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História Expensive Girl - Capítulo 22


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Notas do Autor


Oi Oi <3

Capítulo 22 - Uma semana depois.


Fanfic / Fanfiction Expensive Girl - Capítulo 22 - Uma semana depois.

SEOUL| Casa dos Coopers.

UMA SEMANA DEPOIS| Giulia. 

 

Um conjunto de cropped e saia azul escuro puxado para o verde, se moldavam em meu corpo enquanto eu me encarava através do espelho. A saia tule deixava bem pouco para imaginação, já que minhas pernas poderiam ser vistas pelo tecido. Mesmo gravida de um casal, a roupa ainda me deixava bela. A mediana saliência visível revelava apenas um mediano volume em meu ventre. O cropped de renda trabalhada com cristais deixava mais algumas parte de pele a mostra. Meus longos cabelos castanhos estavam soltos e ondulados, me deixando com um ar pouco selvagem. Pouca maquiagem cobria meu rosto, um leve esfumado lilás que combina com o meu batom de um tom lilás ainda mais claro.

 

— Você esta pronta? — Observo Luna do espelho, ela esta ainda mais linda. Ela escolheu um belo look para a festa de hoje à noite. O vestido branco de recortes geométricos em lugares específicos de seu belo corpo. Seu vestido branco com cauda de tule lhe dava um ar leve, mas as pernas bronzeadas e torneadas da mesma a transformavam num misto de anjo e demônio. O decote profundo fazia com que qualquer homem tenha pensamentos lascivos e as mangas também de tule deixavam um ar de mistério sobre ela. Os longos cabelos castanhos estavam presos em uma trança lateral que a deixava delicada como uma princesa. Ela também usa pouca maquiagem, batom levemente avermelhado, uma sobrancelha bem marcada, um delineador preto e longos cílios deixavam seu olhar misterioso e sexy. Luna tem lindos olhos verdes que às vezes ficam castanhos, tem razão do meu irmão ter se apaixonado.

 

— Sim, eu estou. — Sorrio. Ela se aproxima e fica ao meu lado.

 

— Você esta linda. — Sorri. — E parece que alguém anda crescendo rápido. — Toco minha barriga. Ela tem razão, minha barriga já esta marcando minhas roupas e mesmo que às vezes eu consiga disfarçar com roupas largas, ao passar dos dias, será inevitável esconde-la.

 

  — Você também esta muito linda, Ryan ira enfartar quando ver você. — Ela da uma risadinha concordando. Desde que me mudei para a casa dos meus pais, as coisa começaram a fazer sentido e acabei me afeiçoando a todos. Meu pai é um homem bom. Carinhoso, atencioso e conta piadas ruins, apesar de todos rirem para que não tenhamos que ouvir reclamações. Ele ama seu trabalho, apesar de não ser um trabalho honesto, é assim que ele vive. E quem sou eu para julga-lo? Eu amei e me casei com um homem que vive nesse meio. Minha mãe tem as mesmas qualidades do meu pai, apesar das ultimas palavras serem as dela, o que é muito engraçado. Ninguém ousa enfrenta-la. Ryan é a copia dos meus pais, e nos tornamos muito amigos nessa uma semana que se passou. Luna também tem se mostrado uma grande amiga, além de ser minha guarda pessoal e cunhada. Somos como eu e Yellow e por falar nas meninas, preciso trazê-las urgentemente ou irei morrer de saudade. — Luna, eu preciso de um favor. — Luna me olha quando saímos do meu quarto. Os saltos altos que usamos fazem eco no longo corredor.

 

— Qual seria? — Questiona.

 

— Quando eu der a luz, eu quero que me treine. — Ela para de andar. Estamos no topo da escada nos encarando.

 

— Seu pai não vai permitir. — Rolo os olhos. Ultimamente é a coisa que mais ouço quando quero fazer alguma coisa diferente. — Estou falando serio. — Cruza os braços.

