História Fake - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Karin, Konohamaru, Kushina Uzumaki, Matsuri, Minato "Yondaime" Namikaze, Moegi, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikaku Nara, Temari, TenTen Mitsashi
Tags Gaaino, Naruhina, Nejiten
Visualizações 294
Palavras 3.076
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estou sem criatividade para atualizar minha outra história e como a ideia desta fanfic não me sai da cabeça decide fazê-la :)))


Os personagens de Naruto não me pertencem, apenas peguei emprestado.

Capítulo 1 - 1. Gratidão


Fanfic / Fanfiction Fake - Capítulo 1 - 1. Gratidão

 

 

 

 

 

Seria uma enorme mentira se eu dissesse que gostava de café, principalmente gelado, mas eu não achei que seria educado recusar, desta forma eu tentava sofridamente  colocar aquele café frio garganta a dentro. 

 

 

Se tornou um costume as pessoas oferecem café as outras, bem normal, mas nem todas tinham a habilidade de insistir o suficiente para uma pessoa que não suporta café, tomar café. 

 

 

Junto ao pires coloquei a xícara com um restinho de café que foi impossível de engolir na mesinha e cruzei as pernas, na tentativa de deter o meu nervosismo. A decoração era muito bonita, não seria mentira mas, passava a sensação de desconforto, talvez seja mesmo esta a sensação de estar em uma das maiores empresas do estado. Talvez eu devesse de fato me levantar e sair correndo deixando tudo para trás,mas o assunto que trataríamos seria de meu interesse.

 

 

Não recordava exatamente de quando eu desejei cursar Jornalismo mas a exatos dois anos atrás eu decidi que iria tentar a bolsa quando terminasse o ensino médio. Infelizmente minha tentativa resultou em reprovação no curso, era desesperador não ter conseguido. A reprovação era algo possível mas que decidi manter longe e focar apenas na faculdade dos meus sonhos, não era a melhor do mundo, com certeza, mas era a única na minha cidadezinha e eu não ficaria de jeito nenhum longe da minha família para estudar em outra cidade. 

 

 

 

Mas não estava tudo totalmente perdido, a uma semana atrás recebi um telefonema que talvez salvasse minha carreira e hoje eu estava disposta a adentrar naquela sala para buscar a bolsa que me levaria onde eu queria.

 

 

 

Claro, se minhas mãos parassem de tremer talvez eu até conseguisse. Respirei fundo  apertanto as mangas do meu agasalho para que talvez parasse de tremer. 

 

 

 

— Senhorita Hyuuga? — Abri rapidamente os olhos ao ouvir meu sobrenome e olhei na direção de uma loira de olhos caramelados estava, a mesma que me ofereceu café até que eu aceitasse. Me levantei passando as mãos na roupa. — O Sr. Namikaze irá a ver agora. Me acompanhe. — Virou-se e seguiu a caminhar tranquilamente em seu terninho escuro extremamente profissional e eu apenas de calça jeans. A segui  pelos corredores em direção a uma grande porta de madeira marrom e ao chegarmos em frente à mesma ela bateu duas vezes sobre a madeira até escutar um " Entre" do outro lado e assim fez, abrindo a porta. 

 

 

Apenas meu corpo estava presente, minha alma já tinha saído correndo e me avisava inultimente para fazer o mesmo.

 

 

 

— Entre e sente-se — Assenti com a cabeça e passei pela loira, que sorriu para mim, adentrando a sala avistando uma figura masculina de loiros cabelos e expressão simpática, talvez apenas expressão. Me aproximei sentando na cadeira indicada e apoiando minhas mãos sobre minhas coxas 

 

 

 

— Boa tarde, Hinata Hyuuga, certo? 

 

 

 

— Sim, senhor. — Confirmei e o senhor a minha frente balançou a cabeça esticando sua mão para mim, a apertei o cumprimentando de forma educada. 

