História Experimento 507 (Interativa) - Capítulo 4


Escrita por: e T_w_

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 41
Palavras 2.131
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Sim, vocês ⚠️⚠️⚠️ AINDA PODEM ENVIAR AS FICHAS ATÉ DOMINGO (acrescentei mais uns dias)
hoje apresentarei mais quatro personagens, ia ser oito, mas não estou me sentindo muito bem de saúde nesses ultimos dois dias, então escrevi menos, mas tinha prometido capítulo novo para vocês, então aí está
Provavelmente, o próximo, eu já digo todos que foram aceito e faço apresentação de mais seis aceitos ;)

Capítulo 4 - Eletrizante


Fanfic / Fanfiction Experimento 507 (Interativa) - Capítulo 4 - Eletrizante

P.O.V. Duarte Owen

Já era madrugada e eu ainda estava em uma sala branca esperando alguém vir me buscar até que uma mulher destrancou a porta e ordenou que eu a seguisse, assim o fiz. Chegamos em um pátio com várias outras pessoas, todas elas pareciam assustadas — não muito diferente de mim. 

— Boa noite — a mulher que me buscou finalmente falou. Ela era loira e vestia um jaleco branco, andava com uma prancheta e fazia anotações enquanto nos olhava com um ar desconfiado. — Eu trouxe alguns de vocês para um teste psicológico de trabalho em equipe. Algumas pessoas já vão receber a dose do nosso experimento sem que façam esse teste porque precisamos agilizar as coisas, mas assim que fizer efeito neles, nós vamos testá-los de outra maneira, então será justo. Preciso que vocês se esforcem porque, caso não passem, infelizmente teremos que substituir vocês porque vai significar que vocês não sabem agir sob pressão e essa parte no experimento é uma das principais.

Olhei em volta e contei as pessoas que estavam lá, ao todo, oito pessoas aguardavam ansiosas mais informações, assim como eu. Como assim, "substituir"? Eu imaginei que aquilo significava que eles iriam nos matar porque, quando me neguei a vir para esse lugar, eles simplesmente disseram que o projeto era secreto demais para que eu soubesse daquilo vivo. Acho que nós realmente vamos precisar nos esforçar para isso.

— Vocês serão levados em grupos de quatro. O grupo número um pode seguir o corredor a direita e o dois, pode seguir o segundo corredor, da esquerda — Enquanto falava, a mulher pegou uma caixa com um dos seguranças do local e distribuiu pulseiras para nós, as quais estavam escritas nosso nome e o número do grupo ao qual pertencíamos. Eu estava no grupo um.

Eu e mais três pessoas seguimos o corredor direito, eram duas garotas e um garoto, uma das garotas era morena e extremamente charmosa, a outra tinha o cabelo cabelo loiro, apesar de que  parecia ser branco ou acinzentado, fiquei me perguntando se era natural. O outro garoto era muito bonito, mas parecia ser um dos mais novos do nosso grupo, tinha os cabelos castanhos e demostrava mais confiança do que qualquer um de nós, eu confesso que, naquele momento, eu gostaria de saber o que se passava na cabeça dele.

"Isso é um teste de escolhas" — ouvimos uma voz feminina que parecia vir de um interfone em várias direções diferentes — "Vocês terão que escolher entre duas opções que estão em cada porta. Assim que acabarem, apertem um botão que está na última sala e lembre-se de que todos vocês vão ter que escolher juntos e todos e completo acordo. Por favor, antes de entrarem pela porta, se apresentem".

— Sou Luana — a garota dos cabelos acinzentados foi a primeira a se pronunciar.

— Sou Duarte — quando eu disse, todos olharam para mim ainda com uma expressão de preocupação, então sorri, o garoto e a garota de cabelos acinzentados retribuíram o sorriso e, acho que em meio a isso tudo, ver um sorriso fez com que se sentissem mais calmos.

— Meu nome é Richard — o garoto moreno sorriu e fechou os olhos por um segundo como se estivesse nos cumprimentando com o olhar

— Eu sou Charlie — a morena de cabelos curtos ainda estava um pouco deslocada, assim como todos nós, mas parecia mais séria, depois de alguns segundos analisando-a, percebi que ela estava apenas se concentrando para o que estava por vir.

"Boa sorte a todos vocês. Espero que façam as escolhas certas, ou teremos um trabalho maior" — Foram as suas últimas palavras antes de ouvirmos um bipe e nenhuma outra voz.

— Como assim "escolhas certas"?! — tive a impressão de que Richard pensou mais alto do que queria ter feito  — Caralho, a escolha é minha. Quem pode julgar se está certa ou errada sou eu, não? 

