História Fabuleux - Capítulo 9


Escrita por: e Elloo

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Fumikage Tokoyami, Hitoshi Shinsou, Hizashi Yamada (Present Mic), Iida Tenya, Katsuki Bakugou, Kyoka Jiro, Mashirao Ojiro, Mei Hatsume, Midoriya Izuku (Deku), Mina Ashido, Minoru Mineta, Momo Yaoyorozu, Neito Monoma, Shouto Todoroki, Tsuyu Asui, Uraraka Ochako (Uravity), Yuuga Aoyama
Tags Flufly, Gay, Kirideku, Kirishima, Midoriya, Romance, Yaoi
Visualizações 158
Palavras 3.508
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Fuyu - Hj estávamos quase esquecendo q é dia de cap novo KKKKK eu sou esquecida, a Ello tbm, fodeu. Sumi por 10min Ello já tava ligando pra polícia achando q eu morri, me ama muito.

Enfim, tenham uma boa leitura e aproveitem bem o cap!

Elloo - CHEGUUUUUEEEEEIIIII! TÔ PREPARADA PRA ATACAR! QUANDO GRAVE BATER EU VOU KIKAAAAAAR!
MEU DIA, NINGUÉM ME SEGURA! FIQUEM COM ESSE CAP FORMOSO 💕

Capítulo 9 - Encontro


Fanfic / Fanfiction Fabuleux - Capítulo 9 - Encontro

                    x Kirishima x


Havia chegado em casa de manhã cedo, eu estava morrendo de sono e subir aquelas escadas estava sendo um estorvo para mim. Aqueles dois não deixaram ninguém pregar os olhos, durou a noite inteira! Como isso é possível?

Abro a porta do meu quarto e vejo minha cama larga e fofa me esperando, não penso duas vezes antes de fechar a porta e me jogar na mesma, deixando o sono me embalar e eu dormir sem nenhum problema.


[...]


Acordo com o meu corpo mais cansado do que quando fui dormir, olho em volta do quarto e vejo que não fechei a cortina, a claridade do início da tarde entrava por meu quarto. Estava um pouco quente.

Me ajeito um pouco na cama e vejo que estou duro. Procuro meu celular por entre os lençóis bagunçados e começo a ver algumas mensagens, esperando aquilo abaixar, para que então eu usasse o banheiro.

Mensagens do Bakugou puto era incontáveis, desde a noite eu não o respondia. Todoroki e Sero também havia mandando algumas mensagens de “Bom Dia” e perguntando se eu estava bem. No grupo de nós quatro, Bakugou falava que eu havia o abandonado para foder com um cara. Ri do drama.

Vi minhas redes sociais e ri de alguns vídeos, num desses, a mensagem de Denki apitava em minha tela, mostrando que o loiro havia mandado videos e fotos.


“Veja isso!”   Era o que dizia na última mensagem.

Abri a conversa e fotos de um esverdeado com roupas coladas ao corpo e luvas de boxe, preenchia a tela quando baixada. A bunda de Midoriya estava completamente marcada pelo short colado, a ereção matinal que já tinha acabado, voltou com força total, deixando o pano de minha calça elevado. Puta merda!

Dou play no vídeo e um Midoriya com luvas e protetor de cabeça, desviava de um ataque de um cara de cabelos brancos e corpo musculoso e dava um nocaute certeiro, fazendo o cara grande cair desacordado ao chão.

“Hm… achei que ele ia durar mais.” Diz cuspindo o protetor de boca.

— Jesus! — exclamo ao ver a maneira completamente debochada e incrivelmente sexy que ele fala, fazendo com que meu pênis pulse desejoso.

Passo minhas pernas para fora da cama e ando em direção ao banheiro o fechando e trancando logo em seguida. Me olho no espelho a minha frente e vejo o quão corado eu estou. Desabotoo minha calça e a tiro, vendo o quão molhado eu estou.

