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História Expectro Patronum - Capítulo 1


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Notas do Autor


Umas nformações importantes para a história:

 —Hyun é uma amiga da mãe da Jisoo;;
 — Na fanfic, a Jisoo e suas amigas não tem um grupo sul-coreano e, muito menos, são famosas;;

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Expectro Patronum - Capítulo 1 - Prólogo

Uma semana antes...


07:00. O alarme estava tocando: trim trim. Foi assim que eu acordei, logo em seguida, bati no alarme com minhas mãos com o intuito de desligá-lo, mas não consegui, então, bati mais uma vez, quando ele parou de tocar. Depois, e começei a arrumar a cama, porém acabei parando, pois alguém estava batendo a porta e eu fui correndo atender.

Hyun: —Bom dia. Te acordei?

Jisoo: —Não, já estava acordada.

Hyun: —Ah, que bom. Sua mãe está aí? Gostaria de falar com ela.

Jisoo: —Não, ela está em uma viagem para o interior, creio que ela volta hoje.

Hyun: —Que horas?

Jisoo: —Não sei, mas acho que é de manhã, ainda.

Hyun: —Ok. Me avise depois. Tchau.

Jisoo: —Até.

Eu estava prestes a fechar a porta, quando ouvi minha mãe conversando nas escadas com sua outra amiga, Ahra.

Mãe: —Pois é, acho que vou preparar alguma poção para dormir, ultimamente, não consigo dormir direito.

Ahra: —Boa ideia. Depois nos falamos, tenho que ir resolver uns assuntos de família.

Mãe: —Ok.

Quando vi que minha mãe estava se aproximando, fechei a porta rapidamente para que minha mãe não percebesse que eu estava ouvindo suas conversas, mas acabei fazendo muito barulho. E, aliás, o que era isso de poção do sono?

Mãe: —O que foi isso? 

Jisoo: —Foi o vento. — menti — Percebi que estava chegando e fui abrir a porta.

Mãe: —Acho bom. Trouxe um presente para você: miojo. Sua comida preferida, sei que você adora.

Jisoo: —Mãe, tem um monte de miojo aqui em casa. E minha comida preferida não é miojo.

Mãe: —Não importa. — disse colocando as suas sacolas de compra no chão ao lado da porta.

Jisoo: —Acho melhor voltar para o meu quarto.

Quando estava indo em direção ao meu quarto, olhei para uma sala que minha mãe dizia que era para fazer comida. Nela, havia um caldeirão e algumas coisas estranhas, tipo pó de chifre de unicórnio. Será que ela botava isso na minha comida? Bem, isso é uma pergunta que eu sempre fazia, mas ela nunca respondeu. Comecei a desconfiar que ela é uma bruxa, mas lembrei que isso não existe.

Jisoo:  —Espero que um dia você me explique essas coisas estranhas que há pela casa. Você não pode esconder isso de mim a vida toda, eu já sou maior de idade e você nunca me conta nada. Seu quarto eu não posso entrar, a "sala de comidas" é cheia de coisas estranhas também. Acho que não te conheço. Espera, "acho" não é a palavra certa, eu tenho certeza.

Mãe:  —Filha...

Entrei no meu quarto e bati a porta na cara da minha mãe. Estava com muita raiva. Nesse momento, eu só queria saber a verdade. Desejei isso com todas as minhas forças, mal sabia eu que isso estava prestes a acontecer...

Fiquei virando de um lado para o outro na cama pensando na vida a espera de uma mensagem para alegrar o meu dia e esse foi meu momento de sorte: recebi uma mensagem da Rosé pedindo para eu ir para o shopping com ela e minhas outras amigas do nosso grupinho. Fiquei muito feliz, isso significava que meu dia não seria um tédio total e imediatamente comecei a me arrumar. Percebi que na verdade estava adiantada no mínimo umas 5 horas, havia me empolgado até demais! Por isso, resolvi dormir até dar o horário, mas quando acordei acabou ficando um pouco em cima da hora. Pelo menos, já estava arrumada, com exceção do cabelo, então fui penteando no caminho e acabei não atrasando muito. Elas estavam lá a minha espera sentadas em uma das praças de alimentação.

Rosé: —Finalmente você chegou! Estávamos a sua espera.

Jisoo: —Acabei dormindo, então atrasei um pouco.

