História Exodus - Capítulo 1


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Categorias Got7, TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jinyoung, Mina, Momo, Sana, Tzuyu
Tags Chaeyu, Dahyun, Mimo, saida, Sana, Twice
Visualizações 95
Palavras 2.121
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Credo eu não paro de ficar postando e apagando fic, num sei tô loca. Eu tô shippando saida loucamente, nunca pensei que pudesse shippar tanto duas pessoas como eu shippo a Sana com a Dahyun (É REAL ATÉ QUE PROVEM O CONTRÁRIO). Provavelmente vai ser pesado e eu inverti totalmente o papel das meninas de última hora (sim, a Dahyun seria a esposa do reverendo Jinyoung, lindo maravilhoso), mas eu acho que sempre colocam a Dahyun como santinha e pipipipopopo então dessa vez a Sana é quem vai corrompida pela Tofu.
Eu tenho muita ideia louca e provavelmente o título da história não tem nada a ver com a história mesmoMAS É CULPA DO EXO QUE NÃO SAI DA MINHA CABEÇA COM ESSA PRAGA DE EXODUS. De qualquer forma, espero que curtam e vamos rezar pra que eu não apague.

Capítulo 1 - Sickness.


Fanfic / Fanfiction Exodus - Capítulo 1 - Sickness.

 

O sol havia acabado de se pôr quando Dahyun saiu do carro acompanhada de seus pais. O vento frio que denunciava o clima invernal fez os cabelos castanhos balançarem como se ela fosse uma modelo em uma passarela. O livro grosso que a garota estava sendo obrigada a carregar até, pelo menos, dentro do lugar que tinha um tamanho mediano parecia pesar em suas mãos.

Igreja.

Dahyun nunca pensou que pisaria num lugar daqueles novamente, afinal, sempre ouvia que pessoas como ela não eram bem-vindas em tal lugar onde apenas pessoas ''justas'' e ''corretas'' poderiam frequentar. Uma baboseira sem tamanho na opinião da jovem coreana que no momento tinha sua vida virada de cabeça pra baixo.

De filha exemplar e direita, para uma doente que pecava contra as leis de Deus.

Dahyun sentia vontade de rir da cara que sua mãe fez ao descobrir tudo da pior maneira possível. Embora sua casa tivesse se tornado um perfeito caos quando a verdade veio a tona, aquilo tudo apenas serviu para provar que Kim Dahyun e sua melhor amiga, na verdade namorada, Chou Tzuyu só tinham mesmo a cara de santa.

Aos poucos foram entrando na igreja onde algumas pessoas já se acomodavam em seus lugares. O reverendo ainda não havia dado as caras, e por falar nele, Dahyun ainda estava chocada por saber que ele era tão jovem. Park Jinyoung, para alguém de só vinte e cinco anos conquistou muita coisa, inclusive a simpatia dos Kim. Aquilo era algo para a jovem Kim se preocupar se Jinyoung já não fosse casado, recém casado na verdade, com uma garota.

Era aí onde entrava Minatozaki Sana, a garota dona de uma beleza incomum e provavelmente o sonho de qualquer pessoa naquela cidade. Bem, ela era até se casar com o reverendo.

Dahyun sabia que era uma daquelas pessoas, que desejava a mulher que sempre ficava ao lado do reverendo durante suas pregações com um sorriso apaixonado e orgulhoso. Afinal, se não fosse por Sana ela seria jogada em um mar de tédio e sono de tão chato que era ouvir aquilo tudo. Desde que os Kim começaram a obrigar a filha a ir na igreja, Dahyun viu na garota japonesa algo que nunca viu em qualquer outra garota e isso de alguma forma fazia com que a jovem coreana, no final de tudo, depositasse toda sua atenção mais em Sana do que nas palavras de Jinyoung.

Ninguém parecia ver os olhares de desejo que Dahyun lançava até a mulher do reverendo, nem mesmo seus pais que estavam ao seu lado e tentavam sempre ficar de olho na garota. Não se esperava menos depois que a confiança fora quebrada por Dahyun.

Talvez fosse melhor esclarecer as coisas de uma vez.

*

Eram quase quatro da tarde quando a companhia tocou para alegria da única Kim presente, esta que já estava esperando por Tzuyu. Haviam combinado na escola de se encontrarem assim que a mãe de Dahyun saísse para trabalhar e a taiwanesa acabou por se atrasar, causando certa irritação na namorada. Depois de tanta pressão por parte de suas amigas que desconfiavam das duas, a amizade colorida logo se evoluiu para o namoro, embora ambas tivessem certeza que o desejo sexual era o único presente no relacionamento.

Foi inevitável, assim que a coreana abriu a porta e viu Tzuyu, pulou no colo dela e não demorou a beijar os lábios da mais nova, que riu entre o beijo e teve que segurar a garota em seu colo para que ela não caísse.