— Porra… — digo ao ver minha situação nada calma.

Me olho novamente no espelho e vejo que meu cabelo estava parecendo um ninho de passarinho. Solto meus os fios de cabelo, os sentido em minha cintura. Tiro a camisa que usava e a cueca melada, ficando totalmente nu.

Vou para o chuveiro e o ligo, deixando a água fria cair por meus ombros e descer pelo corpo. Eu não vou fazer isso, não antes de ter certeza.

Lavo meus cabelos e meu corpo, e logo saio do banheiro com uma toalha em minha cintura e outra secando meus cabelos. Coloquei a roupa suja no cesto que ficava no canto do banheiro e saí de lá segurando o celular. Me sento na cama e olho a mensagem de Denki novamente. Aquela roupa de Midoriya era tentadora demais!

Respiro fundo e abro a conversa do esverdeado, mandando enfim uma mensagem.


“O Denki me mandou alguns vídeos seus lutando, uau, você é incrível mesmo! Está disponível hoje a noite? Se sim, gostaria de sair comigo?“  pergunto. Sinto meu rosto queimar pela vergonha e meu estômago revirar pelo nervosismo. Não demorou muito para que ele me respondesse.


“Claro! Que horas?”  Contive um grito ao tampar meu rosto com o travesseiro. Eu estou parecendo um adolescente.


“eu passo na pensão às 20h, tudo bem?”  Pergunto.


20h então.”


Como é que passa o dia bem depois disso? Eu não faço a mínima ideia de onde nós vamos! Eu preciso me arrumar, escolher a bendita roupa e vê o que fazer com esse cabelo! Será que eu levo alguma coisa? Eu sinto que eu vou morrer!


[...]


Passei o resto da tarde em casa. Bakugou, Sero e Todoroki resolveram aparecer do inferno na minha casa, justo no momento onde eu não os queria aqui! Foi uma luta para fazer eles irem embora, mas consegui tirá-los daqui antes das 19h30 da noite.

Eu havia feito uma trança boxeadora no meu cabelo. Também havia revirado meu guarda-roupa completamente atrás de uma roupa apropriado, sim, eu queria ficar apresentável. Escolhi uma blusa de mangas compridas preta, junto com uma calça jeans azul escura, nos meus pés um sapato branco. Também coloquei um boné da mesma cor que a blusa. Relógio e anéis em ambos os dedos das mãos. Pego meu celular e carteira e vejo que há uma mensagem do motorista do uber dizendo que já estava em minha porta.

Eu estava tão nervoso para que chegasse às 20h, que quando ela de fato chegou, eu já não sei mais o que sentir.

Fecho o apartamento e vou em direção ao carro preto que me espera em frente a meu condomínio. Entro no mesmo e dou o endereço da pensão de Midoriya.


Converso algumas coisas com o motorista até que enfim chegamos em frente a pensão, pergunto para o cara se ele poderia esperar, mas ele diz que tem uma outra corrida agora. O pago e desço do carro, indo em direção a porta da pensão e apertando o campainha do lugar. Eu já havia falado para Izuku que estava vindo, então enquanto ninguém abria a porta para mim, eu pedia outro Uber.


— Kirishima Eijiro! — Uma Uraraka sorridente havia aberto a porta para mim.

— Oi, Uraraka, né? — Pergunto e vejo a de cabelos curtos assentir com a cabeça ainda sorridente. — Midoriya já está pronto?

— Ele pediu para você entrar, ele está quase pronto!

Acabo sorrindo mais e entro no lugar. Olho para a sala e vejo um Denki sonolento jogado no sofá, enquanto mandava mensagem. Mina que estava na cozinha, veio correndo e me abraçou pela cintura.

— Eai, boneca? — a abraço de volta. Eu gostava muito da Mina, não conseguia explicar como ou o porquê, mas eu sentia um carinho muito grande por ela.

