História Evil Moon - interativa - Capítulo 8


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Categorias Gossip Girl, Pretty Little Liars, Riverdale, Scream (Série)
Personagens Personagens Originais
Tags Assassino, Dinheiro, Gossip Girl, Interativa, Luxo, Morte, Pretty Little Liars, Riverdale, Sangue, Scream
Visualizações 28
Palavras 3.404
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Slash, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


⏩ Só quero dizer que esse cap já estava escrito faz alguns dias, porém estava a espera do banner. O plot do terceiro cap está em produção, mas pode demorar um pouco porque ainda tenho outras fics para atualizar. Mesmo assim prometo vir atualizar EM assim que puder.

⏩ A playlist chega logo, então aguardem para poderem escutar as melhor músicas enquanto leem. Queria até perguntar a vocês se preferem no youtube ou no spotify, me digam por favor.

⏩ Sem mais delongas, me desculpem pelos erros meus mentirosos preferidos. E não se esqueçam do feedback de vocês, kissus no popô <3

Capítulo 8 - Tic, tac, vadia morta andando.


Fanfic / Fanfiction Evil Moon - interativa - Capítulo 8 - Tic, tac, vadia morta andando.

Instituto Bradley, Suíça

POLARIS BEAUMONT || POV’S

Era um campo florido, havia rosas brancas e vermelhas para todos os lados. Eu podia escutar as risadas doces e carinhosas dos meus pais, nós estávamos correndo juntos e as pétalas suaves das lindas flores ao nosso redor cintilavam ao flutuar a nossa volta.  Mas então vejo um enorme clarão, e posso retornar à realidade. Claro que aquilo só passou de um sonho, mas isso aqui com toda certeza é a vida real. Não podia acreditar, não podíamos estar tão juntos daquele jeito. Após os meus olhos me mostrarem a visão da tevê ainda ligada e passando um episódio qualquer de “Lúcifer”, inclino um pouco a cabeça e torcendo para aquilo não ter acontecido. Porém para a minha agonia interior, sim, tinha acontecido. Posso ver a face de Jeremy bem próxima a minha, nós havíamos dormido ali mesmo no sofá. Ele estava com seu braço ao redor do meu corpo, na verdade era como se ele estivesse me abraçando. Eu me encontrava completamente em cima do sofá, e só com minha cabeça recostada sobre o seu peitoral, já ele sentado da mesma forma que ontem à noite. Não acredito que ele dormiu sentado, que desconforto. Penso isso e várias outras coisas, enquanto meu olhar foca no garoto mais fofo que já vi, dormindo bem perto de mim.

Eu não queria sair dali, o tempo estava frio e os nossos corpos juntos nos permitia ficarmos aquecidos. E tenho certeza de que o calor que sentia era maior do que o do Jeremy, não podia acreditar que estava ficando excita logo ali. Assim que começo a sentir essa sensação prego minhas pálpebras e tento me concentrar para não fazer uma besteira, e quase que involuntariamente mordo meu lábio inferior tendo pensamentos eróticos com toda aquela situação. Dois minutos se passaram, droga Jeremy que demora para acordar, não queria sair dali, mas também se ficasse mais tempo as minhas ações seriam por total responsabilidade dele. Quando estava prestes a desistir e deixar que os meus lábios falassem por si próprios, sou impedida de dar um movimento sequer pela voz do garoto ao meu lado.

-- Bom dia! – Aquela situação para ele não parecia nem um pouco embaraçosa. – Você dormiu bem? – Ele se inclina um pouco e me beija na bochecha, e eu espero não ter corado dessa vez.

-- Sim, tirando o fato de que estamos no sofá. – Tento fazer uma piada, mas nem vejo a reação dele, apenas me levantando do lugar e caminho até a cozinha. – Torradas?

-- Sabe que sim! – A voz dele estava um pouco distante, talvez ele já estivesse no banheiro. – Espero que não percamos o horário hoje. – Sim ele estava no banheiro, posso escutar a ducha.

Que merda você ia fazer Polaris. Eu me repreendia mentalmente, como sempre fazia quando estava prestes a acabar com alguma coisa, e eu sabia que se beijasse o Jeremy daquele jeito seria o pior que poderia ter me acontecido. Meus pensamentos são interrompidos pelo barulho ecoado pela torradeira, indicando que as torradas já estavam prontas. Não iria pedir mais chá gelado, até porque seria uma inutilidade já que os empregados daqui só reabastecem as coisas quando bem entendem. Por isso opto por um simples café com leite, rápido e fácil, e cinco minutos depois já estava no balcão comendo.

