História Fairy Tail - Histórias Entrelaçadas - Capítulo 17


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Categorias Fairy Tail
Tags Gale, Gruvia, Jerza, Miraxus, Nali, Nalu
Visualizações 78
Palavras 2.918
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


yo!!
Demorei um pouco não foi ? Houve uns contra tempos, mas eu não deixaria de postar.
Sem mais delongas
Boa leitura!

Capítulo 17 - Difícil escolha


Já havia se passado algumas semanas desde o incidente com Happy. Natsu tentou de todas as formas não dar uma surra em Yusuke, que não parava de provoca-lo... Ao que parece, a intenção do ruivo, era que o rosado reagisse de alguma forma, mas graças a Lucy e Erza, Natsu se manteve firme. Porém... por mais que tentassem relevar o que estava acontecendo ali, sabiam que hora ou outra teriam que fazer algo.

...

- ... Você só pode estar brincando comigo... – Makarov olhava incrédulo pra os três papeis em suas mãos. – Três processos.... COMO PORRA VOCÊ ME FAZ UMA COISA DESSA?

Na sala do diretor, Natsu estava de cabeça baixa ou lado Erza.

- Desculpe... – Um fio de voz pode ser ouvido.

- E você Erza? Como me explica isso aqui?!

- Um deles é de total responsabilidade minha Makarov... Desculpe. – A ruiva falou sem olhar o diretor nos olhos. – Eu só quero a ajuda de seu advogado, o resto eu arco sem problemas... – Makarov suspirou

- Processo por agressão física do dono da Lanchonete D’laving... – Olhou pra o rosado. – Por que não da pra simplesmente resolver as coisas com uma boa conversa? Ham?

- Ele não é o tipo de homem que resolve as coisas em uma boa conversa... - Makarov suspirou.

- Natsu o quê que eu faço com você? ... – Massageou as têmporas, sentindo o estresse em seu corpo...

– Processo a lanchonete D’Laving por danos morais, maus tratos e agressão física... Isso é coisa sua Erza?

- Sim Makarov... O dono do estabelecimento agrediu uma criança, por ela ser de rua... Foi o que fez Natsu agir dessa maneira...

- Entendo...

- Processo para retirada de reconhecimento de Natsu Dragneel, como um Dragneel, além de ser acusado de ameaça e agressão.... – Jogou os papeis sobre a mesa...  – Eu to ficando velho pra isso... – Olhou pra os jovens a sua frente, em especial o rosado.

– Esse nome não te traz paz filho... Não seria melhor apenas concordar com eles? – Natsu começou a rir sarcasticamente.

- Você está mesmo me pedindo pra desistir da única coisa que ainda tenho de meu pai?

- Natsu... sabe que não terá paz, eles não são como Igneel, são sangue sugas soberbas que irão fazer de tudo pra te tirar do caminho.

- É só a porra de um nome, que diferença vai fazer?

- Soberba e orgulho Natsu... Sem falar que a causa ganha foi temporária... Você ainda pode abrir processo e ter direito sobre as posses dos Dragneel  e a única forma de garantir que isso não aconteça é a retirada do nome.

- Eu sou Natsu Dragneel, eles aceitando ou não e eu não vou desistir disso só porque eles querem! – Olhava Makarov furioso. –Eu te respeito como um pai, mas nunca, nunca mais me peça pra desistir da única coisa que ainda me faz sentir alguém importante. .. Eu posso até perder Makarov, mas nunca vai ser por desistência.

Makarov o olhou atentamente por alguns segundos... Aquele garoto havia crescido e sentia orgulho em vê-lo... Ele se mantinha firme, mesmo depois de tanto sofrimento.

- Tudo bem... Eu vou ajudar vocês – Ouviu-se um suspiro de alívio. – Mas... Tentem não entrar mais em confusões por favor.

- Ok. – Falaram em uníssono.

- Os homens que abusaram a Sanger? Já foram presos?

- Estão sendo encaminhados pra o presídio de Crocus hoje mesmo. – Natsu respondeu a pergunta do diretor.

- Que bom... Voltem pra aula, já perderam tempo de mais aqui.

*//*

Lucy

A aula mal começou e eu já me sinto entediada. Gosto de estudar, mas as aulas de Warrod me tiram a paciência.

Estou preocupada com Natsu e Erza, o diretor os mandou chamar e fico imaginando qual seria o motivo pra isso...

Suspirei deitando meu corpo na cadeira e pude ver Yusuke me encarando. Fiz o possível pra fingir que não percebi. Desde o incidente com Happy criei um certo repúdio pelo ruivo... Ele é  uma péssima pessoa.

Baixei os olhos escrevendo algumas informações que estavam no quadro, quando percebi uma mensagem em meu celular.

