História Excessivo Amor - Clace - Capítulo 32


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane
Tags Amor, Clace, Malec, Romance, Shadowhunter, Shadowhunters, Sizzy
Visualizações 151
Palavras 1.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Estupro, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


"Por apenas você e eu sabemos fugir da dor.
Somos fugitivos, já vê que ainda estamos vivos." Tú Y Yo - David Bisbal.

Capítulo 32 - Capítulo 30


JACE

Antes do resgate...

- Jace, você não pode ir. - um dos policiais me disse.

- Eu não ligo para o que vocês dizem. Eu vou e pronto. - peguei uma arma e coloquei no cós da minha calça.

Estava ansioso e ao mesmo tempo apreensivo. Não podia negar que as esperanças falavam mais forte dentro de mim. Eu iria encontrá-la ,eu tinha fé.

O lugar era macabro por dentro, parecia como uma prisão. Estava um silêncio profundo e um vazio aparente. Minha pele toda se arrepiou ,a sensação que aquele lugar me transmitia era de puro desespero.

Imagino como Clary está nesse momento. Meu coração dói ao imaginar isso.

Enquanto estávamos caminhando gotículas de água caiam do teto. Muitas infiltrações. O cheiro era horrível.

Como Clary estaria agora ,Senhor?

Pedi tanto para Deus que não acontecesse nada com a minha pequena, só quero que realmente isso que eu penso aconteça.

Encontrá-la sã e salva ,com nosso bebê bem e saudável.

- Escutou isso? - um dos policiais alertou.

Olhei para frente e percebi que tínhamos chegado em um portão de ferro, grande e espesso. 

- Vamos ter que pular. Jace, você fica aí enquanto entramos. 

- Não! - quase gritei, mas por um momento Clary veio em minha mente e me lembrei do meu objetivo. Objetivo não, do amor da minha vida.

- Você já está envolvido demais com isso. Vai ficar aí. - encarei bem o policial tentando intimidá-lo, mas sem sucesso.

Eles entraram e eu fiquei esperando do lado de fora. Parecia que horas tinham passado.

Coloquei a mão no meu bolso e senti nossa aliança. Não sabia o que ela diria. Será que sim? Se essa fosse a resposta, eu seria o homem mais feliz do mundo. E se ela dissesse não? Também poderia. Eu não sei como reagiria se isso acontecesse. Não aguentaria viver sem ela, sem seu sorriso e seu olhar. Só de pensar nela meu coração se aquece e começa a bater mais forte.

Ouvi um barulho lá de dentro e sem pensar pulei o portão.

Tirei a arma do cós da calça e corri em direção da porta que vinha a luz de dentro.

Fiquei um pouco para trás para ver o que estava acontecendo e vi que os policiais haviam sido pegos pelo Sebastian.

Como eles deram conta?

Agora, como eu conseguirei sozinho? Impos...

NÃO!

Eu pensei em Clary e na situação em que ela se encontrava mais uma vez e não precisei nem pensar duas vezes antes de entrar e começar a atirar em direção do Sebastian.

Os tiros foram sem rumos ,mas um eu consegui acertar na perna dele. O cara era bom. Porra!

Ele não perdeu tempo e atirou no meu rosto. Meu reflexo foi tanto que consegui desviar, mas a bala passou de raspão e senti que sangue começava a escorrer.

Não perdi tempo e fui para cima dele, distribuindo socos e descontando toda a minha raiva nele, tudo o que ele tinha feito, tudo o que ele estava fazendo a Clary passar.

- Quem você pensa que é, seu merda? Isso não ficar barato. - Senti minha visão ficar turva, mas a única coisa que eu conseguia sentir era ódio. Ódio por aquele monstro acabar com a vida da minha menina. Da minha menina lua.

O desgraçado só ria. 

- Você é um nada, pensa que é... mas NÃO É. - ele gritou as últimas palavras e minha bile subiu com força.

Cuspi na cara dele e distribui o último soco, já que os policiais conseguiram se soltar e me tiraram de cima dele.