Mordisco um bom pedaço da minha torrada, estava bem crocante e um pouco seca demais, assim dou um gole do meu café que estava em uma xicara que dizia: “Parabéns, eu te amo”. Um presente sem segundas intenções do Jeremy, mas que para mim foi uma das melhores coisas que alguém de dentro desse inferno poderia me dar. Eu vasculhava algumas pastas na minha galeria do telefone, só tem foto da Liliana, pensei assim que abri uma pasta só com imagens da minha amiga. Ela definitivamente ama fotos e meu Deus, no meu celular a maioria das fotos é dela. Por acaso a toda aquela situação, o dormitório estava em silêncio, parecia que só havia eu ali porque o barulho da ducha tinha esvaído. Então por impulso olhei para a direção do banheiro, e a porta estava entreaberta e o Jeremy..., bem, ele estava somente de box.

Tento voltar o meu olhar diversas vezes para a tela do meu celular, mas praticamente vi o Walker se vestir por completo, cada peça do seu corpo, eu estava lá observando ele colocar as calças jeans, a camisa polo branca e por fim o tênis de cor preta com detalhes dourados nas laterais. Como ele é...

-- Então, como estou? – Gostoso, não podia perder a minha linha de raciocino, mas também não ia falar o que pensava.

-- Da para o gasto. – Como se eu realmente só pensasse isso. – Você já vai sair?

-- Sim! A não ser que queira que te espere.

-- Não, pode ir, a Lilian e a Kath vão vir. Então...

Ele nem tomou café. Quem sabe apenas esqueceu. Volto o meu olhar para o aparelho que segurava, e aquele som que indicava uma mensagem apenas me causa arrepios na mesma hora. Vamos lá Polaris, você não tem medo dessa vadia. Eu sabia de quem era aquela mensagem, como sempre um texto itálico e aquele pseudônimo, como odeio assinaturas.

“Quanto tempo até você se atirar para cima do Jeremy, vadia. É melhor tomar cuidado, porque ele ainda é meu. –Cece”

POLARIS BEAUMONT || POV’S OFF

***

Os grandes campos ao redor do rustico prédio se encontravam encharcados e com poças de água para todos os lados, assim como os carvalhos que haviam naquela área que mais uma vez começavam a apresentar orvalho, mas que por conta da própria chuva que fazia com que o processo físico vivesse em um ciclo contínuo que nunca terminaria até o fim da tempestade. Dentro do Bradley, os alunos, professores e qualquer outra pessoa que caminhasse pelos corredores naquela manhã frienta estavam usando suas devidas peças de frio provavelmente caras e talvez importadas. Todos tentavam evitar ao máximo fazer quaisquer ações que exigissem muito esforço, porque sabiam que resultaria em calor e ninguém queria sofrer um choque térmico ou coisa parecida.

Exceto por dois garotos que estavam enfiados em um dos pequenos e apertados almoxarifados. Os movimentos procedidos por Caleb fazia com que ambos suassem, tanto ele quanto aquele garoto, mas principalmente ele. O outro que estava a sua frente que arfava, e gemia o mais baixo que podia perante todas as estocadas sofridas, era apenas mais um garoto qualquer que estava afim de uma rapidinha com o Park-Lewis. E aquela já estava acabando por ali mesmo. Eles se ajeitaram, reorganizando as suas roupas e ficando quietos por um minuto para tentar restabelecer a sua respiração, que estava desregular. O primeiro a sair é o desconhecido que antes de se pôr para fora inclina um pouco a cabeça e dá um rápido beijo em Caleb, que apenas o deixa fazer aquilo porque provavelmente demorariam muito para se ver outra vez, já que o loiro nunca ficava com a mesma pessoa por diversas vezes.

O loiro foi o último a sair e com um sorriso estampado no rosto, e qualquer garoto poderia dizer o quão sexy ele ficava daquele jeito. Quer dizer todos menos um que parecia o estar esperando do lado de fora da pequena sala e com uma expressão facial nada amigável.

