História Everything Has Changed - SwanQueen And Malvie - Capítulo 5


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Categorias Descendentes, Once Upon a Time, Rei Leão
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Evie, Henry Mills, Lacey (Belle), Mal, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Mufasa, Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Scar, Simba, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Evie, Mal Bertha, Malvie, Mevie, Regina Mills, Swanqueen, Swen
Visualizações 173
Palavras 2.044
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), FemmeSlash, LGBT, Luta, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey hey, gente. Tudo bom com vocês? Perdoem-me por qualquer erro.

Capítulo 5 - Capítulo 4


Point Of View Narrador

– Mundo dos Desejos? – Evie indaga confusa, fitando Regina, que ainda mantém os olhos vidrados no livro trago por Belle. – Que diabos è isso?

– O Mundo dos Desejos foi criado através de um desejo feito pela minha parte ruim, a Rainha Má. A Rainha desejou isso ao Gênio a partir da vontade da Emma de eu nunca ter lançando a maldição e ela nunca ter sido separada de seus pais. – Regina suspira. – Esse mundo è quase igual a Floresta Encantada, onde os moradores dessa cidade viviam antes de eu lançar a maldição das trevas, apenas mudando alguns acontecimentos do seu mundo para o do meu. – Explica da forma mais resumida possível. – Na nossa Floresta Encantada não existia o reino LionSoul, então, por isso, não encontramos nada em nenhum dos livros desta biblioteca, com exceção de um. – A Rainha abre o livro na página do reino, mostrando-o à Evelyn. – O livro do Mundo dos Desejos.

– Nossa! Isso è muito confuso. – Faz uma pequena careta. – Mas e a Mal? Ela è ou não è filha da Malévola?

– Sim, ela è a filha da Malévola. Só que não è a filha da minha Malévola, e sim a da sua. – Evie arqueia as sobrancelhas. Tudo parece estar mais confuso do que antes.

– Assim como os reinos foram duplicados, as pessoas também foram. – Belle toma parte da situação. – Então, se existe uma de mim nesse mundo, haverá uma no Mundo dos Desejos. È basicamente uma realidade paralela. – Explica a bibliotecária.

– Eu ainda não consegui entender direito, porém deu para absorver um pouco da situação. – A metade leoa responde, sentando-se na cadeira da biblioteca. Precisa respirar. È muita informação para poucos minutos. – Como voltamos para o tal Mundo dos Desejos?

– Da mesma forma que vocês vieram. Usando um feijão mágico. – Responde, espelhando o mesmo movimento que a adolescente. – Vocês ainda os possuem?

– Não. Aquele era o único. – Morde o lábio inferior. – Não tem como encontrar mais feijões?

– Em Storybrooke? Provavelmente não. Feijões mágicos são feitos pelos gigantes do pé de feijão e não há nenhum dos dois aqui. È tecnicamente impossível. – Os olhos castanhos de Evie vão ao chão e Regina sente sua angústia a quilômetros. – Mas não vamos desistir. Acharei uma forma de achar algo.

– Ok. Obrigada por se esforçar tanto comigo, Regina. Eu só tenho que agradecer. – Evie diz com sinceridade na voz.

– Não agradeça, Evie. – Regina pousa suas mãos em cada um de seus joelhos e tomba a cabeça para o lado. – Agora vamos procurar sua amiga. Acho que ela precisa de seu apoio mais do que tudo neste momento.

[…]

– Eu irei ao passar o dia no cais, love. Te vejo a noite. – Killian diz ao deixar sua esposa na porta da delegacia. Emma assente com a cabeça, sentindo as mãos de Killian em seu ventre. – Amo você, e nosso futuro marinheiro.

– Eu também, Hook. – Killian captura os lábios da loira em um pequeno selinho enquanto Emma entrelaça seus braços na nuca de seu marido. – Se cuida.

– Você também, Swan. – Coloca uma mecha amarelada da mulher atrás de uma das orelhas dela. – Quer que eu compre algo no supermercado depois que eu sair do cais?

– Não precisa. Vou passar lá, assim que sair daqui, para comprar os materiais do jantar de hoje. – Sorri. – Não se atrase, Jones.

– Prometo não me atrasar. Tchau, love. – Killian se solta de sua esposa e caminha para longe da delegacia, sendo acompanhada pelo olhar de Emma. No exato estante que Killian desaparece deu seu ponto de visão, Emma respira fundo, tentando se acalmar. A ação de Regina na noite anterior ainda paira em seu cérebro. Ela precisa falar com a amiga, o mais rápido que puder.