 

— Lu, não quero viver a minha vida dependendo da proteção de vocês. — Sou sincera. — Quero me defender sozinha, defender a minha família sozinha. — Toco minha barriga novamente. — Não vou ter vocês para sempre e nem sempre. — Ela suspira.

 

— A questão aqui é; Seu pai é o único que pode autorizar. Se ele deixar eu treino você. — Ela diz e eu abro um largo sorriso contente por ter conseguido uma das coisas que estive planejando há dias.

 

— Vou falar com ele. Garanto que ele vai permitir. — Começamos a descer as escadas.

 

— Permissão de que? — Meu pai aparece de braço dado com a mamãe e Ryan logo atrás. Ambos devidamente vestidos. Meu pai e Ryan de ternos pretos e sem nem mesmo um amassado. Já minha mãe, marca seu lindo corpo em um longo vestido vermelho de seda, com um salto alto preto. Seus cabelos curtos estão presos em um coque e pouca maquiagem, apenas seus lábios marcados com um batom vermelho sangue.

 

— Giulia quer treinar. — Luna diz antes que eu possa abrir a boca. Encaro-a fazendo uma careta, ela apenas ri e se junta a Ryan.

 

— Se ela quiser tudo bem. — Encaro meu pai boquiaberta. Ele apenas sorri e mamãe da uma piscadela. — Luna poderá treina-la. — Ele diz por fim. Sorrio novamente e me aproximo dela o abraçando.

 

— Obrigada papai. — Sorrio.

 

— Não agradeça querida. Apenas quero que se cuide enquanto anda tem meus netos dentro de si. — Ele toca minha barriga. — Estou ansioso para o nascimento deles. — Ele sempre diz isso. O que é bom, já que o pai nem ao menos pareceu se importar. — Agora vamos, não quero deixar um dos meus aliados mega importantes esperando. — Ele estende o braço para mim e enlaço o meu no mesmo.

 

[...]

 

As luzes brancas e amarelas iluminavam a rua conforme nos aproximávamos da enorme mansão. Não só as luzes chamavam a atenção, mais a grande quantidade de carros luxuosos que faziam filas próximos a casa. Papai não mentiu quando disse que seu amigo era de suma importância. Assim que a limusine parou, observei o tapete vermelho que se estendia até dentro da casa. Havia seguranças de ambos os lados cuidando da segurança, tudo parecia perfeitamente arquitetado.

 

Papai desceu primeiro. Ouve flashes quando ele e mamãe se juntaram. Ele enlaçou a cintura dela de maneira possessiva e sorri. Eles se amam tanto que da inveja. Ryan desce em seguida, ele é o gêmeo metido. Os cabelos arrepiados e maiores do que antes balançam conforme ele sorri para os fotógrafos. Luna se junta a ele e posa para algumas fotos e em seguida ela se aproxima e estende a mão para mim.

 

— Apenas sorria. O resto não importa. — Pisca. Suspirando fundo, olho para minha família. Ambos sorriem para mim e resolvo segurar a mão de Luna. Quando desço do carro, os flashes se tornam ainda mais rápidos e torturantes. Sorrio, mesmo que a vontade seja voltar para o carro que antes eu estava. Ryan se junta ao meu lado e estende o braço para mim e para sua esposa. Enlaçamos os braços ao mesmo tempo e entramos e Ryan sorri como se tivesse ganhado na loteria.

 

— Senhor Cooper, quem é essa garota? Uma nova agente? — Meu pai é bombeado de perguntas antes mesmo de começarmos a andar. Vejo quando meu pai faz do fotografo seu alvo.

 

— Como se chama? — A voz grave faz o homem tremer. Chega a ser cômico. 

 

— Gregory, se-senhor. — O homem gagueja. Sua câmera treme conforme ele a segura. Ele sente medo.

