História Exchange Student - Capítulo 2


Escrita por: e maaark

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Haechan, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Jungwoo, Lucas, Mark, RenJun, Taeyong, Winwin, Yuta
Tags Colegial, Jaeyong, Japao, Luwoo, Markhyuck, Nomin, Noren, Norenmin, Renmin, Yuwin
Visualizações 190
Palavras 3.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eae consagrados olha só quem apareceu não é mesmo RISOS

gente sorry pela demoraaaa, mas eu queria que esse capítulo saísse bom a

ele está na terceira pessoa, eu vou alternar, beleza? próximo é na visão do príncipe Yuta é bois

BOA LEITURA ANJINHOS <333

Capítulo 2 - Escola nova e clube


Sicheng acordou desesperado, havia tido um pesadelo, seu peito batia desenfreado, assim como sua respiração. O medo de não fazer amigos o consumia, sempre fora tímido e recluso, seu único amigo – o qual ficara na China – era alguém de seu oposto, falante e bem-humorado, não que Dong não seja, mas ele só é assim com alguns. Sua linguagem também era um empecilho, o chinês fala absurdamente bem o japonês, entretanto às vezes comete falhas. Tinha medo de não conseguir se acostumar, de ser um fardo para seu pai. A família Nakamoto o recebeu deveras bem, ao não ser claro, por Yuta, que nem deu chance do maior se apresentar. Sua mente que antes vagava pelo pesadelo recém tido, passou a se preocupar com um barulho baixo que ouvia fora das paredes.


Forçou o olhar para ouvir melhor, – o que não deu certo, pois continuou sem compreender o que acontecia – os sons ficavam mais altos e mais frenéticos, e após perceber do que se tratava, arregalou os olhos, vendo o horário em seu celular. Três horas da manhã…


– Ah, Sicheng! Não é da sua conta o que ele faz! – murmurou para si mesmo, concentrando-se para dormir. O que não tardou a acontecer, afinal estava cansado à beça.  


[...]


Acordou depois de três horas, espreguiçando-se assim que levantou. Precisava fazer seus alongamentos diários, porém recebera uma batida na porta, rapidamente a abriu, encontrando a dona da casa.


– Bom dia, Win! – sorriu educada – vamos descer para tomar o café!


– Bom dia! Dormiu bem? – ela assentiu – Que ótimo! Só irei me vestir e já desço. – fechou a porta e se arrumou, colocando o uniforme. Estava ansioso, não havia o experimentado anteriormente, seu coração palpitava, poderia participar de algum clube? Algum esporte? Os alunos iriam o receber bem? Vestiu-se impecavelmente, com seus cabelos bem-penteados, botões abotoados e tênis social, foi para a sala, sentou-se e preparou algo para comer, até que ouviu uma risada de Yuta do outro lado da mesa. O encarou de soslaio, sem deixar muito evidente, porém ao ver que o japonês ria enquanto olhava para si, ficou deixou confuso. Arqueou as sobrancelhas e retribuiu o olhar.


– Que foi? – perguntou rígido.


– Nada...Eu que lhe pergunto. – o menor revirou os olhos.


– Por que tá assim? – ignorou a fala anterior.


– Assim como?


– Esquece, só saiba que se for assim, ninguém vai falar com você. – levantou da mesa e deixou as coisas na pia, subindo as escadas em seguida.


Sicheng ficou ponderando por alguns minutos, ainda sem entender. Foi para o banheiro e se encarou no espelho, podendo enfim compreender a fala do outro. Estava careta, extremamente correto, entretanto não sabia como parecer “legal" assim como aqueles badboys dos filmes americanos. Estava mais para o nerd trouxa. Suspirou fundo e desarrumou os fios escuros, em seguida desabotoando os três primeiros botões, seu sapato continuou o mesmo, pois é o seu par preferido. Deu um sorriso e saiu, pegando sua mochila. Pelo que havia entendido, Yuta o levaria. Ambos iriam a pé, porque a escola não era longe. Sentou-se no estofado enquanto aguardava o japonês, que não tardou a vir.


