casa da garota. No rádio do carro do rapaz tocava “New Romantics” da Taylor Swift em volume baixo, ao que os dois discutiam calorosamente sobre o filme lançado a pouco: Coringa. Lawlyet colocaria suas mãos e pés no fogo dizendo que o filme estava horrível, enquanto Fred rebatia o ponto da garota. As ruas de Woods Hole estavam comumente calmas e o Baranova não passava dos trinta quilômetros por hora.

    — Como você pode achar ruim sem nem ter visto? — Fred estava inconsolável com as afirmações de sua amiga, não a entendia.

    — É tipo Crepúsculo, nunca assisti e sei que também é horrível. — Law fora completamente sincera expondo sua opinião, como sempre fora, mesmo sabendo que o loiro ao seu lado sempre fora fixado por Robert Pattinson.

    — Não! — Fred negou agudamente. — Vou posar na sua casa hoje e nós vamos assistir Crepúsculo, e todas as sequências. Ninguém pode achar Crepúsculo ruim sem nunca ter assistido, é uma regra.

    — Você é mesmo um cretino, né! — Lawlyet ria da articulação do garoto. —  Usando um filme infanto-juvenil podre para fugir das garras afiadas de Talullah Kim?! Estou decepcionada, você já foi mais decente, Baranova!

    — Eu odeio o jeito como você me desmonta num instante. —  Fred enfim admitiu estar fugindo, mas Law fora precipitada quanto a achar que fosse de Talullah. — Eu nem ao menos consigo olhar pra eles, é demais pra mim.

    — É tipo meu superpoder, e apesar de não parecer, é super útil. — A garota sorria orgulhosa de si mesma enquanto batia palmas junto da música aleatória que acabara de iniciar. — Eu acho que é comum sentir-se assim, afinal, todo mundo quer seus pais juntos e felizes, não?!

    Naquele instante um avassalador e confortável silêncio tomou conta do carro, não faltava muito para chegarem até a casa da Anagonye. Ambos os amigos pensavam em suas próprias coisas e questionamentos, tirando suas próprias conclusões.

    — E sua mãe está no trabalho hoje? — Baranova perguntara ansioso, quebrando completamente o silêncio formado por alguns instantes. Sempre amou a companhia da agente policial.

    — Não. — Lawlyet não fora nada discreta em revirar os olhos, mas não por raiva da mãe ou algo assim, era mais por preocupação. A Anagonye faltava passar mal com a forma a qual sempre pensava ter acontecido algo com a mãe sempre que esta se atrasava. —  Ela está de folga por exceder o limite de carga horária.

    — Vou ter que dar uma conversada com a senhora Anagonye então?! — Fred negava com a cabeça tentando, com sucesso, descontrair a amiga. 

    — Tenho certeza que é mais fácil ela te ouvir do que ouvir a minha ilustre e inteligente pessoa. — Lawlyet estava sendo sincera, isso porque sua mãe era como ela, uma cabeça dura, e que muitas vezes precisava que alguém lhe mostre que nem sempre está certa. 

    Tamara Anagonye acompanhara toda a gravidez de Laura Fitzgerald, na época ainda Baranova, de perto. As mulheres se conheceram ainda moças, eram ambas líderes de torcida dos Guepardos de Woods Hole, uma época de ouro que atualmente só existe nos álbuns de fotos e nas lembranças delas. A mulher ajudara muito Laura a cuidar do pequeno Frederique, mesmo ela sendo tão inexperiente quanto a melhor amiga, mas fora assim que desenvolveu certas manhas para quando engravidou de sua primeira e única filha: Lawlyet.

    — Não tem nada haver com o assunto, mas… — Frederique repentinamente recitou, e logo suspirou, seu nervosismo era palpável. O volante onde mantinha suas mãos gritaria com a força aplicada a si naquele momento, se pudesse.

    — Você está saindo com um garoto. — Aquilo fora obviamente uma tentativa desesperada de Lawlyet em não iniciar o assunto ao qual Fred estava pronto para tocar, odiava ter de falar sobre a melhor amiga, tentava fingir que eram apenas peripécias de sua cabeça e que Evangelion estava perfeitamente bem.

    — Estou preocupado com a Eva. — Ignorou completamente o que a amiga disse anteriormente, seu olhar era fixo na estrada. — Ultimamente ela tem estado muito agitada ou abatida. Você se lembra bem do que aconteceu da última vez que ela ficou assim, né?

