História Everything I Never Ask For - Capítulo 17


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Categorias Henry Cavill
Tags Cavill, Henry, Henrycavill, Superman
Visualizações 36
Palavras 1.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Obrigada pelos favoritos e comentários.

Capítulo 17 - Road


Ilaria pov.

Eu não estava acostumada a demonstrações de carinho e romance, então quando Henry colocou uma venda em meus olhos eu simplesmente entrei em pânico, fiquei gelada, com as mãos tremendo e provavelmente havia alguma mudança na minha cor. Fiquei nesse estado por cerca de 20 minutos, caminho da casa da mãe do Henry até o momento em que ele pegou a minha mão enquanto dirigia.

- Ei, relaxa. – ele disse em tom de brincadeira e eu senti a mão dele na minha coxa. – Eu não vou matar você.

- Na verdade eu estou com medo de ter flores, velas e um casamento surpresa.

- Desculpa te decepcionar, mas eu não quero me casar com você. – ele começou a fazer carinho na minha coxa, descendo e subindo em direção a minha virilha. – E encher a casa de flores significa que estou acabando com o meio ambiente. – eu senti dois dedos dele roçarem a minha calcinha.

- O que você está fazendo? – o carro parou, mas não estacionou e eu senti os lábios de Henry chuparem meu pescoço.

- Deixando uma marca bem ai. – ele se afastou e o carro voltou a se mover.

- Não estava falando da sua boca, mas da sua mão. – eu havia me arrepiado com o chupão dele, mas os dedos dele gelados por conta do ar do carro afastando a minha calcinha e encostando na minha intimidade foi uma sensação maravilhosa.

- Estou te deixando relaxada. – ele tirou a mão de mim e eu soltei um pequeno gemido, ia tirar a venda, mas ele me impediu e abaixou um pouco o banco, me deixando em uma posição mais confortável. – Não tire a venda, estou tentando ser original. – ele voltou a colocar os dedos na minha intimidade novamente e tocou levemente meu clitóris.

- Você vai deixar o carro bat... – eu fui calada quando um dedo dele entrou em mim, provavelmente minha boca abriu em um O.

- Você está muito molhada Ilaria, em que momento isso aconteceu? – ele foi meio irônico e eu não iria revelar de jeito nenhum que foi quando os dedos gelados dele me tocaram a primeira vez.

- Você está acabando com o clima.

- Com certeza estou. – ele enfiou outro dedo em mim e isso me obrigou a deitar no banco e levantar o quadril, inconscientemente eu comecei a fazer movimentos para frente e para trás. – Pode parar de ser mandona e me deixar cuidar disso? – eu cedi e parei com o que estava fazendo. – Ótimo. Você sabia que você é muito mandona? – calmamente ele começou a tirar e colocar os dois dedos em mim.

- Você poderia ir logo com isso. – ele aumentou um pouco o ritmo e eu agradeci mentalmente por isso, mas eu queria que ele fosse mais rápido. – Vai mesmo me fazer implorar?

- Não agora. – ele tirou os dedos de dentro de mim e eu choraminguei mais alto do que gostaria, ouvi ele abrir o porta luvas e senti o cotovelo dele no meu joelho quando ele se esticou para pegar alguma coisa lá dentro e fechar em seguida.

- Vai parar o carro? – eu arrisquei, ainda que eu não sentisse o carro nem diminuir a faculdade.

- Melhor que isso. – ele ligou alguma coisa e um barulho de escova elétrica preencheu o ar. – Espero que você não me julgue, é a primeira vez que isso que vou fazer isso.

Ele encostou o objeto em mim e eu dei um pulo com a inicial vibração em contato com a minha intimidade, mas logo em seguida voltei a relaxar no baco. Ele começou a fazer aquela vibração ir para cima e para baixo me levando a loucura, eu agarrei o banco do carro com uma mão e levei a outra ao seio, eu queria muito ver a cara dele naquele momento, mas se eu insinuasse tirar a venda ele iria parar, então fui extremamente egoísta e continuei aproveitando o que ele estava fazendo em mim.

- Eu devia ter deixado isso para usarmos depois.

- Com certeza você está usando no momento certo. – ele pressionou um pouco mais o vibrador em mim.

- Eu acho melhor parar e continuar...

-...não se atreva. – eu estava com dificuldade para falar. – Porra Henry. – eu agarrei muito forte o baco, aquilo poderia fazer um rasgo, mas não liguei, meu corpo começou a mandar sinais e eu soltei um grito quando um forte orgasmo me atingiu.

- Você precisa de um minuto para se recompor? – ele desligou o aparelho após fazer a piada e tirou a venda dos meus olhos. – Que bonitinha. – ele me deu um rápido selinho e voltou a prestar atenção na estrada. – A venda era só para não estragar a surpresa. – ele me entregou o vibrador cor de rosa que eu peguei meio embasbacada.

- Sério?

- Eu queria ser sensual. – ele deu de ombros, pegou na minha mão, deu um beijinho nela e continuou a segurando enquanto dirigia. – Passei no teste?

- Você é muito bobo sabia? – eu senti uma imensa vontade de me aconchegar a ele, era incrível como ele conseguia passar de sexy para fofo tão rápido.

- Isso é um sim?

- Sim, isso é um sim. – eu levantei o vibrador. – Isso é meu?

- Claro. A embalagem está dentro do porta luvas, você pode trocar se quiser.

- Então, o que mais a gente vai fazer essa semana?

- Só sexo não está bom para você? – ele abriu um risinho.

- Em alguém momento a gente vai ter que comer.

- Pra isso existe celular e aplicativos. – ele olhou rápido para mim, me jogou uma piscadinha e voltou a olhar a estrada. – Eu achei que a gente podia relaxar, só nós dois, sem trabalho, sem família, sem roupas... – eu dei um tapinha nele.

- Eu vou precisar ligar para o Tom, não posso passar o final de semana inteiro sem nem mandar um oi.

- Posso abrir essa exceção.

- Obrigada Henry.

- Por favor Ilaria, eu estava brincando, você pode falar com seu irmão e até trabalhar se quiser.

- Não estava falando sobre isso.

- Sobre o orgasmo então? Sobre isso não se preocupe, pretendo te dar mais.

- Estou falando por me proporcionar essa pausa, acho que eu estava precisando.

- Eu sei que sim. – ele apertou a minha mão e colocou em cima da própria coxa, nossas mãos ainda estavam entrelaçadas. – Dorme um pouco, ainda temos cerca de uma hora de viagem, você vai precisar estar descansada, porque eu não vou te largar um segundo depois de chegarmos.

- Espero que você cumpra isso. – eu encostei a cabeça no banco e fechei os olhos, rapidamente peguei no sono e enquanto dormia nossas mãos permaneceram entrelaçadas.



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