Sicheng seguia-o olhando a vizinhança, porque provavelmente voltaria sozinho, precisava se localizar para não depender mais do outro. O caminho inteiro foi um silêncio irritante na visão do chinês. Queria falar algo, perguntar se estava apresentável, seu cabelo caído na testa o incomodava, mas faria de tudo para a primeira impressão perfeita. Assim que chegou no colégio, abriu a boca, impressionado, nunca havia visto tantas pessoas numa escola tão imensa. Somente da entrada viu que tratava-se de um “palácio escolar”. Haviam diversas etnias, entretanto todos conversavam na língua do país, o japonês. Encantado, olhava para todos os cantos, animado para estudar, quem visse Sicheng de longe, acharia-o um louco.


– Fala Yuta. – comentou um aluno mais baixo que si e belo.


– Oi Jaehyun, estamos na mesma classe? – concordou – Que merda, queria ficar longe de você. – recebeu um tapa no ombro – Hey! Tá doido?! – esbravejou, mas logo riu.


– E então, conheceu o carinha?


– Sim. – apontou para trás de si, onde havia um chinês desnorteado, sem saber o que sentir, numa mistura de receio e anseio.


– Uau. – lambeu os lábios – Apresenta ‘pá nóis. – riu ao ver o semblante sério do amigo.


– Não, ele é um saco! Todo certinho, filhinho do papai. – revirou os olhos – Não quero ele andando com a gente, pelo contrário, eu o quero bem longe. – deu a conversa por encerrada – Agora vamos logo, quero encontrar com o Doyoung.


– Ih….


– Que foi?


– Parece que tu não soube ainda, né? Vou te contar então….Ontem na festa do Taeyong ele ficou com o Taeil. – o corpo do japonês ferveu em raiva somente por ouvir o último nome.


– Quem falou isso? – seu queixo enrijeceu.


– Eu mesmo vi….mas não brigue com ele, você sab-


– EU NÃO SEI NADA! – interrompeu Jaehyun – Não acredito que ele me traiu, filho da puta.


– Yuta! Ele estava bêbado. – tentou ajudar o outro coreano.


– Foda-se! Ele sabe o quanto odeio o Taeil! Existem bilhões de pessoas que ele pode ficar, ele fica justamente com ele! – respirou fundo, buscando a calmaria – Ele vai ver só.


– Yuta! – o sinal do começo das aulas tocou e o japonês sumiu na multidão dos outros alunos. – Droga!


– Er...Com licença… – Jaehyun virou-se para ver quem havia o chamado – Tá tudo bem com o Yuta?


– Ah...Oi....Sicheng? – o maior concordou, sorrindo tímido – Ele só é cabeça-quente, daqui a pouco esquenta.


– Entendo...Você é da sala dele? – o coreano assentiu – Ótimo! Pode me mostrar onde é a sala?


– Claro, mas como você é aluno novo, tem que ir para o auditório, vem, te levo até lá. – começou a andar em direção do lugar dito, sendo seguido por Sicheng, o qual olhava deslumbrado para os lados, o colégio Nakamoto realmente é enorme.


Assim que chegou, viu que havia muitas pessoas conversando entre si, tornando o ambiente um verdadeiro burburinho, sentiu-se deslocado, pois haviam grupos por todos os lados. Observava cada um, guardando os rostos de cada aluno, continuaria observando todos – quem sabe perguntasse nome, sobrenome e tipo sanguíneo –, porém fora impedido por alguns possíveis professores que estavam num palco.


– Atenção novos alunos do colégio Nakamoto, é com muita honra que os considero alunos daqui, quero desejar parabéns a todos que passaram e hoje está o conosco. – palmas foram ouvidas, juntamente com assobios – Vejo que estão animados! Pois bem, antes de tudo falarei umas regras básicas que nosso colégio têm. A primeira é que todos, ouviram? Todos devem participar de um clube. – Sicheng ouvia cada palavra atentamente – Segundo, aqui todos são iguais perante as regras, portanto não apronte, ou levará consequências, as quais podem ser drásticas. Terceiro, nós sabemos que são jovens e que querem curtir a vida, mas façam isso do muro para fora. Nada de beijos, de toques, de mais bobas. Entenderam? Nada! – um coro negativo fora dado – E por último, mas não menos importante, nós iniciaremos a semana de prova, no dia dez, ou seja, semana que vem. Quem tiver dúvidas, por favor levante a mão. – todos permaneceram parados e quietos – Certo, é isso, alunos, espero que aproveitem esse ano no colégio Nakamoto. Estão dispensados.



[...]