— Midoriya está uma pilha de nervos. Chegou de manhã dizendo que precisava de roupas novas, que ia sair e as roupas estavam velhas. Ele chorou no banho, pois o cabelo não estava ficando bom… O que você fez com ele Kirishima?

— Eu não fiz nada! — Digo passando uma de minhas mãos em meu rosto, tentando tapar o máximo da vergonha alí. Mina me guia até o sofá e Denki enfim se dá conta de minha presença.

— Bakugou tá puto com a tua cara! — Diz soltando o riso de lado — Sero e Todoroki estão também.

— Não sabia que eu tinha três pais agora. — Digo, tirando uma risada do loiro.

— Faz uma pose, vou mandar uma foto pra eles! — Diz. Cruzo minhas pernas e me encosto completamente no sofá bege. Mina que estava ao meu lado sorri cínica e faz a mesma coisa, ela põe uma das mãos em minha coxa e me olha com certa saliência, o que me faz a olhar também com um sorriso nos lábios. — Fiquem assim!

Ele diz tirando várias fotos. Eu e Mina acabamos fazendo várias poses e numa dessas, Midoriya enfim sai do quarto.

— Kirishima, Mina… Que porra é essa? — Diz se encostando no corrimão da escada.

— Eles estavam zoando o Bakugou — Uraraka diz ao lado de Denki. — Isso tudo é para o Ruivo, Midoriya?

— Não te interessa!

Ele diz descendo os últimos degraus. Me levanto de onde estava e vou ao seu encontro. Midoriya estava usando uma camisa branca de mangas curtas e uma jaqueta de couro. Usava uma calça totalmente preta rasgada nos joelhos e coxas, nos pés, os sapatos vermelhos. Seu cabelo verde estava mais cacheado que o próprio cacheado, ele havia colocado grampos na lateral do cabelo, fazendo com que a orelha ficasse completamente abarrotada de brincos.

— Nossa… — Acabo sussurrando ao o ver do meu lado.

— Vamos? — Pergunta ao colocar o celular no bolso da calça.

— Vamos.

Meu celular apita com a mensagem de que o uber havia chegado. Saímos da pensão e o carro cinza nos esperava. Midoriya entra no carro e logo depois eu entro, dando o endereço para o motorista nos levar ao shopping novo, a novidade do mesmo era que havia uma praça aberta no lugar.

— Vamos no shopping novo? — Perguntou tocando em minhas tranças longas.

— Sim, ouvi dizer que tem um parque aberto lá

— Humm…


[...]


No caminho todo eu e Midoriya fomos conversando sobre coisas aleatórias ou até mesmo sobre coisas que ele tinha que aguentar do Denki e da meninas. Falamos de quando eu fui embora de manhã e de como as garotas ficaram perguntando várias coisas para ele. Falei de como Bakugou, Sero e Todoroki estavam totalmente putos com a minha cara por eu está saindo com ele, em vez de sair com eles. Midoriya apenas riu.


O shopping novo era grande demais, havia famílias passeando por ali e até mesmo casais de namorados e grupos de amigos. O local tinha vários setores, o que o fazia ser o diferencial.

— Quer ir assistir um filme? — Pergunto para o esverdeado que andava ao meu lado.

— Sinceramente, não. Vamos perder duas horas de conversa só prestando atenção em uma tela?

— É, você tem razão… Vamos jogar! Tem um andar aqui que é cheio de jogos, depois podemos ir comer e conversar. — Digo sorrindo para ele.

— Pode ser.


Andamos até o lugar dos jogos e entramos no boliche. O que era para ser um jogo, acabou se tornando uma competição entre mim e ele, e digamos que nenhum dos dois queria perder.

— QUAL É?! ERRA SÓ UMA ÚNICA VEZ! — Izuku falava passando as mãos no cabelo de forma desesperada ao ver todos os pinos derrubados na pista de boliche e marcar o placar.

Tiro meu boné, deixando minhas tranças expostas.

— Linda trança, mas não vai funcionar comigo!

