História Experimento A8-301 - Capítulo 6


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Categorias Sonic The Hedgehog
Personagens Knuckles the Echidna, Rouge the Bat, Shadow the Hedgehog, Sonic The Hedgehog
Tags Shadow The Hedgehog, Sonic The Hedgehog, Tortura, Violencia, Yaoi
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Palavras 1.499
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Acho que A partir do capítulo 7 as coisas vão ficar serias...










Me perdoem por qualquer erro e divirtam-se ^-^

Capítulo 6 - O preço da desobediência


Acordei em uma sala pequena e mal iluminada, em meio ao escuro dava pra ver apenas a porta a algumas correntes presas a parede. Estava jogado em cima de uma pilha de trapos sujos, meu corpo inteiro doía e meu pelo estava encharcado. 

Suspirei fundo sentido a podridão do ar do local, cheirava a rato morto, talvez até pior... Forcei meu corpo a se levantar, o que se tornou uma tarefa quase impossível devido a dor insuportável em minha coluna. O fedor daquele lugar realmente me incomodava, era um cheiro horrível, disse que era semelhante a rato morto, mas... O odor de qualquer ser vivo, mesmo depois de semanas em decomposição, se tornava perfume perto daquilo.

Depois de algum tempo ali, no escuro, senti como se minha visão começasse a clarear, e de fato estava. Os cantos da sala foram ficando mais nítidos, e pude confirmar minha hipótese de que estava em uma cela, provavelmente fora do laboratório. Por uma parte, isso me aliviou, por outra, fiquei mais preocupado do que se estivesse preso em uma mesa cirúrgica. Quais eram suas intenções ao me colocarem em uma cela? 

Ouvi como se fossem passos em um corredor, que pareciam vir em minha direção. A porta se abriu e em meio a escuridão emergiu a criatura que mais odeio na face da terra. Ele se aproximou e ficou de cócoras na minha frente, me encarando com aquele mesmo sorriso largo, parece que ele sentia prazer em me ver sofrer. Visualmente ele inspecionava cada uma de minhas cicatrizes, e chegou até tocar em uma delas.

Fiquei me questionando se isso realmente acontecia, ou se estava preso em mais um dos pesadelos de minha mente torturada. Quem dera que tudo isso fosse apenas um pesadelo... e daqui a pouco eu iria acordar debaixo daquela árvore, assustado, ofegante e suando frio... provavelmente teria medo de fechar meus olhos novamente, mas seria feliz ao lembrar que isso tudo não passava de um sonho ruim. Mas mesmo se um dia tudo isso acabar, e eu me convencer que tudo o que estou passando foi um sonho, ainda vão ter as cicatrizes, eternizando toda a minha dor, e me fazendo crer, que um dia, as pessoas que salvei, me entregaram a um destino que não daria nem para o meu maior inimigo.

Comandante: eu te avisei Azul. Eu disse pra você ser bonzinho, mas parece que você não entendeu. Boa parte de seu instinto selvagem, livre e autoritário, ainda está vivo em você...

Sonic: o que... O que você vai fazer? – minha voz falhava e saia extremamente baixa, minha respiração também não colaborava muito para que eu pudesse falar “corretamente”.

Comandante: Vou te adestrar...

Sonic: Hmph... virei cachorro ago-AAGH... – ele não me deixou terminar minha crítica. Ele deu um tapa em meu rosto com tanta força, que fui incapaz de me manter em pé, caí no chão como um saco de batatas. O lado atingido da minha cara ficou dormente por uns instantes até eu começar a sentir umas pinicadas no mesmo local.

Comandante: CALADO! Começando... Agora...

Ele me puxou brutalmente pelo meu braço e me levou ao lado mais escuro da cela, onde também se localizava as correntes. Como já era de se esperar, ele me prendeu de modo que eu ficasse virado para a parede, de costas pra ele. Ouvi a porta se abrir novamente...

Comandante: isso soldado, a de couro. Pode ser a que eles usam na cavalaria, caso a que eu encomendei não tenha chegado...

Encostei a testa na superfície lisa da parede, olhando diretamente para o chão de cimento puro. Puxei as correntes enferrujadas com toda a força que tinha, desejando que tudo aquilo acabasse, não importa o que iria me custar, eu queria apenas por um fim em todo aquele sofrimento... Nem que pra isso eu tivesse que morrer...

Comandante: hm... Ela já chegou? Ótimo! Diga ao supervisor para ele avisar os outros que estou no meu intervalo para entretenimento, daqui umas três ou quatro horas voltarei a ativa. 

A porta se fechou... e o meu resto de esperança morreu... queria ter ido junto com ele...

Comandante: está preparado, Azul? Espero que não... isso vai ser divertido! 