    — Se tiver como esquecer, me conte como. — Era raro ver a Anagonye tão incerta do que pensar como neste momento. — Você também está sentindo como se algo ruim se aproximasse cada vez mais, mas você não sabe de onde vem e nem como se proteger?

    — É exatamente como eu me sinto com as provas da Senhora Kavner. — Fred finalmente desviou daquela assunto que parecia ser uma enorme pedra recaindo nos ombros dos dois ali. — E não, não estou saindo com ninguém, você sabe que ninguém me quer.

    — Repete isso que eu chuto lá no quintal do idiota do Johnny Bravo. — Lawlyet finalmente tomou de seu incrível humor novamente.

    Para Fred, não existia coisa pior do que o vizinho loiro e bombado de Lawlyet, Steve Doneca, o lançando flertes. Não que o “Johnny Bravo” fosse feio, mas ele era simplesmente um babaca narcisista, assim como o brutamontes do desenho. 

*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*

    De pés descalços andava Evangelion pelo vasto e delicadamente decorado quarto ao qual chamava de seu. Em suas mãos carregava sua amada escova de cabelo, enquanto terminava de ajeitar seu pijama ao corpo. Ao olhar no espelho de sua penteadeira, sorriu com a forma a qual sua franja estava bagunçada. Por horas aquela sensação ruim havia sumido, porém, o sorriso da garota fora murchando conforme fora sentindo-a retornar. Trocou algumas mensagens no seu grupo de mensagens com Law e Fred e, por fim, tomou sua medicação e dormiu. O passar de horas fora tranquilo, mesmo que tenha tido um estranho sonho com Talullah. Via a mulher chorar num canto em posição fetal, a reconhecia pelo incomum e enorme cabelo que passava-lhe quadril e seguia despenteado pelo chão. Conforme andava em direção a ela, mais longe a mulher ficava, e isto a intrigava, atiçando sua curiosidade. Passara um tempo tentando chegar nela, até que, num piscar de olhos, ela sumiu.

    Seus olhos abriam lentamente, seus ouvidos choravam em excitação com o reconfortante tintilar das gotículas da chuva que se chocavam com sua enorme janela. De fato sentia uma vontade imensa de continuar na cama. E fora com mensagens dizendo a mesma coisa que pode sorrir, ao ver Fred mandando uma foto da janela do quarto de Lawlyet, denunciando um imenso horizonte chuvoso, e Law em seguida enviando uma foto dele de costas enquanto tirava a foto a tal foto. Levantou-se preguiçosamente, prendeu os cabelos num coque torto e tomou um rápido banho. Usava simples jeans, camiseta e um tênis baixo, porém, fora esperta em ouvir a voz de Cinara ecoar em sua mente, a mais velha sempre lhe falava para levar um casaco.

    — Acho que está na hora de cortar. — Eva resmungava para si mesma enquanto media o comprimento de sua franja com os dedos. — Definitivamente está na hora de cortar.

    Se apressou em descer até a cozinha, onde sua mãe lia um jornal enquanto degustava de um pedaço de torta e uma xícara de café puro.

    — Deixei um pedaço de torta para você na geladeira, amor. — A mais velha contou a outra, mas sem tirar os olhos do jornal. — Você quer que eu te leva até o colégio?

    — Ah, está com uma cara ótima. — Sorria sapeca enquanto tomava do seu pedaço de torta em mãos para comer. — Por favor. Eu vou comer rapidinho e a gente pode ir já.

    De fato comera quase que em apenas três abocanhadas e correu para escovar os dentes. Cinara esperava pacientemente em seu Impala 61, seu tão amado conversível vermelho. Fazia tanto tempo que não usava a capota que inclusive demorou para lembrar de como fechá-la. Num vulto vira sua filha vindo apressada, entrando desajeitadamente no carro. O portão da garagem lentamente se abriu, e lá foram mãe e filha.

*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*

    Fred havia tido uma longa e prazerosa noite de sono, não havia como ter noite ruim após o incrível ensopado que apenas Tamara Anagonye sabia fazer, tal prato era sua comida favorita desde os sete anos de idade. O rapaz trajava uma calça de moletom preta justa e um blusão também preto, ambas as peças eram roupas que tinham ficado na casa da garota de outras vezes que posara lá, nos pés calçava seu adidas preto.