Com toda certeza a principal fofoca era sobre a festa do dia anterior, que aconteceu na casa dos Lee, sendo eles Taeyong, Minhyung e Donghyuck. Todos na escola sabem sobre a rixa que existe com Yuta e Taeil, afinal não há coisa mais óbvia que isso, os porquês já são coisas inventadas. Alguns acreditam que se odeiam porque Taeil roubou a namorada do japonês, outros que eles guardam algo secreto. São tantas baboseiras que nem os próprios alunos sabem em qual acreditar. E o caso mais falado seria sobre a traição de amizade que houve na festa. Doyoung, um dos melhores amigos de Yuta, aos beijos com Taeil. Ambos coreanos haviam faltado, o que trouxe mais rebuliço. “Eles tinham um caso?” “Quanto tempo será que eles estão juntos?” “É um plano contra o príncipe Yuta?” “Ah...pobre Yuta, deve estar se sentindo tão triste, primeiro a sebosa da Ami, agora o melhor amigo?! Poxa…”


O refeitório encontrava-se numa bagunça, todos comentavam sobre o possível novo tópico que apareceria no jornal escolar.


Yuta foi traído no domingo

Doyoung e Taeil ficaram!


Já até imaginava as notícias que iria conter no livrinho. As portas do refeitório abriram-se em câmera lenta, como num anime clichê. Yuta estava entrando no recinto, o qual ficara em silêncio, todos observavam Nakamoto, até mesmo Sicheng o encarava de longe, tentando assimilar quem diabos era Doyoung e Taeil. Seus olhares se encontraram por segundos, mas logo foi quebrado. Uma multidão de garotas o cercaram enquanto ele se dirigia a mesa dos jogadores de basquete. Yuta fingia sorrisos, por mais que as achasse um pé no saco, sempre odiou aquelas garotas grudentas que pegavam no seu braço e gritavam de uma forma histérica “senpai”.


– Vou comer agora, depois nos falamos. – despediu-se das fãs e sentou ao lado dos companheiros de time.


– Grande príncipe Yuta! – comentou Minhyung assim que o japonês se sentou – Tá vendo porque deveria ter ido ontem? Quem sabe rolasse uma briga lá em casa, né Hyuck? – perguntou ao irmão que viajava na maionese. Tocou em sua coxa para chamar a atenção do menor.


– Ah! Sim. – respondeu após uns segundos em silêncio.


– Por que está assim, Hyuck? – perguntou Chittaphon malicioso.


– Não é nada, só estou...cansado…. – olhou para o irmão canadense de soslaio, voltando sua atenção no lanche que comia.


– Cansado de quê? – perguntou Johnny, um americano que não havia ido na festa ontem.


– De dormir, claro. – sorriu – Agora vamos mudar de assunto. Yuta, por que não foi ontem?


– Ah começou. – respirou fundo – Tive que virar babá de um chinês. – deu de ombros e todos na mesa se interessaram pelo assunto – Temos um novo morador na minha casa, ou seja, moiô nossas festinhas.


– E como ele é? – perguntou Chittaphon, interessado.


– Lindo, maravilhoso, fofo, uma graça. – respondeu Jaehyun ao se lembrar do maior que veio lhe perguntar onde ficava a sala. Yuta revirou os olhos – Sigo apaixonado, meus consagrados.


– Sério?! – exclamou Kun – Apresenta pra gente, príncipe Yuta.


– Eu não vou fazer merda nenhuma, aliás, não quero que falem com ele, ok? Não quero ele perto de mim. – deu a resposta final.


– Hoje tem treino? – indagou Johnny e ninguém respondeu – Gente!


– Puta merda esqueci aquele negócio que o treinador pediu! – Minhyung bateu a mão na testa em desapontamento.


– Vixi eu também. – o tailandês fingiu falso choro.


– Mas meu anjo, você é do vôlei. – comentou Jaehyun.


– Não mais, bebê, não mais. – Chittaphon piscou para o coreano.


– Na real, vocês são muito gays…. – falou Nakamoto após tomar seu suco.


– Sai daqui hétero top. – brincou Johnny, levando todos a rir.



[...]