— Tá dizendo que eu estou te seduzindo com a minha trança? — Pergunto sentando no banco, vendo-o pegar a bola roxa na fileira. Sua bunda fica um pouco empinada, me dando uma visão privilegiada, o que me faz lembrar da foto de Denki e meu rosto corar. Cruzo minhas pernas.

Midoriya joga enfim a bola, derrubando metade dos pinos.

— Merda! — exclama olhando em minha direção. — Tudo bem Kirishima?

— Tô.

— Acho que você ganhou, eu não consegui derrubar todos e era a minha última jogada. Tá tudo bem mesmo?

— Humrum. Só estou com câimbra na perna, não posso me mexer por uns minutos.

— De qualquer forma, você ganhou, parabéns! — Diz estendendo a mão e sorrindo cínico. Ele sabia, e mesmo assim está me forçando a levantar. Estendo a minha para tocar a sua, mas ele a segura e me puxa. Fazendo meu corpo se chocar de frente com o seu. Ele me abraça e começa a rir com a testa encostada em meu peito. Sinto que estou vermelho e não sei o que fazer, apenas o abraço de volta. Meu boné, preciso dele.

— Isso foi por que eu me abaixei para pegar a bola? — pergunta agora encarando meu rosto, que estava coberto por minha mão.

— Não vou falar nada. — Digo.

Ele rir e me solta, indo se sentar no banco, acabo fazendo o mesmo e pego o boné, o colocando e tampando em parte meu rosto corado.

— Vamos comer?

— Humrum. — Murmuro.


[...]


A praça de alimentação do shopping estava um pouco cheia, pois estava acontecendo um show ao vivo. Nós andamos por todos os fastfood de lá, mas nenhum agradou nossos olhos. Midoriya deu a opinião para a gente ir em um Outback, concordei, afinal, ficaríamos em uma mesa só nós dois e o lugar não seria barulhento, além de que a comida era muito boa.

O lugar todo era muito sofisticado, além de que era um tanto escuro, por conta da iluminação do lugar. Os bancos de couro era confortável e a mesa de madeira era larga o suficiente pra comermos e conversamos.

Nós pedimos e nos deram um aparelho que iria vibrar quando a comida estivesse pronta.

— Gosto de lugares assim. — Ele diz olhando para a televisão, que estava um pouco longe da nossa mesa. — Tem um ar legal.

— Na verdade é minha primeira vez em um. Meus amigos vivem falando que é um lugar legal, e, realmente é. Gostei.

— Por que me convido? — Pergunta. Ele mexia com um lenço de papel.

— Hum… Acho que já estava na hora. A gente se conhece a um tempo e eu te acho uma pessoa muito legal, é, acho que já estava na hora. — Suspiro ao terminar de falar.

— Então, isso é um encontro? — Pergunta, colocando os cotovelos na mesa e apoiando o rosto nas mãos.

— Acho que sim. — Digo um pouco envergonhado. O aparelho na mesa começa a vibrar, indicando que a comida está pronta. Um garçom aparece com uma grande bandeija e coloca a comida na mesa.

Midoriya está sorrindo, ele olhava o celular, oa me olhar novamente, ele sorri mais amplamente.

Umas garotas passam por nossa mesa, rindo e falando das minhas tranças. Olho para Izuku e o vejo fuzilar as costas das garotas. Seu olhar sério o deixava fofo de certa forma.

— Para onde está olhando? — Pergunto já sabendo da resposta.

— Elas vão te mandar um bilhete, vai ver só. — Diz pegando uma batata frita de seu hamburger, enquanto ainda olhava em direção a elas.

— Midoriya… — o chamo e ele olha em minha direção lentamente — Olha para mim.

O esverdeado me olha, mas estava irritado.

— Eu gosto de homem! — Digo e ele me olha atentamente — Gosto de pau, e não de boceta chata.

Explico dando uma mordida em meu hamburger.

