História EXO Planet - Capítulo 4


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Chanbaek, Kaisoo, Referencias, Sebaek, Sulay, Teorias, Xiuchen
Visualizações 41
Palavras 1.611
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Magia, Misticismo, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shounen, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei mas voltei, com uma surpresinha hehe

Capítulo 4 - Machine


Fanfic / Fanfiction EXO Planet - Capítulo 4 - Machine

Kyungsoo saiu do motel e suspirou ao chegar na saída do lugar, olhando em volta disfarçadamente e observando tudo ali. Ele não sabia exatamente como iria fazer isso, mas ele precisava de dinheiro e comida, não só para ele e Jongin, mas também para o grupo que chegaria logo.

Colocou as mãos dentro do bolso de seu sobretudo e andou devagar na rua, sempre atento a qualquer oportunidade que poderia surgir.

Andou por alguns minutos, até ouvir alguns gritos histéricos vindo de dentro de um bar. Ele deu de ombros e pensou “Por que não?” e entrou pela grande porta dupla de madeira, dando de cara com uma pequena briga que acontecia ali.

Sorriu de canto e se sentou em um banco, de frente para o balcão, apoiando os cotovelos na madeira e observando um pequeno grupo que jogava cartas ao seu lado, na mesa.

“O senhor vai querer alguma coisa?” Perguntou o barman, que fez Kyungsoo desviar sua atenção a ele e sorrir simples.

“Aquele grupo ali estão fazendo apostas?” Perguntou, mesmo sabendo que o barman poderia não saber o responder.

“Sim, mas eles costumam jogar sujo. Só se o senhor estiver precisando muito do dinheiro para apostar com eles...” Olhou suspeito para seu cliente, enquanto enxugava um copo em suas mãos.

“Eu não me importo.” Deu de ombros e se levantou devagar, olhando para o barman novamente. “Eu já lidei com muitas pessoas que jogavam sujo.” E sorriu, indo até a mesa das apostas e sendo recebido com um olhar avaliativo dos pés à cabeça.

“Que que você quer?” Um homem um tanto quanto barbudo e mal encarado perguntou ríspido, fazendo cara feia para Kyungsoo.

“Quanto vocês apostam ai?” Ele respondeu, puxando uma cadeira e se sentando ao lado do homem, que acabou rindo da pergunta.

“Essas apostas não são para você, baixinho.” O homem jogou uma carta na mesa e sorriu com o resultado, pegando algumas notas de dinheiro de seu adversário.

“Eu quero apostar também...” Kyungsoo puxou uma pequena adaga de seu bolso e jogou sobre a mesa, recebendo olhares surpresos dos outros ali.

O homem ao seu lado encarou a arma por alguns segundos, caindo na gargalhada e olhando para o dono da arma em seguida.

“Então você quer apostar isso? Tudo bem... Mas se você perder...” Ele fez menção de cortar o pescoço com os dedos, encarando a pessoa ao seu lado e sendo respondido com um sorriso simples.

“E se eu ganhar? Levarei todo o dinheiro de vocês?” Cruzou os braços e encarou o homem, sendo respondido com um “É justo.” E recebendo as cartas em sua mão.

E assim o jogo começou. Kyungsoo sempre sabia quando alguém estava trapaceando, e fazia suas jogadas de mestre contra essa pessoa, sendo sempre recebido com um olhar de ódio sempre que ele acertava.

Não demorou muito para cada um que trapaceava fosse sendo eliminado, sobrando apenas ele e um homem misterioso, de cabelos loiros, um sobretudo negro, e máscara preta tampando metade de seu rosto. E ele sabia que aquele adversário era diferente...

“Você é bem esperto...” O homem misterioso se pronunciou pela primeira vez, fazendo Kyungsoo o olhar um pouco curioso, arqueando uma sobrancelha.

“Você também é... Não falou nada até agora, e eliminou metade dos jogadores...” Jogou uma carta na mesa e encarou o sujeito, o vendo rir por trás da máscara.

“Digamos que o tempo está ao meu favor...” Ao dizer aquilo, o tempo ao seu redor congelou. Todas as pessoas ficaram paradas como se fossem estátuas, e Kyungsoo só percebeu quando o homem retirou sua máscara e jogou suas cartas na mesa, se levantando e o encarando enquanto continuava a falar. “Aonde está o resto da sua equipe, Kyungsoo?”

Não demorou muito para o menor finalmente entender quem era aquele sujeito. Se tratava de Huang Zitao, um antigo companheiro de equipe, que teve que se afastar graças a instabilidade em seus poderes, junto a outro colega. Ele nunca mais havia o visto, e pensou até que ele havia morrido.

Mas ele estava ali, bem na sua frente.

Kyungsoo se levantou e andou até o Zitao, parando na sua frente e o encarando sério.

“Porque você saiu do EXO planet? Pensei que seus poderes haviam te matado...” Encarou o homem dos pés à cabeça, e ele não havia mudado muito. “Onde está o Kris?” Perguntou sobre seu outro antigo colega.

“O Kris?” O mais alto riu e apontou com o queixo para frente. “Ele estava te observando esse tempo todo, mas parece que você não é mais tão inteligente...”

O mais baixo se assustou com a afirmação e se virou rapidamente, dando de cara com outro rapaz alto, loiro e com traços fortes. Era o Yifan, ou melhor, Kris.

“Oque diabos vocês querem?” Kyungsoo perguntou sério, voltando a se virar para Zitao e o encarar.