- Ei, ei, Dubu, vamos com calma. - A mais alta pediu, mesmo com dificuldade por conta dos lábios alheios no seus. - Está sozinha? - Dahyun soltou uma risadinha sacana e assentiu.

- Você sabe que sim. Por que demorou tanto? - Perguntou, forçando uma voz irritada.

- Me desculpe, tive que ajudar minha mãe na loja hoje. - A castanha se limitou a responder mesmo achando que no momento sua boca deveria estar ocupada com outra coisa. - Podemos subir? - Com apenas um chute, Tzuyu fechou a porta da sala e após o sinal positivo da coreana, se dirigiu até o segundo andar onde ficava o quarto da mesma.

Tudo estava silencioso exceto pelas respirações ofegantes das duas garotas que pareciam ter cola nos lábios já que não se desgrudavam de jeito nenhum. Chou abriu a porta do quarto com dificuldade pois ainda segurava Dahyun em seu colo e estava sendo um pouco difícil equilibrar as duas coisas. De qualquer forma, o corpo da mais baixa foi jogado na cama e enquanto Kim tinha um sorriso maldoso em seus lábios, a taiwanesa tirava sua própria blusa e a jogava para qualquer canto do quarto. Se tinha duas coisas que se destacavam entre todas as outras que atraíam Dahyun, era a pele morena de Tzuyu e o sorriso malicioso que ela carregava.

Não havia como negar, eram viciadas em beijos e sexo, e bem, adoravam culpar os hormônios enlouquecidos por serem assim.

Enquanto as duas garotas se apressavam em se livrar das roupas, Kim Eunkyung abria porta da sala se segurando para não xingar os nomes feios que lhe vinham a mente. Iria se lembrar de pedir perdão ao Senhor depois que chegasse do trabalho. Havia se esquecido do pequeno cartão que usava para poder entrar na empresa onde trabalhava e precisava achá-lo antes de realmente se atrasar e ter problemas.

- Dahyun?! Filha, a omma voltou! - A mulher de meia idade gritou não tão alto e ao não ouvir resposta da filha balançou a cabeça negativamente. Sabia que Dahyun vivia com fones de ouvido naquela altura que a deixava desligada do mundo.

A Kim mais velha se apressou em subir as escadas em direção ao quarto onde guardava seus documentos, estava até estranhando aquele silêncio todo já que a única filha era sempre alegre e barulhenta. Contudo, ao passar em frente ao quarto de Dahyun, ouviu um gemido, foi quase inaudível mas ainda sim Eunkyung conseguiu ouvir. A mulher voltou até a porta da filha em passos lentos, com medo do que a garota poderia estar fazendo e levou a mão até a maçaneta na mesma velocidade. Ela até pensou que poderia ter ouvido coisas, mas quando uma voz se fez presente ali, a Kim não hesitou em abrir a porta de forma abrupta, surpreendendo Dahyun e... Tzuyu?

Eunkyung franziu o cenho, assustada com a cena de sua única filha seminua sentada no colo da garota que aparentemente era sua melhor amiga, na mesma situação. Ah, se Dongsun tivesse visto sua menininha do mesmo jeito com que a esposa tinha visto... Dahyun teria levado uma surra maior do que o previsto.

E foi deste modo trágico que Kim Dahyun foi descoberta. Levou uma surra de seu pai e o aparente ódio das duas únicas pessoas que deveriam lhe apoiar independente de tudo. Foi proibida de estar com Chou Tzuyu novamente, esta que levou sorte e conseguiu manter seu segredo a salvo. E por último, não conseguiu escapar de ser taxada de doente pela família. Sua vida virou um verdadeiro inferno.

*

Uma música baixa e entediante começou a tocar, anunciando que Jinyoung já estava para chegar. Dahyun conhecia aquilo pois já fazia uma semana que frequentava aquela igreja. Primeiro Jinyoung chegava, cumprimentava algumas pessoas e depois começava a falar e falar sem parar, e Dahyun poderia até morrer de tanto tédio mas Sana conseguia a entreter de alguma forma.

Parecia que tudo ia ficar na mesma. Jinyoung chegaria, falaria até pelos cotovelos, Dahyun ficaria observando Sana e o quanto ela era a garota mais linda de todo aquele lugar. Mas tudo foi diferente quando o senhor Kim se levantou e puxou o braço da mais nova, a obrigando a se levantar também e deixando a esposa ali. A coreana tentou se livrar do aperto do homem mas a única coisa que ele fez foi disfarçar o quanto estava sendo agressivo.

- Reverendo! - A voz grossa do homem foi ouvida por Jinyoung que se virou e sorriu ao ver Dongsun se aproximar. - Olá, trouxe minha filha para o senhor conhecer. Esta é Dahyun, minha filha, aquela que eu mencionei outro dia. Ela finalmente resolveu conhecer as palavras do Senhor e agora vem nos acompanhando até aqui.