-- Nossa, treze minutos, desde quando você goza tão rápido? – Lexy estava com o seu uniforme de animador, algo azul e amarelo. – Precisa melhorar isso, sabe que o bom de toda transa é quanto tempo o cara consegue demorar. – O de cabelos acastanhados muda a expressão para algo mais debochado, e volta a andar, como se estivesse ignorando Caleb que o segue.

-- Você estava me seguindo? – O garoto se desviava da multidão e tentava ao máximo não perder o moreno de vista. – Sério Alex, espiar os outros é crime.

-- Grande coisa, e só para deixar claro eu segui você desde o seu dormitório. – O animador para de frente ao seu armário e o abre. – Bem, você ao menos sabe o nome dele?

-- Sabe que não me importo com nomes, e posso saber porque estava me seguindo?

-- Só para ter certeza de que você também não vai desaparecer, igual a Charlotte. – Lexy tranca o seu armário e fica de frente para Caleb.

-- Então você gosta de mim? – O mais velho apoia a suas duas mãos nos armários ao lado do moreno, e aproxima seu corpo do dele.

-- Você não tem noção do quanto. – Demiurgo leva uma de suas mãos até a camiseta branca de Caleb, e o puxa para mais perto selando assim seus lábios, mas rapidamente os separa fazendo com que o loiro ficasse com uma expressão de confuso perante tudo aquilo.

-- Que droga é essa Alexander? – O loiro parecia realmente indignado com o que acabara de acontecer, mas ainda continuava com seu corpo próximo ao de olhos castanhos.

-- Eu não vou transar com você, beijinhos. – O garoto se abaixa e passa por debaixo do braço de Caleb, sai dali carregando consigo uma risada nada disfarçada.

Os corredores estavam movimentados, tanto que o pequeno Alexander simplesmente sumiu no meio daquele amontoado de pessoas. Caleb basicamente riu daquela situação, ele sempre havia gostado de um desafio e Alexander com toda certeza era um dos seus mais antigos, e difíceis, contudo o loiro não desistiria tão fácil. Não tão distante dali, no segundo andar, também enfiados dentro de uma pequena sala Emilly estava prestes a fazer algo que gostava, mas que não cairia nada bem em seu currículo supostamente perfeito.

-- Chandler, não. – A morena realmente queria aquilo, mas sabia que não ficaria nada legal ter um tópico na sua ficha escolar onde dizia que ela fumava maconha nas horas vagas. – Fica com isso, e vê se não se mete em problemas. – Ela entrega um baseado nas mãos do garoto.

-- Qual é Bonnie, não vai fazer mal. – O de aparência asiática cola o seu corpo ao de Emily, imprensando a garota na parede, já que o local era bem apertado. – Na verdade, você vai até se concentrar mais nas aulas. – Ele então guarda o cigarro no bolso do seu paletó de lã preta, e desliza as suas leves mãos pela cintura da mesma, como também aproximava seu rosto ao dela. – O que vai fazer hoje à noite?

-- Coisas... – A Lockwood parecia totalmente perdida com aquela situação, na verdade a excitação era explicita em sua face, ela só queria arrancar cada peça de roupa de Chandler e fazer o que se faz. – Quer dizer, o conselho de admissão terá uma reunião hoje. Novatos estão chegando. – Emily consegue desenrolar o seu corpo do de Chandler, e caminha até a porta, sendo a primeira a sair e é seguida pelo outro.

-- Hoje à noite, na piscina. – O de tez clara se aproxima da morena e sela seus lábios em um suave, e rápido beijo aos dela. – Te espero lá, as oito. Te amo.

-- Mas eu acabei de dizer que... – A garota viu que seria inútil completar a frase, assim que avistou o seu namorado virar um corredor qualquer.

Emilly apenas queria rir daquela situação, mas não poderia se atrasar para a aula. Saindo correndo pelo corredor, ela passa com tamanha pressa que nem percebe assim que ultrapassa Jacob e Jenny que literalmente desfilavam pelo lugar. Apenas falando sobre coisas banais.

-- Não tem um par para o baile? Por favor, você é um Vinnhill, qualquer garota... – A loira franze o cenho, como se estivesse reformulando a sua fala. – Ou garoto, daria tudo para ir com você. Bobagem.

-- O fato é, eu não quero um para o baile, G, entenda isso. – Jacob usava um gorro de lã vermelha, e a suas vestimentas corporais pode-se dizer que faziam parte da coleção passada, e bem passada. – E você? Fiquei sabendo que o Jeremy ainda não tem par.

