História Evelyn - Capítulo 17


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Categorias Harry Potter, Once Upon a Time, Rizzoli & Isles
Tags Evelyn Malfoy, Harry Potter, Severus Snape
Visualizações 19
Palavras 1.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Vingança


Os meses iam passando extremamente rápido, estava muito próximo do grande ataque a Hogwarts, Evelyn, juntamente com os comensais, viviam fazendo vigias para descobrir o paradeiro de Harry, apesar dela mesma não estar nem ai para o mesmo, muito pelo contrário, se fosse possível ajudaria o garoto a acabar com Voldemort, devido ao ódio que tinha do mesmo por conta do estupro. Mas era claro que não faria, afinal se o Lord das Trevas caísse, ela mesma cairia e não colocaria seu "trono" em risco. Gostava do poder dado a ela, desde criança gostou de liderar e sabia que esse era o seu destino.
Após uma das vigias a qual comandara, ao invés de ir para casa, fora caminhar pelo beco diagonal, estava encapuzada e por isso ninguém conseguia ver seu rosto, por conta da sombra que o capuz fazia. Caminhava pelas vielas, parando próximo a entrada em um bar qualquer, ouviu algumas risadas vindo do mesmo. - Você tinha que ver o rosto do Lucius quando pegamos as netas dele e acabamos com as duas em dois tempos... – dissera uma voz masculina e logo bateu na mesa- Pena que a vadiazinha da filha dele não estava, iria adorar brincar com ela e logo depois matar as duas bastardas na frente dela. Porra, aquela vadia é gostosa.– continuou, estava visivelmente bêbado. Ao ouvir tais palavras, Evelyn sentiu um ódio sem tamanho tomar conta de seu corpo, sentiu seus olhos arderem, provavelmente estivessem verdes ou até mesmo azuis, não iria invadir o local e apenas mata-lo, iria esperar, ficar esperando o mesmo sair.
Escondeu-se na escuridão e ficou esperando, a medida que ouvia os homens conversando, acabava ficando ainda mais irritada, mas tentava manter-se calma para que não fizesse a coisa errada. Quando viu o homem sair do bar, deu alguma distância para o mesmo e logo foi o seguindo, o mesmo nem imaginava o que estava por vir, Evelyn conseguiu o conduzir até um local mais isolado, aonde o abordou - Ei imbecil..- disse, dera um leve sorriso, sem deixar que o mesmo visse seu rosto. O homem virou e ficou a encarando - O que quer hein vadia?– falou, passando a mão pelos lábios. Evy deu um pequeno passo na direção do mesmo e logo retirou o capuz, sem desmanchar aquele sorriso frio, era um sorriso desafiador, maldoso, ergueu o olhar e o encarou, o que fez o homem dar dois passos para trás. - Então estas se gabando de ter matado duas crianças não é? Porque não pega alguém do seu tamanho? Seu saco de bosta!– disse friamente, enquanto caminhava lentamente em direção ao homem, que estava paralisado de medo, nunca a via estado diante da mulher, podia ver o ódio no olhar da mesma e era aquilo que lhe dava tanto temor. - Eu..eu...– gaguejou. Evelyn dera uma gargalhada e logo o olhou fixamente- Você..você, ta com medinho, né seu inútil! Matar duas crianças foi fácil demais, elas não tinham defesa alguma!– gritou. Viu o homem tentar correr e nem ao menos pensou em sacar sua varinha, lançou um feitiço antigo que o fez ficar preso. -Não, não mesmo, eu não terminei..acha mesmo que deixarei você ir embora? Vamos brincar primeiro, depois eu deixo, tá?– disse em tom sarcástico. Baixou e juntou o homem, o jogando contra um toco de árvore. A força que a mesma era algo sobrenatural, o homem tentou gritar e se soltar das cordas invisíveis, mas isso era impossível. 
Evelyn caminhou até uma árvore e pegou um pedaço de madeira, caminhou lentamente até o mesmo, que se debatia, não disse nada, absolutamente nada, fez o mesmo esticar as pernas e deu apenas um golpe em suas pernas, as quebrando, o homem urrou e ela adorava ouvir aquele som, amava ouvir tudo aquilo, o som da dor, era o mínimo que aquele verme merecia, mas ainda não estava bom.- Grita... grita filha da puta, você acabou com a minha vida e vai pagar caro por isso, vai pagar muito caro!– disse friamente, ela não usaria magia naquele homem, ela queria poder sentir o sangue dele escorrendo por suas mãos, queria sentir o doce gosto da vingança, vingar a morte das filhas. Fez o mesmo esticar as mãos e logo deu apenas uma paulada em cada uma, desfacelando os dedos do mesmo, o sangue do homem espirrou em seu rosto, deixando marcas como se a mesma tivesse chorado. Ele gritava, chorava, suplicava e aquilo estava a irritando de uma forma, que acabou imaginando o rosto das filhas, a dor pelas quais as pequeninas passaram. Duas lágrimas escorreram, mas Evelyn as limpou, segurou o homem pelo pescoço e o colocou de 4, tirando suas calças e cueca. - Não... por favor...me perdoa- o homem disse quase sem força, mas a mulher ignorou, pegou o mesmo toco de madeira e o introduziu no anus do homem, o que fez o mesmo gritar, o sangue agora escorria, manchando a neve branca sob seus pés. O homem dera apenas mais um suspiro e morreu, ela não estava satisfeita, não mesmo, aquilo era pouco. Pouquíssimo na realidade, queria provar que não estava ali para brinquedo, conjurou uma faca e o degolou, saiu do local segurando a cabeça do homem e deixando o resto do corpo ali, a mostra a todos que quisessem meter-se com ela, agora sabiam que a menininha havia morrido, que a doce e meiga Evelyn havia ido embora e que agora era ela, a Lady das Trevas, Evelyn Druella Malfoy que havia ficado no lugar, uma pessoa sem coração, sem qualquer escrúpulos.
Quando desaparatou em casa os pais estavam na sala, juntamente com Draco, ao verem a mulher chegar coberta de sangue e segurando um saco de pano, assustaram-se. - Filha, o que houve, você esta bem?– perguntou Narcisa, levantando-se e indo em direção a mesma. Evelyn a olhou com ar de superioridade e sorriu de uma forma macabra- Estou ótima mamãe.. trouxe um presente a família- após isso retirou a cabeça do homem e colocou sobre a mesinha. Ao ver a ação da filha, Narcisa deu um grito.- Eu avisei para nunca mexerem comigo ou com as minhas filhas, este infeliz acabou com a minha vida e eu acabei com a dele... Este nunca mais vai chegar perto de ninguém..– disse. 
Draco e Lucius estavam imóveis, sem acreditar que a garota fosse capaz de fazer aquilo mesmo. 
Evelyn os ignorou e subiu as escadas, deixando a cabeça do homem sobre a mesa e um rastro de sangue por onde passou.



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