 

 

 

 

— Minato Namikaze. — Concordei e coloquei minhas mãos sobre minhas coxas novamente após o aperto de mão. — Você iria cursar Jornalismo? 

 

 

 

— Sim, senhor. 

 

 

 

— Por que acha que não conseguiu a vaga?  — Era uma pergunta difícil para mim, não tinha uma explicação plausível para o " Rejeita" na carta que recebi. 

 

 

 

— É provável que eu não tenha me comprometido cem por cento com os estudos, minha mãe tem um estabelecimento e a um bom tempo eu vinha tirando o tempo que eu deveria usar para estudar para ajudá-la. — Ou eu simplesmente não servia para o curso, se estudei o tanto que estudei e ainda assim não consegui, eu não deveria ser boa. 

 

 

 

— Compreendo, sua nota não foi de todo ruim, por pouquíssimos pontos não passou. — A notícia era sim nova para mim, quando recebi a carta de reprovação continha apenas a lamentação por não ter passado e infelizmente não informava a pontuação. — Minha empresa a muitos anos fornece bolsas de estudos para alunos que não atingirão o suficiente para passar, mas chegaram perto, e este ano a senhorita foi uma das sorteados por nosso sistema.

 

 

Então eu tinha novamente uma chance? Minha surpresa era imensa por não ter conhecimento das apoportunidades que a empresa do Sr. Namokaze traziam. Apesar disto conforme eles falava parecia faltar informação, ele ter dito que eu tinha sido sorteada me deixava desconfiada, meus tios costumavam dizer que quando a esmola é grande, o santo desconfie. O sr. Namikaze pigarreou e eu o olhei vendo o mesmo sorrir. 

 

 

 

— No mundo dos negócios algo muito necessário são herdeiros para seguir as metas da empresa dos pais. Me atrevo a dizer que filhos são um assunto complicado pois não se pode impor o trabalho demais sobre eles para não os enjoarem e nem de menos para não ter interesse, é necessário a linha tênue entre os dois para conseguir que seu filho seja bem sucedido e aceite os negócios que lhe serão passados. — Não compreendia o lugar onde queria chegar mas eu desconfiava que donos de empresas bem sucedidos  precisavam  de sucessores para que não nada caísse na mão de qualquer um tudo o que um dia construiu e a editora Kaze sem duvida era umas das empresas mais famosas em nossa região. — Você disse que sua mãe tem um estabelecimento, não é?Deve compreender então.

 

 

 

Balancei a cabeça confirmando, o conhecimento deste assunto que  eu tinha era básico mas eu entendia, apenas não sabia onde ele queria chegar fornecendo estas informações a uma desconhecida a qual acabou de oferecer uma vaga que salvará sua pele. 

 

 

 

— Graças a Deus eu e minha amada esposa tivemos um herdeiro para que assuma tudo o que demoramos a construir e meu filho se interessa bastante pelos negócios de família. — Novamente concordei com a cabeça, ele não tinha problemas com isto. Não poderíamos prosseguir com a entrevisto e fugir deste assunto que me assombrava? Infelizmente o senhor de cabelos curtos prosseguiu. — Porem, infelizmente no ano passado acabou por se envolver com maus companhias e sua condição psicológica o evolveu em problemas que deixaram eu e minha esposa preocupadas. — Ele engoliu em seco e gesticulou com as mãos gestos que não dei atenção. — Como pai me preocupo demais com o meu filho, que está engressabdo esse ano na mesma faculdade que a senhorita tentou uma vaga, Serei direto. 

 

 

 

Minha garganta secou e meus olhos não piscaram em nenhum momento até o Louro a minha frente de mãos entrelaçadas respirar fundo e prosseguir. 

 

 

 

—  Preciso de alguém que estude na mesma inuversidade de meu filho para o vigiar e relatar a minha as companhias que ele anda, e peço a você, Hinata Hyuuga, que seja esta pessoa. 

