História Evelyn - Capítulo 12


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Categorias Harry Potter, Once Upon a Time, Rizzoli & Isles
Tags Evelyn Malfoy, Harry Potter, Severus Snape
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Palavras 1.334
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - De menina a mulher.


Quando Evelyn e Draco chegaram a Londres e os pais perceberam o que havia acontecido com a garota, entraram em desespero, pois sabiam da fixação do Lord das Trevas pela mesma, cogitaram a hipótese de manda-la para a casa dos Lestrange até que a criança nascesse para que pudessem se desfazer da mesma. Evelyn gritou, chorou e fez com que Narcisa entendesse que o bebe era seu neto, que não seria justo que ela ficasse sem o filho, mesmo que tivesse que ser expulsa de casa. Narcisa lembrou do dia em que Evelyn nascera e do que Lucius havia dito e logo pôs se ao lado da filha, eram 3 contra um, pois Draco também apoiava a irmã, afinal, não havia sido culpa dela (ou havia?), não seria justo fazer aquilo. 
Após muita discução resolveram deixar que Evelyn tivesse a criança e a criasse, mesmo que Lucius odia-se a história de ser avô, ainda da filha que tanto odiava. Mas mesmo assim deixou que ela proceguisse com a gestação.
Evelyn estava mais aliviada, mas evitava sair do quarto enquanto seu pai estava em casa, pois não queria ter que ouvir o mesmo falar como ela era a desgraça da familia e coisas do gênero, vivia em seu quarto, observando a forma que sua barriga crescia com tamanha rapidez, sentia-se feliz e assustada ao mesmo tempo, pois sabia que iria em menos de dois meses ter um filho, teria que amadurecer na marra, pois agora ela deixaria de ser apenas filha e se tornaria mãe.

