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História Eyes Of Cat - Catradora - Capítulo 24


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Capítulo 24 - Interrupted, again


A visão de Catherine abraçando o próprio o corpo, com os olhos marejados e as mãos tremulas demostravam o quão frágil a garota se encontrava.

— Eu preciso de você... — a voz rouca ecou pelo ambiente

— O que...? 

— Por favor eu só — Suspirou abraçando o próprio corpo com mais força — podemos só deitar e você me fazer carinho? Não tô afim de responder a nenhuma pergunta — a voz da garota estava extremamente rouca, seus olhos carregavam uma angústia inacreditável

— Claro minha pequena — puxou a  morena pela cintura envolvendo a em um abraço caloroso 


Subiram ao quarto e fizeram exatamente o que a garota desejava, se deitaram sobre a cama e permaneceram abraçadas em sua própria bolha, Catra tinha seu rosto enfiado no pescoço de Adora, respirando fundo e inspirando o doce aroma que sua pele exalava naturalmente, as mãos de Adora faziam um carinho suave nos cabelos da garota que só faltava ronronar com o contato, suas pernas estavam entrelaçadas de forma que as garotas ficavam ainda mais próximas. 

Em algum momento no qual Adora não sabia explicar, a respiração de Catra em seu pescoço suavisou dando a entender que a garota havia finalmente adormecido. 

Seu celular passou a vibrar abaixo de si, um pequeno incômodo que fez com que Catra resmungasse apertando os braços na cintura da loira, Adora sorriu com isso atendendo o telefone sem ver de quem se tratava. 

— Oi — atendeu sussurrado 

Adora? Por que ta sussurrando? — Era Double Troble 

— A Catra tá dormindo, podemos falar depois? — perguntou ainda sussurrando fazendo a garota esfregar o rosto em seu pescoço causando uma sensação de arrepio na mesma 

— Achei a desgramada — Ê garote reclamou bufando — ela tá bem? — perguntou preocupade 

— Sim, ela tá descansando — respondeu observando a feição tranquila da garota em seu colo 

ok, ótimo — suspirou — um pedido adora, não dá nada com cafeína pra ela porque ataca a ansiedade — a garota fez uma careta mas concordou nasalmente 

— Só isso? — perguntou anotando a dica mentalmente

— Se ela estiver muito tensa coloca ela pra tomar um banho quente, isso normalmente ajuda — e novamente a garota apenas concordou nasalmente 

— Você sempre sabe como cuidar dela — um suspiro foi ouvido do outro lado da linha

essa garota é meu tudo, com o tempo você aprende — sorriu vendo a relação linda que os dois tinham 

A ligação foi encerrada e o celular guardado, Adora então finalmente pode se desfrutar do conforto do calor do corpo de catra sobre o seu, abraçou o frágil corpo beijando o topo de sua cabeça, e assim sentindo o cheiro das madeixas castanhas de Catra a garota adormeceu calmamente. 


Catra pov. 

Eu basicamente estava sentada no chão com as pernas cruzadas em índio, pela primeira vez sentia meus sentidos apurados, as orelhas em alerta escutando cada mísero som a minha volta, os olhos atenciosos notando cada pequena movimentação, as garras postas pra fora como garantia se algo ruim aparesse, o rabo balançanva de um lado para o outro indicando minha impaciência. E então eu vi, algo corria ao meu redor mas era rápido de mais para meus olhos, a única coisa que eu via era um grande vulto branco, talvez não fosse rápida o suficiente mas não deixaria que aquela droga se aproximasse de mim. 

