História Fairchild Company - Capítulo 3


Escrita por: e BruhLoredo

Postado
Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Hodge Starkweather, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland)
Tags Alec, Amanda Seyfried, Clary Fairchild, Família, Hodge, Isabelle Lightwood, Jace Herondale, Opostos, Romance, Shadowhunters
Visualizações 70
Palavras 824
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amores, eu e a Bru não aguentamos e resolvemos postar mais cedo!! Estamos muito ansiosas com a história e vamos postar sempre simm
Estou muito feliz com vocês acompanhando, isso me deixa mto alegre mesmo meninas. Espero que gostem do capítulo, boa leitura s2

Capítulo 3 - Momento da verdade


Fanfic / Fanfiction Fairchild Company - Capítulo 3 - Momento da verdade

Era incrível a animação do meu despertador todo dia as cinco e meia. Levantei-me preguiçoso e fui até o armário pegar uma roupa para trabalhar. Fui me trocar no banheiro e escovei os dentes. Quando me olhei no espelho, vi a situação terrível do meu cabelo e barba. 

— Jesus! Preciso cortar esse cabelo — falei com meu reflexo e em seguida fiz uma careta. 

Enquanto eu tomava café, Amanda apareceu na cozinha com minha mochila em mãos.

— Acordou cedo hoje — murmurei e ela deu de ombros.

— Acho que vou estudar antes de ir pra aula hoje — disse e abriu a geladeira. Vi ela tirar pra mim minha marmita e uma garrafa com suco. Sorri em agradecimento e ela guardou tudo em minha mochila.

— Você é a mulher da minha vida, sabia? — abracei-a e ela riu divertida — Vou receber na sexta. O que você quer? 

— Você não tem que gastar seu dinheiro comigo, Jace. Te sobra tão pouco, fica pra você — disse baixinho e eu revirei os olhos.

— Qual é, Amanda. Me fala, qualquer coisa vai — acariciei seu cabelo — Quer dizer, qualquer coisa que custe menos de duzentos dólares — ela riu baixinho e me olhou pensativa.

— Hmm, eu acho que vou querer um livro.

— Já é seu! — beijei o topo de sua cabeça e coloquei o que sujei na pia. Ainda faltavam dez minutos, mas escutei a campainha tocar. Com certeza era o Alec, Andrew nunca chega adiantado. 

— Quem é a essa hora? — minha irmã perguntou curiosa.

— Deve ser o Alec — dei de ombros e ela me olhou confusa — Você não tem que acordar o papai, mocinha? — lembrei e ela saiu correndo. Como eu saia mais cedo que meu pai, ele me deixou ficar com o despertador barulhento: o único capaz de acordar ele e eu do quase coma. Não tenho culpa se eu gosto de dormir.

Abri a porta e encarei Alec parado lá fora. Ele não queria entrar, então só peguei minha mochila e fui ficar lá fora com ele.

— E aí — ele disse. Fizemos um toque de mãos, como costumávamos fazer.

— Vamos só esperar o Andrew — avisei e ele balançou a cabeça positivamente — Quando é que divulgaram vagas de emprego?

— Ontem a tarde — disse e eu franzi o cenho. Talvez fosse por isso que Clarissa saiu estressada da empresa, vai precisar contratar gente nova. Vou rezar para não ter corte de funcionários, não posso perder o emprego.

— Entendi — murmurei e senti a ansiedade me dominar. Peguei um cigarro no maço. 

— Porra Jace, são seis e quarenta da manhã — escutei a repreensão assim que coloquei o cigarro na boca e me virei. Era o Andrew.

Ele tinha uma péssima mania de pegar no meu pé por conta dos cigarros, mas o que eu vou fazer? É um vício horrível porém me tira um pouco do estresse das minhas costas. 

— Fala, cara. Tranquilo? — disse sem paciência pra o cortar quanto a fala sobre o cigarro. Minha cabeça ainda pesava por conta da informação de vagas abertas. 

O caminho até a empresa foi tranquilo, na medida do possível, claro. Essa hora da manhã o fluxo de pessoas no metrô é praticamente insuportável, mas ainda não posso me dar ao luxo de ir de carro. Não preciso falar que é pra economizar, certo? 

Chegamos e fomos diretamente por a mão na massa, claro que eu e o Andrew né, o Alec foi até o RH pra sua entrevista. Antes do horário do almoço, fomos interrompidos para um breve discurso que seria feito pela nova presidente. 

— Bom dia a todos. Primeiramente gostaria de informar que teremos alguns cortes por aqui. Tanto pela renovação de profissionais, quanto a redução de gastos. — nesse momento eu prendi a respiração e senti o ar lutar pra sair dos meus pulmões. Eu simplesmente não lembrava mais como respirar. Meu pesadelo se iniciou com aquelas palavras. — Continuando. Depois chamaremos a todos pra conversar a respeito de continuar ou não. Enquanto isso, gostaria de apresentar o novo chefe de secção de vocês. Alec Lightwood. 

Com isso, todos tiveram certeza que Paul iria rodar. 

— Os nomes que eu chamar, por favor, passem na minha sala. Dan Smith, Adam Rodriguez, Andrew Mcart, Jonathan Herondale... — e a partir desse momento eu parei de ouvir a sequência de nomes. 

O desespero pela possível perda do meu emprego me tomou. Aquele aperto no meu peito também. O resto do dia eu trabalhei no automático. Mal consegui tocar na minha marmita, a mesma coisa com as pessoas que tentavam falar comigo. Eu simplesmente não conseguia desligar meus pensamentos. O que eu faria com os remédios da minha mãe? Como vou sustentar a família? 

Antes do fim do expediente, todos fomos chamados até a sala da Clarissa. Ela estava nos chamando um a um e nem todos saiam com uma cara feliz. 

Ainda estava divagando sobre minhas preocupações quando ouvi meu nome ser chamado. 

— Jonathan Herondale. 

É. Esse é o momento da verdade. Agora que eu vou descobrir o quanto estou fudido.


Notas Finais


Espero que tenham gostado meus amores. Deixem bastante comentários, quero saber o que estão achando e o que imaginam.
E obrigada por todos os comentários anteriores, estamos muito felizes. Até o próximo, beijinhoss


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