História Even When I'ts Over, I'll Still Love You - Capítulo 1


Escrita por: e SunsetSong

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Personagens Originais
Tags Chansoo, Chany, Dokyungsoo, Incesto!au, Parkchanyeol, Pproject, Preciousproject, Soo
Visualizações 61
Palavras 2.723
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Musical (Songfic), Slash
Avisos: Homossexualidade, Incesto
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁ AMORAS!

Bem vindas a mais uma de minhas obras!

Este é o meu debut no projeto, então, eu estou realmente ansiosa para saber as reações de vocês.

Provavelmente ninguém esperava ver um incesto dentro de uma de minhas Fanfics - honestamente nem eu esperava -, mas, como podemos ver, nem tudo é o que parece!

Espero que gostem da leitura.
*Sunset Song*

Capítulo 1 - I Promise...


Nada pode confortar o meu coração,

Porque eu sei que um dia você vai embora
Por favor, não me deixe, eu quero segurar a sua mão
(EXO - Promise)

 

Eu o observava caminhar em minha direção. O modo como ele se movimentava era gracioso, assim como seu sorriso. Sua voz, eu me lembrava, soava como as folhas deixando as árvores no outono, um som familiar e acolhedor. Suas feições delicadas, muitas vezes se assemelhavam às de uma criança, de tão estupidamente fofas que eram.

Às vezes eu me perguntava se Do Kyungsoo era real. Mas, uma vez que comprovei sua existência com minhas próprias mãos, eu já não podia ser tão idiota a ponto de fantasiá-lo como a ilusão a qual ele se assemelhava. Seus dedos pequenos brincavam com a barra do moletom que ele usava, enquanto seus olhos felinos esquadrinharam atentamente o sorriso em meu rosto. Era quase como um tique nervoso.

Desci meus olhos por todo seu corpo, analisando suas vestimentas. Sua calça colada marcava bem os músculos firmes de suas pernas e deixava sua bunda avantajada ainda mais agradável aos olhos. Em contrapartida, o moletom azul claro que ele usava, lhe dava um ar mais inocente e cuidadoso. Era como ver o filho perfeito que Kyungsoo era para a família, e o Kyungsoo provocante que apenas eu conhecia, ao mesmo tempo.

Meu sorriso se ampliou mais ainda ao vê-lo corar sob meu olhar examinador. Mas como poderia ser diferente? Para seus pais, Kyungsoo era o ser mais tímido que existia na face da Terra, não que isso fosse uma completa mentira, mas também não era de todo verdade…

— Hey, criança, não vai vir cumprimentar seu tio preferido? — perguntei sorrindo de forma doce para meu pequeno Do.

Kyungsoo me encarou sob os grandes cílios negros e caminhou até mim em passos curtos e rápidos, jogando-se em meus braços logo em seguida, braços esses que já estavam abertos, prontos para recebê-lo com todo amor e carinho que ele merecia.

— Senti sua falta, tio Chany… — murmurou meu bebê de forma manhosa e eu beijei seus cabelos. Sempre fomos muito carinhosos um com o outro, então seus pais nunca estranharam esse tipo de interação entre nós dois.

— Largue ele, Kyung-ie, ou seu pai ficará com ciúmes! — avisou a mãe de meu bebê. Encarei meu irmão que sorria contente com a cena. Eu o conhecia o suficiente para entender que ele ficava feliz em saber que Kyungsoo era bem aceito pela família de uma forma que ele mesmo não foi quando tinha a idade do meu pequeno.

Pais divorciados de um filho adolescente, ambos ocupados demais com suas próprias vidas para terem tempo de cuidar da criança, era isso que seus pais eram. Não que comigo nosso pai fosse muito diferente, mas minha mãe sempre foi mais cuidadosa que a dele e eu também sempre o tive por perto, então, diferente de meu irmão, eu nunca estive completamente sozinho no mundo.

— Estou vendo o ciúme… — brinquei sorrindo ao apertar ainda mais o abraço que dava em Kyungsoo. — Não se preocupe, Jisoo, eu não vou matar seu filho de amor.

— Hyung… — resmungou Kyungsoo de forma abafada, já que seu rosto estava sendo pressionado contra meu peito. — Está me matando.

Imediatamente desfiz o abraço e encarei meu pequeno, examinando cuidadosamente seu rosto em busca de qualquer ferimento que eu pudesse ter lhe causado. Kyungsoo sorria de forma fofa e eu não vi nenhum vergão ou vestígio de sangue em sua pele, mas percebi que seu peito subia e descia de forma rápida por causa da respiração ofegante.

— Mas matá-lo de sufocamento é outra história, não é? — brincou Jisoo, revirando os olhos. Eu sorri constrangido e baguncei de leve os cabelos de Kyungsoo que se balançava nos próprios pés, parecia ansioso com algo.