Os meses se passaram rápido e logo Evelyn completou 9 meses, estava ansiosa e muito nervosa, Narcisa tentava acalma-la para que não prejudicasse os bebes, mas era quase impossível, Evy passava seus dias em claro olhando para a barriga e querendo que o filho ou filha chegasse logo, queria poder tê-lo em seus braços para ter certeza de que o mesmo era filho de Snape, o que ela temia agora, pois tinha medo que os pais descobrissem seu romance com o professor.
O dia havia passado tranquilo, nada estava diferente do habitual, Evelyn estava sentada junto a mãe, olhando para a lareira, enquanto Draco e Lucius conversavam próximo a porta, seus pensamentos estavam longe. Estava tudo calmo até a mesma sentir uma dor forte sob a barriga, aonde levou a mão. Narcisa olhou para a mesma e logo levou a mão a barriga da filha. - O que está sentindo? O que houve Evelyn?– disse preocupada. Os olhos de Evy estavam marejados- Senti uma dor muito forte embaixo da barriga... mãe...– murmurrou e logo levou as duas mãos a barriga, sentia a mesma enrigecida o que lhe causava uma dor muito forte. Cissa deu um pulo do sofá e olhou para o filho– Draco, me ajude, vamos levar ela para o quarto, ela está entrando em trabalho de parto. - Draco correu para ajudar a mãe, enquanto Lucius continuou imóvel ao lado da porta, via a expressão de dor no rosto da garota, o homem pela primeira vez viu a mesma como filha e não apenas um móvel da casa, correu para junto de Narcisa, Draco e Evelyn e pegou a garota no colo, a levando para o quarto.
Todos ficaram estapantados com a atitude do homem, mas Narcisa sabia, que mesmo tendo renegado a filha durante boa parte de sua vida, Lucius a amava, viu várias vezes o mesmo parado diante do berço da garota quando a mesma era bebe, tentava faze-la ficar quieta, brincava com a mesma escondido, era algo diferente, ele não sabia demonstrar o amor pela filha, mas agora, diante da expressão de dor da mesma, ele não teve outra reação a não ser tentar amenizar a dor da filha, por mais desgosto que tivesse naquele momento, ela era sua filha e ele sentia-se no dever de protege-la.
Correu com a garota para o quarto e a colocou na cama. Evelyn encolheu-se e soltou um urro de dor- Mãe! ta doendo... me ajuda!– suplicou, olhando para a mãe, que logo sentou-se ao lado da garota- É assim mesmo filha, calma, logo você terá seu bebe, logo tudo vai ficar bem, meu amor.–disse baixinho. Draco correu para chamar o médico, que veio minutos depois, Draco e Lucius sairam do quarto, deixando apenas a garota, o médico e Narcisa, que segurava a mão da filha. As horas passavam rápido e Evelyn sentia cada vez mais dor. O médico a examinou e o bebe já estava pronto para nascer.- Quando sentires as dores, pode fazer força, o bebe está pronto para nascer- disse calmamente. Evelyn olhou para a mãe, que apenas acariciou a cabeça da garota, que chorava baixinho. Logo veio uma contração extremamente forte e Evelyn começou a fazer força, não emitia nenhum ruído, nenhum grito, nada, apenas sentia as lágrimas escorrendo por seu rosto, enquanto podia sentir sua pele rasgando para que a cabeça do bebe pudesse sair, foram mais 2 forças e logo bebe estava em seus braços, mas mesmo assim a garota disse que ainda doía e para a surpresa de todos a mesma fez força e com apenas uma força outra criança nasceu, os olhos de Cissa marejaram ao ver as duas crianças e logo perguntou ao médico- O que são? Qual o sexo dos bebes.– falou, desviando o olhar para a filha que ainda estava meio aerea. O homem esboçou um sorriso e logo após limpar as duas crianças, olhou para a mulher.- São duas meninas, duas lindas meninas..– disse sorrindo, logo trazendo as pequenas em seus braços entregando a Evelyn, que agora chorava ao ver o rosto das filhas- Mãe...elas são lindas...– disse em sussurro, viu que apesar de serem gemeas as garotas eram diferentes, uma delas era loira, como sua mãe e todos da família, tinha o ar sereno e doce, a outra era mais agitadinha, tinha cabelos negros e a fez lembrar muito de Snape, tinha certeza, eram filhas do homem. Olhou para a mãe e logo ajeitou-se na cama- A loirinha, receberá o nome de Narcisa... em sua homenagem mamãe e a morena, o nome de Charlotte, pois é um nome imponente.– disse por fim. Narcisa estava totalmente emocionada ao saber o nome das netas. Pegou as pequenas no colo para deixar Evy descansar e logo colocou as meninas no berço, viu que ambas eram muito parecidas com a filha quando nasceu, mas viu em Charlotte, detalhes de outra pessoa a qual a mesma conhecia como ninguém, engoliu seco e tentou não pensar naquilo pelo menos não naquele momento.
Saiu do quarto e foi para a sala aonde o marido e o filho a esperavam ansiosos- E então, nasceu? Qual o sexo? – perguntou Draco, com um pequeno sorriso no rosto, enquanto Lucius apenas olhava a esposa com um olhar atento.- Nasceu, na realidade.. nasceram... – disse a mulher, que ostentava um largo sorriso e os olhos marejados- Nasceram? Isso quer dizer...– perguntou Lucius, mas não conseguiu completar a frase.- São gêmeos.. ou melhor, gêmeas, são duas meninas..– contou. A expressão de surpresa no rosto dos dois eram nitidos, Draco correu para o quarto para ver as sobrinhas, mas foi orientado por Narcisa para que não fizesse barulho, pois a irmã estava dormindo. Lucius permaneceu imóvel, olhando para a esposa- Meninas? Gêmeas?– perguntou novamente, logo sentindo os olhos marejarem, mas desviou o olhar para que a esposa não visse- Sim, nossas netas nasceram.. Narcisa e Charlotte..- Cissa estava orgulhosa e extremamente contente com a chegada das netas, olhou para o esposo e segurou seu rosto, o virando para si, viu que o homem chorava, sem emitir qualquer som, logo o abraçou e o aninhou como fazia com o filho. - Eu a maltratei tanto... tratei nossa filha tão mal..- disse baixinho, em tom de lamentação. - Pois agora prove que a ama, temos duas netas lindas e precisamos ajudar a nossa filha a cria-las, pois sabemos que ela é ainda apenas uma menina.. que está se transformando em uma mulher, em uma mãe..devemos ensina-la que não é tarde para mudar...



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