— E o que vai acontecer se escolhermos errado? — Luana perguntou e o silêncio se prolongou  — Bom, enfim, acho melhor entrarmos na primeira porta para sabermos, não é?

— Eles vão nos matar se não conseguirmos — quando falei, Richard e Luana me olharam com uma expressão de susto, enquanto Charlie ergueu a sobrancelha.

— É o que vai acontecer — Charlie completou — Eu ainda estou decidindo se morro agora ou se aguento o que tem por vir porque, vai por mim, vocês sabem que eles não vão deixar a gente sair daqui e sabe-se lá o que vão fazer conosco enquanto estivermos à disposição. 

— Bom, de qualquer maneira, vamos só entrar e ver no que dá — Richard colocou a mão delicadamente na maçaneta — Nós não sabemos o que está para acontecer, mas é melhor que fiquemos até o final para termos certeza. 

— Lembrem-se de que a decisão tem que ser unânime — Luana disse e fez um sinal positivo para que Richard abrisse a porta — E usem a cabeça, a minha vida e a de vocês está em jogo agora.

Richard esperou alguns segundos e enfim abriu a porta lentamente, era uma enorme sala com um papel de parede preto com listras verticais brancas em algumas partes e em outras tinham algumas escritas brancas com as letras completamente bagunçadas, nós quatro olhamos para a parede e nos entreolhamos, confusos.

— Eu tenho dislexia ou estas escritas estão ao contrário? — Richard disse enquanto virava a cabeça para tentar ler alguma coisa.

— Não. Está tudo bagunçado — Charlie disse — Legal. E agora?

— Vamos tentar ler. — Falei — Eles não colocaram essas frases sem sentido aqui por nada, não é? É desvantagem para eles se nós não conseguirmos. Alguém tem alguma ideia?

— Espelho. — Luana murmurou.

— O que?

— Está obvio, Duarte. As letras estão invertidas. Precisamos de um espelho para lê-las corretamente.

— Nossa, é realmente óbvio. Como somos burros. — Charlie pegou um pedacinho de espelho que estava em seu bolso e me entregou.

— Onde conseguiu esse espelho? — Richard perguntou.

— Eu sempre ando com algumas coisas utilitárias na minha mochila e, por algum motivo, antes de sair de casa desmaiada para vir aqui, eu coloquei o espelho no bolso. Devo ter usado us minutos antes e fiquei com preguiça de guardar. Enquanto estava presa naquela sala branca, fiquei horas me distraindo olhando nesse espelhinho.

— Você anda prevenida, garota. Sabe-se lá quando agentes do governo vão te sequestrar pra fazer experimentos criminosos e antiéticos...

Peguei o espelho e coloquei contra a parede, as frases estavam de cabeça para baixo, mas consegui lê-las perfeitamente.

— O que está escrito? — Luana perguntou.

— "Todo o dinheiro para conseguir conhecimento ou todo o conhecimento para conseguir dinheiro?"

Assim que acabei de falar a frase a parede se abriu e surgiu uma mesa com dois botões, um era verde e era escrito número "1" outro era azul, por cima estava escrito numero "2". Apareceu também um temporizador marcando dois minutos. Tínhamos exatamente dois minutos para responder essa questão.

— O quê?! — Exclamei, não costumo ficar nervoso com perguntas tão bobinhas, mas e se aquele temporizador for uma bomba? — Dois minutos? 

— Ahm... — Richard fechava os olhos tentando se acalmar. — É a opção dois.

— Não. É a um. — Luana disse calmamente.

— É a dois, Luana! — Charlie exclamou, não imaginei que ela gritaria, mas tínhamos exatamente um minuto e vinte e um segundos, não é brincadeira.

— É a dois! Fique de acordo ou sabe-se lá o que vai acontecer! — Richard também parecia muito nervoso. Todo aquele ar brincalhão e aquela vibe mais amena haviam desaparecido do rosto dele.

— Não vou ficar de acordo. É a um.

— Temos certeza de que é a dois. — Richard falou. — Você estuda a vida toda para conseguir um trabalho e ganhar dinheiro, acho que é assim que as coisas funcionam onde vivemos, infelizmente. Tudo pelo capitalismo.

— Não. Não estou de acordo. Ainda não podem apertar. — Ela parecia estar pensando na velocidade da luz em argumentos para nos explicar como pensava.

— Luana... Explique a sua opção. — Ordenei. Sim, ordenei. Eu estava desesperado também, eram 50 segundos naquele momento.

