História Exchange Aunt - Capítulo 6


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Ingrid / Rainha da Neve / Sarah Fisher, Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Tinker Bell
Tags Morrilla, Morrison, Parrilla, Swanmills, Swanqueen
Visualizações 1.073
Palavras 3.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HEY! Galera, dicazinha pra esse capítulo: se vocês nunca ouvira a música High da Dua Lipa, escutem agora mesmo, SÉRIO! Boa leitura!

Capítulo 6 - Checkmate


Fanfic / Fanfiction Exchange Aunt - Capítulo 6 - Checkmate

 

Londres definitivamente sempre havia sido o maior sonho de Emma. Poder visitar a cidade, conhecer cada um de seus lindos e famosos monumentos, aproveitar cada noite fria e obscura que fazia. Seu sonho realmente estava se realizando. Na cidade dos sonhos, com a casa dos sonhos e família temporária dos sonhos. Naquele final de manhã de um frio domingo, a jovem observava da janela do seu quarto as nuvens cinzentas no céu e as crianças com mil agasalhos brincando de amarelinha na rua. Não havia descido para tomar café da manhã, pois além de ter acordado tarde, ainda não sabia como e o que iria falar para Regina depois do incidente da noite anterior. A loira ainda se perguntava o motivo de Regina tê-la beijado.

Na sala de estar, Regina segurava um livro de antropologia em suas mãos, porém, seu olhar estava totalmente direcionado à porta do pequeno cômodo que se encontrava o piano. A morena não conseguia parar de sacudir seus pés enquanto imagens da noite anterior passavam pela sua cabeça. Mills estava determinada a esquecer o que tinha feito e enfrentar os próximos meses ao lado de Emma como se nada jamais tivesse acontecido. Afinal, ao seu ver e pensar, não tinha significado absolutamente nada para Swan. Agora, o livro que segurava estava totalmente marcado pelas unhas que a morena fincava na capa.

— Desse jeito você vai furar o livro. Suas unhas estão enormes. — disse Bella ao entrar na sala e sentar ao lado da tia, despertando-a do pequeno transe.

— Você vai sair? — pergunta Regina ao avaliar as roupas da sobrinha. Bella estava usando um vestido floral com um casaco rosa bebê por cima e sapatilhas da mesma cor.

— Eu vou levar Kitty e uma amiga no shopping. Vou aproveitar para ficar por lá e comprar algumas coisas que preciso. Até perguntei se Emma queria ir, mas ela disse que não está se sentindo muito bem. Você que ir?

— Oh, não, querida. Eu tenho que preparar uma aula pra amanhã. Divirtam-se. 

Quando as sobrinhas deixam a casa, Regina resolve ir até a cozinha e preparar café. Café a acalmava mais do que qualquer outra coisa. Fiona entra na cozinha junto à Emma. As duas conversavam assuntos aleatórios e compartilhavam risadas. Quando os olhares de Regina e Emma se cruzaram, uma grande tensão foi instalada no ambiente, mas rapidamente a morena voltou seu olhar ao café.

— Vocês querem café? — pergunta Regina enquanto servia sua xícara sem nem sequer olhar para as duas. 

— Eu quero. — disse Emma um pouco sem jeito ao empurrar uma xícara em direção à morena.

— Eu não tomo café nesse horário. — disse Fiona — Acho que vou ao mercado comprar algumas coisas para o jantar. Estava pensando em fazer alguma coisa diferente hoje.

— Por que? Vai chamar outro convidado especial hoje? — pergunta Regina com a voz carregada de ironia.

— Jamais. Depois de ontem, prefiro não chamar mais ninguém sem te consultar. — disse Fiona enquanto balançava as mãos no ar, arrancando pequenas risadas de Emma e Regina. — Bom... Emma, você quer ir comigo? 

— Hum... Acho que não. Eu não estou me sentindo muito bem hoje. Estou sentindo um pouco de dor de cabeça.

— Eu trago um remédio para você então. — disse ao passar a mão pela bolsa e pelo casaco — Tchau para vocês duas. Até depois.

