História Everything Has Changed - Capítulo 50


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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Criminal, Drama, Jelena, Justin Bieber, Máfia, Romance, Selena Gomez, Violencia
Visualizações 21
Palavras 2.101
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 50 - Família Collins


Fanfic / Fanfiction Everything Has Changed - Capítulo 50 - Família Collins

Alguns dias tinham se passado, Justin tinha convencido seus pais de nos receber para um almoço e eu já tinha achado a casa perfeita em Malibu. Estava nervosa em conhecer os senhores Collins.  

Por conta disso eu estava com um vestido azul rodado de manga curta, com um casaco branco por cima, uma sandália aberta branca e uma bolsa também branca. Coloquei alguns acessórios e passei perfume saindo do quarto, Justin me esperava na sala.   

—Você já vai de lá para L.A.? — Shay perguntou no final da escada me olhando.  

—Não, vamos voltar aqui para pegar as coisas e pedir um taxi para nos levar até o aeroporto.  

—Vai se despedir do seu pai? — neguei parando na frente dela.  

—Só do meu irmão. Te vejo quando eu voltar, ok? — disse apoiando minha mão em seu ombro, ela sorriu e eu a abracei.  

—Boa sorte. — sorri me afastando dela e segui até a sala encontrando o loiro. 

—Vamos? — o chamei, ele sorriu me olhando e concordou.  

Seguimos até o carro e eu coloquei meu cinto, entrelacei meus dedos tentando não demonstrar meu nervosismo.  

—Eles vão gostar de você. — o loiro falou e puxou minha mão entrelaçando nossos dedos, então ele beijou as costas dela.  

—Duvido muito, mas tudo bem. — disse sorrindo para ele, o mesmo retribuiu. Respirei fundo e puxei nossas mãos juntas colocando contra meu peito.  

—Desse jeito você vai ter um ataque cardíaco. — Justin falou rindo.  

—Talvez. — soltei sua mão, passando as minhas na saia.  

Ficamos em silencio, cada um imerso em seus próprios pensamentos. Observei todo o trajeto que ele fez até a casa dos seus pais. Não era uma grande casa, sem garagem, com dois carros na lateral da casa. Justin estacionou o carro na frente da casa e desceu primeiro. Respirei fundo descendo do veículo, o loiro travou o carro assim que fechei a porta e estendeu a mão para que eu a segurasse. Levou alguns segundos até que eu pega-la, ele foi na frente e eu o acompanhei.  

Justin tocou a campainha, eu parei atrás dele sentindo minhas mãos suarem. A porta foi aberta e naquele momento soltei sua mão.  

—E ai, cara! — um menino falou animado, saiu da casa e pegou na mão do Justin lhe dando um abraço em seguida, parecia ser algo deles. Logo ele me viu atrás do loiro e sorriu. Ele não era tão alto, possuía o mesmo formato de rosto de Justin, seu nariz era maior do que o do loiro e ele tinha sardas nessa área, já seu cabelo era preto e parecia ser ondulado.  

—Essa é a Aria. Aria esse é o Mason, meu irmão. — Justin se afastou um pouco deixando eu e seu irmão ficarmos de frente um para o outro.  

—Oi. — falei baixo, respirei fundo tentando acabar com meu nervosismo e sorri. — Prazer em conhece-lo.  

—Prazer é meu. — Mason falou sorrindo de volta.  

—Cadê nossos pais? — Justin perguntou e passou a mão pelas minhas costas me puxando para entrarmos na casa. Mason foi na frente.  

—Na cozinha terminando o almoço. — o moreno respondeu seguindo no corredor. 

—Só manter a calma. — Justin sussurrou em meu ouvido.  

—Estou tentando. — disse baixinho, ele beijou minha bochecha. Justin segurou minha cintura me guiando pelo corredor até a cozinha.  

—Ele chegou... — Mason falava, só conseguimos pegar o final da sua frase.  

Engoli a seco vendo o casal na cozinha, a mulher estava na frente do fogão e o homem mexia uma jarra na bancada. Eles pararam de fazer tudo se virando para nos. Intercalei meu olhar neles, Justin me soltou e passou por mim indo até sua mãe. Mason me olhou e se virou para seus pais, seu pai me olhava serio ao notar que eu o olhava ele se virou para o filho.  

Olhei na direção da porta pensando em fugir dali enquanto era tempo, me sentia exposta e que a qualquer momento eu iria morrer.  

—Essa é a menina? — a mulher perguntou desligando o fogo e me olhando, olhei para ela com um sorriso, que deveria estar muito estranho.  