Tomada pela curiosidade, a abri.

*Gostaria de falar com você no intervalo senhorita Sanger. E não adianta fingir que não recebeu, eu estou bem de olho em você. Ass: Yusuke.*

Não conseguir me conter e acabei virando em direção a ele ,e lá estava o ruivo com um sorrisinho de lado pra mim... Não consegui deixar de sentir um frio na espinha.... Não tinha bons pressentimentos disso.

Recebi outra mensagem.

*Agora que eu sei que você leu, te espero em baixo do carvalho atrás da escola. Vá sozinha.*

Apaguei as duas mensagens e sabia muito bem que Yusuke ainda me encarava, eu podia sentir os seus olhos sobre mim claramente.

- Com licença. – Erza entrou seguida de Natsu, que como de costume sentou do meu lado.

- O que houve? – Não deixei de o perguntar... Desde quando ele desabafou comigo sobre seu passado, nos tornamos mais próximos, então eu me sentia confortável de perguntar algo, sempre que estivesse curiosa.

- Makarov recebeu os três processos... – Ele sussurrou.

- Três?

- Agressão ao dono da lanchonete... o processo que Erza fez contra a lanchonete e por fim... Os Dragneel tentando me tirar da familia apulso.

- Eles já começaram?! – Arregalei os olhos de surpresa.

- Eu acho que eles demoraram até de mais. – Ele deu um suspiro cansado e eu baixei a cabeça. Me sentia mal por ele... Ela já havia sofrido muito e mesmo assim, parece que os Dragneel só pensavam no próprio umbigo.

- Você está bem? - Não consegui deixar de perguntar... E ele passou uns instantes me fitando, até esboçar um sorriso gentil.

- Vai ficar tudo bem! - Fiz que sim com a cabeça e voltei a atenção a meu caderno.

...

As aulas passaram rápido e eu escutei o sinal que indicava o intervalo... Senti um frio na barriga, isso significava que todas as minhas tentativas de ficar longe do ruivo foram em vão e agora, eu teria que conversar com ele.

Ele sair me encarando com um sorriso vitorioso só me deu mais certeza disso.

- Lu-chan – Vi Levy em frente a mim com o sorriso mais lindo que ela tinha, eu já havia lido o primeiro livro dela... E estou sem palavras pra descreve-lo, ela é muito talentosa.

- Levy-chan, tudo bem?

- Sim, o que achou do livro? – Os olhos dela brilhavam pra mim.

- Ele é incrível! Fantástico! Você é muito talentosa, devia publicar! – Eu não estava mentindo.

Natsu pigarreou chamando nossa atenção.

- As donzelas não estão com fome? Porque eu estou... – Ele coçou a cabeça um pouco sem graça e nos rimos o seguindo pra cantina.

- Então quer dizer que a Levy é escritora? - Natsu olhou pra azulada que sorriu amigavelmente. 

- Eu tento

- Tenta nada, os livros dela são fantásticos. - Falei com toda empolgação que logo se dissipou ao ver o ruivo.

Yusuke estava encostado na parede do corredor, como se estivesse me esperando...

Suspirei me dando por vencida, não teria como fugir mesmo...

- Eu preciso ir ao banheiro antes... Se não se importarem.

- Vai lá! – Natsu se virou dando a entender que ia esperar.

- Pode ir na frente, eu me encontro com vocês lá

- Tem certeza? – Ele ergueu uma das sobrancelhas, desconfiado e eu sorri tentando parecer a moça mais serena do mundo.

- Sim... Compra um sanduíche pra mim? – Fiz biquinho e ele confirmou com a cabeça indo em direção a cantina.

Fiz que ia no banheiro e dei meia volta, me dirigindo ao lugar que Yusuke combinou.

- Então você veio... – Ele estava em pé, observando o carvalho.

- Você disse que queria conversar... – Tentei parecer calma.

- Me diga Lucy... Você estava me evitando? - Ele continuava a falar sem me fitar... Não tirava os olhos daquele carvalho.

- Não... apenas estou sem tempo.

- Entendo...

- Sabe, queria sua ajuda pra algo, e só você pode fazer isso. – Senti um frio na espinha... O que ele queria?

- O que você quer? – Fui fria e ele percebeu.

- Oh! Seu tom de voz mudou – Começou a rir. – Eu quero que você me ajude a prejudicar Natsu.

- Eu me recuso! – Falei sem deixar ele falar qualquer coisa a mais... Ele já estava passando dos limites e eu estava ficando furiosa com aquilo.

- Primeiro aprenda a escutar as coisas até o fim senhorita Sanger... ou devo dizer Heartfilia?- Ele se virou para me fitar pela primeira vez e eu congelei no mesmo instante que o escutei falar aquele sobrenome... como ele ficou sabendo daquilo. – Seu pai adoraria saber seu paradeiro... Ele está louco procurando a filha amada.