Assim que Fiona deixa a casa, o clima tenso volta a se instalar na cozinha. Regina estava apoiada em um dos armário, enquanto Emma se encontrava sentada em um dos bancos do grande balcão no centro da cozinha. A morena batia a ponta de suas unhas de maneira lenta e nervosa na cerâmica da xícara, ecoando um som extremamente irritante no ambiente.

— Regina... — disse a loira, quebrando totalmente o silêncio. — Nós precisamos conversar sobre ontem.

Regina direciona seu olhar para os lindos e tensos olhos de Emma, que demonstravam medo, insegurança e talvez um pouco de desespero. A morena pôde sentir seu coração palpitar mais rápido a cada piscada lenta que a loira dava.

— Senhorita Swan, não temos absolutamente para conversar. Aquilo foi um erro que eu não faço questão de lembrar que cometi, pois não significou nada. — disse de maneira séria.

— Mas você não me perguntou como eu me sin... — Emma tenta dizer, mas a morena rapidamente a corta.

— Chega, Emma! — disse firme ao se aproximar do balcão e bater com força as mãos espalmadas na superfície. — Aquilo nunca aconteceu. Não significou absolutamente nada. Eu já tinha tomado umas quatro taças de vinho antes de você aparecer. Com certeza estava um pouco fora de mim. Eu nunca faria isso se estivesse sóbria. Muito menos com você.

Emma não se sentia capaz de dizer uma palavra, apenas encarava com fogo nos olhos a mulher à sua frente. Sua cabeça latejava, seus lábios estavam contraídos e seus punhos cerrados. Estava pronta para iniciar aquele jogo e finaliza-lo com um belo xeque-mate.

— Isso é o que nós vamos ver. — disse Swan entre os dentes antes de deixar a cozinha lentamente.
 

*

Umas horas depois, Bella e Kitty e estavam em casa e se encontravam no quarto de Emma. As três estavam sentadas à cama e conversavam sobre como passaram o dia.

— .... E então eu virei pra ela e disse que a blusa não combinava com a saia e ela ficou com raiva. A blusa era listrada e a saia tinha estampa de estrelas! Não combinava nem um pouco! — disse Kitty se referindo a situação que passara com a amiga mais cedo no shopping.

— Eu acho que eu usaria uma saia com estampa de estrelas. — disse Bella.

— Eu também, mas não com uma blusa listrada! Que horror. — disse a mais nova, arrancando risada das duas mulheres.

— Hey, Kitty. Como está indo na escola? — pergunta Emma.

— Melhor. Minha tia tem estudado comigo por algumas horas todos os dias e isso tem facilitado na hora de fazer as provas e os exercícios.

— Oh, que bom! Em falar na sua tia... Bella, eu não sabia que estava aprendendo a tocar piano com ela. Isso é incrível. — disse Emma.

— Ah, sim! Eu amo piano. Estou aprendendo aos poucos. Você toca algum instrumento? — pergunta Bella.

— Um pouco de violão, mas nada profissional. Não tenho muita paciência. 

— Eu não sei fazer nada. Não sei qual é minha função no mundo. — disse Kitty ao fazer beicinho.

— Pelo menos você é boa em moda. Poderia aprofundar nisso. — disse Emma.

— Ah, quem sabe? — disse Kitty.

 As três continuaram conversando sobre diversos assuntos, mas foram interrompidas com três batidas na porta. Alguns segundos depois, a porta foi aberta, revelando a figura de Regina. A morena usava um vestido preto pouco acima dos joelhos com um blazer da mesma cor por cima. Nas suas pernas, a típica meia calça também pretas, assim como seus sapatos.

— A mãe de vocês mudou de ideia sobre o  jantar... Vamos num restaurante, então, se arrumem. Vamos sair em aproximadamente uma hora. — disse seriamente alternando o olhar entre as três meninas.

Regina fechou a porta do quarto, deixando um silêncio estranho no ambiente. As três se entreolhavam e provavelmente pensavam no que iriam vestir.