- Você não perde por esperar. - Apontei bem para a cara dele ,sussurrando. - SEU PORRA!

- Jace, PARA! Vamos procurar a Clary, droga!

- Porra. - sai correndo lembrando da minha pequena.

Foi questão de segundos até achar ela e eu senti tudo a minha volta desaparecer.

Minhas pernas tomaram o controle do meu corpo e corri em direção a ela.

- CLARY, MEU AMOR. - Eu não lembro mais do que disse, só sei que ela ficou deitada no meu colo até tirarem ela de mim.

Eu estava num estado deplorável, não conseguia enxergar nada pois minhas lágrimas impediam. Eu estava um caco, mas agora eu tinha incentivo para continuar viver.

Clary era um deles, mas principalmente Deus. Por nunca ter desistido de mim.

**

Tirei sua camisola hospitalar com a intenção de diminuar a dor no peito que ainda existia. E eu sabia o que era aquilo. Era saudade. 

E só nós sabíamos o que poderia matar isso.

Beijei cada centímetro do seu rosto ,terminando por fim no seu nariz.

- Você tem noção do quanto eu senti sua falta? - acariciei sua bocheca sorrindo sem parar. Não conseguia acreditar que a tinha nos meus braços.

- E você tem noção do quanto isso é proibido? Jace, estamos em um hospital. - ela riu e me deu um tapa no meu ombro.

- Ei, doeu. Acho que você voltou mais agressiva. O que fizeram com você? - PORRA ,JACE. QUE MANCADA! - Quer dizer, olha bem o que eu vou fazer com você. - nem esperei pela sua reação e a beijei novamente.

Coloquei-a sentada na bancada no banheiro e desci beijando toda a extensão do seu colo, chegando até sua barriga ,aonde dei vários beijinhos.

Olhei para cima e ela estava me encarando com um olhar terno, capaz de derreter meu coração, se bem que isso já tinha acontecido a muito tempo.

Terminei de tirar sua roupa e logo em seguida tirei a minha.

- Você é linda demais!

- Não mais do que você! Eu senti muito sua falta.

- Eu quase não me lembro da sensação de estar dentro de você. Você é viciante, eu vou te colocar dentro de um potinho para que ninguém mais possa tirá-la de mim. - sussurei em seu ouvido e senti ela estremecer.

- Você me deixa louca. - ela também sussurou em meu ouvido e mordeu o lóbulo da minha orelha.

Aquilo foi a gota d'água. Não tinha mais estruturas para aguentar tamanha provocação.

Tirei a camisinha da minha carteira e sem perder tempo a penetrei.

O sangue correu por minhas veias mais rápido que Usain Bolt em sua corrida mais veloz. 

- Abra os olhos. - pedi e ela logo me obdeceu como uma verdadeira submissa. Minha e somente minha. Olhei no fundo dos seus olhos incapaz de desviar o olhar. 

Aumentei o ritmo e logo nós dois chegamos ao ápice do nosso prazer.

Eu não vi a hora passar e espero não ter feito tanto barulho.

Ela começou a rir do nada, me deixando mais confuso do que nunca.

- Do que está rindo ,danadinha? - fiz cosquinhas em sua barriga rindo sem motivo ,afinal, nem sabia o porquê de sua risada. Bem que falam que quando estamos apaixonados não podemos controlar nossas ações.

- Isso é loucura. Nunca tinha feito isso antes.

- Ainda bem que não, gostei de ser seu primeiro.

- Você ,por acaso, já fez sexo no hospital? - ela me olhou e pude ver o brilho do ciúmes em seu olhar.

- Nunquinha, você também é minha primeira. Aliás, nunca ninguém foi capaz de me tirar do eixo como você. - sorri e lhe dei um selinho. - Eu te amo demais, quero que você esteja comigo para sempre. Vamos vencer tudo o que passou juntos!

- Juntos! - levei minha mão até sua barriga e ela colocou a dela por cima da minha. Ficamos nos encarando por alguns minutos, até que eu a peguei no colo e a levei para debaixo do chuveiro para seu banho.

De verdade agora.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Mil beijos!! :) :)


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