História Everytime I see you - Capítulo 25


Escrita por:

Postado
Categorias Como Treinar o seu Dragão
Tags Hiccstrid
Visualizações 149
Palavras 1.490
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Mistério, Shoujo (Romântico), Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Amorees da Mandiiii
Tudo bem??? Espero que sim!!!
Bom proveito!!!!

Capítulo 25 - Capítulo 25


Acordando sentindo uma dor indescritível, Soluço abriu os olhos com dificuldade e gemeu pela dor. Olhou para o lado e viu Banguela amarrado, junto com uma mordaça. Vendo que estava acorrentado, fechou os olhos com força, sentindo seu corpo todo doer. Mas apesar disso, não fechara os olhos pelo sofrimento que estava passando e que passara. Como fora tão estúpido? Como não pensou que Viggo saberia que ele viria? Viggo sabia que Soluço não era idiota o bastante para ficar parado fazendo nada e também sabia que Astrid comentaria alguma coisa! Grimborn não teria deixado tão fácil. Viggo gostava de jogos, e aparentemente, Soluço precisava aprender a joga-los novamente. 

- Banguela... - Se mexendo com dificuldade, foi para mais perto do dragão na enorme cela. - Amigão... - O vendo abrir os olhos lentamente, presumiu que estava tão machucado quanto a si mesmo. - Graças a Thor... Desculpa ter colocado a gente nessa. Eu vou tirar a gente daqui... Vai ficar tudo bem. 

- Soluço! Soluço, você está bem?!!! 

- Mãe! - A vendo em outra cela, levantou gemedo e escorou o rosto nas grades. - Você está bem?? 

A vendo olhar para Pula Nuvem, percebeu que ela não estava tão machucada. Alguns arranhões, talvez hematomas. Mas ele, foi atingido por uma flecha, arranhado com uma espada, e desmaiado por um escudo. Estava realmente precisando praticar mais. Mas naquele momento, era tarde demais para pensar em qualquer coisa. Ouvindo a porta do calabouço se abrir, viu dois capangas de Viggo com espadas em alerta. Abrindo sua cela, puxaram o Haddock pelos braços, o forçando a levantar. O dragão negro rugiu, mostrando os dentes, os caçadores viram a pupila do fúria da noite como um fio, mas em seguida o viram cambalear e cair no chão. Soltando uma gargalhada, levaram Soluço para se encontrar com Viggo. 

.

.

Sendo jogado em uma cadeira, soltou um grito pela dor. Viggo sorriu de canto, mantendo as mãos entrelaçadas na frente do rosto. 

- Você não mudou nada, garoto. 

Rindo e se ajeitando com dificuldade, Soluço respondeu: 

- Você também não. Continua parecendo um psicopata. 

- Seu senso de humor permanece intacto, eu vejo. 

Unindo levemente as sombrancelhas, Soluço espremeu a boca, se irritando com aquela situação ridícula. 

- O que foi fazer com minha esposa, Viggo? 

- Acho que não deixei claro para a senhorita Hofferson minhas condições. Como sabe sobre sua esposa? 

- Não queira brincar comigo. Nós dois sabemos que não preciso saber por outra pessoa seus planos. 

- Então descobriu sozinho?! 

- É claro que sim. - Mentiu. - O que você quer Viggo? Pra que me manter e manter a minha mãe nesse poço de ratos?! 

- Pelo visto sua inteligência tem se atrofiado. Você era mais esperto quando mais jovem. 

Se eu continuasse esperto, teria treinado um pouco antes de me meter aqui. 

- Não importa. 

Levantando, começou a caminhar em volta do jovem lorde. 

- Onde está? 

- Onde está o que? 

- O motivo por você estar aqui! Onde está o Olho do Dragão?!?!?! 

- Eita, esqueci na outra calça. 

Unindo as sombrancelhas, Viggo sentiu sua raiva crescer. Soluço sabia que não teria a menor chance de escapar daquele lugar. E pelo balanço, imaginava que estava em um navio, indo pra Thor sabe onde. Devia ter escutado sua mãe e ficado quieto em sua casa. Sem transformar Banguela ou Pula Nuvem. Devia ter ficado nos braços de Astrid e de seu filho. Mas não, sentia que morreria naquele navio. A qualquer momento. E o pior de tudo, morreria deixando Astrid, que não fazia a menor ideia onde havia se metido. 

.

.

Algumas horas antes... 

Voando por cima de algumas nuvens, Soluço tentava observar algo que pudesse lhe ser útil. Qualquer coisa bastaria. Qualquer coisa. Mas apenas viu o que sempre vira quando era garoto. Caçadores. Tendas. Armas. Mas algo estava errado. Era como se soubessem que viriam. 

- Vamos pousar perto do sul da ilha e espiar na terra. 

Concordando, Valka e Soluço voaram por cima das nuvens para o sul. Pousando, ambos pegaram uma espada e silenciosamente, caminhavam agachados pelo lugar. Vendo flechas por todos os lugares, teve certeza de que algo não estava certo. 

Pegando uma flecha, percebeu que havia uma certasubstância em sua ponta. Era verde e viscosa. Passando o dedo e colocando na boca, sentiu o gosto e cuspiu. Mostrando a flecha para a mãe, disse:

- Erva de dragão. 