Sendo obrigada. Dahyun corrigiu em pensamento.

- Oh, sim, você tem uma filha linda. - O moreno respondeu com um sorriso sincero nos lábios e então, estendeu sua mão para Dahyun que retribuiu o aperto de mão. - É uma grande satisfação vê-la por aqui com tanta frequência, acredite, não só eu como nosso Senhor se alegra por te ver aqui. - A voz amigável que ele tinha acabou por deixar Kim enjoada, mas mesmo assim ela continuou a sorrir. - O que tem achado?

- É tudo muito... Bonito, eu estou adorando passar meu tempo aqui, me sinto leve e... Agraciada. - Não havia como negar, a resposta veio carregada de ironia e de duplo sentido, mas o reverendo não percebeu ou pelo menos deve ter fingido não ter percebido.

A resposta inteira foi dada pensando em Sana. A cada dia que se passava Dahyun se sentia cada vez mais encantada com ela e com seu jeitinho aparentemente doce e inocente. Ah céus... O que Kim Dahyun não daria para fazer Minatozaki Sana sua pelo menos uma vez.

- Que bom que está gostando. Ah, eu me esqueci de algo. - Disse Park, bastante alegre até. Se virou e fez sinal para uma morena alta e de cabelos negros e curtos. Ela, toda atrapalhada, cutucou a garota ao seu lado e quando a mesma se virou, Dahyun quase teve um ataque cardíaco. Minatozaki Sana estava linda naquele vestido azul-escuro. - Essa é Sana, minha esposa. - Ele a apresentou, todo orgulhoso enquanto a garota ainda se aproximava.

- Boa noite. - A japonesa sorriu tímida, nunca foi boa em conhecer pessoas novas embora já tivesse notado a presença dos Kim em alguns dos cultos.

- Eu deveria tê-la apresentado antes pra vocês, mas minha memória anda falhando um pouco. - Enquanto Jinyoung falava, Dahyun  nem conseguia disfarçar o olhar de luxúria sobre Sana que estava distraída demais prestando atenção na conversa do marido.

Pelos deuses, como é possível uma mulher ser tão bonita assim? Era a única coisa que se passava na cabeça da Kim.

- Querida, esse é Kim Dongsun. - O homem sorriu de forma simpática e apertou a mão que Sana estendeu gentilmente para cumprimentá-lo. - E essa é Kim Dahyun, sua filha. Ela resolveu seguir os caminhos do Senhor a pouco tempo. - Ouvir aquilo foi como ter ganhado na loteria para Sana, afinal, nada a deixava tão feliz quanto alguém conhecendo a palavra do Senhor.

Foi algo inevitável e impulsivo, assim que a japonesa ouviu sobre Dahyun, puxou seus ombros e a deu um abraço acolhedor. Para ela era sempre bom ter gente nova e era bem difícil ver jovens interessados em conseguir a salvação. A jovem coreana ficou estática, mas aos poucos retribuiu o abraço, tendo que reprimir um gemido de satisfação ao sentir o cheiro gostoso que vinha dos cabelos castanhos de Sana. Jinyoung tinha um sorriso em seus lábios, amava quando a esposa era hospitaleira com outras pessoas, diferente de Dongsun que estava apreensivo por ver sua filha tendo contato com outra garota.

A última vez que isso aconteceu foi traumatizante para todos.

- Seja bem-vinda, espero que se sinta bem aqui e que volte sempre. - Aos poucos as duas foram se separando, para a tristeza de Dahyun que já começava a gostar daquela sensação e o cheiro de Sana.  - Foi um prazer conhecer vocês. - Minatozaki voltou a sorrir mostrando seus dentes perfeitamente brancos e disse algo no ouvido de Jinyoung antes de voltar a conversar com a morena de antes.

- Bom, já vai começar. Sentem-se, depois quero ter uma conversa com vocês. - Park balançou a cabeça e deu um tapa fraca no ombro do Kim mais velho, logo também seguindo seu caminho.

Quando o culto realmente começou não havia outra coisa que Kim pensava a não ser em Sana, no quanto foi bom sentir seu corpo nem que tivesse sido por alguns segundos. Dahyun estava em um estado de adrenalina tão grande que poderia se jogar de um telhado e dar risada de si mesma. Ela até poderia tentar lutar contra aquele sentimento tão fodidamente insano e tentador, mas não iria, não depois de ter tido contato direto com Minatozaki Sana e sentido o calor de sua pele.

É pecado cobiçar a mulher dos outros. Eles disseram. Mas se queimar no inferno seria seu preço a pagar pra ter Sana, então ela abraçaria seu destino com vontade.


Notas Finais


Não creio que eu fiz isso com a Dahyun, lá se foi a imagem inocente que eu tinha delaAAAAAA DESCULPA.


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