História Every Little Thing - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Mötley Crüe
Personagens Nikki Sixx
Visualizações 14
Palavras 1.759
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


depois de 92921 dias eu vim postar
eu tô com tanta preguiça, mas vou postar nem que seja na força do ódio
aliás o titulo da fanfic é uma música que amooooooo dos Beatles, sem medo de dizer mais ela é a minha favoritaaaa
eu como não tenho mais o famoso saco para ficar enrolando, vai ser tudo rápido para que a história também termine ainda nesse ano aaaaaaaa
obrigada pela atenção <3

Capítulo 2 - .starry eyes.


Fanfic / Fanfiction Every Little Thing - Capítulo 2 - .starry eyes.

NA MANHÃ SEGUINTE

― É a quarta vez só nessas duas semanas que estamos aqui seu idiota, – Doc dizia ao baixista enquanto estavam na sala de interrogatório, o empresário estava cada vez ficando farto com as atitudes de Sixx. ― nem Tommy que é outro babaca está fazendo tanta merda quanto você.

― E o que você tem em mente? – indaga pretencioso, fazendo com que o outro odiasse-o ainda mais.

― Imbecil, – retruca vendo-o rir. ― você não me dá outra escolha a não ser te forçar a parar de agir como um adolescente de merda.

― Como assim?

― Simples, você terá um prazo de dois meses para mudar. – responde sentando-se a cadeira em frente ao músico.

― Quê? – ria em escárnio. ― Você só pode estar doido, porra?

― Depois que comecei a lidar com os animais que são, não tem como não enlouquecer. – dizia. ― Eu vou pagar a sua fiança e você vai começar a pensar em mudar esse seu comportamento, você deveria estar contente pelo prazo que estou te dando e não reclamando.

― Isso só pode ser o fim do mundo! – fala de forma esganiçada, balançando a cabeça inconformado.

― Ou é isso, ou você mofa na cadeia na próxima vez. – Doc dá o ultimato. ― Agora levanta essa bunda daí e vá para casa, porquê eu não quero ver teu rosto por hoje.

Ouvindo o barulho estridente da porta sendo fechada, Nikki passava as mãos sobre o rosto chegando aos cabelos quase puxando-os, no entanto vendo que ficar careca não adiantaria de nada, levantava-se da cadeira para que pudesse sair da delegacia. Ele sabia muito bem quem havia mandado parar naquele ambiente, contudo Sixx não guardava nenhum resquício de raiva pela vizinha, estava ciente do porquê de ter parado ali. Passando pela sala, o delegado esperava-o para que o mesmo assinasse uma ata.

― Esses rockstars acham que podem fazer o que quiserem, – dizia o cujo demonstrando nojo. ― para tipos como vocês nem deveria ter direito a fiança, e sim prisão perpétua.

― Porque você não ch...

― Chega Sixx. – Doc interrompe-o antes que falasse qualquer coisa que pudesse colocá-lo novamente atrás das grades. ― Chega de me dar tanto trabalho, você é um caso perdido.

― Por algum a caso eu pedi para você me ajudar? – indaga vendo o empresário apenas revirar os olhos em cansaço, desistindo em ter qualquer dialogo com Nikki.

Consecutivamente, Nikki seguia em direção ao veículo de Doc para que fosse levado para casa. Nesse percurso, decidiu ficar calado, apenas mantendo suas atenções as paisagens, o que de fato deixava Doc um tanto preocupado, mas agradecido que ele havia decidido cooperar de boa vontade. Ao chegar na residência, Sixx estava assustado de como tudo estava em seu devido lugar.

― Não precisa me agradecer, – Doc argumentava. ― enquanto você estava preso mandei limparem, agora sim isso está parecendo uma casa, e não uma selva quando eu cheguei.

― Eu n...

― Vai começar? – interrompe-o novamente.

― É, obrigado. – dá ombros, quando Doc sorriu por vê-lo agradecer mesmo de modo desajeitado. Agora, estando sozinho, jogava-se ao sofá em busca de uma solução para que auxiliasse em sua mudança, afinal, Sixx não gostaria de ficar pelo resto da sua vida na cadeia. Foi quando o baixista fechou os olhos, entregando-se ao sono profundo diante o sofá confortável que estava deitado, esquecendo por um momento dos seus problemas.

 

TEMPOS MAIS TARDE

Nikki acordando no susto, olhava para fora vendo que algumas horas haviam sido perdidas, levantava-se do móvel aproveitando para espreguiçar-se e bocejar, sentindo mais sono. O baixista sabia que todo aquele marasmo que estava em si era por conta da noite ruim em que esteve na cela, mexendo o pescoço de um lado para o outro ouvindo o som dos estralo dos ossos, levanta-se do sofá em busca de algo que pudesse sanar a fome que então fazia-se presente em meio a solidão e a quietude da casa. Indo para a cozinha, encontrou alguns biscoitos de chocolate, com preguiça de cozinhar, acabou pegando-os para levá-los a sala.

Enquanto colocava alguns a boca, observava que na fresta da porta havia uma carta. Por algum momento, pensou que poderia ser de algum fã, já que era costume ter a casa cheia de presentes, alguns um tanto peculiares. Recolhendo o envelope, via que tratava-se da prefeitura, tomou um sobressalto pensando se estavam por reivindicarem sua saída dali, contudo sua dúvida caiu por terra ao ver o destinatário.