— Bom... Eu acho melhor começarmos a nos arrumar agora. Minha mãe e minha tia não suportam atrasos. — disse Bella.
 

*

Algumas gotas de água ainda escorriam pelos ombros enquanto Swan avaliava cada uma de suas roupas ainda enrolada na toalha branca. Conversava por ligação com sua mãe, que contava como estava sendo seus dias sem a filha mais velha. O celular de Emma estava em cima da pequena escrivaninha e no modo viva-voz.

— Já decidiu a roupa que vai vestir? — pergunta Sarah.

— Acho que vou usar aquele vestido preto que usei na formatura do tio Archie. — disse Emma.

— Mas aquele vestido não é muito decotado? — pergunta Sarah em tom de reprovação.

“Essa é a intenção.” pensou Emma.

— É o vestido mais chique que eu tenho. Só pode ser ele. — disse a loira.

— Ah, tudo bem. Mas ele um casaco! — disse firme. — Vou desligar agora porque estou toda enrolada com o almoço de seus irmãos.

— Tudo bem, mãe. Mande um beijo para eles. Estou morrendo de saudades.

— Pode deixar. Até mais, meu amor. 

Mãe e filha desligam a ligação e a loira volta a se arrumar. Passa uma maquiagem leve no rosto, abusando apenas do batom vermelho e do delineador. No corpo, seu justo vestido preto com decote em V, marcava cada uma de suas mais belas curvas. Por cima, um trench coat preto, e por fim, nos pés, um salto agulha também preto, porém, não muito algo. Após passar seu melhor perfume, Swan fecha os botões de seu casaco, escondendo seu decote e desce a escada lentamente até chegar a sala, onde todas já se encontravam.

— Podemos ir agora? — pergunta Regina sem nem olhar para a loira que acabara de entrar no cômodo.

— Podemos, sim. — disse Fiona. — Vocês estão todas tão lindas! — disse, se referindo às três “filhas”.

— Obrigada. — agradecem em unissom. 

Todas entraram no carro de Fiona na mesma ordem de sempre. As duas mais velhas na frente e as três mais novas atrás, como uma família normal. Ao chegar no restaurante, os olhos de Emma brilhavam mais do que o normal. Pequenas árvores com pisca-pisca decoravam o ambiente, dando um aspecto mais confortável e aconchegante. 

— Aqui é tão lindo... — Emma sussurra para Bella.

— É o nosso restaurante favorito. — disse Bella.

A família escolhe uma mesa ao lado de uma grande janela de vidro, que dava vista para as ruas movimentadas de Londres, o que deixava tudo mais perfeito ainda. Emma sentou-se de frente para Regina, que evitava contato visual com a loira, por mais difícil que fosse. Diferente da morena, Swan fazia questão de fitar cada traço de Regina com intensidade. Enquanto Mills desconfortavelmente lia o cardápio, percebeu que a loira foi lentamente abrindo cada botão de seu casaco, revelando aos poucos seu decote. A pele branca entrava em contraste com o tecido preto, que caía super bem com o batom vermelho, formando então, uma paleta de cores perfeitamente sensual. Swan começou a bater de leve a ponta das suas pequenas unhas na superfície de vidro, fazendo Regina ficar mais desconfortável ainda.

— Podemos pedir? — disse a morena em tom impaciente.

Fiona faz o pedido ao garçom, que anota tudo em um pequeno bloco e deixa a mesa. 

“Porra...” pensou Regina ao passar rapidamente os olhos pelo decote de Emma. Por baixo da mesa, Swan passou de leve a ponta de seus pés pela perna da morena, que estremeceu ao seu toque. Mills levanta lentamente o olhar para a loira, que arqueia uma sobrancelha e quase abre um sorrisinho debochado. Ela estava fazendo tudo aquilo de propósito e a morena sabia disso, porém, não podia mostrar fraqueza.

— Eu posso pedir um vinho? — Emma pergunta.

