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História Exodus; interativa - Capítulo 1


Escrita por: e xlothbrokx


Notas do Autor


oie, tudo bem com vocês? Esperamos que sim. Cá estou com uma interativa linda e cheirosa para vocês, espero que realmente gostem. Principalmente os fãs dessa série tão icônica, memorável e atemporal que é the 100. 

Venho planejando-a já faz um longo tempo e eu realmente achei que não sairia nada da minha mente, pois eu estava tão empolgada que mal conseguia pensar direito. Mas estou feliz por finalmente ter conseguido ajustar tudo bonitinho no papel e vir postar. 

║▌❥ ‧₊˚ Exodus® é uma história, como dito,  inspirada na série de televisão norte-americana The 100 (the hundred) transmitida pela the CW. Tendo em vista este fato, alguns capítulos ou cenas serão fortemente baseados em episódios da série. 

║▌❥ ‧₊˚ Quero agradecer a @Brookang por essa capa e banner lindos e por ser muito gentil em relação ao pedido. Quero agradecer também a minha amiga @xlothbrokx por aceitar escrever essa história comigo e me ajudar a planejar tudo com carinho, amo você! E, por último mas não menos importante, quero agradecer a vocês, por terem interesse em Exodus e tirar um tempinho para participar, afinal quem vai fazer acontecer essa história são vocês. 

║▌❥ ‧₊˚ Esse prólogo está bem simples e conta um pouco da vida de um dos meus personagens, a Skyler, inspirada na Octavia Blake. Como explicando no docs, a fanfic inicialmente se passará na arca, contando um pouco da vida dentro dela e dando destaque a cada personagem. 

║▌❥ ‧₊˚ Desejo uma boa leitura, mesmo que tenha sido revisado por mim umas três vezes pode ser que ainda há alguns errinhos ortográficos no meio. Mais informações no docs, até lá embaixo. 

Capítulo 1 - O.O;; radioactive, epílogo


Fanfic / Fanfiction Exodus; interativa - Capítulo 1 - O.O;; radioactive, epílogo

O cenário do lado externo na arca era sempre caóticamente igual, no entanto, certamente, era o mais lindo que os olhos do ser humano podem contemplar, uma visão privilegiada do universo que nos circunda. O painel negro repleto de corpos celeste realizavam um degradê belíssimo com o azul vibrante dos oceanos, e Skyler simplesmente adorava aquela vista apolínea. Hoje completa três meses que está presa naquela cela sórdida e melancólica graças às vibrações desconfortantes, e ironicamente a loira estava feliz de alguma forma. Estava viva, e isso era o que mais valorizava no momento, sua integridade. Skyler Blake estava condenada à morte por ser uma segunda filha ilegal. Mônica Blake não fazia idéia que estava em sua segunda gestação, até o momento que Skyler surpreendentemente veio a vida. A moça em desespero escorada na parede de seu quarto, olhava a garota que acabara de vir ao mundo em seus braços e seu filho mais velho, Dylan Blake, estava ao seu lado apreciando o mais novo membro da família. 

 

— Ela é linda. — o mais novo pontuou, observando atentamente os detalhes da aparência de sua irmã, os quais pareciam ser feitos a mão por um artista bem talentoso. 

 

— Sim, ela é. — Mônica concorda cabisbaixa. 

 

Afinal, estava a par da atrocidade impiedosa que o chanceler Russo faria ao ver que deu a luz a uma segunda criança. Marcus Russo de fato não era um homem de dar muitas brechas para terceiros saberem afundo de sua vida particular, e muitas vezes soava grosseiro com quem direcionava sequer uma palavra a ele, e isso era grande alvo de incômodos alheios, essa sua natureza notavelmente ácida. O chanceler era uma grande incógnita para muitos cidadãos da arca, afinal nunca permitia que suas expressões revelassem seus sentimentos internos, sempre com uma faceta indiferente e com uma postura enormemente autoritária. 

 

— O que irei fazer com ela? — encostou sua nuca na parede gelada atrás de si, e fechou seus olhos, pensando em alguma maneira daquela situação sem tomar um caminho fatídico. Não estava de forma alguma inclinada na idéia de entregar sua filha as autoridades da arca, lógico. 

