História F-R-I-E-N-D-S (Twoshot, Kim Taehyung) - Capítulo 2


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Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Taehyung (V)
Visualizações 62
Palavras 1.989
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu não ia postar esse capítulo (o último) hoje. Mas, eu tenho fogo no rabo e não resisti, okay? Não me julguem, please.
Ah, uma coisa que não falei: essa short-fic foi um pouco inspirada na música “Friends” de Anne-Marie & Marshmallow, que por acaso, foi a música que mais escutei enquanto escrevia essa Twoshot.
Caso vocês ainda não tenham a escutado - o que pode ser um pouco difícil - eu sugiro que ouçam, porque a música é realmente muito boa. I'm Sorry for any mistake.

P.S.: Esse capítulo não é tão fluffy...( ͡° ͜ʖ ͡°)



Falei demais, então, fui! <3 Bjs pr'o 6 ;)

Capítulo 2 - F-R-I-E-N-D-S II (final)


Fanfic / Fanfiction F-R-I-E-N-D-S (Twoshot, Kim Taehyung) - Capítulo 2 - F-R-I-E-N-D-S II (final)

II


— Aish, você devia vindo com uma capa de chuva decente, Tae. Essa daí tá toda rasgada. Sem contar que eu te dei ela há mais de cinco anos. Devia ter jogado fora - repreendo-o, enquanto seco seu cabelo com uma toalha.

— Não vou jogar fora algo que você me deu.

Buya?...

Continuo a secar o cabelo do garoto, até que um trovão faz com que eu dê um pequeno grito e o “engraçadinho” uma risada. Dou um soco em seu braço e ele finge dor. Volto a secar seu cabelo com mais força, mas, ele não reclama.

— Por isso que vim aqui, sabia? - Ele pergunta e eu franzo o cenho. — Sei que você tem medo quando chove. Então, eu com minha incrível coragem, - rio e ele me acompanha - vim pra te proteger e pra ficar com você também.

Sinto minhas bochechas esquentarem.

— Não acha que já está a muito tempo secando meu cabelo?

— Não gostou? - rio e começo a secar mais forte e mais rápido. — Quem mandou vir aqui pra me atormentar, hm?

Rio enquanto seco seu cabelo e ele segura meus pulsos com suas mãos, fazendo-me parar de secar seus cabelos e meu riso cessar instantâneamente.

Sento- me na cama, ainda ajoelhada, quando ele se vira para me olhar e tira minhas mãos, que seguram a toalha, de sua cabeça. Ele se ajeita na cama e fica de frente para mim. Por algum motivo, engulo a seco.

O som de um trovão ecoa e eu grito, tampando meus ouvidos e me jogando nos braços de Taehyung. Olho lentamente para cima e o fito com um sorriso ladino em seu rosto. Ajeito minha postura, mas, ele me puxa novamente, desta vez me abraçando enquanto deita.

Tae… eu… eu vou buscar uma roupa pra você. Pode ficar resfriado… se… ficar... assim - digo meio arrastado, observando Taehyung colocar uma mecha de cabelo atrás de minha orelha. Me levanto depressa e quando me aproximo da porta escuto Taehyung falar.

Será que dá pra me notar?

Engulo a seco novamente e outro trovão ecoa.

Tae… - falo tão baixo que até me pergunto se ele ouve. A tempestade também não ajuda.

— Você sabe que eu gosto de você. O que eu disse mais hoje cedo...

— Bom dia, minha princesa. Eu te amo. [...]

[...] — E eu te amo - ele sussurra ao pé do meu ouvido.

—  Que também é o que falo todo dia quando venho aqui, só pra te ver… não é nada mais que a verdade. Eu te amo, ______; mas, acho que você não me ama da mesma forma.

Eu pego na maçaneta da porta e a giro. Não estava afim de ouvir mais uma das declarações de Taehyung. Sim, ele já fez outras vezes, e, por mais que seja estranho, todas mexeram comigo.

Taehyung mexe comigo de jeito diferente. Mas, nós somos amigos. Apenas isso.

Quando estava abrindo a porta, sinto Taehyung me puxar e fechar a porta com sua mão livre. Continuo parada, olhando para a porta e Taehyung entra na frente da mesma, me fazendo recuar alguns passos. Ele ainda segura meu braço.

Tae…

— Eu ainda não terminei de te contar meu sonho.

— Depois você…

— Eu vou contar agora - ele me interrompe, falando de jeito meio ríspido. Olho para o garoto meio surpresa. Pensei que Taehyung nunca falaria assim comigo. De verdade. — Você apareceu na porta e eu sorri - ele começa.