 

— Gregory eu quero que escute bem. Todos vocês prestem atenção no que vou dizer. — Papai se solta da minha mãe e se aproxima de mim. Ele estende sua mão em minha direção e a seguro. — Essa linda menina é Giulia, Giulia Cooper. Minha filha. — Os múrmuros começam mais altos do que antes e até mesmo os flashes se tornam ainda piores.

 

— Eu não me sinto bem. — Digo baixinho. A vontade de vomitar é cada vez maior quando os flashes são disparados em minha direção. Meu pai balança a cabeça e saímos daquele ninho de fotógrafos e entramos na mansão. Respiro fundo e a vontade de vomitar se torna menor quando noto o quão calmo é dentro. A musica lenta e baixa faz com que um clima agradável se torne estável dentro da enorme casa. Noto alguns olhares em minha direção e olho para o chão, constrangida.

 

— Tudo ficara bem. — Papai diz e apenas sorrio sem mostrar os dentes.

 

— Você veio. — Ergo a cabeça e um homem baixo de corpo rechonchudo se aproxima. Ele carrega uma taça de vinho na mão direita, enquanto a esquerda segura um cigarro. — Sr.ª Cooper. — Ele cumprimenta meus pais.

 

— Juan. — Meu pai acena.

 

— Vejo que além da esposa e nora, você tem mais uma linda mulher na sua vida. — Já o odeio. Seus lábios se curvam de maneira maliciosa e aperto meus dedos no braço do meu pai, já incomodada. — Sou Juan Veiga é um prazer. — ele pega minha mão e deposita um beijo sobre a mesma. Puxo-a logo em seguida e sorrio falso.

 

— Sou Giulia, Giulia Cooper. — O choque nos olhos puxados dele não me passa despercebido.

 

— Cooper? — Seu olhar não desvia do meu, mais sei que ele perguntou meu pai silenciosamente o que isso significava.

 

— Giulia é minha filha, Juan. — Olho para o meu pai e sorrio. — Ela é a filha que me tiraram quando ela ainda era bebe. Só que agora ela voltou e é uma linda mulher. Não acha? — Juan se endireita e acena veemente.

 

— Sim, ela é realmente uma mulher extraordinária. — Vejo quando uma ruiva se junta a ele, e não qualquer ruiva. A ruiva que Namjoon comeu sobre sua mesa de escritório há uma semana. Seu olhar se fixa com o meu e não me limito a esconder o olhar enojado que tenho pela mesma.

 

— Querido, desculpe-me. Eu estava resolvendo com os garçons sobre o que servir agora. — Eles se beijam e eu quero vomitar. — Oh, me desculpem. Sou Karen a esposa de Juan. — Ela diz normalmente como se nunca tivesse chupado o pau de outro homem além do pau de seu marido.

 

— Prazer. — Todos dizem menos eu. Karen me olha e eu continuo com a mesma cara de sempre.

 

— Eu a conheço? — Seus olhos claros e desafiadores ficam ainda mais fixos em mim.

 

— Não sei. Diz-me você. — Minha voz sai calma mais um tanto irônica. Ela ergue as sobrancelhas finas e sorri falsamente.

 

— Acredito que não. — Ela desvia o olhar do meu. — Querido vou conferir como esta os pratos e encontro você depois. — Ela direciona seu olhar para meus pais. — Se me dão licença. — Sorri e sai mais não sem antes me lançar um olhar enojado. Sorrio cinicamente. V A D I A.

 

— Bom, fiquem a vontade. — Juan diz e meu pai agradece. — Ah, eu queria bater um papo com você Anthony, podemos? — Olho para meu pai e ele olha para mim mãe. Eles sorriem e ele a beija.

 

— Claro. — Os dois saem conversando animadamente não sem antes meu pai puxar Ryan com eles. Mesmo a contra gosto Ryan os segue.

 

[...]

 

Duas horas depois que a festa realmente teve inicio, minha mãe se juntou a algumas mulheres em um papo nada animador. Fui apresentada a noventa por cento das pessoas que se encontram nesse lugar. Agora eu sou o assunto da festa, a filha desaparecida regressa a casa dos pais e, além disso, gravida. Uma manchete bombástica para os jornais de amanhã.

