História Everything Change :: L3ddy - Capítulo 2


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Palavras 2.348
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiii, quem fala e escreve dessa vez sou eu mesma, Yuki Gameplinhas, prazer gente ;w; min mata

Isso tudo fica por minha conta, flw *-*



Boa leitura 📖😴

Capítulo 2 - Capítulo II


✥Luba✥





Mas porque caralhos eu tô triste? Triste? Ai meu Deus! Eu não gosto do T3ddy! Não gosto! N-Ã-O G-O-S-T-O! Porque aquela simples cena me fez mudar de humor repentinamente? Invés de estar achando aquela tolice engraçada e inofensiva e de estar morrendo de rir, tô nesse estado, achando aquela tolice totalmente desnecessária e dolorosa e quase me afogando em lágrimas que insistiam em sair aos poucos. 


Tirei o óculos e limpei a minha face molhada, após isso voltei a colocá-los e segui em direção aos dois bêbados sem noção que ainda se encontravam no chão, mas já com suas bocas separadas, peguei os dois pelo pulso com força para ser mais fácil e principiei em levantá-los.


— Oi meu amooor. - T3ddy fala arrastado com um hálito enorme a álcool enquanto chega mais perto de mim colocando o seu braço em volta de meu pescoço, quase que eu ia tendo enjôos apenas com aquele cheiro absurdo.


— Amor meu pau, cê tá bêbado urso. - ditei rude e passei o braço pela sua cintura, lhe permitindo ter equilíbrio e para ajudá-lo a andar melhor, fiz o mesmo com o cacheado que até agora estava apenas perdido olhando para o nada com seus pensamentos de unicórnios peidando arco-íris enquanto fumam maconha e dançam akunamatata. 


— Bêbado? Eu tô óptimo Lucsas. Porque nã tá curtino tamben? - vejo seu rosto se aproximar do meu, mas eu me afasto, o moreno cada vez estava ficando mais entregue à loucura, nem as falas saiam corretamente nesse momento.


— Onde é que eu tô? ...Será que tô em a Lagoinha? - escuto Mauro falar meio baixo e em seguida dar uma risada retardada, "Puta que pariu, o que eu fiz pra merecer isso", penso.


— VOCÊS CALAM A BOCA PELO AMOR DE DEUS! - grito me deixando levar pela raiva e desespero, atraindo alguns olhares para os quais nem dei importância.


Arrasto os dois pelo meio daquela multidão toda até chegar na entrada/saída da balada, indo em direção ao carro de Nakada, deixo ambos dentro do mesmo nos bancos de trás e eu sigo para o banco de motorista, durante tudo isso ficavam falando coisas desconexas e totalmente sem sentido. 



⚘⚉☉✺✺☉⚉⚘



Eles acabaram adormecendo no caminho de volta para o prédio, o que por incrível que pareça, ou não, conseguiu me dar mais trabalho do que daria se estivessem acordados, tive que levar Lucas e Mauro no colo, um de cada vez obviamente, até ao apê, pelo menos o elevador não tinha parado de funcionar como eu temia já que esse primeiro dia em São Paulo tá correndo tudo terrivelmente mal. 


O de óculos até foi fácil de levar, magrinho como ele é, já Olioti puta que me pariu, tá precisando fazer uma dieta ein? Qualquer dia ainda começo levando ele para o crossfit junto comigo, quilos precisam ser perdidos naquele ser humano sinceramente.


O moreno acabei deitando na cama e Nakada no sofá da sala, vesti uma roupa mais confortável de minha mala, mais falando, o pijama, e fui até ao banheiro lavar o rosto e quando me olhei no espelho foi inevitável não rever as malditas imagens do beijo M3ddy. 


Porque isso me incomodava tanto?... Ah, agora já entendo o porquê, eu era o único que não estava curtindo, eles poderiam ter ficado comigo, me fazendo companhia e bebiamos juntos, mas não, me abandonaram ali, e ainda por cima curtiram OS DOIS JUNTOS... É, deve ser isso. 


Fui interrompido de minhas lamentações quando ouvi algum barulho de algo se quebrando, vindo do quarto, me assustei e sai disparado até lá, achei um T3ddy com as mãos puxando o cabelo, sentado de joelhos na cama, e um abajur com a lâmpada em pedaços no chão, vários cacos de vidros estavam espalhados.


— O que você fez??!?! - questionei ainda assustado, o mesmo me olha de olhos arregalados e bufa.


— Eu quebrei sem querer, eu apenas estava me virando na cam-Ai! - vejo Lucas colocar a mão na testa de repente e fazer uma careta feia.


— Tá doendo? - pergunto me aproximando pelo trajeto que não tinha perigo de cortes, "PARA DE SE PREOCUPAR! ELE FEZ BOSTA O DIA INTEIRO!" penso. - Quer dizer, ninguém mandou beber tanto até perder seus sentidos Olioti!!! - mudo meu comportamento sem mais nem menos e o repreendo como um pai dando um sermão no seu filho, por um lado a minha relação com o moreno se resumia na minha pessoa cuidando dele. 