— Eu também. — Sorri pegando uma batata e a colocando no molho.


Comemos e conversamos. De fato ir ao Outback foi a melhor escolha para nós. Midoriya se sentia à vontade e eu também, pois nossa mesa ficava em um lugar no fundo, onde era um poucoreservado”.

Aconteceu o que Midoriya disse, uma das garotas acabou mandando um bilhete para a nossa mesa, pedindo o meu número. Eu apenas iria ignorar, mas Izuku resolveu responder o bilhete, entregando ele mesmo na mesa e vendo a reação desapontada no rosto da garota.

— O que você escreveu? — Pergunto rindo da situação.

— Eu escrevi o que você disse.

— E o que eu disse?

“Eu gosto de pau, e não de boceta chata.”

Ai meu deus! — acabo rindo alto.

— Então — ele dizia olhando o celular — O shopping vai fechar, o que fazemos agora?

— Sinceramente, não sei. — acabo sorrindo envergonhado por não saber a onde ir.

— Antes da pensão, tem um praça onde eu costumava brincar quando eu era criança podemos ir lá. Não somos de menor, a polícia não vai parar a gente por limite de horário — Rir. — O que acha?

Fico um tempo olhando para seu rosto risonho, antes de sair do transe e concordar em ir com ele.

Digo que vou pagar a conta e ele se oferece para pagar metade, mas digo que não precisa, pois foi eu quem o convidou para sair. Na verdade, desde o uber ele quer pagar a parte dele em tudo que fizemos, contudo, digo que não precisa. E realmente não precisa, quero que ele se sinta cortejado.

Saímos do Outback, e fomos para a saída do shopping, dando uma volta no parque que havia ali. Não estava tão movimentado.

A mensagem do Uber falando que já tinha chegado, me fez pegar a mão de Midoriya e o guiar para fora do local. Ele ajeita seus dedos nos meus, os entrelaçando e fazendo com que andássemos de mãos dadas. Sinto meu rosto corar ao o olhar caminhando ao meu lado com a outra mão dentro do bolso da jaqueta de couro e com um sorriso feliz no rosto.

Encontramos o carro e entramos.


[...]


O Uber nos deixou em frente a pensão, mas o esverdeado me levou mais duas ruas a dentro, que dava em uma praça com brinquedos para crianças.

— Eu morei aqui por perto quando eu era criança, acho que tinha uns cinco anos — Diz indo em direção a um balanço e sentando no mesmo, se embalando de leve. — Depois me mudei, conheci o Kacchan, terminei o ensino médio e voltei a morar aqui perto, na pensão no caso, já que não é tão longe da faculdade e por motivos de eu não saber cozinhar. — Ele rir. Vou em direção ao outro banco ao lado do dele e me sento, me balançando devagar e sentindo a friagem atingir meu rosto. O barulho dos balanços fazia companhia em nossa conversa. — Durante dois anos ficamos trocando olhares e sem saber quem éramos, e olha agora, nós dois, conversando sobre coisas aleatórias, em um possível encontro e nos conhecendo… A vida é engraçada.

Acabo rindo da verdade exposta.

— No dia do salão, eu disse algumas coisas sobre minha mãe, que ela gostava do meu cabelo comprido e que ela gostava de vermelho. Na verdade a cor dele é preto, não castanho, preto mesmo. — Ele me observava. — Eu tenho os cabelos do meu pai, negros e lisos. Eu perdi minha mãe muito novo, meu pai teve que se virar para ser os dois. Ele é um homem bom. Quando passei em Biologia, ele ficou muito feliz e comemoramos muito. — Suspiro fundo. — Quando entrei na faculdade, e quando te vi na hora do almoço, e trocamos olhares. Eles eram tão intensos…

— Eram? — Izuku perguntava.

— São, na verdade.

— São mesmo… Fiquei surpreso quando te vi no salão, com esse cabelo naquele estado. — Diz rindo.

