História Fábula - Capítulo 1


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Notas do Autor


Shiki (Corpse Demons) não me pertence! Se fosse meu, eu acho que acabaria estragando esta obra tão magnífica.

Esta fic contém [b]Spoilers [/b]e certas insinuações de [b]Shounen-ai[/b]. Se não gosta, não leia.

Agradecimentos especiais à [b]Orinigi-san[/b] que betou a fic para mim! Muito obrigada pelo seu esforço! *-* Eu realmente me diverti muito em todo o processo 8D

ps: 1ª fic de Shiki no AS! Oh, sonho meu! T.T// (espero ter feito tudo certo)

Capítulo 1 - Conto 1 — Rendição


[centro][b]— Conto 1: Rendição.[/b] [i]"I used to be my own protection, but not now 'Cause my path has lost direction somehow A black wind took you away from sight And held darkness over day that night"[/i] Valentine's Day, Linkin Park[/centro] <<8 de Outubro, Shakku>> A noite caía tão rápida quanto uma pedra tentando alcançar o chão. A brisa fria se intensificava conforme o sol se escondia completamente no horizonte, dando lugar à escuridão perigosa da noite. Na vila de Sotoba, a noite não era apenas um local para dar tchau às tarefas diárias e então ir dormir, ou então subir no telhado para admirar as estrelas; à noite, Sotoba era um parque de presa e predador, onde os humanos que ainda restavam lutavam inconscientemente por sobrevivência, enquanto Despertados seguiam livremente pelas ruas, procurando quem atacar e como perfeitamente atacar. Era aquilo que lhe vinha atormentando. Quando se mudou para aquela pequena vila pacata com seus pais, Natsuno não esperava nada mais do que uma fase realmente chata e angustiante de sua vida. Mas agora a vida chata havia se transformado em uma vida arriscada e, ainda assim, angustiante, pois se sentia prestes a ser devorado a cada noite que caía, a cada momento em que o sol desaparecia do céu e deixava passagem livre para os vampiros circularem por aí. Sentia-se totalmente em perigo, totalmente desprotegido. Afinal, sua casa estava aberta. Afinal, ele próprio, Natsuno, havia dado passagem a um deles. E agora, era o "um deles" que vinha até ele, suplicar por seu sangue, por uma continuidade à sua própria pós-vida. Natsuno estava em seu quarto, já passado da meia noite, quando ouviu os estalos na janela; o dedo de seu melhor amigo morto cutucando a madeira, avisando que havia chegado, que estava ali. O jovem engoliu em seco. Levantou-se apressado até a porta de seu quarto, tendo que se apoiar nos móveis e nas paredes por causa da tontura que a anemia lhe infligia. Verificou o corredor e o sono profundo nos qual seus pais se encontravam e, então, trancou a fechadura, restando sozinho no cômodo. Bom, sozinho por pouco tempo. Quando se voltou à janela, Tohru batia nela de novo. "Natsuno..." Sussurrava sua voz, plangente e insegura. "Sou eu..." O estômago de Natsuno revirou, iria passar por aquilo de novo, mas antes que se permitisse dar um resgatar de fôlego a si mesmo e se arrepender, ele abriu a janela, escancarando-a em um estalo. Tohru recuou, assustando-se com o movimento repentino e com o olhar de ódio e frieza que agora marcava o rosto de seu melhor amigo vivo. "Na-Natsuno..." Chamou novamente, ao mesmo tempo preocupado e temeroso. "Já disse para parar de me chamar assim." Respondeu o ainda humano com rispidez, dando-lhe as costas e se voltando para dentro do quarto novamente. "Entre e acabe logo com isso." Tohru engoliu em seco e olhou veemente para os lados, certificando-se de que mais ninguém estava por perto (tendo certeza de que Shimizu não fosse lhes atrapalhar, como ela bem havia ameçado). Então ele apoio um dos joelhos no parapeito da