-- Grande coisa, não vai demorar muito para alguma vaca, e com isso quero dizer garota ou garoto, convidar ele.

-- Então não tem par ainda? – O amigo faz uma careta como se estivesse tentando imitar uma reação de surpresa, mas no fundo Jenny sabia que era ironia, e apenas revirou olhos com um sorriso estampado no rosto.

-- Me poupe Jacob, qualquer garoto mataria outro para ir ao baile comigo. O problema é que não tem ninguém a minha altura, e além do mais eu já pretendo ir com alguém. – Neste momento a de olhos esverdeados aponta para um garoto que guardava seus livros, e somente pelas costas os dois amigos puderam perceber quem era.

-- O Dyllan? Dyllan Harris? – Jacob parecia zombar de toda aquela situação, tanto que Jen aparentava estar mais séria pelo fato do seu melhor amigo estar achando tudo aquilo engraçado. – Desculpa G, mas o Harris não gosta de você, na verdade não te suporta, então me diz como pretende ir ao baile com ele? E para lembrar, só falta uma semana.

-- Crystal vai me ajudar.

-- A Crystal? Ok, Jenny Georgina Wright, você pirou de vez. A vadia da Crystal nem é sua amiga de verdade, porque ela te ajudaria a sair com o melhor amigo dela? – O garoto parecia realmente estar sem entender aquela situação, e de repente Dyllan, assim como todos ali presente, apenas se virou para poder ver melhor a confusão que parecia acontecer entre os dois amigos.

-- Não me chama assim, e só porque você não tem par não quer dizer que eu não vá ter. – A loira cruza os braços, e todos estavam focados naquilo.

-- Você fala como se arrumar um par para uma merda de baile fosse tudo, mas adivinha Jenny, não é.

-- A pessoa que gosta de ser um perdedor aqui é você Jacob, não eu.

-- Pelo menos eu não sou uma vadia oferecida que não aguenta ficar um dia sem transar, se toca Jennyzinha o mundo não é um bordel e você não é dona dele.

Bem, ficou claro que ninguém imaginaria que a garota desistiria, todos estavam esperando ansiosos pelo esmurro que viria de Jenny. Contudo a loira sair correndo dali e com lágrimas escorrendo pelo seu rosto foi o que aconteceu. Todos pareciam perplexos no momento, e dois segundos depois estavam batendo palmas pelo Vinnhill ter conseguido pela primeira vez derrubar a cópia da Charlotte Smith.

Jenny sai correndo pelos corredores, indo em direção ao lado exterior do prédio. Estavam no quarto horário, ou seja, o lado de fora estava aberto para as aulas práticas ou simplesmente para respirar. A loira chegou ao jardim principal, onde havia um banco e foi onde ela se sentou. As gotas de tristeza percorriam pelo seu rosto que se encontrava vermelho, tudo que ela queria naquele momento era abraçar alguém, mas quem se atreveria a ajudar uma cobra? Bem, uma pessoa que nem ela mesmo esperava.

-- Jenny? – A voz com tom confiante de Dyllan, fez com que a garota dirigisse seu olhar para o garoto. – Você merecia isso, mas o seu melhor amigo?

-- Se veio até aqui para acabar mais ainda com a minha autoestima, vá em frente Harris, aproveite enquanto o casulo está aberto e qualquer um pode me machucar.

-- Eu não vim machucar ninguém, apenas ver se precisa de ajuda. – O moreno senta ao lado da garota, e cruza seu braço ao redor do pescoço da mesma, permitindo com que ela apoiasse a cabeça sobre o seu ombro. – E pelo visto precisa.

-- Apenas não saia daqui Harris, eu não tenho nada para falar, só preciso colocar isso para fora. – A de horizontes verdes ainda chorava, mas não como antes, e agora precisa ter forças suficientes para enxugar as lágrimas.

-- Tudo bem. – Dylan completa a sua frase, e leva sua mão até as madeixas loiras de Jenny, começando a desfilar os seus dedos por ali.

De longe, um pouco distante, no gramado debaixo de uma cobertura por conta da chuva, Mia e Crystal se aqueciam para o treino, viram tudo que aconteceu. – Não acredito que o plano daquela vaca funcionou, o Dyllan Harris vai levar ela para o baile.