—Sim, essa é a Aria. Essa é minha mãe Kathey e esse meu pai Christian. — sorri largo sem mostrar os dentes, tentando processar tudo aquilo até que consegui dizer algo.  

—É um prazer finalmente conhece-los. — disse dali da porta, juntei minhas mãos novamente apertando meus dedos contra minhas mãos.  

—O prazer é meu, querida. Entre, o almoço está quase pronto. — a senhorita Collins falou sorrindo largo, ela se virou para o fogão e eu continuei ali parada, Justin falava baixinho com seu pai. Mason olhava o balcão como se fosse a coisa mais interessante do mundo.  

Fitei o chão sem saber o que fazer nesse momento, tudo que eu mais queria era ir embora.  

—Vem comigo. — Justin segurou minha mão me levando até a escada onde subimos dando em um corredor pequeno com quatro portas. — Esse era o meu quarto. — ele abriu a segunda porta e me deixou entrar primeiro.  

—Eu acho que isso foi uma péssima ideia. — falei me sentando na cama de solteiro dele, não conseguia olha-lo, então fitei seu tapete de avião.  

—Não, daqui a pouco vocês vão se dar bem. Só precisa de um tempo. — vi ele se sentar ao meu lado e o olhei.  

—Justin, seus pais me odeiam. Até um cego consegue ver isso. — disse colocando a mão na sua perna. — Desculpa, mas não acho que tenha algo que possa mudar isso. — ele respirou fundo e abaixou a cabeça, beijei sua bochecha e o abracei de lado, o loiro me olhou, selei nossos lábios em um beijo demorado.  

—Eu queria que vocês se dessem bem. — Justin passou seu braço pela minha cintura e deitou sua cabeça em meu ombro.  

—Eu sei, eu também. — deitei minha cabeça sobe a dele e acabei olhando a decoração do seu quarto, tinha estantes com prêmios e fotos, as paredes eram listradas com dois tons de azuis. Tinha uma mesinha com um abajur e um suporte com canetas e lápis. —Você gosta muito de azul. — falei fazendo ele ri e se levantar.  

—Eu não, minha mãe. Foi estranho ter apenas uma cômoda por toda a vida. — ele falou andando até a cômoda, ela tinha porta-retratos nela.  

—Não tinha muita roupa? — perguntei me ajeitando na cama para olha-lo, ele se virou e pareceu pensar.  

—Tinha, mas dava tudo aqui, menos os casacos grossos de frios, eles ficam na dispensa lá em baixo. Tenho tantas lembranças aqui. — ele falou olhando tudo com cuidado, então parou na janela.  

—Se você quiser desistir de se mudar, não tem problema. — falei fazendo ele me olhar. 

—O que? — Justin me olhou confuso.  

—Você gosta daqui, olha só como esta. — ele riu se sentando na cama, na minha frente.  

—Claro que eu gosto, eu cresci aqui. Eu só estou assim porque não vivo mais aqui, você vai ver, é muito bom viver longe dos pais na sua própria casa.  

—Sim, deve ser, mas uma coisa é mudar de casa outra é se mudar de estado para o outro lado do país.  

—Não começa, ok? Estamos aqui para eu me resolver com meus pais, se não der certo, terei que ter paciência para eles se acostumarem com a ideia. — respirei fundo e passei meus braços pelo seu pescoço, iniciando um beijo. — Está pensando o mesmo que eu? — o loiro perguntou beijando meu pescoço, ri me deitando na cama, ele veio para cima de mim começando outro beijo mais quente.    

—O almoço está pronto! — Justin riu se afastando de mim.  

—Isso me traz tantas memorias. — ele falou ficando em pé, arqueei a sobrancelha confusa.  

—Está me comparando com suas outras? — perguntei cruzando os braços.  

—Isso também me traz muitas lembranças. — Justin falou pensativo. — Não comparei, só já passei algumas vezes por isso. Mason sempre vem me chamar para almoçar ou jantar. Vamos lá, a comida da minha mãe é uma delícia. — ele estendeu a mão e eu a segurei.  

—Vou fingir que acredito. Já tem gente demais que me odeia. — ele riu e saímos do quarto.  

Justin me levou até a sala de jantar onde todos estavam sentados. Apenas Kathey me olhou, me sentei ao lado de Justin com Mason na minha frente, Kathey ao seu lado e Christian na ponta.  

—Você fez lasanha! Fazia tanto tempo que não preparava isso. — Justin falou se servindo.  

—É uma ocasião especial. — Kathey me olhou e eu sorri, abaixei a cabeça olhando para o prato vazio. Respirei fundo e peguei a taça com suco dando um gole, era maracujá, realmente eles precisavam ficar calmos.  