- Seu... imundo.

- Essa é sua maneira de xingar? Que adorável... Educada como uma verdadeira princesa. – O vi se aproximando de mim e dei passos pra trás tentando me afastar.

- Eu farei Natsu ser incriminado por vandalismo, e também o provocarei até ele reagir contra mim. Quero que me ajude com as duas coisas. – Olhei pra ele sem conseguir esconder o nojo.

- A primeira...  Você fará as provas se virarem contra sua querida e irritante dupla. – Ele se aproximou de mim pegando um alguns fios de cabelo solto em meu rosto.

- A segunda, você me ajudara nas provocações... Você parece ser uma pessoa muito especial pra meu querido priminho...Fico imaginando o que ele não faria se te visse em “perigo”. – Ele começou a rir e eu senti repulsa. – Pelo menos dessa vez não é uma pobretona atrás de dinheiro, como aquela albina sem sal.... Mas se bem que, ele nem deve sonhar a fortuna que tem em mãos. – Dei um tapa em sua mão a tirando de meus cabelos.

- Não me trate como se eu fosse um objeto. Eu não tenho mais nada a ver com os Heartifilia.

- É mesmo? – Começou a rir. – Lucy, Lucy. Há certas coisas que não dá pra fugir, e uma delas é suas origens... – Pegou em meu queixo levantando o meu rosto. – Devo dizer que estou com inveja... Meu priminho tem uma sorte divina... Além de linda, sua namoradinha ainda é podre de rica.

- Me solta imbecil. – O empurrei com força pra longe.

- Pense bem Lucy Heartfilia, seu pai está oferecendo uma bela grana e eu só sairia ganhando. Mas vou te poupar se me ajudar. – Virei as costas deixando ele falar só. – Fique atenta ao celular princesa.

Apressei os passos pra sair dali o mais rápido possível.... Aquela peste tinha que descobrir sobre meu passado logo agora?

Me lembrei daquele grande labirinto solitário que era o jardim e meu coração começou a acelerar... Eu não podia voltar pra lá... não agora... Não agora que estou realizando meu sonho...

Me lembrei do sorriso de Natsu e de como ele está sendo especial pra mim... Eu não podia o trair...Eu não podia fazer ele sofrer mais... Ele não merece

O que eu Faço?!!

Dei murros fortes na parede tentando conter a raiva e desespero crescentes em meu peito... Eu estava acuada... E não fazia ideia do que fazer.

Por Kami... Onde eu tinha me metido...

Escutei o barulho da sirene e me dirigi a sala, me sentando na minha mesa e deitando mais uma vez na cadeira com os olhos fechados, até escutar o som da sacola colocada a minha frente.

- Não foi pra lá, o que houve? – O rosado se sentou ao meu lado me encarando preocupado e eu senti uma vontade enorme de chorar... Eu não faria isso com ele... Eu não me perdoaria por isso.

- Nada de mais... só não me senti muito bem... – Menti.

- O que esta sentindo?

- Um pouco tonta nada de mais...

- Deve ser fome. – Ele abriu a sacola tirando um sanduíche e um suco. – Toma, se não melhorar você me avisa que  eu te levo na enfermaria.

Peguei aquele lanche em minhas mãos, várias lembranças atingiram minha cabeça em uma única vez... Eu estava muito confusa... Não sei o que faria, mas me recusava a fazer mal a ele.

- Obrigada Natsu...

**

O resto da tarde foi o mesmo dilema... Minha mente não parava em momento algum e isso me irritava muito...

Peguei minhas coisas saindo da livraria e como todos os dias, Natsu estava ali me esperando.  Ele ainda estava com o uniforme da trabalho, era garçom de um restaurante chic, então estava de roupa social... Que ficava impecável nele, devo admitir.

- Luce! – Ele se virou pra mim sorrindo e não sei o que me deu mas pela primeira vez eu corri pra o abraçar. Ele pareceu surpreso, já que demorou a retribuir e eu não o soltei até ter certeza que não estava mais corada.

- Está tudo bem? – ele me perguntou após retribuir o abraço e eu apenas confirmei com a cabeça...

- Carência? – Seu tom de voz passou pra divertido e eu o belisquei, o fazendo dar um breve grunhido.

Soltei ele olhando em seus olhos e ele me olhava confuso.

- Você ta estranha, ta me assuntando. –Fiquei com tanta vergonha que dei um pisão no seu pé.

- Agora não ta mais. – Ele pulava segurando o pé que pisei.

- Chato. – Segui caminhando na frente e ele veio rindo atrás de mim.