Após o sinal do recreio bater, grande parte se separou, uns foram para o segundo anos e outros para o terceiro. A maioria tinha a mesma idade, menos Donghyuck e Minhyung, que mesmo sendo irmãos, não são gêmeos, Minhyung é um ano mais velho, porém foi colocado na escola no mesmo ano que o outro. O restante já está no último ano, assim como Sicheng. As aulas restantes foram de matemática e geografia – matérias que o japonês odeia com todas as forças –, ao final delas, todos os participantes dos clubes foram para suas respectivas salas ou quadras.


Sicheng sempre amou esportes, estava animado para escolher um clube para participar, estava em dúvida entre vôlei e basquete – praticara ambos esportes na China –, pois ama deveras os dois, entretanto precisava escolher um, caso contrário ficaria sobrecarregado e não estudaria. Ao finalmente se localizar no ginásio, viu que somente o time de basquete estava lá, ao observar melhor, encontrou o amigo de Nakamoto de mais cedo, sendo Jaehyun, junto com mais alguns garotos e Yuta ao lado do possível treinador. Engoliu em seco. Yuta faz parte do time? Sua mente vagou na noite anterior, na hora em que o japonês praticamente o obrigou a não falar consigo. Se inscreveria no time? E se o outro levasse tal ato para uma ofensa? Não que fosse, afinal sempre preferiu o basquete ao vôlei, mas mesmo assim, não queria intriga, ainda mais com ele, que é filho do casal amigável. Ia dar meia-volta e faria sua inscrição como levantador, porém foi impedido por um rapaz mais baixo que si e que sorria abertamente.


– Bem vindo! Veio fazer a inscrição?! – indagou animado, deixando o chinês desnorteado, havia chamado a atenção de todos os membros.


– Ah… – olhou para Yuta pelo canto dos olhos e assentiu – Sim. – o japonês fez uma careta ao ouvir a resposta do maior.


– Idiota. – murmurou e chamou a atenção do treinador que estava ao seu lado.


– Falou algo, Yuta?


– Não, sensei! – desculpou-se – Só não acho que esse garoto seja bom o bastante para entrar.


– Avalie-o antes de julgar. – o aconselhou – Vamos iniciar o treino. Pessoal! – chamou e todos viraram para o mais velho de todos, aproximando-se.


– Vamos! Venha. – o garoto puxou Sicheng – Ah, sou Chittaphon! E você?


– Sicheng.


– Ah, o famoso Sicheng. – comentou e o maior arqueou as sobrancelhas, estranhando, entretanto deu de ombros ao chegar perto do movimento.


– Bem vindos, alunos que se inscreveram, hoje teremos a prova de admissão. Boa sorte para todos! – ditou Yuta, rígido como sempre – Lembrando que apenas os melhores passarão, e mesmo assim não podemos confirmar que- – recebeu um olhar furioso do treinador Kim – ...É isso, boa sorte. – disfarçou.


Os alunos foram instruídos e o teste se iniciou, todos nervosos e ansiosos.


[...]


Yuta olhava somente para uma pessoa, sendo ela Sicheng, que além de alto, é muito habilidoso. Ele fazia todos os movimentos corretos, um verdadeiro exímio. Seus chutes de três foram esplêndidos, recebera aplausos quando marcava um novo ponto. O chinês jogava como pivô, pegando os rebotes, porém isso não significava que não ficava nas outras posições, ora ficava aberto, ora descia. O treinador Kim gostara dele, achou-o apto para entrar no time e ser um titular, tal ideia não agradou Nakamoto, que o queria o mais longe possível de si, ainda não acreditava que ele havia o desafiado, até agora tinha sido amigável. Mal sabia Dong o que seria do futuro.


– Olha esse ícone, ele é bom em tudo, felizmente meu crush. – falou Jaehyun se aproximando do amigo, o qual revirou os olhos pela centésima vez.


– Dá um tempo, Jae! Ele nem é tudo isso. – disse mais para si do que para o outro.


– Tem razão, porque ele é muito mais. – suspirou ao ver o chinês limpando sua testa suada – Caralho tô apaixonado.


– Mereço, cadê o Taeyong? – perguntou sem interesse.


– E você se importa? – perguntou sarcástico.


– Não.


– Ok pessoal! Por hoje é só! – gritou o treinador – Boa sorte para todos, nós do time iremos avaliar cada um! Estão dispensados. – os inscritos se reverenciaram e saíram da quadra, porém Sicheng não saiu, ele ficou a observar Yuta, este que ao reconhecer o olhar, encarou-o com puro nojo.