— Por isso que minha cabeça tá latejando. - resmunga, se manda para trás, se deitando de novo e solta um longo suspiro, eu me sento na beira da cama e fico pensativo por uns 2 minutos.


— Vá tomar banho, nos encontramos na sala. - mando curto e grosso e me levanto sem olhar na cara dele, eu ainda tava puto. - Aproveita e escova os dentes. - me retiro do quarto em seguida, deixando um ser de olhos castanhos sem palavras, confuso e surpreso pela minha atitude.


Lá achei Mauro ainda dormindo com uma baba escorrendo pela sua boca, reviro os olhos com nojo, mas logo dou um pequeno sorriso, vou na cozinha e pego um guardanapo, volto para a sala, me agacho do lado dele e limpo o líquido com cuidado, ele começou a se mover. 


— Luba? - esfrega os olhos bocejando e observa em volta. - Ué, como que eu fui parar aqui? - indaga com um enorme ponto de interrogação na testa e se senta com dificuldade, eu dou uma baixa e anasalada risada.


— Eu trouxe você e o T3ddy, já estavam mais bêbados que o Homer cara. - por mais confuso que o encaracolado estivesse não evitou rir da minha comparação, não, eu não tava puto com o Mauro, afinal, quem o puxou foi o T3ddy, podia muito bem ter caído sozinho, mas nãaaao. 


— Sendo assim, o que tenho a dizer é obrigado. - assinto e fico de pé novamente, me ajeitei do seu lado no sofá e ficámos conversando um pouco, mas a maioria do tempo eu fiquei perdido em meus pensamentos e perguntas e Nakada perdido em suas lamúrias de dor.



T3ddy





Ai mano, nunca tive uma dor de cabeça como essa desde aquela festa louca do Chris [Aut/Yuki: Inventei,nao sei *-*], puta merda, tá doendo demais, chega a pulsar. O que eu não entendi é porque o Luba tá tão frio comigo, quando eu estava bêbado fiz algo de tão errado assim? Ele não costuma ficar desse jeito... Passados alguns minutos costuma ficar tudo bem entre a gente, dessa vez não parece que vá ser que nem hoje de manhã.


Fiz como ele disse, peguei um pijama aleatório, uma toalha e fui até o banheiro, entrei no box e tratei de botar a água bem gelada pra arrefecer minha cabeça, ainda estava doendo muito, mas aos poucos foi ficando melhor.


Saí, me vesti e escovei os dentes, só agora eu tinha percebido o tamanho cheiro alcoolizado que minha boca continha, e que antes de tomar banho era meu corpo inteiro cheirando dessa forma, que horror. 


Espero que o loiro fique de boa comigo, esse primeiro dia com ele cá tá correndo um desastre, começou comigo esquecendo de pegar ele no aeroporto e agora essa balada de merda em que alguma coisa que ele não gostou aconteceu e eu estou dentro desse alguma coisa, eu não queria que tivesse começado assim essa semana.


Me retirei do banheiro e segui em direção da sala, encontrando Mauro e Luba batendo papo no sofá, pelo menos sei que o Nakada não está envolvido no que aconteceu, senão Lucas estaria puto com ele também não é?


— Oi. - falo simples, até agora o loiro estava sorrindo, mas seu sorriso se desfez quando nossos olhares se cruzaram, me sinto desconfortável com esse facto, antes eu era motivo dele sorrir.


— Eai T3ddy. Puta dor de cabeça também? - Mauro passa a mão pela nuca enquanto diz, rio e concordo com um aceno leve.


— Igual como na festa do Chris. - senti uma pontada na cabeça logo depois da minha fala, "Parece que é de propósito ein mano"


— Vish, tá mal mesmo. - vejo o cacheado dar risada e eu fico com cara de bunda, mas logo o acompanho.


— E você? Tá travado que nem aquela festa da Nah? [Aut Yuki: Eu acho q foi na festa dela] - zoei me recordando da cena, ele tava muito pedrado na altura hehe.


— Eu vou na cozinha se me derem licença garotos. - Luba se manifesta em meio aquela minha conversa com o da trupe e observo seu corpo se mover até o outro cômodo.


Decidi ir atrás dele tentar resolver as coisas, Mauro continuou lá sentado, o loiro foi em direção à geladeira e tirou uma garrafa de água fresca, ainda não tinha notado minha presença, seguiu até um dos armários que ficavam lá mais alto e tentou pegar um copo, mas não estava conseguindo.


Cheguei mais perto e peguei o objeto de vidro pra ele, o mesmo se assustou e bateu a cabeça na porta aberta do armário, resmungou algo e passou a mão na nuca, enquanto eu posei o copo sobre o balcão e me preocupei com meu amigo.


— Desculpa, não queria te assustar. Tá tudo bem? - pergunto guiando minha mão até ao local, massageando minimamente, Lucas retirou sua mão de lá e parece que aproveitou o momento/"carinho", pois fechou os olhos.