— Eu que fiquei surpreso, nunca na vida eu imaginária te vê daquela forma, mas confesso que gostei. Era outra personalidade que eu não conhecia.

— Todo mundo diz isso.

Ele para de se embalar.

— Só tô dizendo que eu gostei muito do que eu vi e depois a gente começou a se falar, eu sinto um carinho enorme por você Midoriya, contudo, tenho certeza que não é só carinho que sinto.

— Hummm… — balançava os pés. Me levanto de onde estou e me abaixo a sua frente, ficando entre seus joelhos. Ele me olha curioso. Me levanto um pouco e minhas mãos vão para seu rosto, acariciando as bochechas gordinhas. O rosto dele era tão lindo! As sardas claras um pouco abaixo dos olhos, atravessavam o nariz, o que dava um ar fofo ao esverdeado. Elas ficavam mais fofas quando ele ficava corado, como agora, enquanto ele me olhava intensamente. Tinha alguns sinais pelo rosto que poderiam ser muito bem confundidos com as pintinhas. Os olhos verdes me encaravam esperando alguma coisa. Era engraçado, pois eu podia jurar que a cor mudava a noite para um verde mais escuro.

Me aproximo mais, fazendo com que nossos narizes se tocassem e um sorriso ansioso escapar de minha boca.

— Posso? — Pergunto, nossos olhos se encontravam em uma sintonia, até que o esverdeado decidiu reviralos e puxar minha nuca, e me beijar.

O beijo não era feroz, ao contrário, era lento e calmo, aproveitando todas as sensações, aproveitando o gosto um do outro. Meus dedos acariciavam o rosto do esverdeado, quando o senti sugar meu lábio inferior e Depois voltar a me beijar com cautela. Não sei se ele queria aquilo devagar, eu apenas o seguia. Entretanto, eu não resisti e o puxei para intensificar aquilo, e o senti sorrir entre o beijo.

Ficamos nos beijando por um tempo, não sei dizer quantos minutos ou quanto tempo a mais ficamos ali naquele praça antes de eu o levar novamente para a pensão. Andávamos de mãos dadas e sorrindo. Posso dizer que foi o melhor encontro que eu já tive? Acho que sim.

— Entregue. — Digo soltando sua mão e a colando nos bolsos da calça

— Não quer entrar? — Perguntava cruzando os braços.

— Eu queria, mas eu tenho que estudar para as provas finais, desculpa.

— Entendo, mas você pode ficar até o Uber chegar. — Dizia animado.

— Não vai dá, vou pegar um táxi, vi que tem um ponto ali perto — aponto a direção por onde chegamos de uber. — Fique tranquilo, vou chegar bem em casa.

— Se for assim, até amanhã então.— Diz vindo em minha direção e se pondo nas pontas dos pés para beijar minha bochecha, mas me abaixo um pouco e seguro seu rosto e logo beijo seus lábios em um selinho demorado.

— Até amanhã, Izu.

Ele cora e vai em direção pensão, abrindo o pequeno portão.

— Até, Eji. — Diz abrindo a porta da pensão e entrando.

Acabo sorrindo para mim mesmo e vou em direção ao ponto dos táxis. Eu realmente estava feliz, nós havíamos nos beijando e eu fui correspondido, eu realmente estou no céu.


Notas Finais


Fuyu - ESSE ENCONTRO FOI DE CAIR O CU DA BUNDA NÉ NON?

Ello fez um trabalho maravilhoso (como sempre), morro de amores por esse cap

Obg por lerem xuxus, até a próxima semana 💕

Elloo - Oi cheirosos! Então, foi um prazer, prazeroso escrever esse cap, sim, eu sei, ele tá BIURIFU! orgulho do que eu fiz.
Tô me achando? EU DEVO!
Ah, sim, quem achou que ia ser fofo acertou, mas não se confiem nesse tipo de escrita minha, eu sou safada.
Bjs, obrigada por comentar e lê 💕💕💕


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