“Nós queremos lhe dar um aviso, mas em um lugar particular.” O mais alto o respondeu, no mesmo tom de seriedade.

“Tudo bem, mas que seja rápido...” Revirou os olhos e pegou todo o dinheiro que estava em cima da mesa, guardando tudo nos bolsos internos de seu sobretudo.

Kris sorriu e olhou para Zitao, se aproximando do mesmo e sussurrando em seu ouvido.

“Não vamos mesmo nos juntar a eles?”

O outro balançou a cabeça negando, e segurou um dos ombros de Kris.

“Nós sabemos nos virar bem sozinhos, eles irão cuidar de tudo enquanto nós vamos dar informações a eles. Não podemos voltar, Yifan...” Olhou um tanto quanto chateado para ele, vendo Kyungsoo se virar para os dois com um olhar meio confuso.

“Vocês vão ficar de fofoquinha ou vamos conversar logo?” O mais baixo cruzou os braços e os dois riram, andando até a saída dos fundos do bar.

Eles saíram em um pequeno beco, o tempo ainda estava parado, mas era perceptível que aquele lugar era deserto.

Zitao estalou os dedos e o tempo voltou ao normal, ele suspirou e colocou as duas mãos nos bolsos de seu sobretudo, andando até uma escada e subindo, sendo acompanhado pelos outros dois.

Entraram em uma sala sem mobília, apenas com um sofá e uma poltrona. Os dois loiros se sentaram no sofá, e Kyungsoo revirou os olhos, se sentando na poltrona e dando sinal para eles começarem a falar.

“Você sabe porque estamos aqui?” Zitao perguntou, cruzando os braços e as pernas enquanto encarava o outro na poltrona.

“Vocês fugiram ou foram mandados em uma missão também?” E foi respondido com outra pergunta.

“Nós somos agentes duplo. Trabalhamos tanto para a Red Force, quanto para o EXO Planet...” Confirmou Zitao, suspirando antes de seu colega completar a frase.

“Mas estamos do seu lado. Nós só pegamos informações da Red Force e passamos informações falsas para eles...”

Kyungsoo encarou os dois por alguns segundos, processando o que acabara de escutar.

“Então... Estão dizendo que serão nossos informantes?” Perguntou, apenas para receber a confirmação de ambos. “Oque tem para falar, então?”

“Primeiramente, onde está o resto da equipe? Conhecendo vocês, devem ter pousado em um local afastado, e você e Kai vieram para a cidade primeiro...” Zitao perguntou, um pouco preocupado.

“Sim... O resto da equipe ainda está vindo para cá... Pousamos em um local muito longe daqui, não podemos deixar a nave a mostra...” O mais baixo encarou o chão, um tanto quanto preocupado, agora que parou para pensar.

Kris balançou a cabeça em negação, continuando com a fala de seu colega.

“Vocês não podem se separar... A Red Force está querendo o poder de vocês, desse jeito vai ser fácil pegar os dois sozinhos...”

“Vocês só estão nos falando coisas óbvias. Oque mais eu preciso saber? Desembuchem.” Kyungsoo bufou e cruzou as pernas, apoiando o cotovelo no encosto da poltrona e deitando sua cabeça na própria mão.

“Você ainda tem contato com a central?” Foi a vez de Zitao perguntar novamente.

“Sim...” O menor falou um pouco incerto, fazia um tempo que ele não contatava a central ou recebia mensagens.

“Tem certeza?”

“Droga...” Kyungsoo se arrumou na poltrona e apertou um botão de seu relógio, ligando para a central.

Esperou alguns segundos e nada.

“O Kai ainda não recebeu os documentos?” Kris voltou a perguntar.

“Não... Eu nem sei se puderam fazer os testes nele direito...” O menor bufou e voltou a posição de antes na poltrona.

“Entregue isso a ele.” Zitao puxou um pequeno pacote de papéis de dentro do sobretudo, entregando a Kyungsoo. “Recebemos os documentos de todo mundo antes de perdermos o contato. Tem muita coisa mudada, Baekhyun e Kai serão importantes para vocês...”

O que estava na poltrona encarou o pacote por alguns segundos, colocando uma nota mental de abrir apenas quando todos estivessem juntos.

“Era só isso que queriam?” E ele voltou a encarar os dois

“Sim.” Kris afirmou e se levantou, sendo acompanhado pelos outros dois.

“Então...” Kyungsoo se levantou e suspirou, olhando para eles. “Eu estou indo, mas tomem cuidado com essa história de agente duplo... Eu ainda me importo com vocês.”

“Tome cuidado você e Kai também, os poderes dele devem estar instáveis agora...” Zitao suspirou e se despediu do amigo, acenando para ele enquanto o via acenar de volta e ir embora pelas escadas.

“Acha que eles vão conseguir?” Kris perguntou, segurando uma das mãos do homem ao seu lado.

“Espero que sim...” Zitao suspirou e olhou para ele, sorrindo.

“Eles me lembram a gente, quando viemos para cá e tivemos problemas também...” Yifan voltou a se sentar no sofá, sendo acompanhado pelo outro, que deitou a cabeça em seu ombro.
“Foi graças as dificuldades que passamos, que estamos juntos hoje...”

“Sim...”

E eles ficaram assim por um tempo, aproveitando o momento que eles poderiam passar sozinhos.


Notas Finais


Eu tinha que meter esses dois na história
Eu tava pensando se eles iriam ser vilões ou iriam ajudar, e acabei chegando a conclusão de que eles são melhor ajudando mesmo


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