Ela se prepara para entrar no estabelecimento, contudo uma energia ruim faz seu corpo estremecer. Mal, que vaga rapidamente pelas ruas de Storybrooke, transparecendo ódio e rancor de seu corpo. Suas íris brilham em um verde intenso, que è capaz de matar pessoas com apenas um olhar.

Emma a segue, curiosa com a desconhecida de cabelos roxos. Nunca tinha a visto na cidade e alguém com uma magia dessas não pode ser deixada atoa por aí. Principalmente se esse alguém for uma ameaça.

A loira passa minutos e mais minutos seguindo-a, até ser levada para a floresta. Emma se esconde detrás de uma árvore e apanha sua HK USP do cinto de sua calça. Ela carrega a arma e o barulho acaba chamando a atenção da semi-deusa.

– Quem está aí?! Apareça agora! – Mal exige, formando uma bola de energia na palma de sua mão direita. Emma sai de seu esconderijo, estendendo o objeto contra a garota.

– Não me obrigue a atirar! Renda-se e me acompanhe até a delegacia. – Emma rebate no mesmo tom de voz usado por Mal, o que faz a fada ranger os dentes. De repente, a loira sente seu ar faltar e uma força desconhecida aperta seus pescoço. Ela fita Mal, que possui a mão esquerda erguida e um pouco fechada. – A-ah!

– Sabe o que vai acontecer se eu fechar minha mão, não sabe? – Sorri diabólica. – Aconselho que me deixe em paz, ou eu não terei piedade de acabar… – Mal è interrompida por uma rajada de luz em seu estômago. Emma se ajoelha no chão aliviada, deixando que o ar entrasse em seus pulmões na busca de fôlego. Mal a encara surpresa. Essa magia que a acertou è diferente de todas já vista por ela em todos esses anos de vida. – Você também possui magia? Quem è você?

– Se não me conhece, deixe-me apresentar-me. Sou Emma Swan, a salvadora. – Mesmo sem força, Swan consegue se erguer do chão, ficando de pé. – Filha do Príncipe Encantado e da Branca de Neve, fruto do amor verdadeiro e xerife dessa cidade. Agora quem è você?!

– Mal! Te encontrei! – Mal observa Evie se aproximar de si. Regina, assim que ouve a exclamação de Evie, segue a metade leoa, adentrando o mesmo local que ela. A primeira coisa que Regina avista è Emma e a preocupação invade seu peito ao vê-la ofegante.

– Emma? O que faz aqui? – Indaga, mirando diretamente nas grandes esmeraldas verdes da loira.

– Eu senti um clima diferente vindo dela. – Aponta para Mal. – E decidi segui-la para ver o que estava acontecendo. Acabamos que nos desentendemos um pouco e nos atacamos. – Explica, já mais calma. – Você a conhece?

– Longa história. – Regina quebra o olhar, virando-se para Mal e Evie. A de cabelos azulados parece consolar sua amiga com um abraço apertado enquanto afaga sua cabeleira. – Garotas, vamos. Temos muitas coisas para resolver ainda.

– Gina, espere! – Regina volta para a loira mais uma vez, olhando-a como se pedisse para prosseguir. – Podemos conversar?

A Rainha se cala e o silêncio se estende pela floresta. A mente da Mills ordena a negar, entretanto seu coração diz o contrário. Regina suspira, concordando em seguida. Como poderia dizer não para essa mulher?

– Evie, Mal, vão em frente. Encontro-as depois. – Evelyn assente, apertando a semi-deusa contra seus braços. A metade leoa a guia para fora da floresta, deixando Regina e Emma a sós. – O que foi, Emma?

– Sobre ontem, eu…

– Me desculpe pelo modo como agi. – Regina a interrompe, cruzando os braços abaixo seu busto. – Eu estava irritada com algumas coisas que aconteceram nesse último mês e acabei jogando tudo sobre você. Lamento, Em. – Mente, quebrando seu olhar do de Emma. Swan percebe a mentira pelo tom de voz da morena e suspira um pouco decepcionada. A loira não gosta de mentiras, e è isso que Regina está fazendo. Mentindo para ela. – Você me perdoa?

– Por que está mentindo? – Interpela em chateação. Regina a fita novamente, arqueando suas sobrancelhas.

– Não estou mentindo. – Mente novamente. Emma se aproxima, dando passos na direção da Mills, e seu olhar se torna rígido.

– Olhe nos meus olhos e diga que eu não estou mentindo. – Regina engole em seco, não podendo responder. Ela não sabe mentir, como mentiria para Emma? Alguém que tem o poder de saber quando a pessoa não está sendo sincera. Regina não tem chance. – Sabia.

– Ok, ok, eu estou mentindo, você venceu. – Solta a respiração presa em seus pulmões. – Mas eu não quero falar sobre isso. Não agora. Pode respeitar meu silêncio? – Mesmo com contra gosto, Emma acena um simples "sim" com a cabeça. – Bem, você não respondeu a pergunta. Me perdoa por ontem?