— Hyung, eu comprei uma câmera nova, ela está lá em cima, no meu quarto. Quer ver? — perguntou Kyungsoo e eu me limitei a concordar com a cabeça.

Deixei que ele me puxasse escada acima em direção ao seu quarto. Subimos todos os 17 degraus às pressas sem nem olhar para trás, mas seus pais também já estavam acostumados com isso.

Eu e Jungsoo tínhamos quase 19 anos de diferença já que ele nasceu a partir do primeiro casamento de nosso pai; então eu era, consequentemente, mais próximo de Kyungsoo do que dele, afinal, meu pequeno era apenas 2 anos mais novo que eu, e, como nós dois havíamos crescido juntos, era normal que tivéssemos uma relação forte.

Assim que atravessamos a porta de seu quarto, ouvi o barulho da tranca da mesma ser acionada e, segundos depois, senti dois bracinhos puxando meu pescoço para baixo enquanto meus lábios tocavam algo macio.

Eu sentia falta daquilo, todos aqueles abraços apertados e beijos doces me faziam uma falta tremenda na rotina corrida que eu estava levando a algum tempo, e sentia que Kyungsoo não estava muito diferente pela forma que ele apertava seus dedos em meus cabelos. Na verdade, Kyungsoo parecia estar sentindo tanto a minha falta quanto eu sentia a dele.

— Eu te amo — sussurrou ele ofegante quando nos separamos. — Eu te amo muito! Por favor, Chany, não fique tanto tempo longe novamente, isso estava me matando!

— Desculpe, bebê, mas meu chefe não estava me dando uma trégua no trabalho! Qualquer serviço extra que precisava ser executado ele mandava para a minha mesa… — resmunguei. — Não sei o que o Sr. Byun tem contra mim, nunca fiz nada que me condenasse como um mau trabalhador.

— O problema não é você, hyung, e sim o fato de que aquele Baekhyun é um aproveitador de homens inocentes e está apenas esperando a próxima brecha para dar o bote. — falou de forma chateada. Franzi o cenho surpreso com sua acusação e ri de leve com sua escolha de palavras.

— Está sugerindo que o idiota do meu chefe, está fazendo nada mais, nada menos, que dando em cima de mim? — perguntei confuso.

— Não estou sugerindo, estou informando um fato! — afirmou, balançando a cabeça enquanto embrenhava seus dedos pequenos em meus cabelos. — Você é muito sonso, Chanyeol, só assim ‘pra não perceber as encaradas nada discretas que o seu chefe dá quando você passa do lado dele. Até o Jongin percebeu naquela vez que ele foi me acompanhar quando eu te visitei na empresa! — o mais novo bufou alto, me fazendo sorrir um pouco mais. — Bem que ele poderia ser menos descarado, né? Você me disse que todo mundo lá sabe que você namora, então por que o Sr. Byun não se toca que você não é espelho ‘pra ele ficar encarando toda hora?

— Está com ciúmes do meu chefe, Do Kyungsoo? — perguntei sorrindo e vi as bochechas de Kyungsoo corarem no ato, me fazendo gargalhar.

— Seu chefe é um aproveitador de adultos gigantes e inocentes! — acusou, fazendo bico.

— Está dizendo que sou inocente, pequeno Do? Está mesmo dizendo isso? — perguntei em um tom de quase desafio. — Você sabe muito bem que pessoas inocentes não podem ficar se escondendo com os filhos de seus irmãos para namorar, isso seria muito errado.

— Então somos errados. — afirmou, puxando-me em direção a sua cama. Sentei sobre o colchão macio e Kyungsoo ficou em pé, entre minhas pernas, seus braços permaneciam enlaçados em volta do meu pescoço. Seu rosto se aproximou do meu e ele sorriu minimamente antes de selar novamente nossos lábios.

— Eu senti sua falta. — segredei quando nos afastamos. — Ficar sem você é horrível. Estar longe do seu abraço me causa frio, e eu tive tanta saudade de seus lábios… Às vezes, antes de dormir, eu ficava lembrando da sua voz, eu ouvi você cantar pra mim do jeito que apenas Do Kyungsoo sabe fazer tantas vezes que tem momentos em que sua voz chega de supetão na minha mente no meio do dia, desde então eu tenho dormido a noite como um bebê. Sua voz é tão bonita e calma que afasta os piores pesadelos...