    — Tinha roupas suas mais coloridas aqui. — Law falava de forma óbvia enquanto respondia algumas mensagens de Evangelion. — Tá indo pra um funeral, é?

    — Sim. — Riu de forma anasalada enquanto dava um jeito em seus fios aloirados. — Para o meu. Não sei com que cara vou olhar pra Talullah, e provavelmente meu pai vai me dar uma bronca daquelas mais tarde.

    — Você sempre se safa inventando uma mentira que me envolve, sua cota gay mal desenvolvida. — Lawlyet fizera sua melhor feição de inconformada, pois sempre que via Oscar Baranova, não sabia direito qual a última mentira que Fred tinha contado. Em resposta, Fred lhe mostrou a língua e, em seguida, riu da forma pela qual foi chamado.

    — Isso é homofobia, tá?! — Frederique disse com os pulmões cheios de ar, fazendo uma falsa birra. — Eu tava pensando em dizer que você estava com medo de assistir “It” sozinha, então eu te fiz companhia, mas cai no sono.

    — Sua piranha mal amada. — A Anagonye gargalhava incrédula. — Foi você quem deixou meu braço roxo de tanto apertar enquanto assistia esse filmezinho capenga!

    — Eu não tenho culpa se o Bill Skarsgård me deixa afoito assim. — O rapaz inutilmente tentava se defender. — Deus me livre, mas quem me dera.

    — Meu filho?! — Lawlyet retoricamente o clamou. — Você está precisando assistir coisas que prestem. No caso, Interestelar, direção de Christopher Nolan, aclamadíssimo e sem defeitos. Fora que você me fez te ouvir falar sobre Robert Pattinson durante Crepúsculo, e não satisfeito, tinha que colocar It. Essa sua tara por palhaços alienígenas e vampiros de glitter realmente grita que você tem que procurar um tratamento urgente!.

    — A cinéfila boazona ataca novamente. — O rapaz revirou os olhos. — Minha psicóloga acredita que eu me atraio por pessoas que me inspiram curiosidade, ou me façam sentir medo. Mas ela está errada sobre muitas coisas ultimamente…

    — Pare já com esse seu joguinho cínico de deixar coisas no ar. — Lawlyet tomou impulso e ficou de pé, pronta para repreender o Baranova. — Se não vai contar, fica com a boca fechada, vadia.

    — Eu não sou uma vadia. — O loiro novamente revirou os olhos e rodopiou-se na cadeira giratória da penteadeira da Anagonye. —  Sou um garoto de um homem só.

    — Cale-se, fedido. — Lawlyet apertava os olhos em falsa irritação. — Quando eu te chamo de vadia, é me referindo a sua personalidade, Regina George de Chernobyl. Se tu fosse um filme, com certeza seria Meninas Malvadas 2, podre.

    — Poxa, chamar de Meninas Malvadas 2 é crueldade demais até para você. — O Baranova colocou a palma de sua mão no peito, fingindo que o comentário o aflingiu ali.

*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*

    Evangelion se encontrara à pouco com seus inseparáveis amigos. Batiam um papo antes que o sinal os obrigasse a seguir caminhos diferentes. 

    — Vocês sabem que o papel do Brad Majors já é meu, né?! — Frederique faltava cantarolar, de fato tinha dado tudo de si na audição para tal papel no musical “The Rocky Horror” que o colégio estava a planejar.

    — Janet Weiss, prazer. — Lawlyet que também fizera audição acompanhava a empolgação do amigo.

    — Eu espero que o musical não seja cancelado. — Eva dizia. — Eu iria amar ver vocês juntos, como marido e mulher.

    — O que eu vou amar ver mesmo é o Jackson naquela tanguinha dourada. — Lawlyet brincara, deixando Eva completamente vermelha.

    — A tanga ficaria vazia, pois é só o sinalzinho. — Frederique falara com certa ousadia e agressividade que quase passara despercebida pela Anagonye.

    — Qual é a faixa etária mesmo? — Evangelion fora esperta em suavemente mudar o rumo da conversa.

    — Dezesseis. — Frederique rapidamente a respondeu. — Acho que a melhor parte de tudo vai ser ver a cara dos pais.

O trio, por fim, fora atrapalhado pelo agudo sinal. De modo que fora realmente cada uma para um canto, inclusive Evangelion que tinha absoluta certeza de que tinha aula de física, de modo que pegou seus livros e seguiu para a sala. Fora surpreendida ao pular para dentro do cômodo e ser surpreendida por alunos sophomores tendo uma interessante aula sobre doenças sexualmente transmissíveis.