- Mas como...? - Com um olhar confuso, Valka se perguntava como era possível que aquilo estava acontecendo. 

- Eu não SEI - Vendo inúmeras flechas sendo atiradas em sua direção, Soluço arregalou os olhos. - Vai Banguela, foge daqui.

Precisava ganhar tempo. Precisava ganhar tempo para que Banguela fugisse, e não ser acertado por nenhuma flecha, caso contrário, ficaria preso naquela ilha. E isso não era uma opção. Puxando a alavanca de sua cauda, levantou o braço apontando para a floresta. Acendeu sua espada e se preparou para qualquer coisa que viesse.

Soltando um grito de dor ao sentir uma flecha penetrar em sua coxa, ele caiu de joelhos. 

- Soluço! 

- Leve os dragões! Vou ganhar tempo pra vocês conseguirem sair! - Se apoiando na espada, que fincara no chão, arrancou a flecha de sua coxa, rasgou um pedaço de pano de sua camisa e amarrou apertado no lugar que começara a sangrar. 

- Mas... 

- Anda logo, mãe! - Vendo que ela estava hesitante, a segurou pelo braço. - Vou logo atrás de vocês, mas a gente não vai conseguir sair daqui se algum deles for acertado com raiz de dragão. Vai ficar tudo bem, não se preocupe. Agora vai! 

Correndo junto com os dragões, Valka foi em direção a floresta. Olhando para alguns diversos caçadores que corriam para sua direção, Soluço respirou fundo e incendiou sua espada novamente. 

Erguendo a espada assim que um homem pulou em si mesmo, o trinque foi rápido e com força, manteve a lâmina para cima com uma mão, pegando uma adaga com a outra, fincou a mesma no ombro do caçador. Não o mataria, mas seria forte o suficiente para fazê-lo cair. Trincando a espada com a de outro, chutou no estômago do mesmo, fazendo-o recuar. Sentindo uma lâmina arranhar seu braço, grunhiu. Vendo sangue em seus dedos, pegou sua espada com o outro braço, cambaleou ao sentir uma pancada na cabeça antes de cair no chão e sua visão escurecer.

.

.

- Acho que você ainda me subestima demais, Soluço. Já te enganei várias vezes.

- Bom, eu ainda estou aqui, não é?! 

- Muito bem colocado. Mas, francamente... - Balançando a cabeça negativamente enquanto saltava uma risada fraca, Viggo o olhou. - Não achei que seria burro o bastante para deixar sua esposa grávida sem proteção. 

Sentindo o coração parar, viu que Viggo finalmente havia conseguido tocar seu ponto fraco. Tirar sua esposa e seu filho já era demais. 

- O que você fez Viggo!? 

- Apenas mandei um presentinho. Bom, meus homens mandaram um presentinho. 

- Não... 

.

.

Sentada no sofá, bom, esparramada no sofá, ouvido sobre roupinhas de bebês, sapatinhos, babadores, carrinhos, mamadeiras, noites sem dormir e sua cabeça quase explodindo, Astrid se levantou discretamente, fazendo com que ninguém a visse e saiu da sala indo para o estábulo. 

Chegando lá, viu Tempestade e Quebra Miolos. Sabia que tinha alguma coisa errada. Podia sentir. Tanto o filhote quanto ela. Sentia que algo ruim estava acontecendo e que precisava fazer algo a respeito. Sendo seguida por Tempestade logo depois de abrir sua baia, foi em direção a casinha da forja. Adentrando na mesma, pegou uma capa e a cela para a égua branca. Colocando com dificuldade na mesma, se surpreendeu quando Tempestade mordeu sua capa e começou a puxa-la para o estábulo novamente. 

- O que foi, garota? - A puxando até certo lugar, Astrid pisou em algo oco. Achando estranhoafastou algumas palhas dali e se deparou com uma porta. A abrindo, desceu as escadas que ali haviam, sendo seguida por Tempestade. - Que lugar é esse? Tem a ver com o que você quer tanto me mostrar? - Se deparando com uma sala, Astrid viu alguns baús, folhas e entre outras coisas. Percebeu que a égua branca vasculhava com o focinho, procurando algo. Cheirando um baú, o empurrou suavemente com a pata, querendo mostrar para Astrid que era aquilo. Abrindo o baú, se deparou com um objeto cilíndrico. - Era isso? Mas o que... Meus Deuses... - Percebendo que era aquilo, a loira arregalou os olhos, fazendo com que acidentalmente apertasse um dos botões. Aparecendo uma luz roxa, a Hofferson se assustou, derrubando-o no chão. Tempestade correu depressa para a frente do objeto e esperou. Quando a explosão de luz roxa diminuiu, Astrid se deparou com uma criatura que possuía chifres, era azul, escamosa e enorme. Soltando um grito, ela viu a criatura se aproximar, olhando em seus olhos, espremeu a boca. - Tempestade...? - Franzindo a testa, ela entendeu que realmente algo estava errado. - Soluço... 

.

.

.



Notas Finais


Então é isso amores.
Espero que tenham gostado!
Perdoem os errinhos 😂😅
Um beijo no nariz e até o próximo!
Comentem o que acham 😘😍


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...