 

 

 Meus olhos se arregalaram diante a informação imposta, áele queria uma babá para seu filho? Céus, que tipo de pai pede a uma desconhecida que vigie seu filho para ele? Bem, de certo eu não seria a má companhia que ele tanto teme mas chegar a esta medida suponho que os problemas que o filho dele se meteu, foi de fato  problemas. 

 

 

 

— O senhor quer uma babá para seu filho? — Questionei optando pela forma mais óbvio do que me era pedido, Namikaze rio e balançou a cabeça coçando com os dedos a fina barba que crescia em seu queixo. 

 

 

 

—  Não exatamente, mas sim. —Suspirou e sua expressão pareceu tão cansada — Eu sou um pai muito preocupado e a última coisa que desejo é ver meus filho ser atacado por pessoas que o desconheçam, eu perdi uma parte da vida de meu filho e não quero que ele resolva se afastar do mundo e não  quero novamente que perturbem    ele como aconteceu antes e se o necessário para isto  seja eu  pedir o que estou pedindo, eu farei. 

 

 

Ele não era mais o CEO da grande empresa mas sim um pai preocupado com o que seu filho poderia estar metido que chegava a ser algo admirável  a relação de pai e filho deles  e por um momento desejei que meu pai tivesse esta preocupação, não que ele fosse um pai desatento ou ruim, mas ele tentava o suficiente que seu trabalho permitia do jeito dele. Era um pouco invasivo e parecia não ter confiança na própria pessoa que criou mas eu não levaria isso  em consideração. 

 

 

 

 

—  Eu posso pensar? 

 

 

 

— Desculpe, eu tenho outras entrevistas para fazer ainda hoje e preciso de sua resposta neste momento. Quero deixar claro que não perderá a bolsa se recusar meu pedido, então não se sinta obrigada a aceitar. — Era o que eu precisava saber, eu não perderia se negasse ajuda a ele e por um momento pensei em negar mas não era uma tarefa complicada, eu apenas de longe vigiaria o filho dele e não precisaria que ele nem sequer me conhecesse. Não poderia ser melhor, eu permaneceria desconhecida e poderia ajudar. 

 

 

 

— Tudo bem, eu aceito. — Uma mão lava a outra como minha mãe diria, eu receberia minha bolsa da empresa dele então nada mais justo que ficar de olho no filho dele. O sorriso do Sr. Namikaze foi grande e brilhante, ele parecia de fato aliviado e fez até um gesto com as mãos de comemoração e eu prendi o riso, ainda era uma uma entrevista séria. 

 

 

 

— Eu já tinha pedido a três pessoas antes da senhorita, já estava ficando preocupado em que não encontraria ninguém. — Ele parecia tão contente e aliviado por ter arranjado uma babá para o filho que ele não confiava — Eu irei enviar as informações de Naruto por e-mail junto com os detalhes da bolsa que irá receber — Ele desviou os olhos para a própria mesa mexendo em alguns papéis ali. Franzi as sobrancelhas confusa, Naruto?  Esse era o nome do garoto que vigiaria? Ao que parecia sim, era esse seu nome. Namikaze me estendeu uma folha e peguei-a olhando sobre o que se tratava — Ainda hoje leve essa folha ainda hoje até a universidade e faça a inscrição junto a papelada, tem dinheiro entre as folhas que é para a taxa. — Confirmei  com a cabeça conforme ele dizia tendo seus olhos abaixados, coloquei a folha sobre meu colo e peguei o outro papel que me foi estendido, desta vez pequeno. 

 

 

 

— Escreva seu e-mail para mim neste papel, por favor. — Puxei a caneta de sua mão e anotei o meu e-mail entregando de volta para ele que colocou debaixo  de uma pasta, se levantou caminhando até a porta  e me  levantei também o seguindo e segurando em uma das mãos os papéis que tinha recebido. Ele abriu  com uma das mãos a porta e  sua outra mão que não segurava a maçaneta se esticou para mim e a peguei, segurando-a. — Obrigado por ter aceitado a proposta e se esforce para manter a bolsa na faculdade, Até logo. 