— Claro, meu bem. Escolha qual quiser do cardápio. — responde Fiona.

— Acho que essa tarefa vou deixar para você, senhorita Mills. — disse a jovem, fazendo a mais velha levantar o olhar para seus olhos verdes-mar. — Poderia escolher o nosso vinho? — pergunta com voz arrastada.

— Claro. — disse ao desviar o olhar para o cardápio novamente.

Regina pede o vinho para o garçom, que volta alguns minutos depois apenas com duas taças e a garrafa na mão. Enquanto o líquido caía na sua taça — que estava sendo servida pelo garçom —, Emma continuava a encarar disfarçadamente Regina, que já tinha uma expressão extremamente irritada no rosto.

— Obrigada. — disse Emma assim que o garçom serviu as duas taças e se retirou.
 

*

— Uau! Que minha mãe nunca me escute falando isso, mas eu nunca comi uma comida tão boa na minha vida toda. — disse Emma enquanto caminhava em direção ao carro logo após deixar o restaurante.

— Esse restaurante é um espetáculo. — disse Fiona.

No trajeto para casa, Regina evita ao máximo qualquer contato com a loira. Sabia o que ela estava fazendo e queria ser mais forte do que qualquer outra coisa. A morena leva sua mão ao pequeno rádio, mudando as estações até achar uma música que a agradasse. 

— Pode deixar nessa? Adoro essa música. — disse Emma ao parar na música High (Whetan & Dua Lipa).

— Ok. — disse Regina um pouco impaciente.

"Don't ask me to be righteous

If you practice what you teach

Counting all your blessings the second

you're down on your knees

So why, why?

Don't we get a little high, high?" Emma cantarolava baixinho enquanto olhava para o retrovisor do banco da frente, que revelava a expressão irritada de Regina.

— Essa música é daquele filme, não é? Cinquenta Tons de Liberdade? — pergunta Katherine, fazendo todas as outras no carro arregalarem os olhos e se virarem para ela.

— Katherine Mills! Como você sabe disso? — pergunta Fiona enquanto olha para a filha pelo retrovisor do carro.

— Quando você viu esse filme? — pergunta Regina — Está vendo, Fiona? Já disse que não é legal ela ir para cinema sozinha.

— Ei! — Kitty grita — Eu não vi filme nenhum. Se acalmem. Eu apenas vi que essa cantora gravou uma música para o filme.

— Que bom. Até porquê aquele filme não tem nada que interesse a uma pessoa da sua idade. — disse Regina.

— Abra esse olho, Katherine Mills. — disse Fiona em tom ameaçador.

As três meninas se entreolham no banco de trás e trocam risadas abafadas. 

Ao chegar em casa, todas seguem para seus quartos, Emma para a sala de estar e Regina para o andar de cima. A morena estava sentada à bancada no centro do cômodo e focava toda a sua atenção ao aparelho de celular à sua frente. Por mensagem, conversava com sua melhor e única amiga, Zelena.

R: Ela está tentando me provocar de todas as maneiras possíveis, Zel! Eu não quero nada com ela. Foi um erro eu tê-la beijado naquele dia. Se eu pudesse voltar atrás e apagar aquilo, eu voltaria. 

R: Socorro!

Z: Isso é muito errado, porém, excitante! Meu Deus! É sua sobrinha-temporária! Isso vai até contra as regras do programa, não vai? A mãe dela pode até querer te processar.

R: Ela não vai me processar, pois não aconteceu e nem vai acontecer mais nada! É só eu não dar a mínima para as provocações dela. Simples e fácil.

Z: Mas a pergunta é a seguinte: Você vai conseguir passar por cima dessas provocações? 

R: Está me chamando de fraca??? É claro que eu vou. Meu nome é Regina Mills. Você sabe muito bem que eu é quem provoco, não os outros.

Z: Bom, boa sorte então, sis. Tenha uma boa noite e durma com a Em... Com os anjos!

Regina ri ao ler a mensagem e balança a cabeça negativamente. Zelena era uma das únicas pessoas que conseguia fazê-la rir nas situações mais tensas.