janela do quarto de Natsuno, adentrando a casa com um impulso no chão. "Feche a janela." Ordenou. E assim Tohru o fez. Quando se voltou para o rapaz novamente, ele estava sentado na própria cama, encostado na parede do quarto, um joelho levantado para apoiar um cotovelo, seu olhar fitando todas as vigas de madeira do chão, todos os lugares menos Tohru. O Shiki se inclinou sobre a cama, arrancando os sapatos com os próprios pés, aproximando-se do outro, engatinhando devagar até ele. Mordeu o lábio com receio, já sentindo o rosto se contrair em choro. Era covardia atacar Natsuno daquele jeito. Usá-lo para sobreviver, matar alguém para continuar a viver. Uma sina. Uma traição contra seu melhor amigo, aquele com quem ia para a escola, passava longas tardes jogando videogame, irritava com sua tão alegria de tê-lo como amigo e ainda ao seu lado, todos os dias. Tohru gostava muito dele e preferiria morrer a ter de machucá-lo daquele jeito. Mas parecia que machucar as pessoas, machucar Natsuno, era a única coisa que sabia fazer agora, agora que era um Shiki. E como se odiava por isso. Timidamente, Natsuno olhou de canto para Tohru, arqueando uma sobrancelha, impaciente. Ao se deparar com sua cabeça baixa e as lágrimas despencando em seu colchão tão freneticamente, o garoto não pôde deixar de se sentir irritado. Ele lhe virou seco, inclinando-se para que pudesse enxergar o rosto de Tohru, fazendo-o soluçar de sobressalto. Ele franziu as sobrancelhas. "Por que... Por que você chora toda vez em que vai me morder?" E se aproximou mais um pouco. "Eu já não disse que está tudo bem? Sugue o meu sangue no lugar do sangue de outras pessoas. Não foi isso o que combinamos?" Tohru levantou o rosto, repuxando o queixo numa tentativa de evitar soluçar a voz. As lágrimas ainda transbordavam de seus olhos. "Mas eu não quero machucar o Natsuno!" Natsuno suspirou. "Me machucar ou não... recusar isso não vai adiantar em nada, vai? Você está faminto, Tohru-chan." "Tohru-chan..." Tohru não pôde deixar de se sentir encabulado por aquele modo com o qual Natsuno o travava. Era certo que era o mesmo tipo de tratamento de como ele próprio agia com Natsuno, mas ele sabia que o amigo nem suspeitava disso. No entanto, ainda se acanhava. Sem falar que, mesmo machucando-o e lhe causando tudo aquilo, ele ainda o aceitava. Natsuno devia realmente gostar muito dele, e Tohru não poderia ficar mais feliz por aquilo. Mais calmo então, o Shiki assentiu com a cabeça e se desculpou, passando a esfregar os olhos molhados com a manga de sua blusa. "Sinto muito." "Tudo bem" respondeu e, por um mísero instante, Tohru pensou ter visto um vestígio de um sorriso de canto em seus lábios, mas um sorriso que tão logo se fez aparecer, sumiu. Natsuno virou as costas para o amigo, movimentando-se fadigado, como para se sentir mais confortável na presença de um vampiro, e puxou o cabelo para o lado, esperando. "Podemos acabar com isso logo, né?" Tohru engoliu em seco e se aproximou, os olhos cravadas naquela pela alva. Ele já sabia qual seria o gosto daquela pele, daquela carne, do sangue dele, e aquilo não parava de ser ainda mais tentador. Natsuno sentiu seus braços serem agarrados por duas mãos desesperadas, estas que logo puxavam a gola de sua camiseta para cada vez mais longe de seu pescoço, tanto que o colarinho esgarçava ao atingir um dos ombros. "E-ei, Tohru-chan..." Tentou falar, mas foi interrompido . Uma das mãos do vampiro lhe tampava a boca, ou melhor, apalpava-lhe desesperadamente o rosto e o puxava para ainda mais perto, para ter-lhe ainda mais acesso. Natsuno então estremeceu rigorosamente ao sentir a