— Você investe todo o dinheiro que tem para conseguir conhecimento. Como eles estão fazendo aqui. Investido seu dinheiro para fazer com que a tecnologia fique cada vez mais avançada. Para eles, talvez, dinheiro não é mais importante que o conhecimento, afinal, estamos em uma experiência científica, estamos presos numa sala, por exemplo, que deve ter custado uma fortuna.

— Todos de acordo? — Charlie perguntou? Eram 20 segundos. — Opção um?

— Sim — Respondemos em uníssono e Charlie apertou o botão um.

Assim que Charlie apertou o botão, a parede se abriu novamente e dessa vez surgiu outra porta de ferro, ela se abriu revelando uma sala de cor escarlate com aquelas mesmas escritas na cor branca, agora, pelo menos, já sabíamos como começar.

— Você lê desta vez, Richard. — Dei a ordem, mas o garoto não se mexeu, parecia assustado, com medo de fazer algo errado, eu entendia, afinal, estava querendo passar essa responsabilidade para alguém exatamente por isso — Tudo bem, eu leio.

Peguei o espelho de Charlie e coloquei contra a parede. As letras ainda estavam de cabeça para baixo mas ainda pude lê-las com um pouco de dificuldade, porque dessa vez elas pareciam menores.

— "Sacrifício pela humanidade ou sacrifício por uma causa?"

Quando acabei de ler a parede se abriu e saíram os mesmos dois botões de antes. Segundos depois o temporizador apareceu na parede marcando um minuto e meio. O tempo havia diminuído e eu senti que esqueci o que havia acabado de ler.

— Eu não entendi. — Richard disse  — A humanidade ou uma causa... Mas a humanidade também PODE ser uma causa, não?

— Você acabou de dar a resposta, Richard. — Charlie disse indo até os botões. Pela primeira vez conseguimos ver um leve sorriso estampando o rosto da garota — Todos de acordo?

— Sim — Respondemos em uníssono

Ela apertou o botão. A parede se abriu e surgiu uma porta de madeira. Esperamos abrir, mas não abriu, então eu e Luana a empurramos e chegamos a uma sala de madeira, com aquelas escritas feitas em tinta vermelha, dessa vez bem menor que a última e, assim que chegamos, o cronômetro já foi ativado com um minuto e meio novamente. Corremos em direção a parede e eu tentei ler o mais rápido possível.

— "Matar por uma causa ou morrer por uma causa?"

— Ok, tenho a impressão de que esta é a mais difícil. — Charlie falou. — Matar pela causa ou morrer por ela?

— Matar é o que eles querem que a gente faça quando aplicarem esse experimento em nós, não?— Luana falou — Me lembro de ter ouvido isso, querem nos usar a guerra contra os terroristas.

— Não. — Eu e Charlie falamos em uníssono.

— Eu também acho que é isso que eles querem. — Richard disse e pareceu meio confuso.

— Nada disso. — Falei. — Morrer por uma causa. Vocês se lembram da última pergunta? Sacrifício. 

— Eles querem que nós nos sacrificamos por uma causa. Então morremos por ela. Eu acho isso muito bizarro — Charlie completou — Todos de acordo?

— Sim — Dissemos e eu apertei o botão numero "2".

 

P.O.V. Narrador

Jullie, substituta da cientista que havia sido queimada, estava com Elias na sala de testes há cerca de quarenta minutos. Elias estava ansioso esperando o resultado dos testes e tentando entender porque gastar tanto dinheiro com aqueles programas era necessário.

— Eles estão sob pressão. Eu preciso ver como eles reagem sob pressão. Devem estar imaginando que tem uma bomba na sala programada que eles estão ou algo do tipo. Mas não se preocupe, nós já vamos tirar os eletrodos da cabeça deles e eles irão acordar.

— Não estou preocupado com eles — Elias olhou para os Charlie, Richard, Luana e Duarte que estavam, ainda, deitados em uma maca com os eletrodos por todo o corpo — Vocês farão isso com a Naomy e com a Natalie. Eu não posso perder o experimento que já está em Naomy. Não temos tanta verba para isso!

— Eles não podem morrer. Caso "morram" durante o teste, vai ser como se estivessem sonhando e acordando de um pesadelo, mas o teste acabou e isso não aconteceu. Estão apenas dormindo agora. Quando acordarem, vão estar em uma outra sala e nem vão perceber que aquilo não era real. Apenas relaxe, Elias. Não posso fazer meu trabalho com você no meu pé.

 


Notas Finais


até semana que vem e não se esqueçam de dar uma olhadinha na história interativa que eu estou ajudando a organizar! a história vai ser f o d a

https://www.spiritfanfiction.com/historia/maggiore-kingdom-college-interativa-18010072


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