História Experimental - Capítulo 8


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jaehyun, Taeyong
Tags Jaehyun, Jaeyong, Nct, Taeyong
Visualizações 36
Palavras 599
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Problema


VIII.

 

O torpor fora tanto que demorou um bom tempo para conseguir mover as pernas em direção da cama e se sentar na beira da mesma, cerrando as mãos em punho - sem deixar o outro perceber - para conter aquela vontade absurda de agarrá-lo ali mesmo.

 

Primeiro você resolve o problema, Jaehyun, depois você o agarra. Simples. Você consegue. Pensou ao retribuir o sorriso que fora dado outrora por parte de Taeyong que agora o olhava com certa desconfiança, mesmo que sua expressão estivesse horrível por conta da bebida.

 

— Você está um lixo.

 

— Eu sei.

 

— E nú.

 

— Porra! — Taeyong sentiu o constrangimento o atingir feito uma bala ao afastar minimamente a coberta e não ver nem sequer a peça íntima.

 

O pintor deu de ombros, rindo assoprado. Já tinha visto o mais velho com menos trajes do que aquele cobertor que cobria parcialmente sua nudez. Não era um problema na maioria das vezes mas hoje, quando precisava manter a mente focada na solução para todos os problemas que deram um ao outro, sentia como se o cérebro derretesse para dar liberdade aos seus desejos carnais.

 

— Eu posso me trocar se tiver te incomodando… — Conhecia Jaehyun o bastante para saber que algo não o deixava confortável e estava mais do que óbvio que a falta de roupas era o motivo.

 

— N-não! Você está… Ótimo assim. — O nervosismo veio à tona com a velocidade de suas palavras e logo as mãos estavam erguendo o cobertor até fechá-lo sobre o pescoço de Taeyong, como se ele fosse uma criança sendo protegida do frio por uma mãe muito zelosa que cobria o seu filho por completo. — Bem melhor assim, quer dizer.

 

Taeyong ergueu uma das sobrancelhas, percebendo o quão esquisito estava Jaehyun naquele início ou fim de domingo, não sabia. A sua única preocupação era entender o que estava acontecendo e esperava, de todo coração, não ser algo horrível.

 

— A Yeri é minha amiga. — Começou se explicando, sem saber ao certo como começar o assunto. — Apenas isso. Só. Eu não consigo enxergá-la com outros olhos como enxergo você.

 

— Como assim? — O mais velho apertou o tecido fofinho do cobertor entre suas mãos escondidas, sentindo seu coração gelar. Tinha esperado muito por ouvir Jaehyun tomar a iniciativa de alguma coisa que não fosse suas malditas pinturas, mas agora parecia terrível ouvi-lo falar tão sério.

 

— Tem vezes que eu acho que você pensa que eu sou o homem mais desejado do mundo. Que vou arrumar uma namorada e sumir daqui, mas você me impede disso. Me impede de tudo, de verdade.

 

— Desculpa… Nunca foi a minha intenção…  — O pesar na voz do matemático era evidente. Não sabia que não estava passando de um enorme problema na vida de Jaehyun, o impedindo de viver a vida do jeito que ele quisesse.

 

— Você pode, por favor, me deixar terminar? Eu não acabei ainda, Taeyong… — O tom oscilou entre autoritário e compreensivo. Tudo parecia um enorme borrão em sua mente enquanto tentava organizar os pensamentos e vê-lo daquela forma só dificultou as coisas para o pintor que nunca precisou ter esse tipo de conversa séria com ninguém. — A única pessoa que passou na minha vida, no sentido amoroso, foi você.

 

Notou que o mais velho se remexeu na cama, como se o ato tivesse sido cometido já que não poderia usar palavras. Ele parecia ansioso o bastante para que Jaehyun risse baixo e recebesse um olhar bravo.

 

A conversa iria longe pelo que parecia e o melhor de tudo era que a confiança, aos poucos, aparecia para auxiliar em tudo que tinha que falar. Estava quase lá.

 


Notas Finais


Serase agora vai?

E dessa vez atualizei no dia certo, amém!


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