- Você não costuma ser carinhosa comigo, queria que eu não estranhasse? – Fiquei calada.

- Alguem te deu um fora? – Bufei irritada.

- Se você fazer mais uma pergunta eu juro que você nunca mais vai ver esse meu lado.

- Tá, desculpa.

- E eu não levei nenhum fora! – Ele começou a rir. – você ... não gosta de carinho? – Me virei pra ele curiosa.

- Eu fico um pouco sem jeito, mas eu gosto sim... Eu só me assustei porque não esperava. – Olhei pra ele de um jeito meio torto e ele suspirou.

- Você ta de TPM? – Revirei os olhos.

- Esquece... Você continua idiota.

- Eu vou aceitar isso como uma resposta positiva. – Me virei dando dedo e ele riu mais uma vez.

- Você é fofa até fazendo gestos obscenos, não combina nadinha com você. – Senti meu rosto queimar...

– Vê Luce. – Me virei pra ele vendo que ele apontava pra uma barraca de sorvete.

- O que acha de um sorvete? Erza disse que acalma a TPM.

- EU NÃO ESTOU DE TPM...- Falei pausadamente e ele levantou as mãos como se estivesse rendido. – Eu... aceito.

- Ótimo, vamos – Ele agarrou minha mão me puxando pra a barraca.

Pedimos o sorvete e sentamos em um banquinho, e eu via ele quase arrancando o colarinho da camisa.

- Odeio camisa social, vou matar o idiota que inventou isso. – Desabotoou a camisa até a metade e suspirou de alivio. – Bem melhor.

Ri do jeito dele e saboreei tranquilamente meu sorvete.

- Ne, Natsu?

- Hm?

- O que vai fazer se perder o seu nome? – Ele suspirou.

- Eu não sei... Talvez tenha que inventar outro... Mas não quero pensar nisso.

- Entendo...O que você faria se visse alguém me fazendo mal?

- Se fosse homem, eu quebraria as pernas dele, se fosse mulher eu a levava pra bem longe de você e teria uma séria conversa... – Olhei pra ele surpresa. – Eu prometi a mim mesmo Luce... Não vou deixar mais ninguém te machucar...

- Obrigada... - Meu peito doía a cada resposta...

-E se, um amigo seu te traísse... Você o perdoaria?

-se fosse meu amigo não me trairia... Porque as perguntas? – Ele arqueou a sobrancelha.

- Nada... Só curiosidade... 

...

-Ne natsu?

- Hm?

- Você me considera sua amiga?

- Somos uma equipe Luce... é claro que você é minha amiga.- Dei um sorriso de lado abocanhando mais uma colher do sorvete....

Já estava decidido...

Não tinha mais o que pensar...

- Vou sentir sua falta... – Sussurrei em um tom inaudível ...

Fiquei de cabeça baixa, mas senti algo gelado na minha bochecha e quando me virei, me deparei com um sorriso brincalhão estampado na rosto de Natsu...

Eu não acredito que ele me sujou de sorvete...

Passei a mão no rosto, confirmando minhas expectativas e ele ria de minha cara não muito agradável

- Ora seu ... - Peguei sorvete com o dedo e comecei a tentar suja-lo sem muito sucesso.

- Você não vai conseguir isso Luce, desista! - Ele estava se divertindo com minha cara...

E por mais que eu quisesse esconder, eu estava me divertindo com ele.

 

Próximo Capítulo...

- Alguém praticou ato de vandalismo na escola, ontem ... – Um loiro alto se pronunciou e os alunos arregalaram os olhos de surpresa, isso nunca tinha acontecido. – Alguém tem algo a declarar? – Um silêncio único se instalou dentro da sala até Yusuke levantar a mão.

 

- Espero que saiba o que esta fazendo. – Gray se pronunciou sem a fitar, mas recebeu apenas um silêncio como resposta. – Ninguém aqui perdoa traição Lucy, não, se não houver um bom motivo pra isso... esteja ciente.

 

- Luce... Eu confio em você... 

 

- Dragneel.... Me acompanhe por favor. – Natsu ia se levantar mas Erza colocou a mão em seu ombro.

- Há dois Dragneel na sala, seja mais especifico. – Ele olhou na folha.

 

- O que? Não! ... Eu apenas tenho carinho por ele, ele é meu amigo. – A azulada riu divertida.

- Tudo bem, se é o que você acha... Mas já parou pra pensar que esse carinho pode não ser só de amigo?

 

- Yusuke...

- Surpresa em me ver? – Falava de forma ameaçadora em seu ouvido. 

Continua...


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
E muito obrigada a todos que estão acompanhando, comentando, favoritando. Pf sempre sintam-se a vontade.
Até o próximo! o/


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