Uma risada rouca ecoou pelo local me causando náuseas, aquela maldita risada sabia muito bem de quem vinha, rangi os dentes pulando no exato momento em que algo pontiagudo foi atirado em minha direção

— Seus reflexos estão melhores, impressionante — Lorde surgiu com um sorriso ao rosto 

— Você! — um rosnado cortou minha garganta surpreendendo tanto ao Lorde quanto a mim 

— Suas almas estão se fundindo — analisou o homem — Olhe pra você — disse maravilhado mostrando me um espelho, simplesmente não reconhecia a imagem  que via 

— Gosta de ver a aberração que me tornou? — cuspi as palavras de forma rude 

— volto quando você estiver apta para me enfrentar, até lá, lembre-se eu vejo tudo, eu sei de tudo — falou proximo ao meu rosto 


E do mesmo jeito que ele surgiu ele desapareceu, eu sentia que estava cada vez mais fraca, meu corpo fraguejando enquanto eu falhamente tentava me manter de pé, minhas mãos fechadas em punho e eu podia sentir minhas garras adentrarem as palmas de minhas mãos, a dor ao invés de me manter em pé só impulsionam meu corpo para baixo, caí de joelhos ao chão sentindo minha visão embaçar e meus olhos pesarem, um grupo de gatos de cores variadas foi a ultima coisa que eu vi antes de apagar. 


Acordei em um pulo na cama de Adora, eu ainda estava ali, e ela ainda me mantinha por perto, mesmo dormindo....

Notei algo balançando atrás de mim, eu estava com o rabo e as orelhas de fora, respirei fundo tentando me acalmar oara "guardar" aquilo, logo eu estava limpa de qualquer resquício felino. Minhas mãos arderam fazendo me olha-las confusas, me surpreendi ao constar que os cortes foram causados pelas garras que eu devo ter apertando enquanto ainda sonhada, não importa como eu fiz e sim o que eu faria dali em diante, talvez lavar a mão para não sujar a cama dam.. Amiga? N poderia nada dar errado.

Ao menos em tese, depois de minutos tentando sair sem fazer barulho o manchar os lençóis com sangue Adora despertou,  com um olhar confuso e um sorriso de lado de perguntou o que a garota queria fazer 

— O que tá fazendo — perguntou sonolenta 

— Eu ia lavar as mãos — comentou cabisbaixa mostrando as mãos rapidamente, a quantidade de sangue despertou a loira que se pos de de pés e correu atrás de primeiros socorros

Adora nunca cogitou usar aquele kit em alguém além de si mesma, em nenhum momento fez perguntas ou lhe deu olhar com pena, Adora se focou em fazer um curativo nos cortes mais profundos de Catra lhe causando caretas de dor e pequenos gemidos e grunhidos em angústia. Além da vasta dor do álcool em contato com suas feridas Catra tinha que controlar a besta que estava dentro de você, não podia perder o controle e deixam com que suas falhas aparecessem e a última coisa que Catra queria era que Adora descobrisse sobre sua pessoa.

— Você não fez nenhuma pegunta — Adora sorriu terminando de enfaixar uma de minhas mãos

— Você precisa de ajuda, são assuntos seus e você sabe como lidar com eles, eu só quero te ajudar a ficar bem. Todos tem algum segredo — Comentou a garota fazendo me parar pra pensar e refletir sobre as palavras

— Você é mais esperta do que parece — pontuei subindo em seu colo e esfregando meu rosto em seu pescoço

— faz cócegas — disse comprimindo o pescoço para impedir que eu continuasse a me enfregar em si 

— Desculpa — ri encostando nossas testas 

— Tudo bem — me roubou um selinho causando um certo arrepio em meu corpo, apoiei minhas mãos em seu ombro para me endireitar no colo de Adora, sobre seus olhos curiosos retirei a camisa que usava deixando a mostra meu sutiã na cor preta 

— Eu quero você Adora — coloquei uma mecha de seu cabelo atrás da orelha e me aproximei de seus lábios — Eu posso? — perguntei mordendo seu lábio inferior e o puxando pra mim

— Tem certeza? — perguntou fazendo um carinho fraco em minha cintura, rebolei sobre seu colo empurrando-a até que estivesse totalmente deitada sobre a cama, segurei suas mão acima da cabeça deixando as presas 

— Absoluta — murmurei contra a carne de seu pescoço, onde fiz questão de marcar com um belo e generoso chupão