 

Animador.

 

Encaro o liquido roxo dentro do copo e ouço os suspiros de Luna ao meu lado. Estamos entediadas afinal de tudo.

 

— Vou ao banheiro. — Diz ela. Giro minha cabeça para o lado e sorrio. — Promete não sair daqui? — Balanço a cabeça positivamente.

 

— Claro. Não é como se eu tivesse escolhas e nem chances de fugir. — Brinco, ela beija minha bochecha e some por entre as pessoas indo direto para o banheiro. Suspiro e bebo um pouco do suco de uva em meu copo.

 

— Quem é você, afinal de contas? — Ergo a cabeça para poder encarar Karen. Rolo os olhos e bufo, só o que faltava.

 

— O que? Vai me dizer que não esta por dentro das fofocas? — Sou irônica. Ela cruza os braços.

 

— Você é filha bastarda que sumiu e apareceu. O que tem de tão interessante? — Resolvo me levantar. — Que você é uma vadia todos sabem, mais o que você realmente é? Você não vai me enganar. — Sorrio.

 

— Me chamar de vadia sem me conhecer é muito fácil, Karen. — Aproximo-me dela. Seu perfume me enjoa. — Mas diferente de você, eu não dormi com homem casado. — Seus olhos se arregalam. — Como é mesmo? Ah, lembrei. — Dou mais um passo em sua direção, estamos tão perto que posso ouvir seus batimentos. — “Você disse que anda muito estressado querido, a vadia não te satisfaz?” “Ela te chupa assim?” — Ela parece compreender. — Eu era a vadia que servia para dar filhos, você vê? Ate minha barriga é prova. — Toco-a. — O cara que você chupou e te fodeu na mesa, era o meu marido. Agora ex. — Ela sorri.

 

— Sinto muitíssimo se você não conseguia satisfaze-lo, mais eu sim. — Suas palavras me doem, mais não como antes.

 

— Agora não importa. O que importa nesse momento é que sei que você é uma vadia que fode com homens casados em troca de informações. Imagina só se seu maridinho descobre sobre isso? Sua cabeça seria enfeite na parede da sala. — Ela segura meu braço.

 

— Isso é uma ameaça? — Tiro a mão dela do meu braço.

 

— Não, é apenas um aviso. — Encaro-a. — Faça o que bem entender com o meu ex-marido, mais fique longe de mim e da minha família. Eu posso ter deixado levar o que eu vi, mais agora não. Se você fizer algo contra mim ou contra alguém que amo, eu mato você. — Ela não diz nada. Dou de ombros, o recado esta dado, de qualquer maneira. Resolvo procurar um ar mais leve e procuro os jardins. O que é impossível de não ter.

 

Assim que me encontro livre. Sento-me em um banco pendurado como se fosse um enorme balanço. Olho para o céu e fecho os olhos por um breve momento. Apesar das coisas estarem se ajeitando me sinto cansada. E além do mais, tudo me leva a Namjoon. O cara que eu nego para todos ainda amar, ainda dói, e ver a vadia que causou tudo isso torna ainda mais difícil esquece-lo.

 

— Tudo bem? — Abro os olhos assustada e limpo as lagrimas que deslizam por minhas bochechas. — Desculpa se te assustei. — Encaro o homem ao meu lado. Seu sorriso é doce e sincero. Ele parece ser dois anos mais velho que eu. Mais é muito lindo. Seus cabelos pretos estão arrepiados levemente, como se tivesse sido bagunçados de proposito pelo vento. Seu rosto é desenhado para seu jeito calmo. As sobrancelhas cheias e escuras deixavam seu olhar marcante. Os cílios finos e pequenos decoravam seu belo par de olhos ônix. O nariz bonitinho e os lábios medianos e bem desenhados estavam moldados em um belo sorriso. O terno azul escuro puxando o preto escondia seu corpo, mais não o volume de seus músculos.