Justin me serviu, logo Kathey serviu Mason e Christian.  

—Então, Aria, onde você nasceu? — Kathey perguntou, a olhei surpresa com a pergunta, olhei para o Justin e ele estava feliz.  

—Aqui em Atlanta.  

—Você tem quantos anos mesmo? — Christian perguntou fazendo Justin olhar para o pai surpreso.  

—18 anos.  

—O quanto você se envolveu nos negócios do seu pai? — ele continuou a pergunta sem me olhar. 

—Pai! — Justin o repreendeu.  

—Não muito. Nada que você possa prendê-lo. — disse, Mason riu da minha resposta e recebeu um olhar repreensivo da sua mãe.  

—Já matou alguém? — ele perguntou e eu pensei um pouco.  

—Não, só tentei mesmo. — sorri para ele que me olhava.  

—Christian, está bom. Isso não é um interrogatório e ela não é suspeita.  

—Ela é filha de um suspeito. Não está nos 10 mais procurados, mas é um criminoso. — Christian falou olhando para a esposa que respirou fundo.  

—Justin já falou tudo que você precisava saber. — ela rebateu o olhando repreensivamente, Christian bufou. —Você tem irmãos?  

—Sim, três. Dois irmãos mais velhos e uma irmã mais nova. — disse.  

—Seu pai deve ser velho. — Mason falou me fazendo ri.  

—Não, um dos mais velhos é meu irmão gêmeo. Diferença de 10 minutos. — Mason arregalou os olhos surpresos.  

—Que massa!  

—Todos da mesma mãe? — Kathey perguntou.  

—Não, cada um de uma mãe diferente.  

—Ninguém aguenta um criminoso. — Christian murmurou fazendo Justin e Kathey olharem para ele de forma repreensiva.  

—Não é isso, o problema é sobreviver mesmo. 

—Você mora com sua mãe ou com seu pai? — Mason perguntou e eu ri fraco.  

—Com meu pai, seria difícil morar com minha mãe. Ela está no céu ou no inferno, não sei o que ela fez da vida. — falei e mordi um pedaço da lasanha fazendo Mason e Kathey me olharam assustados. 

—Sinto muito por sua perda, Aria. — Kathey disse e eu sorri para ela como agradecimento. — Quantos anos você tinha quando ela morreu?  

—Cinco anos. Não sei o que aconteceu, ninguém me conta.  

—Foi isso que você me pediu para investigar? — Christian perguntou olhando para o filho.  

—Sim. — Justin falou de cabeça baixa, Christian balançou a cabeça negativamente.  

—Você sabe o que aconteceu com ela. — Christian falou me olhando. — Não precisa fazer cena.  

—Eu não sei, sei que ela foi ao hospital, mas ela não morreu lá.  

—Quem te contou? Seu pai? Acredita mesmo nesse cara? — Christian perguntou rindo.  

—Chega! Eu vim aqui para você conhecer ela e ver que ela não é o pai dela. Não para você ficar ridicularizando a vida dela. — Justin se levantou gritando e olhando para seu pai.  

—Querido! Se acalme, gritar não vai levar a nada. — sua mãe falou se levantando.  —Eu sinto muito por isso, Aria. — ela me olhou e eu sorri me levantando.  

—Eu esperava por isso. Todos me julgam sem conhecer, não são os primeiros e nem serão os últimos, senhorita Collins. Eu que sinto muito por separar vocês do filho, mas eu já disse para ele voltar. — ela abaixou a cabeça envergonhada, Christian me encarava sério.  

—Eu já disse que não vou voltar. Eu amo essa garota com vocês aceitando ou não. — coloquei minha mão no seu ombro.  

—E ela te ama tanto assim? Ela vai deixar o pai dela? — Christian perguntou rindo e se levantou me encarando.  

—Eu já deixei ele a um bom tempo, senhor Collins. Meu pai significa tudo de ruim na minha vida, na primeira chance que eu tive eu o deixei para trás.  

—Por isso, estamos indo embora. — Justin falou fazendo sua mãe o olhar.  

—Embora? Para onde? — ela questionou preocupada.  

—Los Angeles. Ela precisa recomeçar e eu vou com ela. Não vou deixar isso passar.  

—Se você for eu não vou poder te ajudar, Justin. — Christian alertou segurando com força o braço do filho.  

—Eu não preciso de ajuda. Ela não é criminosa, eu não sou. Você poderia ter visto se tivesse dado uma chance para ela. Vamos embora. — Justin me puxou e eu sorri para eles.  

—Foi um prazer conhece-los. Se quiserem podem ir nos visitar. — disse a última parte mais alto já que estava quase na metade do corredor.  


Notas Finais




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