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História Evolução Geológica - Capítulo 5


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Capítulo 5 - Jeo e Eliza.


Jeo era um garoto levado, não havia problemas nisso, apenas a diferença de idade entre ele e Eliza, sendo hoje 46 para 18, quando ele começou a se apaixonar, com ela, contava a todos do sexo, ocultava a vontade de Eliza, mas Ragnarok descobrirá. Jeo levantou o olhar e a voz para ela:
- Moçinha! Eu casei com você, transei com você e você me trata assim.
Eliza - Não foi tão ruim, deveria ser pior.
Jeo deu um sorriso para ela, olhou para aquele rosto, ainda suave, alisou, como se nada estivesse acontecendo, naquele momento, deu um tapinha que doia na cara de Eliza, mas era por amor ele diria.
Eliza - Agora bate em min?
Jeo - Não foi delicado?
Eliza - Delicado? Claro, foi só delicação, amigável, um jeito carinhoso de chamar o estrupador.
Jeo - Grande. Pai apoia a min, dona Eliza.
Eliza - Não. Você é o filho mais odiado, Jeo.
Jeo - Mais odiado? Eu?
Jeo senta no sofá de Eliza.
Jeo - Não, Eliza, ele sempre diz que sou sensato...
Eliza - Para fazer os piores serviços, serviços que lhe magoariam, caso fizesse, mas utiliza a sua cobaia, qual o nome dela?
Jeo - Eu não sou cobaia de ninguém - Aperta a mão de Eliza - muito menos faço alguém de cobaia, escultou, cara Eliza.
Eliza - Jeo, você morrerá, todos saberão disso! E para piorar, todos vibraram, seu verme, seu hipócrita.
Jeo entorta a mão de Eliza até o osso deslocar:
- Feliz agora, Eliza?
Eliza chorava de dor, sentia medo dele, mesmo que lutasse,  era um sintoma de que havia psicologico destruido, mas não de que tivesse resolvido tudo, pois Jeo permanecia o mesmo, não importava o que ela fizesse. Não importava o quanto gritasse para Jeo, jamais cedia, jamais apoiva a sua amante.
Eliza estava prestes a fazer uma ação perigosa, arriscada e que certamente levaria as pessoas a tomarem uma decisão entre ela ou contra, mesmo que estivesse calada por um homem, fazendo uma dificuldade em ser ouvida, lembrava do que Grande Pai dizia "Eu tenho voz, minha querida, minha graciosa, pois nada do que eu faço podem impedir, pois o possível é muito além do imaginário humano, testamos, minha filha, meu amor, pois só testando, conseguimos mostrar que podemos e se podemos, ninguém poderá nós calar, adeus, cara Eliza." Aquilo marcava-a tanto que seria inocente negar suas marcas, por isso ela agi desta forma, com Jeo, por saber que é pior ficar calada contra um abusa



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