    — Droga. — A garota praguejava ao procurar por seu horário e se dar conta que tinha aula de educação física, e não de física. Queria se enfiar num buraco após interromper justo aquela aula. Agora tinha de correr guardar os livros que havia pego, e pior, atravessar todo o colégio até o vestiário, se trocar e ir para a aula de fato.

    Em sua corrida pelo colégio, que por algum motivo parecia estar com os corredores mais longos e estreitos, pode ver uma silhueta feminina por alguns instantes, de vestes avermelhadas aquela mulher estava. Fora completamente tirada sua atenção da mulher pelos braços imensos e musculosos de James Rock. O rapaz do time de basquete a segurava pela cintura com força, e ela sem entender o que estava a acontecer apenas tentava se desvencilhar dele.

    — Você não pode fugir, Evangelion. — A voz de James tinha um tom mais grave, algo nada sutil e completamente diabólico, a garota não demorou a se dar conta de que seja o que fosse, não era o atleta ali. Não sabia se algo havia tomado o corpo de seu amigo, ou apenas tomado a forma dele, para a afetar.

    — Me desculpe por isto, Jam. — Eva incomumente lhe lançou para longe dela, com aquilo que muitos chamariam de dom, mas para ela eram um fardo terrível. Com este movimento proposital e rápido, sua cabeça fora aflingida por uma intensa e aguda dor.

    Eva já não conseguia mais suportar o peso de seu próprio corpo ao sentir tamanha dor em sua cabeça, como se esta fosse implodir. De joelhos fora ao chão, suas mãos apertavam as têmporas, em uma forma inútil de tentar fazer aquela dor aguda ser amenizar. Mas,, de repente, veio apenas o silêncio, a dor passou, mas sua mente ficou uma completa bagunça.

    Tic Tac Tic Tac Tic Tac

    “— Anda, Eva. — As vozes infantis de Law e Fred ecoavam num estridente coro. Os dois clamavam pela amiga que se enrolava em descer pelo escorregador, estava amedrontada. — Não precisa ter medo, se não quiser não precisa escorregar.

    — Garotas são tão bocós. —  Lá estava Anthony Baranova, primo de Fred e talvez a pessoa mais asquerosa que Eva teria o desprazer de conhecer. — Anda logo, sua idiota.

    As mãos de Tony empurraram a Gugino, e conforme ela escorregava desajeitadamente pelo escorregador, sentia um medo imensurável e seu grito era de agonia. Antes de sequer chegar ao chão, algo aconteceu. Frederique e Lawlyet foram impulsionados para trás, mas por sorte não se machucaram. Já Anthony fora jogado lá de cima do escorregador, tendo seu braço esquerdo e as duas pernas quebradas.

    O Baranova e a Anagonye pouco falaram sobre o ocorrido. Anthony ficou tão traumatizado que defecava nas calças sempre que via Eva, afirmando que ela tinha a feição de um demônio, o que todos lhe diziam ser bobagem.”

    Acorde, garota!

    — Senhorita Gugino? — Talullah clamara pela garota aparentemente abatida ao chão. — Você está bem, querida?

    Evangelion deixara a mulher num vácuo por um tempo, até reorganizar todos os seus pensamentos e relembrar do que acabara de acontecer consigo. Fora lentamente retomando o controle de seu corpo.

    — Senhora Kim? — Eva tinha sua respiração descompassada, e ficara abismada ao não haver vestígio algum de James, os armários onde ele fora arremessado estavam em perfeito estado. Tudo indicava de que ela tinha sonhado acordada, ou estava ficando louca como sempre temeu. — O que aconteceu?

    — Eu ouvi seus gritos, e quando cheguei você já estava quieta no chão, sem responder. — A mulher lhe emanava uma aura preocupada, e realmente parecia falar a verdade. — Olha querida, não sei se existe um momento certo para falar disso, mas acho que seria conveniente se começasse a vir até mim após as aulas, eu posso te encaixar num horário. Eu posso te ajudar com seus problemas, Evangelion.


Notas Finais


Os faceclaims dos personagens são:
Malina Weissman; Evangelion
Kiana Lede; Lawlyet
Colin Ford; Frederique
Michelle Fairley; Cinara
Park Bom; Talullah
Choi Hansol; Jackson


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