 

Foi então que a idéia mais insana e perigosamente arriscada passou a milhão por sua mente conturbada. Mônica não queria de maneira alguma entregar sua única filha menina nas mãos das autoridades da arca, afinal ter um segundo filho é um crime irreversível e que inflige o artigo principal, e Mônica seria executada sem piedade e pestanejo algum. Decidiu sem pensar duas vezes que criaria a garota de olhos cor de oliva escondida e longe de qualquer habitante da arca, principalmente do chanceler. Mônica, com a ajuda e total apoio de seu filho mais velho, abriu um buraco entre as tábuas de madeira do chão, do tamanho certo para um ser humano de tamanho adulto se encaixar ali. Era ali, naquele buraco úmido e empoeirado embaixo do piso, que Skyler iria se esconder quando algum dos guardas entrasse no quarto, até mesmo um dos sete membros do conselho ou o chanceler Russo. Era nítido que Mônica odiava essa idéia, embora era sua única opção. Skyler cresceu escondendo-se das pessoas e fazendo o máximo para não chamar atenção ou fazer um barulho muito alto quando sua família não estivesse no quarto, justamente para ninguém desconfiar de absolutamente nada. Dormia embaixo do piso e sonhava em conhecer a arca da porta de seu quarto para fora, no entanto isso era um sonho inalcançável. Passava seus dias desenhando ou lendo livros de diversos assuntos e autores, e isso teve seus lados positivos, a tornou uma pessoa extremamente inteligente e deveras intelectual. Gostava de desenhar pelas paredes e chão de seu dormitório, além de observar as estrelas que brilhavam para ela através da pequena escotilha contida no teto. 

 

Como uma pessoa um tanto intrometida e excessivamente curiosa, acabou "acidentalmente" ouvindo uma conversa de seu irmão e de sua mãe, sobre um baile de máscaras que haveria daqui dois dias. Seu irmão estava praticamente implorando de joelhos para levá-la a esse baile, afinal Skyler desejava com todas suas forças sair daquele cubículo que chamavam de quarto. Após muita insistência, Mônica acabou cedendo. Dylan era um ótimo chantagista, e ditou mil e uma coisas que faria em troca se sua mãe permitisse que levasse Skyler ao baile. Deu uma máscara extremamente linda para sua irmã mais nova, já que aquele era seu único disfarce que pelo menos a deixe bonita e ao mesmo tempo irreconhecível. No dia do evento, Skyler saiu de seu quarto já com a máscara cobrindo parcialmente sua face, mas o suficiente para não a reconhecerem. Estava maravilhada com a estrutura externa do local, afinal nunca havia saído do quarto em dezessete anos de sua vida e jamais sequer imaginou que o lado de fora seria tão gigantesco assim. Em certo ponto do trajeto, pode escutar um som melodramático e uma euforia adolescente. Seu coração ansiava por aquele momento, e quando chegou na sala onde a festa ocorria, não perdeu seu tempo. 

 

— Eu posso? — pediu permissão de forma acanhada para seu irmão. Que apenas sorriu e afirmou levemente com a cabeça — Obrigada, Dyl. Eu nunca estaria aqui se não fosse por você. Eu te amo! — abraçou o mais velho calorosamente, antes de se jogar no meio da multidão festiva 

 

Skyler, como sempre fora das rédeas e completamente avoada, sequer se importava com seus arredores e dançava da maneira que desejava e que o seu corpo mandava. Seu irmão a observava de longe, sorrindo satisfeito ao ver a felicidade estampada no sorriso ingênuo da irmã. Skyler estava interagindo e recebendo o carinho e atenção de todos como sempre mereceu, isso enchia Dylan cada vez mais de felicidade. No entanto, guardas invadindo o local brutalmente não estava em seus planos para aquela noite que supostamente deveria ser perfeita. A música eletrônica cessou mais ligeiramente que um flash de uma câmera e os corações aparentemente cobertos de alegria se tornaram amedrontados e assustadoramente rápidos. Skyler estava perdida, seus olhos corriam desesperadamente a procura do irmão enquanto os guardas entravam no meio da aglomeração do salão com armas prontas para atirar em qualquer um que movesse sequer um músculo. Sentiu uma mão puxá-la pelo braço, e a primeira coisa que passou por sua cabeça era aquele ser humano enorme trajando uma farda preta. Entretanto, um alívio surgiu em seu peito ao ver Dylan fazendo de tudo para tirá-la daquele lugar conturbado. Dylan fazia parte da equipe de guarda, que após muito treino e luta conseguiu seu cargo ansiado, então seus colegas de trabalho não iriam desconfiar se vissem ele saindo com Skyler dali, certo? Errado. 

 

— Parados. — ouviram uma voz autoritária juntamente com o barulho amedrontador de uma arma preparada para atirar em suas costas caso continuassem o trajeto 

 

Com as pernas bambas e coração quase saltando pela boca, Skyler virou-se de frente para o guarda com suas mãos erguidas, em sinal de rendição. Mirou seus olhos esverdeados para seu irmão mais velho com um olhar de súplica desesperador.

 

— Retire sua máscara, agora! — o homem de cabelos loiros continuava com a pistola apontada para Skyler que levava suas mãos trêmulas até a fita de cetim que segurava a máscara. Quando finalmente revelou sua face, uma incógnita surgiu na cabeça de muitos daquela sala. — Quem é você? — questionou ainda com a arma mirada para o físico de Skyler— Tenente Blake. 