“Entramos em sua casa e viemos direto para seu quarto. Você me mandou tirar minha capa e eu o fiz. Você voltou do banheiro com duas toalhas em mãos. Você colocou uma na cama…”

Ele aponta para a mesma e eu fito a toalha - na qual ele estava sentado em cima - estendida.

“E me mandou sentar. Eu o fiz novamente. Você subiu em cima da cama e se ajoelhou atrás de mim. Começou a secar meu cabelo e eu aproveitei a cada toque. Ah, seus toques me arrepiam tanto”.

O jeito que ele fala me deixa arrepiada, principalmente por fechar seus olhos enquanto se pronuncia.

Tae… - isso já está me deixando meio incomodada. Mas, de um jeito bom. O que eu estou sentindo, não são as famosas “borboletas”. É o zoológico inteiro, como já dizia uma música.

— Eu já vou terminar. Já estou terminando - ele me interrompe e abre seus olhos novamente. — Eu me confessei pra você, mas, você queria fugir…

Ele começa a andar e eu vou recuando.

— Então, eu te puxo e te guio até a cama…

Neste momento, sinto meu bumbum entrar em contato com a cama e fico sentada na mesma olhando para Taehyung, que me olha de forma intensa. Ele se baixa um pouco, nos deixando em uma distância meio que “perigosa”. Não é novidade que minhas bochechas já estejam vermelhas e minha respiração descompassada.

— E então… o sonho acaba.

— I-Isso é “D-Déjà Vu”, Tae.

Ele me coloca em pé novamente e segura minha cintura com um pouco de força.

— Menos pela parte do pijama - acabo rindo com seu comentário repentino, mas, paro quando vejo como estamos. Tae me olha sério, então, o clima que deveria ser “descontraído”, de depende ficou tenso. — Você é quem decide como vai ser daqui pra frente, ______ - ele me chama por meu apelido e não posso deixar de sentir um frio na espinha. Além de sua roupa completamente molhada, seu jeito sério de falar me causa choques. Fu#@*...

Tae…

— Eu sei que se depender de você, essa posição… assim… como estamos agora, não vai  mais além. Acho que já está mais do que na hora de alguém tomar uma decisão. Veja, você tá toda arrepiada. Eu me pergunto se esse sentimento é recíproco - ele sorri vitorioso.

Tae… eu…

— Já que você não vai fazer nada… eu faço.

Olho nos olhos do castanho e em questão de segundos, já tenho seus lábios colados ao meus. Não sei se é o “calor do momento”, mas, não resisto em fechar meus olhos e aproveitar.

Logo sua língua passa lentamente em meus lábios inferiores, pedindo permissão para adentrar minha boca. Permito Taehyung aprofundar esse delicioso beijo e ele assim o faz.

Seus lábios são tão macios, que podem ser comparados a um toque suave de pena contra a pele. Sua língua tão quente e doce que… argh… me pergunto o porquê de não ter feito isso antes.

Abro meus olhos e puxando seus lábios inferiores, empurro Taehyung, acabando com nosso maravilhoso momento. Por um momento, me senti nas nuvens.

— E-Eu v-vou buscar a-algumas roupas p-pra você… - tento sair dali, mas, Taehyung me puxa e me deixa sentada na cama. Olho pra ele com a respiração ofegante. Parece que corri uma maratona. Ele me empurra levemente, pelos ombros, e me faz deitar na cama. Taehyung fica por cima de mim, sobre meus quadris, com as pernas uma de cada lado do meu corpo. Ele começa a roçar os lábios contra meu pescoço nú e eu me arrepio intensamente.

— Não vai me dizer que depois desse beijo, quer parar?... Além do mais… pra que roupas? Eu vou tirá-las daqui a pouco - arregalo os olhos. Um comentário meio estranho para se dizer entre amigos, não?

— Tae… nós - digo arrastado e sem querer arfo, arrancando uma risada gostosa do castanho.

Somos apenas amigos? - Ele me interrompe, completando minha fala. — Ahn, isso soa tão clichê, ______ - ele me chama por meu apelido e beija meu pescoço. — Vamos fazer assim: hoje, esquecemos o que somos e aproveitamos esse momento, esse clima que tá rolando entre nós - ele diz, olhando em meus olhos. — Depois… - ele me dá um selinho demorado - você decide o que vai ser daqui pra frente, porque por mim… - ele beija meu pescoço - isso poderia acontecer várias vezes - ele olha para mim novamente. — De várias formas.