respiração dele embaixo de sua orelha, arfante, ofegante, faminta. Fechou os olhos com força e agarrou o lençol que cobria a cama com ambas as mãos, tenso, preparado para a mordida. Tohru arreganhou a mandíbula, os caninos mais do que prontos para mordê-lo. Então alguém bateu na porta. Natsuno gelou, perdeu o chão, empalideceu. Eles deveriam estar dormindo! Rapidamente, o garoto se remexeu de forma bruta, lutando para se desvencilhar do vampiro. Ele mordeu a mão em seu rosto e, com os cotovelos, o empurrou para longe. Tohru ofegou e, cego de fome, voltou a atacá-lo, tentando o agarrar novamente. O outro usou dos punhos e dos joelhos para se manter afastado e, quando teve a oportunidade, o empurrou de tal forma que o fez cair no chão duro do outro lado da cama. Novamente, houve batidas na porta, batidas mais fortes. "Natsuno? Eu ouvi vozes pelo corredor, você está acordado? Que som foi esse?" Ele encarou a porta, tremendo pelo susto e nervosismo que sua mãe agora estava lhe causando. Pulou para fora da cama e, ao se deparar com um Tohru atordoado caído no chão, começou a empurrá-lo para debaixo da cama, o que o fez se sentir abatido e com vertigens pela sua anemia. "Natsuno?" Ele ouviu sua mãe chamando-o de novo e então a maçaneta tentando ser aberta. "Por que você trancou a porta? Se não me responder, chamarei seu pai!" Ao ouvir a voz, Tohru percebeu a situação e, sozinho, se esgueirou para debaixo da cama. Zonzo, o rapaz se levantou do chão e foi cambaleando até a porta, na qual sua mãe havia começado a bater novamente. De supetão, ele a destrancou e abriu, escancarada, fazendo-a se assustar. "Que foi, mãe...?" Perguntou, fingindo sonolência e esfregando um dos olhos. Ele se mantinha casualmente no vão da porta aberta enquanto agarrava a maçaneta do lado de dentro com a outra mão, para que não caísse de tontura. Azusa se viu surpresa, mas logo se recompôs. "Por que trancou a porta?" Natsuno demorou um pouco para responder, como se realmente estivesse cansado (o que, na verdade, estava). "Não sei... Foi um descuido." Ele deu de ombros. Era ridículo chamar aquilo de descuido, assim como também era ridículo ter de levar bronca apenas por ter trancado a porta. Afinal, o quarto era dele. Ele podia fazer o que bem quisesse dentro dele. "Desculpe." Azusa suspirou. "Está bem... Mas que não se repita, ouviu? Amanhã vou vir aqui ver se a porta está trancada de novo. E por que demorou a me atender?" "Eu estava dormindo. Foi meio difícil de acordar..." "Mesmo? Pois, sabe, não parecia que você estava mesmo dormindo. E aquelas vozes?" O filho fingiu um bocejo. "... Que vozes?" "Eu levantei para ir ao banheiro e ouvi vozes pelo corredor, vinham daqui. Tem mais alguém aí, Natsuno?" Ele olhou para o quarto por cima do ombro. "...só tem eu aqui. Eu devia estar falando enquanto dormia, mãe. Desculpe-me. Devo ter tido algum pesadelo." O rosto dela se amenizou completamente para uma expressão de preocupação materna. Uma expressão sincera, apesar de exagerada, que fazia Natsuno não ter vontade nenhuma de ter aquilo totalmente voltado para ele. "Natsuno, eu fiquei preocupada..." "Já está tudo bem, mãe." Ele sorriu. Um sorriso falso e alegre para que ela não se preocupasse ainda mais. "Apenas preciso descansar mais um pouco. Já está tarde." "Sim, sim, é verdade..." Ela então puxou seu o rosto e beijou-lhe a testa. "Boa noite." "Boa noite." Respondeu ele, ainda sorrindo e fechando a porta devagar enquanto ela seguia pelo corredor de volta ao próprio quarto. Quando os seus passos sumiram de sua audição, ele deixou as pernas finalmente fraquejarem e escorregou pela porta até o chão, sentando-se