– Eu te desculpo sim, Regina. Mesmo não entendendo o motivo daquela explosão, eu te perdôo. – Emma a puxa para um abraço inesperado, ocasionando uma tensão no corpo da Mills. – Espero que me conte um dia sobre o que aconteceu.

– Eu também. – Murmura para si mesma. As duas se afastam depois do abraço e Emma entrelaça seus dedos nos da amiga. A loira sorri, causando, na outra, uma sensação de borboletas no estômago.

– Agora me explique sobre essas garotas. Eu ainda quero saber quem elas são. – Emma volta com sua seriedade e Regina assente, iniciando um pequeno resumo à loira. Enquanto isso, já fora da floresta, Mal e Evie se encontram abraçadas. Evie brinca com os cabelos roxos de Mal e deposita um beijo no topo de sua cabeça.

– M? – Mal não responde, apertando a camisa azul escura rasgada que a mesma usa. Evelyn para de caminhar, fazendo a outra parar também. Usando a ponta de seus dedos, a Grimhilde toca o queixo da amiga e força a mesma a encará-la. Mal possui os olhos marejados e uma expressão sofrida. Suas íris claras demonstram ódio, acompanhado de uma dor imensa. Mesmo sendo durona, Mal sempre desaba quando o assunto è a sua mãe. – Ei, não precisa chorar. A Malévola daqui não è a sua mãe. – A meia fada franze o cenho, confusa. Evie não deixa de achar adorável a forma como sua face fica quando a sua confusão è iminente. – Eu te explico mais tarde, quando você estiver mais calma, ok?

– Ok. – Responde, falhando sua voz miseravelmente.

– Venha aqui, minha malvada favorita. – Evelyn abre os braços e Mal logo entende o que significa. Ela permite ser coberta pelos braços acolhedores de Evie e soluça no processo, sentindo seu corpo ser esmagado por conta so abraço. – Aquela mulher que te abandonou não merece essas suas lágrimas. Ela não merece nada de você. Nem mesmo o seu desprezo.

– Mas ainda dói, E. – Balbucia entre o choro. – Toda vez que eu lembro de suas palavras, meu coração dói dentro de meu peito. Eu não queria sentir isso, mas sinto.

– Eu sei. E sei também que essa dor irá passar. Mais cedo ou mais tarde. – Evie sussurra em seu ouvido, deslizando as mãos pelas costas nuas da amiga. – Eu te prometo.

Regina termina de contar a história do que aconteceu nas últimas horas e Emma tem uma expressão chocada no rosto. A loira, até então, estava totalmente calada.

– Você está querendo me dizer que ela veio daquele mundo que a sua parte má me aprisionou? Uau. Não sabia que era possível. – Manifesta Emma.

– No mundo onde a magia existe, tudo è possível. – Suspira. – Agora tenho que ajudá-las a voltarem para casa.

– Vou te auxiliar nisso. – A voz de Emma è suave e um sorriso brota nos lábios da loira. – Já faz tempo que nossa dupla não tem uma missão interessante, hum?

– Emma, não...

– Sem essa, Gina. Gosto de trabalhar ao seu lado. – A interrompeu. – E eu não estou pedindo, e sim afirmando. Não vai me fazer mudar de ideia.

– Se você quer tanto isso. – Revira os olhos. Por dentro, Regina quer pular de alegria. Finalmente terá um tempo com a o amor de sua vida novamente. Desde o anúncio do casamento, tudo mudou. – Preciso ir agora.

– Espera! Quase me esqueci! – Emma agarra um de seus braços. – Hoje terá um jantar em minha casa e eu irei anunciar minha gravidez para todos. Você pode comparecer?

– Em…

– Por favor, Gina. Eu preciso de você lá, comigo. Por favor. – Os verdes esmeraldas de Emma brilham em súplica. Regina respira fundo, praguejando-se por ser tão fraca em relação a loira.

– Eu vou. Prometo comparecer, Emma. – Um largo sorriso pode ser visto nos olhos de Emma. Ela pula em alegria, abraçando sua amiga em seguida.

– Obrigada, obrigada. Obrigada mesmo, Gina. – Agradece repetidamente enquanto aperta sua amiga nesse abraço confortante. Regina fecha os olhos e uma única gota escorre pelas suas bochechas.


Se você está feliz com o Killian, Emma, então eu estou feliz por você.


Notas Finais


Próximo capítulo teremos o jantar e eu já digo que não vai dar certo. Ansiosos?

Nos vemos semana que vem, babes. Beijos, abraços e até a próxima 😚❤


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