– N-Nakamoto. – culpou-se por gaguejar – Posso falar com você?


– Não, estou ocupado. – virou-se e saiu de perto do maior, deixando-o cabisbaixo.


O chinês decidiu que estava na hora de ir, se lembrava mais ou menos do caminho de volta, porém preferiu ir sozinho mesmo assim, provavelmente Nakamoto ficaria por mais algumas horas na escola, portanto não iria o atrapalhar, nem mesmo o esperar. Pegou seu material e foi para a rua, procurando as imagens que vira mais cedo, entretanto não reconhecia nem mesmo o nome da rua, se tivesse anotado o nome do bendito bairro! Mas nem isso! E pior, a bateria do seu celular teve que acabar, sentia-se na teoria da conspiração, a qual a vida tende a te ferrar sempre que pode.


Estava perdido e já escurecia. Procurou falar com alguém, mas estava tão nervoso que gaguejava e falava a língua nativa, deixando os moradores sem compreender o que o pobre adolescente falava, a lua já era vista e nada, e para fechar com chave de ouro, começou a chover, uma tempestade caiu de repente, acarretando sua procura de algum lugar para se esconder. Achou uma loja de tarô, que possuía uma cobertura para a chuva, suspirou aliviado ao se ver salvo – por enquanto.


[...]


– Obrigado….Eu, eu nem sei como te agradecer, se quiser que eu te pague. – dizia Sicheng assim que fora levado para a casa da família Nakamoto.


– Não se preocupe, está tudo certo. Nós, chineses, precisamos nos ajudar. – respondeu Kun – Está entregue! – sorriu bonito, logo sendo acompanhado por Sicheng.


– Obrigado, mesmo! Você me salvou.


– Nah! Que nada, agora é melhor você ir, devem estar preocupados contigo. – ambos da mesma nacionalidade usavam a língua nativa. O mais alto se despediu do novo amigo, logo entrou na casa, sendo recebido por um abraço apertado.


– Achei que tivesse morrido. – Sayuri descontava sua tensão no pobre garoto – Ficamos tão preocupados, o que aconteceu?


– Eu….me perdi. – observou Yuta descer as escadas, o ignorando – Mas um garoto me ajudou a voltar….


– Você está bem mesmo? Tá molhado! Pegou chuva? Tá resfriado? – a mãe estava cheia de indagações – Eu quase tive um treco, pensei que não tivesse gostado daqui e por causa disso fugiu. – suspirou aliviada – Me sentiria péssima se isso fosse verdade.


– Não não! Não foi nada disso, eu gostei muito daqui, não fugiria nunca! – acalmou-a – Vou tomar um banho, antes que essa chuva faça mal.


– Isso! Vou pegar uma toalha para você, só um segundo.


Sicheng ainda sentia o aperto no seu corpo, nunca sentiu-se dessa forma...tão importante. Na verdade acha que nunca recebera um abraço de uma mãe, pela primeira vez sentiu o aconchego que são os braços carinhosos de alguém que gosta, de alguém que se preocupa. Queria sentir mais do calor de outra pessoa. Um, em específico. Seu pai, ah, como queria poder o beijar, o abraçar, enchê-lo de carinho e palavras bonitas, como o “eu te amo". Lembrou-se que seu celular havia acabado a bateria, colocaria-o para carregar, pois assim falaria com seu pai, poderia, enfim dizer como foi seu primeiro dia no colégio Nakamoto, falaria também que na semana seguinte iniciaria as provas, precisava estudar para orgulhar seu pai, seria o melhor da turma, como sempre foi. Continuou parado até que recebeu uma toalha jogada em si.


– Terceira porta à direita. – Yuta disse e subiu as escadas.


Mas primeiro precisava resolver-se com Yuta, por mais que soubesse como o japonês é teimoso.




Notas Finais


gente eu ainda to meio assim com minha escrita....mas a gente segue, né? buscando sempre o melhor para vocês, meus amorecos aaaaa

beijinhos e até o próximo
O QUE ACHARAM DO CAPÍTULO?????? AMIZADE WINKUN VIXI

E O JAEHYUN NÉ RISES
Yuta sendo um filho da Yuta (amo a Sayuri gente, ela é um amor aaaaa), quem entendeu entendeu aksizjziiwjs sorry


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