MALDITO! UM DIA EU VOU ACABAR COM A TUA RAÇA, SÁDICO DESGRAÇADO! TODO O MEU SOFRIMENTO É CULPA SUA! Mas por que? Porque está fazendo isso? O que eu te fiz? Por que está me submetendo a toda essa dor? APENAS ME SOLTE! ME DEIXE VIVER O RESTO DA MISÉRIA DE VIDA QUE ME RESTOU...- 

O que ele e aquele “soldado aleatório” conversavam,  era sobre meu instrumento de castigo, uma chibata (ou seja lá como você chama). E como eu descobri? Han... Da pior maneira possível! Aquela peça de couro (pelo menos eu imagino que seja) estalou violentamente em minhas costas, a dor atingiu todo o meu corpo, minhas pernas balançaram e por pouco não caí de joelhos no chão, só não caí por causa das correntes presas a meus pulsos, elas me sustentaram. Em seguida, a possível ferida deixada pelo chicote, começou a arder, e senti um líquido quente escorrer por toda a extensão de minhas costas. E foi mais uma, mais outra, e outra... Por fim, contei 21. A cada uma, sentia como se a dor se multiplicasse, e ficasse mais forte a cada pancada.

Comandante: está se divertindo, Azul? 

Sonic: Eu... te odeio... tanto... – minha voz tremia, todo meu corpo estava trêmulo pra ser sincero... Aquela pequena parcela do castigo eterno que sofreria, foi o suficiente pra destruir completamente a estrutura enfraquecida de meu corpo. Olhei para baixo vendo uma pequena poça carmesim começar a se formar abaixo de meu corpo.

Ouvi o som de uma embalagem se abrir, e em instantes a cela foi infestada por um cheiro forte álcool.

Comandante: é bom que você se acostume, isso ainda vai se repetir por diversas vezes...

Sonic: você... vai se arrepender... um dia... Eu ainda vou ter... força o suficiente... pra acabar... com a sua raça... você vai, AAH! – ele passou a mão úmida dentre meus pelos, senti minhas costas pegarem fogo, puxei mais as correntes e forcei minha testa contra parede, abri minha boca largamente como se fosse gritar, mas me contive. E isso o que ele quer, que eu grite, que eu me renda, que eu o obedeça...

Comandante: não me interprete mal, Sonic. Só estou lavando suas feridas para evitar que elas infeccionem... Não quero ver o meu bichinho doente... *risada enlouquecida*

Sonic: se eu pudesse, CHUTARIA A SUA CARA! – dessa vez, minha voz não falhou, ela saiu firme, denunciando minha raiva...

Ouvi um barulho de sapato raspando no chão e de repente, AAH! Ele não chutou minha canela, nem minha panturrilha, nem minhas coxas... isso, exatamente... ELE CHUTOU AS MINHAS BOLAS! A dor que senti me fez ter a impressão de que estava sendo rasgado ao meio. Me desculpe, mas dessa vez não resisti, ao menos tive que gemer...

Comandante: ahn? Isso doeu? Você ficou tão quietinho nas chicotadas, pensei até que você não sentia dores... - *risos com a boca fechada* - TRAGA-ME UM BALDE MÉDIO DE GELO E UMA TOALHA DE ROSTO!

Voz do lado de fora: EM CUBOS, SENHOR?

Comandante: ISSO!

Voz do lado de fora: MAS, O SENHOR SE MACHUCOU? PRECISA DE AJUDA?

Comandante: NÃO, NÃO! FIQUE TRANQUILO! APENAS ME TRAGA O GELO!

A voz não respondeu, e por bons momentos só consegui ouvir passos pela cela. Até ele vir até a mim, soltar meus braços, e me jogar de volta nos trapos sujos. Já deitado, ignorei a dor nas costas, e segurei minhas... intimidades, com ambas as mãos, as coisas ali em baixo ainda doíam pra caramba.

Comandante: depois eu vou arrumar uma cama melhor pra você... – Alguém bateu na porta, desviando a atenção dele.

Voz: AQUI ESTÁ O GELO, SENHOR! 

Ele abriu a porta e pegou o balde com a toalha – Ótimo! Obrigado, soldado! Em breve vamos retomar as tarefas! – a porta voltou a se fechar e ele veio em minha direção, tirando a tampa do balde.

Comandante: Vou aproveitar que suas costas ainda estão úmidas de álcool, e vou passar gelo, não resista! – ele cobriu a mão com a toalha, e colocou uns cubos de gelo nela. Vou confessar que gelo realmente amenizou a dor, mas me permitir a me submeter aos cuidados desse traste, foi o fim pra mim. – Abra as pernas! – foda-se! Não obedeci... – ABRA AS PERNAS!

Revirei os olhos e levantei pouquíssimo um delas. Ele acomodou o gelo ali, estava longe de melhorar a dor...

Comandante: bem... suas partes ainda estão “escondidas”, então acho que assim não vai surtir tanto efeito. Preciso trabalhar, vou deixar o balde e a toalha aí, se quiser você mesmo cuidar disso... hm... fique a vontade... – ele virou de costas e foi em direção da porta, mas antes de sair ele parou e voltou a falar... – E... Estava pensando sobre sua cama, acho que tive uma ideia melhor! Vou passar aqui mais tarde e vou te levar para o meu escritório!

 

 

 

 

...escritório?...


Notas Finais


Sei lá mano... me desculpem qualquer erro...
"Tchatchau" bbs :)


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