entre os pés, todo fadigado. Com a testa, apoiou o rosto na madeira e esfregou os olhos, tentando se manter firme novamente, pois agora sentia o sono tentando dominá-lo à força. Natsuno virou a cabeça para o resto do quarto e se deparou com os olhos perfurantes de Tohru fitando-o de debaixo da cama, faiscando aquela cor de sangue, encarando-o como se fosse um pedaço de carne. Parecia desesperado para devorá-lo. Devagar, o vampiro se esgueirou para fora de um modo que fez Natsuno sentir um calafrio horrendo na espinha. Aquele jeito lhe lembrava Shimizu, o modo de como ela havia invadido a casa de Tohru-chan, e saído de debaixo da cama dele, toda lasciva e assustadora; o modo de como se inclinou sobre e o atacou. Antes que percebesse, Tohru estava agachado à sua frente, tocando-lhe com a ponta dos dedos gelados seu ombro, preocupado. "Está tudo bem." Sussurrou para ele, sorrindo do mesmo modo que havia sorrido para a própria mãe. O olhar de Tohru se entristeceu ainda mais. Olhando-o ainda daquela forma otimista, Natsuno estendeu-lhe os braços sem muito pensar. O Shiki lhe retribuiu e envolve-lhe num abraço, apoiando-se no chão para se levantar e passando um braço por debaixo de seu quadril, levando-o de volta à cama. Ele podia sentir Natsuno ainda respirando com dificuldade e tremendo de leve em seu colo. Delicadamente, ele o colocou sobre o colchão, repousando sua cabeça sobre o travesseiro. Ofegante, Natsuno sentiu a cabeça pesar e o corpo inerte como chumbo. Tohru se inclinou mais sobre ele, colocando a mão em sua testa. "Você está com febre." Disse tão baixo que praticamente apenas mexia os lábios, sem emitir som. "Você que é gelado demais." Respondeu Natsuno, puxando as vestes dele para ainda mais perto de si e esticando o pescoço mais uma vez. "Tohru-chan..." Com a ponta gelada dos dedos, o vampiro sentia as veias pulsando dentro do pescoço dele, sentia o movimento de glutinação seca e até mesmo o sangue passando veloz e deliciosamente em suas veias. Estava novamente pronto para mordê-lo, controlando-se para que não o atacasse como um lobo feroz. "A gente realmente não poderá fugir?" A pergunta repentina de Natsuno o fez estancar por um instante. Retulante, ele desviou a atenção de seu pescoço para seu rosto, este, dolorido, incerto e triste, tudo mergulhado naquela sua máscara de frieza que Tohru sempre havia se esforçado para quebrar (no passado, porque agora já não estava mais vivo para isso). "Não tem como fugirmos de Tatsumi." Respondeu, com a voz fraca. "Dane-se o Tatsumi!" Exclamou de volta, ainda sussurrante. Natsuno não conseguia aceitar aquilo, indignava-se com o modo de como o amigo sempre barrava sua esperança com tanto medo e desculpas. "Poderíamos fugir quando ele estivesse ocupado, com algum problema." Tohru balançou a cabeça, passando a se sentar sobre os joelhos ao lado dele. "Mesmo assim. Eles são poderosos demais, acabariam com a gente caso nos encontrassem. E se nós realmente fugíssemos..." Ele levou o punho até o rosto e voltou a esfregar os olhos, soluçando. "Eles iriam atrás da mi— atrás das nossas famílias." "Não me importo que meus pais fiquem para trás. Foram eles que me trouxeram para cá à força. Eles mereceriam. Além do que, poderíamos levar seus irmãos juntos—" Tohru balançou a cabeça com mais força, em parte consternado pelo o que Natsuno havia falado. "Não podemos! Não podemos...!" O rapaz se zangou. "E por que não?" "Eu morri. Eu estou morto para eles, Natsuno. Como eles iriam me aceitar de volta?" Natsuno teve pena de como as lágrimas de Tohru voltavam a cair ininterruptas, uma cascata de tristeza. Com esforço, voltou