 

— Tudo bem, eu que estou distraída. — Ele sorri mostrando seus dentes brancos e alinhados. Não pude deixar de notar a argola prata e bonitinha em sua orelha esquerda.

 

— Sou Jackie. — Estende a mão. Olho para a mesma e a seguro.

 

— Giulia. — Ele sorri e soltamos nossas mãos.

 

— O que uma linda mulher veio fazer sozinha aqui? — Olho para o céu novamente e engulo em seco. — E além do mais, chorando. — Coro.

 

— Eu estava me lembrando da miserável vida que eu tive. — Olho para minhas mãos. — Passei minha vida vivendo uma grande mentira. Primeiro que eu não tinha família, o que é mentira. Eu tenho pais maravilhosos, um irmão gêmeo incrível e uma cunhada divertida. Tenho amigas perfeitas e imperfeitas, mas são minhas amigas e irmãs além de tudo. — Olho para frente e limpo minhas mãos soadas na saia. — Vivi boa parte da minha vida em um orfanato. Vendo crianças serem adotadas e eu ali, com as minhas amigas. As pessoas ao nosso redor eram felizes de mais, enquanto a gente assistia dos bancos as felicidades alheias. — Suspiro sentindo meus olhos úmidos. — Quando eu conheci Namjoon, eu acreditei que eu pudesse amar e ele também. — Sorrio tristemente. — Vivi poucos dias ao lado dele e apesar de tentar acreditar que ele era bom, no final, eu servi apenas para gerar herdeiros. — Abaixo a cabeça e sinto os dedos dele erguerem meu rosto novamente. O encaro.

 

— Não sei qual é o problema desse cara, mais sei que ele é um babaca. — Sorrio. — Você é linda. Uma gravida linda acredito que não sirva apenas para gerar herdeiros, sei que é capaz de muitas coisas. — Ele prende uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha. — Como você, eu tive um passado horrível. Fui iludido por uma mulher que dizia me amar, mais a única coisa que ela quis foi se aproximar do meu pai, e hoje ela é esposa dele. — Ele balança a cabeça negativamente. — Não posso mudar o passado mais posso criar o meu futuro. Talvez o destino tenha nos unido hoje e não vamos desperdiça-lo com lembranças ruins. — Ele se ergue. — Aceita dançar comigo? — No mesmo instante uma musica lenta mais deveras romântica começa a tocar. Sendo ironia ou não, eu seguro a mão dele e o vejo sorrir.

 

— Prometa não rir se eu pisar no seu pé. — Ele gargalha. Faço uma careta.

 

— Prometo. — Ele diz sorrindo. Jackie me guia até ficarmos no meio do jardim rodeados por flores. Ele coloca uma de suas mãos em minha cintura, enquanto eu coloco uma das minhas em seu ombro. Ficamos com uma mão estendida, sua mão macia e quente de encontro com a minha fina e pequena. Começamos a nos mover lentamente, e por incrível que pareça, não pisei nenhuma vez no pé dele. Jackie me conduzia com cuidado sobre a grama, ora ou outra ele me pegava sorrindo e retribuía da mesma maneira. Ficamos assim até a musica acabar e nos forçamos a nos separar.

 

— Estou com sede. — É o que eu digo. Jackie parece não se importar.

 

— Vou buscar algo para tomarmos. Promete estar aqui quando eu voltar? — Aceno que sim.

 

— Estarei sentada no mesmo lugar em que me encontrou. — Ele sorri. Jackie me deixa e volta para dentro da mansão. O vento frio se choca com o meu corpo e passo minhas mãos sobre meus braços tentando me livrar do frio.

 

— Se divertindo muito? — Gelo instantaneamente quando reconheço a voz grave e rouca dele. E virando-me confirmo que se trata dele, Namjoon. Meu ex-marido e primeiro amor.



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