— Está me deixando envergonhado… — protestou Kyungsoo, escondendo o rosto em meu ombro. Eu ri baixo com o seu comentário. — Também senti sua falta, hyung, estar sem você por perto é horrível. Minha mãe disse que eu tenho estado tão triste que ela está pensando em me mudar de escola, ela acha que o problema vem de lá… Mal a mamãe sabe que a culpa de todo meu atual estado de espírito vem na verdade da família, queria muito descobrir qual seria a reação dela quando visse seu único filho nos braços do tio mais novo!

— Ah, é provável que eu seja preso… — brinquei, beijando sua bochecha. — Tirar a inocência de crianças fofas não é algo bem visto nos olhos da sociedade.

— Nem se a criança fofa fosse a culpada por tirar a inocência de um adulto que mais pareceria uma criança se fosse comparado com ela própria? — perguntou, erguendo o rosto novamente para me encarar.

— Acho que sim, normalmente as crianças fofas são doces demais pra fazer esse tipo de coisa. — falei, balançando a cabeça. — Sorte minha que de fofo você só tem a aparência e o jeito…

— Está dizendo que eu sou pervertido? — perguntou, fingindo-se ofendido.

— Estou afirmando que você é pervertido, bebê. — falei, rindo de sua expressão indignada. — Acha mesmo que eu seria capaz de fazer qualquer coisa que corrompesse meu sobrinho preferido se você não estivesse me assediando há tanto tempo?

— Yah! Eu nunca assediei você! — protestou, batendo em meu peito. — Apenas tomei atitudes que você tinha medo de tomar!

— Será que é porque, pra mim, Do Kyungsoo era um bolinho fofo demais para cair nas garras de alguém como eu? — afirmei, abraçando sua cintura. Kyungsoo revirou os olhos. — Onde já se viu, logo eu, Park Chanyeol, instigando uma criança a fazer coisas de adulto?!

— Tantas pessoas no mundo e eu fui me apaixonar logo por meu tio chato… — ele resmungou, fazendo uma careta.

— Tantas pessoas no mundo e eu fui amar logo meu sobrinho assediador. — estalei a língua no céu da boca de forma desgostosa e senti um tapa fraco ser dado em meu braço direito, me fazendo rir.

Kyungsoo se aproximou novamente e seus lábios voltaram aos meus. Deixei que ele comandasse o beijo num ritmo lento e maravilhoso, deixando sua língua dançar de forma lenta em minha boca, assim com eu fazia na sua.

Com Kyungsoo as coisas eram sempre assim, acolhedoras demais, fofas demais, viciantes demais e, bom, eu amava isso também.

— Temos que descer. — falou quando nos separamos em busca de ar, seu olhar direcionou-se para o relógio preso em seu pulso direito. — O almoço está quase pronto, daqui a pouco minha mãe sobe aqui pra chamar a gente, ela vai achar estranho encontrar a porta trancada…

Senti-me triste com a possibilidade de me afastar novamente de Kyungsoo, mas apenas concordei com a cabeça, me levantando da cama. Beijei brevemente seus cabelos macios e caminhei em direção a porta de seu quarto.

— Hyung? — chamou Kyungsoo antes que eu tocasse na maçaneta. Virei-me para encará-lo e meu coração se apertou ao perceber que Kyungsoo tinha lágrimas escondidas nos olhos grandes. — Nós nunca vamos poder sair daqui, não é? Quer dizer… As pessoas nunca poderão saber da gente?

Eu suspirei e me encostei na porta. Estava na hora de ter aquela conversa, ou ao menos iniciar ela. Eu e Kyungsoo estávamos juntos há alguns meses, quase um ano, mas permanecíamos escondidos do mundo julgador a nossa volta. Nós nos amávamos e já havíamos demonstrado isso um ao outro de diversas formas, mas as pessoas em nossa volta viam aquilo apenas como uma relação normal entre tio e sobrinho, nada mais que isso porque, se nós contássemos a eles a verdade por trás de cada um dos pequenos atos de afeto que demonstrávamos em público, coisas ruins poderiam acontecer a nós dois e isso era tudo o que eu gostaria de poder evitar.

— Sim, meu amor. — falei, me aproximando dele. — Infelizmente, sim. Eles não podem saber sobre o que existe entre nós, Kyungsoo-ah, podem tentar nos machucar se isso acontecer…

— Por que tem que ser assim? — perguntou num tom choroso enquanto balançava a cabeça. — Por que a gente não pode apenas amar quem quiser e quando quiser? Por que eles precisam agir como se amar fosse errado?