R: Você é ridícula. Boa noite.

A morena deposita seu celular sobre a superfície da bancada e leva as duas mãos ao rosto, fechando os olhos com força enquanto tentava afastar todos os acontecimentos do dia de sua mente, mas obviamente falha ao ver Emma entrando na cozinha vestindo apenas um robe branco e curto. A loira passa por Regina sem dizer uma palavra e para em frente a geladeira, procurando por algo para beliscar. O olhar da morena passeou por todo corpo da jovem. Regina mordia disfarçadamente o lábio inferior ao fitar as pernas nuas e chamativas de Emma.

— Precisa de ajuda, senhorita Swan? — pergunta Regina com voz séria.

— Me deu uma vontade de comer morangos, então, lembrei que Fiona comprou uma caixa mais cedo e vim comer. — disse ao botar a caixinha com morangos sobre a bancada — Está servida?

Com os braços debruçados na bancada, Swan leva um morango à boca e empurra a caixinha com as frutas na direção da morena, que recusa.

— Você acha que pode me vencer, senhorita Swan? — disse a morena com um sorriso debochado no rosto e uma sobrancelha arqueada.

— Vencer? — pergunta Emma antes de balançar a cabeça negativamente — Eu não estou tentando te vencer, Regina. Por quê eu faria isso?

— Você não me engana, Swan. Você pode jogar o quanto quiser, mas saiba que eu sou uma ótima competidora. Eu consigo ser bastante resistente. — disse Mills com a voz arrastada.

— Como eu te disse mais cedo, isso é o que nós vamos ver. — disse Emma ao passar de leve os dedos pelo braço da morena. — Boa noite, senhorita Mills.

Emma deixou o cômodo exatamente como Regina a havia deixado na noite que a beijara. Confusa, desamparada e insegura. A morena sentia seu coração acelerar só de olhar para jovem. Poderia passar um dia inteiro se fosse preciso fitando cada um dos mais simples e perfeitos traços de Emma. Seus olhos verdes-mar, às vezes azuis claros, lhe chamavam toda a atenção do mundo. Ah, ela poderia morar naqueles oceanos! E como poderia! Os lábios rosados, os cabelos dourados... Tudo caía perfeitamente bem. "Como pode uma pessoa ser tão linda?" pensou Regina. "E tão chata, implicante e teimosa?" resmungou. Não podia negar o quanto seu corpo queimava de algum sentimento não especificado pela loira. Regina não se deixava levar pelo jeito meigo da jovem, porém, estava começando a querer conhecer seus outros lados. 

No seu quarto, Emma sorria de satisfação. Sabia que seu plano daria certo. Por uma única vez na vida, queria ver a tão aclamada Regina Mills perder. Perder os seus sentidos em relação à ela. Por alguns minutos, imagens da morena de camisola preta, cantando e tocando piano e dos seus lábios colados ao dela invadem a sua cabeça. Foram apenas algumas semanas para Emma ter sua cabeça completamente domada pela sua tia-temporária. Passava do desejo, da vontade. Sabia que era além disso. "Seria isso errado demais?" pensou.
 

Ao deixar a cozinha e ir em direção ao seu quarto, a morena trancou e porta e abriu seu grande e glamouroso closet. No fundo, atrás de cabides com roupas, havia uma outra porta. Regina respirou fundo diversas vezes antes de abri-la. Quando o fez, se deparou as grandes caixas repletas de seus utensílios sexuais. A morena passou lentamente o dedo sobre cada caixa e pensou nas mil possibilidades que teria para usar cada um deles.

"Devo resistir. Devo resistir." repetiu para si mesma ao fechar as duas portas do closet e deitar-se para dormir.
 


Notas Finais


E então, agora sabem por que a Regina tranca a porta do quarto? Acham que ela vai resistir por quanto tempo? rsssss; Beijos para todos vocês, principalmente à Mia e Marce que têm me ajudado bastante com o futuro desenvolvimento.


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