 

— Eu já escaneei ela, senhor. Está tudo limpo. — disse Dylan, pensando em uma resposta rápida a fim de livrar Skyler daquela situação 

 

— Você não usa scanner. — rebateu assim que processou a mentira de Dylan, fazendo o Blake engolir a seco 

 

— Identidade. — ordenou para a loira 

 

Skyler, obviamente, não possuía nenhum documento ou identidade. Não sabia o que dizer, além do mais perturbador e suspeitoso silêncio. No calor momentâneo, Skyler escolheu a pior e mais impensável decisão de sua vida, a qual ela se arrependeria pelo resto de sua vida. Correu. Correu como se sua integridade dependesse disso, e ironicamente dependia. Todos sabemos que correr em um lugar cercado por guardas de cima a baixo não é a melhor das opções em uma situação como aquela, e não demorou muito para a morena ser detida. Quanto mais se debatia e gritava pedindo para terem piedade dela, menos tinha chances de se soltar dos braços dos fardados. Descobriram a existência de Skyler e não havia nada que Dylan podia fazer além de se culpar fortemente por todo o ocorrido daquele 27 de outubro. 

 

Mônica Blake foi condenada à morte por gerar e ocultar um segundo filho ilegal, e executada uma semana antes do décimo sétimo aniversário de Skyler. Já a mais nova dos Blake's foi presa justamente por ser um segundo filho ilegal e também condenada a pena de morte, todavia essa lei só é válida a partir dos dezoito anos e faltava praticamente um ano para seu aniversário, já que acabara de completar dezessete primaveras. Dylan Blake foi condenado por traição, porém, por algum motivo desconhecido e também não muito questionado, Dylan não fora executado. Skyler foi jogada grosseiramente na cela mais suja que havia na estação Phoenix, com pura desdém da parte dos guardas. Sempre foi tratada de maneira arrogante, desde o momento que abria seus olhos até o momento que as luzes se apagavam insinuando o horário de dormir. 

 

Relembrava os piores momentos de sua vida como prisioneira apreciando a linda vista que a grande janela proporciona. Como já citado, já fazia três meses que Skyler estava presa e seu passatempo predileto quando estava fora da cela era olhar a terra através do vidro, imaginando que um dia voltaria a morar onde sempre desejou.

 

— Skyler Blake, já deu o seu tempo. Hora de voltar para a cela. — o guarda ralhou de maneira ríspida, Sky sentiu seu corpo estremecer por tamanha acidez.

 

A Blake deu a última olhada para o globo azul ciano e para as mais brilhantes estrelas que se encontravam na galáxia antes de ser levada novamente para o lugar que protagoniza seus piores pesadelos. Deitou em cima da plataforma de metal que havia presa na parede por correntes, e colocou sua cabeça sob o seu travesseiro. Fitou a pequena janela que havia no teto, a qual dava uma vista ampla das estrelas. Em poucos meses sua sentença de morte estará válida, e não havia forma alguma de escapar daquilo. Segurou o pingente de sua corrente presentada por sua mãe fortemente, e sentiu lágrimas quentes invadirem seu rosto. Não tinha o menor controle sobre elas. 

 

O Chanceler Russo trabalhava firme e focado dia e noite em seu projeto, o qual dera o nome de "Projeto Êxodo". Cem jovens prisioneiros seriam enviados para em uma nave para o solo terrestre, na finalidade de sobreviver e logo desmistificar a hipótese da terra estar ainda inabitável. Os recursos da arca já estavam escassos e as preocupações quanto suporte de vida da arca estavam cada vez mais aumentando. Seria uma nova chance de viver para os jovens presos e anular suas sentenças, e o progresso desses adolescentes na terra era uma grande esperança para os habitantes da arca. 

 


Notas Finais


║▌❥ ‧₊˚ Link do docs (coloquem em layout de impressão): https://bit.ly/2Xqblgw ou

https://docs.google.com/document/d/1JhBxHOaaoGpmX1LOqmN8DP-MdVhE_BSwmvtCEOyZKcc/edit?usp=drivesdk

║▌❥ ‧₊˚ Em relação aos prazos de entrega das fichas, haverão dois:

25/07 — pré aceitos┊25/08 — prazo final

║▌❥ ‧₊˚ Lembrando que todo comentário é sempre válido! Não vou ficar exigindo, maas mimos são sempre bem-vindos. Aceito críticas, sugestões, opiniões sobre o prólogo, idéias, tudo que vocês sentirem vontade de comentar vou ler com muito carinho. Porém peço por gentileza que tomem cuidado com isso também, comentários com essência desdenhosa ou agressivos serão excluídos imediatamente, sou uma pessoa que fica bastante magoada e fico bem chateada lendo comentários assim. Respeito em primeiro lugar aqui.

║▌❥ ‧₊˚ Bom, eu vou indo embora. Dêem muito amor a essa história e não deixem ela flopar. Mas se flopar, foi meu cachorro que postou. Até mais gente, boa sorte com as fichas! — @bitterbliss 


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