Adora abriu um sorriso de canto me olhando nos olhos com uma expressão maliciosa, com o mínimo de esforço a garota conseguiu se soltar de meus braços e inverter nossas posições, agora Adora esrava em cima de mim, minhas pernas estavam ao redor da cintura da garota e suas mãos estavam entrelaçadas a minha de forma uqe ficassem oresas também. A mesma passou a beijar meu pescoço e busto deixando os bem marcado, a garota foi descendo os beijos até uma parte de minha barriga onde deixou uma labida generosa que me fez contorcer abaixo de si, se ela quisesse continuar teria de soltar minhas mãos e foi o que fez descendom beijos molhados até a barra da minha calça

Suspirei sentindo me nervosa pelo o que viria a seguir, Adora desabotou minha calça e estava pronta para a retirar, se não fosse óbvio, a interrupção de alguém batento  frenéticamente na porta de seu quarto 

— Porra qual é a desse povo — disse brava de levantando, coloquei a camisa rapidamente e a garota me olhou uma última vez antes de abrir a porta

— Finalmente! Olha você tem que se arrumar temos um jantar importante com alguns encomendadores hoje — Mara apareceu já adentrando o quarto e ditando o que a loira tinha que fazer, típico. 

— Mara, eu tô ocupada — disse olhando para mim e como um passe de mágica a mulher notou minha presença no estabelecimento — Eles não vão ligar se eu não comparecer — deu de ombros sobre o olhar raivoso da mulher 

— Talvez eles não mas eu vou, não me importa que esteja ocupada quero você pronta as oito pra esse jantar — disse por fim saindo do quarto em passos rápidos

— Que intensa — caçoei e a garota me mostrou o dedo do meio antes de se jogar em cima de mim 

— Eu odeio esses jantares — reclamou passando a mão sobre meu corpo, adentrando a mesma dentro de minha camisa 

— Tadinha da menina branca — levei uma mordida por tal brincadeira mas ri mesno assim — acho melhor eu ir — suspirei fazendo um carinho no rosto da garota que me olhava com uma carinha triste 

— Tem certeza? Pode ficar no jantar comido — a garota se pos no meio de minhas pernas usando seu peso em cima de mim para impedir que eu saísse

— Eu adoraria — cruzei as pernas em sua cintura e abracei suas costas — mas preciso voltar ao hospital, enfretar a fera — suspirei imaginando ter que lidar com a família perfeita 

— Sua mãe? — perguntou se movendo e causando uma fricção em minha intimidade, suspirei escondendo o rosto em seu pescoço e apertando suas costas 

— Queria que fosse, mas é o idiota do meu pai — murmurei em seu pescoço, passei a mão pelas costas de adora chegando em sua bunca onde fiz uma pressão para que se abaixasse e foi o que ela fez, forçou sua pelvis contra a minha me arrancando um gemido baixo 

A garota percebeu o que estava acontecendo, minhas unhas arranhavam com um pouco de força as costas da garota que continuava forçar sua pelvis contra a minha, não estando satisfeita deixou seu joelho contra meu íntimo iniciando uma sequência de vai e vem devagar, a essa altura eu não controlava mais meu corpo, apenas suspirava e arranhava as belas costas de minha.... Amiga? 

— Eu preciso ir — reclamei tentandi falhamente empurrar a garota pelos ombros 

— Tudo bem — puxou me para um beijo mostrando o quão necessitada ela estava, todas as interrupções que sofremos até agora estava com certeza a deixando impaciente. 

— Se continuar fazendo isso nãi vamos sair daqui tão cedo — murmurei contra sua boca e a garota sorriu 

— É uma boa opção — comentou e eu soquei seu braço tentando sair de baixo da garota.

— Sua irmã te mata — tentei novamente e falahando na missão "sair de baixo de Adora", ela era mais alta e mais forte que eu e abusava disso

— Ao menos vou morrer feliz — fez drama fingindo se de morta e deixando seu peso mais ainda sobre meu corpo ri de sua reação

— eu tenho que ir Adora — reclamei batendo em seu ombro 

— Não — sua voz saiu abafada por conta do travesseiro 

— que não o que, saí de cima de mim — pedi empurrandi seu corpo mas nada — Eu vou te morder — um sorriso surgiu em seu rosto e eu ri de sua reação

— me de um beijo então — pediu e eu cedi

Adora estava se demonstrando ser uma completa boiola, e eu gostava disso, ela me queria por perto e gostava dos meus toques, isso era fofo...



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