― Pamela Wright, hum. – sorriu interessado quando por descuido viu algumas folhas caírem do envelope. ― Mas que merda, – estranhava por vê-lo aberto. ― quem diabos manda uma correspondência aberta? – continuava intrigado ao abaixar-se para catar as folhas, foi quando viu que parte delas estavam amassadas e também sujas de chocolate. ― CARALHO! Agora a maluca vai pensar que eu abri essa merda, por que eu fui mexer nisso? – continuava a procrastinar quando em numa delas observou o valor de duzentos mil reais. Ao dar atenção, notava que tratava-se de uma dívida em relação a casa. Então ao ver aquele valor, Sixx fora notando que os seus problemas eram minimamente idiotas e sem sentido perto do dela. ― E agora, o que eu faço?

Nikki sabia que deveria entregar, mesmo daquela forma, caminhando pela janela o homem viu que ela estava fora de casa conversando com um homem bem vestido. Não importando-se o quão poderia ser pertinente, saiu para entregar a documentação porque era de extrema importância. Saindo calmamente pela porta de trás da casa, cuidando para não ser visto, caminhava até poder ouvir o que os dois conversavam.

― Sabe que precisa pagar a casa, – o homem diz. ― você tem uma semana para conseguir os duzentos mil para evitar com que a prefeitura tome-a de você.

― Sabe como eu não tenho como bancar uma dívida dessas, eu teria que passar dez anos trabalhando para pagar. – comentava desesperada. ― Ontem cortaram a minha luz por não ter pago a minha conta, eu e minha filha estamos no escuro.

― Sinto muito, mas eu estou fazendo apenas o meu trabalho. – o homem rebatia. ― Se o seu pai não tivesse gasto tudo em jogos e tivesse mantido o patrimônio de vocês intacto nada disso estava acontecendo.

― Você cuide essa boca suja para falar mal do meu pai, – discutia. ― ele de fato não era o melhor pai, mas nunca me deixou com que faltasse nada para mim e para minha filha.

― Olha só, eu estou aqui para apenas dizer que você deve pagar, – Sixx pode sentir ódio ao escutar a forma em como o outro dizia. ― passar bem e até daqui uma semana... Vai ser melhor quando derrubarem essa casa velha para baixo.

Nikki colocara a mão sobre a boca, um tanto espantado e bravo com o comportamento do desconhecido, ouvindo o ronco do carro notou que o automóvel saía de frente da casa da garota. Engolindo em seco, caminhava para encontrá-la sentada na escada com a cabeça baixa fungando. Cena que fez com que o baixista sentisse incomodado por ver que a vizinha ao lado estava prestes a ser expulsa da própria casa com uma criança. Chegando próximo, ele sentiu o aperto no coração por ter que entregar a carta, seus passos fizeram com que ela brevemente levantasse o rosto deixando visível os olhos brilhantes e marejados.

― O que faz aqui? – indaga contristada.

― Entregar... – olhava para o envelope. ― Entregar isso... Acho que você pode imaginar o que seja...

― Você ouviu? – arrancava o envelope das mãos dele. ― Você abriu?

― Calma, foi sem querer.

― Com que direito? – por mais que estivesse sendo grossa, Nikki entendia a reação dela.

― Sem querer, por favor, eu posso te contar como soube? Ou será difícil?

Pamela dá ombros, secando as lágrimas.

― Eu acordei em casa e encontrei a correspondência, então ao pegar, as folhas caíram no chão. – explicava sentindo-se acuado temendo do que ela poderia ser capaz. ― Eu vinha entregar até ouvir parte da discussão, e eu sinto muito.

― Sabe Sixx, sentir muito não saldará a minha dívida. – dizia de forma insossa. ― Eu tenho uma filha pequena que depende de mim, e eu estou fracassando como mãe, eu de fato sou um fracasso, então palavras de conforto não irão me ajudar em nada, eu já estou ciente de que irei perder a única lembrança sólida da minha infância, da minha família. – a morena levantava-se. ― Então obrigada por ainda mais piorar a minha noite.

― Ei, tudo bem que você não está passando por um bom momento, – ele encosta no braço dela. ― mas não precisa ser grosseira comigo, não.

― Hã, é engraçado você me pedir algo sendo que quando eu pedi para você parar com as suas festas, você fazia pouco caso. – dava risada. ― Em algum momento eu devo ter perdido a consciência, não é possível que você esteja me pedindo algo impossível de eu mudar.

― Eu sei que não tenho direito nenhum mesmo de te exigir alguma coisa.

― Ainda bem que sabe disso. – deu ombros, contudo em meio ao sofrimento ele podia ver os olhos estrelados dela que ainda haviam algum brilho neles. ― Bom, você pode voltar para sua casa, já fez o que deveria ter feito, boa noite.

― Espera aí, – outra vez encostava-a no braço, puxando-a. ― será que você pode parar se ser um pouco orgulhosa e aceitar passar a noite na minha casa?

― Que brincadeira de mau gosto é essa? – arca uma das sobrancelhas.

― Quem disse que estou brincando? Eu só quero ajudar. – sorriu de forma simpática querendo sim ajuda-la e mostrando boa intenção para a moça. ― Tá, eu admito que vindo de mim é estranho porquê eu não estou usando o duplo sentido da coisa, mas eu quero pelo menos me desculpar pelo o ocorrido de ontem.

― Não só o de ontem como de quase todos os dias. – dava ênfase as demais discussões.

― É, também. – sorria de forma forçada e envergonhada.

Agora estava nas mãos da garota aceitar o convite do moreno, Pamela percebeu que de fato Nikki não havia maldade alguma por recitar tal pedido, aquele Nikki era tão diferente do que ela estava acostumada, sendo assim ela percebia do como ele muito belo. Sixx estava feliz por pelo menos conseguir dar um consolo, uma ajuda sem nenhuma troca suja por trás, além do mais ele sabia que parte daquilo estava no encantamento que teve naquele olhar tão emblemático mesmo em meio a sua dor.



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