Rosé: —Tudo bem.

Jennie: —Advinha quem acabamos de ver? O menino mais gato da faculdade me disse um "oi"!

Jisoo: —Quem? Eun-soo? 

Jennie: —Não, você sabe! Aquele que senta do lado das patricinhas, Hoo-soo.

Lisa: —Mas eles são gêmeos idênticos.

Jennie: —Não importa, Hoo-soo é muito mais estiloso.

Lisa: —Só você que acha isso.

Jennie: —Nada a ver, isso é o que a escola inteira pensa.

Rosé: —Mudando de assunto, o que vamos pedir?

Jisoo: —Vamos pedir sushi?

Jennie: —Sushi? Credo, prefiro comida americana.

Lisa: —Então, o seu será separado.

Confesso que, no final, acabei preferindo comer comida americana e estava prestes a pedir o mesmo que a Jennie, mas preferi comer com minhas outras amigas. Nesse momento, o meu celular começou a tocar, era a minha mãe, mas depois de tudo que aconteceu, eu acabei rejeitando a chamada, tomare que eu demore para voltar para casa, pois não vou querer ver o rosto dela tão cedo.

Jennie: —Quem era?

Jisoo: —Não sei. — menti.

Tentei ignorá-la, mas ela me mandou um monte de mensagem e a cada segundo eu recebia mais mensagens:

Mãe: —É uma emergência. Por favor, venha aqui o quanto antes.

Com certeza era um dos seus truques para me fazer de trouxa e eu não podia perder em hipótese alguma o passeio no shopping com minhas amigas, então silenciei a conversa, mas fiquei com um peso na consciência e, com medo de alguma coisa estar realmente acontecendo resolvi ir até ela, e, mesmo que fosse mentira, essa poderia ser a minha oportunidade de saber a verdade.

Jisoo: —Meninas, infelizmente preciso ir, minha mãe está me chamando.

Rosé: —Fica só mais um pouco.

Jisoo: —Não vai dar, tchau.

Aí, peguei minha bolsa e sai de lá. Cheguei em casa e minha mãe estava caída no chão, segurando uma carta, onde estava escrito "Leia", porém, isso não era a minha maior das preocupações, era a situação da minha mãe. Liguei para a ambulância. Mas, quando fui ver, seu coração não estava mais batendo. Na sua outra mão, tinha um frasco com papel colado escrito "Poção teste 2". Como a porta estava aberta, Ahra e Hyun, que estavam passando por perto, viram tudo.

Ahra: —Meu Deus! Eu disse para ela não fazer isso! Rápido, precisamos de um antídoto.

Jisoo: —O que está acontecendo?

Hyun: —É melhor você ficar longe disso. Vá para o seu quarto.

Fui para o meu quarto e levei a carta comigo com coração saindo pela boca. Olhei pela janela e vi e ouvi que a ambulância estava chegando. Mas as amigas dela a levaram e a esconderam dizendo que só elas poderiam ajudar, por isso, disse que não precisava mais de uma ambulância e eles foram embora. Abri a carta e comecei a ler:


Filha, sinto não ter lhe contado, mas foi para o seu bem pois tudo isso que eu vou falar aqui se trata de um mundo extremamente perigoso e eu só estava tentando lhe proteger. Você vem de uma linhagem de bruxas muito antiga. Peço que fale com minhas amigas para que elas possam lhe ajudar caso você queira seguir esse caminho, se não, você pode seguir ter uma vida normal e eu vou entender completamente e eu vou te amar de qualquer jeito.

—Mamãe❤


Óbvio que isso só podia ser uma brincadeira, mas, até que fazia sentido. Fui até as amigas da minha mãe ver como estava a situação. E vi uma delas segurando uma espécie de graveto e balançando ao mesmo tempo em que falava:

Hyun: —Revelio!

E foi assim que desmaiei pela primeira vez na vida: quando ela fez aquilo uma espécie de passagem secreta se abriu, un lugar que nunca havia visto antes. Acordei na minha cama, alguém havia me colocado lá.


Atualmente


Jisoo: —Lembram daquele dia que estávamos no shopping e eu tive que sair pois minha mãe estava me chamando?


CONTINUA???

 


Notas Finais


Vocês escolhem se continua ou não :D. Se não, faço outra fanfic diferente.


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