Silêncio. A não ser pelos trovões que se tornaram vãos com o tempo.

Taehyung está me provocando. Ele com certeza está me provocando… e está conseguindo. Eu quero o beijar. Eu quero tê-lo. Mas, também tem os tais “prós e contras”. Tem os padrões de amizade, como se fossem “estereótipos” que quase todos seguem.

— Quer saber? - Taehyung me olha confuso. — Minha vez de ligar o botão.

— Bo...tão?

— O botão do “dane-se” - puxo o garoto pelo colarinho e o beijo de jeito intenso. Pude senti-lo sorrir entre o beijo.

Levo minhas mãos a seus quadris e pego na barra de sua camiseta completamente encharcada, assim como minha “amiguinha”. Sim, eu estou excitada. Quem não ficaria com um homem desses beijando seu pescoço e falando num tom sexy ao extremo no pé do seu ouvido?
Ele entende o recado e logo sua camiseta está no chão, me dando visão de eu peitoral e abdômen definidos. Como em plenos 18 anos Taehyung consegue ser um homão da po**#@? Passeio minha mãos em seu peitoral e vou descendo até chegar ao cós de sua calça. A partir do momento que minha mão encosta em sua intimidade, ainda coberta pela peça de roupa, ele arfa, me fazendo sentir uma pequena pulsação em minha genitália. Parece que não sou somente eu que está “fogosa”.
Inverto nossas posições, fazendo Taehyung me olhar surpreso e sorrio maliciosa para o garoto, que antes, em minha visão, era inocente até demais. Como uma criança. E que criança... Beijo seu pescoço e não resisto em distribuir mordidas e chupões pra deixá-lo marcado. Não que eu seja uma cadela querendo marcar território, mas, eu quero que todos vejam que Tae já tem dona. Talvez assim aqueles anãsinhas piranhas não cheguem mais perto dele.
Desço os beijos para seu abdômen, onde começo a intensificá-los e sentir Taehyung se contrair a cada mínimo toque que eu faço. Vou descendo os beijos até chegarem em sua intimidade e dou vários selares desde sua virilha até sua genital. Ouço Taehyung soltar um pequeno gemido rouco, o que me faz arrepiar ainda mais.
Começo a tirar meu pijama - nada sexy - de corações e sinto Taehyung observar cada movimento que faço. Ele não resiste e assim que me tenho apenas de roupas intimas, toca meus seios com as duas mãos, e pela primeira vez - de um jeito extremamente sensual - ele solta um palavrão baixinho.
Desabotoo seu jeans e vejo o garoto se apoiando em seus cotovelos para ter uma melhor visão. Assim que me livro de sua calça, levanto meu olhar até sua intimidade, coberta por sua boxer azul-marinho, completamente ereta. Toco na mesma e vejo Tae tremer quando isso acontece, pendendo sua cabeça para trás.
Quando me livro de sua cueca e subo para beijá-lo, ainda aos beijos, Tae troca nossas posições e fica com uma das pernas entre as minhas. TaeTae é tão grande. Ele leva uma de suas mãos até minhas costas, para em seguida levar a outra e soltar o fecho do meu sutiã. Ele tira a peça que o impedia de ver meus seios e assim que a mesma já está no chão, junto com nossas outras peças ele começa a “brincar” com meus mamilos.

[...]


Taehyung era virgem. Eu sabia disso. Mas, esse fato não foi um empecilho para que o prazer que sentimos tenha sido extraordinariamente  bom. Taehyung é um Deus na cama. Ele parecia mais experiente que eu.

Não sei o porquê, mas, sou grata. Grata por ter um amigo tão maravilhoso quando ele. Grata por ele ser quem é, e do jeitinho que é. Sou grata por ele sempre estar comigo quando preciso e quando não preciso também. Sou grata por ele ter me dado a melhor noite da minha vida.

[...]

O garoto ao meu lado dorme tão serenamente, que me dá até pena de me mexer apenas para beijar sua testa; mas, eu o faço. Aconchego-me  em seu peitoral confortável e macio, e faço desenhos imaginários no mesmo, enquanto um sorriso faz questão de não deixar meu rosto.
Acho que posso pensar um pouco mais no tal “somos apenas amigos”.
Cogitar...hm... uma amizade colorida, talvez?...









Notas Finais


Bom, essa foi a minha primeira fic. Uma Twoshot bem daorinha pá nóix se iludi um teco (me perdoe se vc tem intolerância a erros de português. Hihi).

Obrigada, por quem acompanhou até aqui.

Um chero no cangote!


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