-- Não vai tão rápido Mia, o Dyllan é esperto, e se eu bem conheço ele não vai ser um pequeno momento que vai fazer tudo o que ele pensa sobre a Jen desaparecer. – Crystal havia compactuado com o plano, mas torcia por dentro para que desse errado, afinal ela não gostava nem um pouco de Jenny e não queria ver o seu melhor amigo com ela.

-- Oi, vadias, vocês perderam a minha atuação foi espetacular. – Jacob chegava sorridente com aquilo, ele realmente sabia como fingir uma briga, é talvez coisa de família.

-- Claro que foi. – Crystal só não usou mais ainda do seu deboche, porque toda aquela conversa foi interrompida por barulhos simultâneos que indicavam que os três haviam recebido uma mensagem.

-- Não acredito!

-- Quem vai ler? Eu passei o ano passado todo brincando com essa vadia, e não vou perde meu tempo de novo. – Crystal guarda seu smartphone, afinal todos pensaram que “Cece” havia desaparecido para sempre.

-- Tudo bem, eu leio. – Fala Mia, olhando antes rapidamente nos olhos dos seus dois amigos.

“Olhem para os lados, procurem por ela, eu estou sentada em uma poltrona, vadias. E também vejo a America. Tic, Tac, vadia morta andando. –Cece”

-- O que ela quis dizer com “America”?

-- Seja lá o que for é impossível, a Merica esteve conosco ontem a noite toda. – Mia tentava entender aquela situação, como todos os presentes.

-- Tirando o fato de que..., ah meu Deus. – Crystal parecia preocupada. – A America não voltou para o dormitório com a gente, quando chegamos no terceiro andar ela falou que havia esquecido algo na piscina e que precisava ir buscar

-- E depois não vimos ela chegar, porque dormimos.

-- Vocês querem dizer que... – Crystal interrompe o loiro.

-- A vadia está com ela.

CHARLOTTE SMITH || POV’S ON

Meus olhos estavam abertos novamente, e meu Deus que dor de cabeça. Parecia que eu havia levado mil facadas na nuca, e aquele cheiro ainda estava horrível, o que indicava que não tínhamos saído do lugar e isso era bom porque eu sei como chegar no instituto daqui. Não estamos fora da Suíça, na verdade acho que nunca estivemos. Por mais que esteja um pouco escuro, ainda há um pouco de luz proveniente dos buracos no teto, inclino minha cabeça um pouco para o lado e posso ver uma silhueta sentada, e também amarrada em uma cadeira. Parecia desacordada, sua cabeça estava baixa, o que indicava que estava realmente desmaiada. Apenas forço mais um pouco a minha visão que estava embaçada e a escuridão só complicava, mas com uns esforços posso reconhecer aquele rosto. America. Não poderia ser, como... meus pensamentos são cortados assim que aqueles monstros adentram os portões, seguravam lanternas e não podia ver seus rostos, eles estavam com máscaras. Mas eu sabia quem um deles pelo menos era, e foi esse quem tirou a máscara preta revelando o seu rosto.

-- Bom dia, minha Cece, como está? – Eu não podia olhar para aquela pessoa, sem deixar que uma lágrima escorresse pelo meu rosto sempre, já fazia um ano mais ainda não podia acreditar que era ele o comandante disso tudo.

-- Vai para o inferno! – Posso não estar vendo direito, mas a risada cheia de desprezo ecoando, causa-me mais ainda medo. – O que você fez com a America, ela não tem nada haver.

-- Oh eu sei, mas ela estava vagando pelos corredores e a minha amiguinha aqui. – Ele aponta para a outra pessoa de máscara, que era a garota. – Resolveu pegar ela, você sabe que o Bradley não aceita fugitivos.

-- Não deveríamos estar aqui, é muito perto do instituto, as pessoas podem nos achar seu idiota.

-- Vejo que lembra desse lugar, mas não se preocupe Cece, vou cuidar de tudo para que ninguém nos ache até eu querer que o jogo acabe. – Posso ver ele estender a mão e pegar uma lata, provavelmente de spray, da mão do outro mascarado. – Tenha bons sonhos, querida, e nunca se esqueça de que eu te amo.

E então os meus olhos ardem com aquele liquido, e aos poucos sinto que estou apagando, só que eu realmente estou. De repente não há mais nada, apenas a escuridão e eu. De novo.

CHARLOTTE SMITH || POV’S OFF



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