a se sentar, pensando em algo para acalmá-lo, mas nada vinha. Não fazia a menor idéia de como reconfortá-lo. "Tohru-chan..." Ele então abaixou as mãos do rosto e o encarou. Aquele olhar tão gelado que parecia penetrar até seus ossos. "Você sabe, né, Natsuno...? Se eu continuar assim..." "É... Eu vou acabar morrendo também." Natsuno abaixou o olhar, pensativo. "Se você me morder agora, eu poderei acordar no dia seguinte? Quando eu... vou morrer?" Sem a resposta de Tohru, ele se amuou. Lembrou-se de seus pais, de quando ele tinha se mudado para aquela vila dos horrores, de seu sonho de sair dali, de como se esforçava para entrar numa boa universidade e então ser livre de tudo aquilo. Mas também não pôde deixar de se lembrar dos amigos que, por incrível, tinha feito. Aquela brincadeira idiota de detetive com Kaori e Akira, os dias quentes que passava na casa dos Mutou. Não conseguia evitar pensar que estava abandonando tudo aquilo, porque estava entregando sua vida a Tohru-chan. "Se eu morrer... Eu vou acordar também?" Perguntou, encarando-o novamente. "E-eu não sei..." Respondeu ele, por fim. Totalmente abatido. "Então que fique bem gravado." Natsuno disse com força, inclinando-se para ele, intimidador. "Eu não quero acordar, não quero me tornar um Okiagari, Tohru-chan. Prefiro não acordar nunca mais a ter que tirar a vida das pessoas desse jeito." O outro desviu o rosto. "Eu também pensava assim... mas... acho que já me acostumei com essa sina." Natsuno sentiu o pesar abater a pouca vitalidade que ainda lhe restava. "Isso tudo não é justo, Tohru-chan..." "Não, não é." Tohru também se lamentou e, enojado, segurou o braço do outro e começou a puxá-lo para mais perto. Delicadamente o empurrou para que ele voltasse a se deitar, seu corpo restando um palmo acima do dele. Aproximando-se mais, roçou seu rosto no do dele, fazendo-o se sobressaltar, rumando-o mais uma vez para seu pescoço e o mordeu. A dor fez Natsuno se contrair, enrijecer-se, cerrar a mandíbula e agarrar as roupas de Tohru numa tentativa de suportá-la e amenizá-la. Aos poucos, sentia seus dedos começarem a formigar e enfraquecer, perdia o foco ao o que visão nublava-se, a garganta seca e a dificuldade de se manter consciente. Não soube exatamente quando parou, finalmente se saciou, mas pôde sentir o corpo gelado dele deixar o seu para trás, fraco e impotente. O peso de sua presença abandonando-o. Sentiu-o cuidar de si, tirar as cobertas de debaixo de si e então cobri-lo para que descansasse. "Tohru-chan..." Chamava-o, mas não conseguia sequer ouvir a própria voz. Não sabia se seus chamados conseguiriam chegar a ele. "Tohru-chan..." Nem mesmo estender a mão para alcançá-lo podia mais. Ele ouviu um ruído e a sombra turva do vampiro barrou a luz da janela, e no instante seguinte, Tohru já não estava mais ali. Natsuno agora estava novamente fechado dentro do próprio quarto, sem poder se mexer, fraco demais para lutar, perdendo a consciência para a mortalidade, desmaiando para a modorra, sem saber se um dia voltaria a acordar para que pudesse vê-lo novamente.

Notas Finais


Devo dizer que este capítulo não passa de um verdadeiro clichê. Pra quem acompanha a série e foi em busca de fanarts e outras fanfics deve com certeza ter reparado que esta cena é a mais usada xD *apanha*

Por que eu dei o nome de "Fábula"? [como se alguém se interessasse em saber x.x]
Estou tentando preencher lacunas do mangá e do animê. "Fábula" é o conto dessa trajetória, dando ênfase na narrativa, na moral e nos sonhos do(s) personagem(ns).

Agradeço a todos que leram!
Coral~


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