— Eu não sei, Kyungsoo — neguei com a cabeça, abraçando seu corpo pequeno, apertando-o contra mim —, eu sinceramente não sei do porquê de não podermos simplesmente amar sem escrúpulos. O mundo em que nós vivemos é mau de diversas maneiras, bebê, você sabe disso, eu sei que sabe.  Mas mesmo assim, nós temos que continuar a conviver com isso, viver nele, viver dentro desse mundo mau. Estar perto dessas pessoas julgadoras, é a única forma de sobrevivência que existe no momento…

— Eu só queria poder te abraçar na frente deles! — protestou, deixando algumas das suas lágrimas caírem, enquanto eu segurava as minhas próprias com toda força de vontade que ainda me restava. — Eu queria poder te beijar, te apresentar como meu namorado e poder andar de mãos dadas com você pelas ruas! Isso é pedir demais? É pedir demais querer apenas ser feliz? É pedir demais apenas me permitirem amar?

— Eu sinto muito, bebê. — falei, suspirando. Acariciei seus cabelos com calma, ouvindo os soluços que escapavam de seus lábios. — Kyungsoo, eu te amo muito, e eu sei que você me ama também, mas as pessoas a nossa volta, incluindo os seus pais, elas não veriam a situação dessa forma… Eu sinto muito não poder lhe dar tudo o que você quer, meu amor, eu sinto muito mesmo, você não faz ideia do quanto eu queria poder fazer tudo o que você disse e um pouco mais, mas… Nós não podemos fazer coisas assim, não podemos nos expor dessa maneira, se fizéssemos isso, poderíamos nos machucar, e eu não quero te ver machucado…

Kyungsoo escondeu o rosto no meu peito e ali chorou tudo o que tinha para chorar. Olhei para o teto, tentando acalmar minhas próprias lágrimas, mas estava sendo difícil.

Eu queria poder amá-lo como ele merecia, queria poder levá-lo para sair nos melhores restaurantes da cidade, queria poder segurar a sua mão e dançar com ele sem receber olhares tortos. Mas Kyungsoo era homem assim como eu e, acima de tudo, ele era meu sobrinho. Nosso amor era forte e verdadeiro, eu sabia disso, mas ainda tinha medo do que poderia acontecer mais pra frente, afinal, querendo ou não, nosso amor não era apenas impossível, ele era errado e inconsequente, só que, ainda assim, era amor.

E eu sabia que, se apenas amor fosse o suficiente para superar todos os obstáculos que surgiam em nosso caminho, nós já teríamos cruzado a linha de chegada há muito tempo. Só que amar não era o suficiente para o mundo e nós precisávamos aprender a lidar com isso, mesmo que doesse tanto quanto doía.

— Eu prometo que continuarei cuidando de você e te protegendo independente de tudo. — sussurrei contra seus cabelos. — Prometo te amar ‘pra sempre, mesmo se tudo acabar.

A verdade era que, assim como sabemos que as flores estão fadadas à morte quando o inverno chegar desde o momento em que floresceram, nosso amor estava fadado ao fracasso desde o momento em que percebemos a existência de tal sentimento. Em um dia próximo, um de nós cansaria de ficar escondido, e então finalmente faria a escolha final. Mas antes desse dia chegar, antes que essa relação que cultivamos com tanto esmero se torne inexistente; antes desse dia chegar e todas essas malditas escolhas serem feitas, eu apenas queria amar Kyungsoo o máximo possível para que, quando tudo acabasse, não houvessem arrependimentos.

O ponto é que, mesmo quando tudo isso não passasse de lembranças de uma adolescência bem vivida, eu ainda o amaria. Não apenas porque ele era meu sobrinho, mas sim porque era a pessoa mais incrível que eu já havia conhecido na face da Terra.

Kyungsoo merecia isso, merecia ser amado e amar verdadeiramente alguém. E eu me sentia imensamente feliz por saber que, ao menos por aquele momento, eu era esse alguém.


Naqueles dias bonitos
Cada pedacinho de memória dos tempos que eu passei com você...
Você disse com convicção “vamos criar milagres”
Usando o meu coração para sentir, eu sei que você estará ao meu lado
Eu juro a você que quero o nosso “para sempre”
Eu não deixarei ninguém machucar seu coração
Este é o meu único compromisso

(EXO - Promise)


Notas Finais


E aiiiiiii?

Bom? Legal? Mais ou menos?

Tentei buscar um pouco dos pensamentos que pessoas que possuem um relacionamento como esse para escrever a fanfic, espero que tenha conseguido fazê-lo...
Bom, antes de terminar aqui, quero agradecer a um ser maravilhoso chamado @OneDLovatc que betou essa fanfic, e também a @yoonmintears que fez essa capa incrívelmente linda - ainda não superei o lacre...

Agora, se você que está lendo isso agora não conhece o @PProject, super recomendo dar uma olhada nas Fanfics já postadas, garanto que vai se surpreender com o trabalho de nossa equipe.

Foi isso Amoras! Espero ver vocês em minhas próximas Fanfics para o projeto.

*Sunset Song*


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