— Tá melhor sim... - escuto ele falar baixo, mas logo o observo abrir os olhos repentinamente e se afastar de mim fechando a porta do armário, fazendo com que eu parasse de lhe tocar. - E-Enfim... - suspirou após gaguejar um poquinho e fez um ar sério e neutro como quando me viu chegar na sala, parecia que estava ocorrendo uma guerra dentro dele. - Obrigada por pegar o copo pra mim, agora adeus. - dita frio e direto pegando o copo após colocar água, mas quando Luba ia se retirando dali eu peguei em seu braço o fazendo me encarar e quase derrubar o objeto. - Pode me soltar?!? 


— Ah não velho! Cê não vai ficar pistola comigo o dia todo né? Eu não tenho culpa ok? Não faço ideia do que aconteceu na balada, mas você também parece não querer me dizer. - falo tentando ficar calmo mesmo me exaltando um pouco, tiro o copo de sua mão e o deixo por ali, solto o loiro. 


—... - fica em silêncio por um instante. - Dizem que quando alguém fica bêbado, ele é capaz de falar e fazer coisas que não seria capaz de falar ou fazer sóbrio, no caso, você queria fazer o que fez concerteza. - fala e desvia o olhar de mim para o chão, evitando contacto visual entre nós. 


— E o que eu fiz Luba? - pego em seu queixo o fazendo me encarar novamente, só agora percebi o quão lindos são os seus olhos, grandes e lindas esmeraldas cheias de vida, mas tirando o facto de eu ter ficado hipnotizado por eles eu continuava confuso e querendo explicações. - Me fala o que eu fiz. - peço com um olhar verdadeiro. 


— Você... Nada, não sei porque ainda estou aqui. - tira minha mão de sua pele e volta para a sala, "Nem pra levar o copo ou arrumar a garrafa", penso balançando a cabeça negativamente com um sorriso incompreensível no rosto.


— Porque ele tem que ser tão dramático? - questiono a mim mesmo e dou uma risada nasal, guardo a garrafa de volta na geladeira e pego o copo, seguindo até onde os outros dois estavam. - Esqueceu sua águinha Sr. Feuersjevakbf. - falo seu sobrenome de qualquer jeito com um sorriso sapeca formado nos lábios e Lucas pega o copo de minha mão sem nem me olhar e escuto um sussurro "obrigado" saindo de sua boca , sorri mais ainda.



⚘⚉☉✺✺☉⚉⚘



O resto do dia/noite decorreu sem muita boa relação entre mim e o loiro, Mauro até chegou a perguntar o porquê de tudo isso, mas Lucas simplesmente falava que estava tudo normal e que ele tava vendo coisas, eu apenas seguia a onda e concordava com sua afirmação.


Chegou a hora em que o encaracolado teve que ir embora, nos despedimos dele com um abraço como de costume e o clima entre nós dois conseguiu ficar mais estranho do que já estava.


— Onde vou dormir? - ele pergunta quando decidimos ir dormir de vez, arqueio a sobrancelha e sorrio ladino com um ar de óbvio.


— Comigo oras. Não é problema nenhum, já dormimos juntos. Até porque eu não tenho meu colchão inflável aqui, tá na casa dos meus pais, e mesmo se estivesse cá este apartamento não tem muito espaço pra isso, e você não vai, repito, NÃO VAI dormir no sofá. - falo cruzando os braços.


— E se eu quiser dormir no sofá? - desafiador ele ein.


— Você não quer ir por esse caminho. - aviso e dou uma piscada, antes de ir para o quarto vi Luba revirar os olhos e bufar.



⚘⚉☉✺✺☉⚉⚘



— Não, nada disso hoje Lucas. - meu amigo emburrado disse se afastando quando eu tentei abraçá-lo de conchinha, que foi? O nosso hábito era dormir assim para ficarmos mais confortáveis e adormecer mais rápido.


— Pelo menos isso já que você não me diz o porquê de estar desse jeito com minha pessoa. - faço um biquinho manhoso com olhos pedintes e reparei ele me encarar por cima do ombro.


— Tá bom vai! - de repente senti seu corpo contra o meu, o loiro havia se jogado para trás com muita força pela impaciência, consequentemente sua bunda bateu sobre meu membro, e como foi repentinamente aquilo acabou me causando certas sensações. 


— A-Ahn... - as quais me fizeram soltar um gemido rouco e atrapalhado bem junto do seu ouvido,  vi ele se arrepiar e o escutei suspirar pesado, "Perai, quê que tá acontecendo", penso meio assustado. 


— A-Ah, b-bom, boa noite. - disse baixo, e constrangido imagino, eu também estava, aquele momento havia sido muito bizarro e novo demais pra mim, meus pensamentos foram a mil com aquilo e assim minutos depois adormeci abraçado a ele. 






To be continued... Yes or no?


Notas Finais


De nada por esse final de cap, a vossa sorte é que é praticamente impossível para minha pessoa não escrever pelo menos uma cena caliente rsrs

9
(
9


Espero q tenham gostado ^^ flw


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