 

 

 

 

— Eu que agradeço,Sr. Namikaze. Até breve. — Soltei sua mão e dei um sorriso amigável que me era retribuído, sai da sala caminhando tranquilamente em meus sapatos de salto alto que eu não sabia andar até semana passada e passei pela loura peituda do café que me cumprimentou com a cabeça e eu sorri educada. 

 

 

 

Ao entrar no elevador e ver as portas fecharem foi que minha ficha finalmente caiu em questão de minutos eu tinha conseguido algo que eu sonhei desde os 16 anos que por descuido quase cheguei a não conseguir. Eu sentia minha respiração irregular por conta da tamanha alegria em meu sistema  e minhas bochechas davam índices de dor por conta do sorriso enorme que eu tinha no rosto. Eu tinha conseguido e a partir de agora eu mostraria que a nova chance que o destino me deu não tinha sido em vão e eu mostraria o quão grata estava a Minato Namikaze não apenas vigiando seu filho, como eu não deixaria que o mesmo se metesse em problemas. 

 

 

 

Ao sair do elevador e do edifício onde se localizava a empresa começava uma etapa difícil de uma pessoa da classe média como eu, a busca de um Táxi e felizmente não demorou muito para que eu conseguisse um, passei o endereço da casa ao taxista e não deixei de reparar que era um senhor novo, eu como boa observadora não daria mais de vinte cinco anos a ele o que me fez remeter novamente ao caso "Herdeiro Namikaze" e me questionei qual seria sua aparência. Claro que não era de minha conta a aparência que ele deveria ter mas normalmente filhos costumam herdar traços do pai e da mãe, e como eu apenas conhecia o Senhor Namikaze talvez ele tivesse herdado os cabelos louros claríssimos dele ou os olhos azuis. 

 

 

 

A aparência realmente não importava mas sua personalidade era de fato o mais importante  para mim, para chagar ao ponto de um pai pedir a uma desconhecida para vigiar o garoto deveria ser mesmo "indefeso". Meu senso comum muito padronizado imagina um garoto gentil e amigável com todos, aparecia magrela, óculos fundo de garrafa e um suéter ridículo, uma Hinata Hyuuga versão masculina. Não parecia certo julga-lo desta forma como eu fazia mas era impossível não imagina-lo desta forma, eu também não tinha muita moral se levássemos em conta a personalidade que me era atribuída mas isso não me impedia  de utilizar minha imaginação extremamente fértil. 

 

 

Senti o táxi parar e peguei o dinheiro para pagar a corrida, desci do carro junto com a ficha em mãos e quase senti o choro escorrer por meu rosto ao estar diante a universidade. 

 

 

 

 

                        •••

 

 

Coloquei os meus sapatos  no chão próximo a porta de entrada ao entrar em casa e joguei minha bolsa no sofa, depois a levaria para o quarto. Logo Hanabi estaria em casa e talvez mais tarde meu pai, se o trabalho dele permitisse, estaria em casa também. Eu não carregava mais as ficha de inscrição comigo e enfim eu poderia dizer que sou uma estudante universitária e isso incluía contar para Tenten que eu tinha conseguido a bolsa mas, isto ficaria para depois a prioridade era aprontar o jantar para Hanabi e eu, minha sorte era que tinha feito bastante no almoço para que sobrasse  para o jantar então era necessário apenas esquentar. 

 

 

 

Abri a geladeira ao entrar na cozinha e pequei as panelas que eu pretendia esquentar,acrescentei um pouco mais de água e liguei as bocas do fogão que eu usaria colocando as panelas ali, enquanto esquentasse eu aproveitaria para mandar uma mensagem a minha mãe a respeito da entrevista e para isso tive que voltar para a sala, pegar meu celular  desbloquear e então mandar a mensagem, aproveitei para ver se Tenten já tinha me respondido mas ao notar que não voltei a prestar atenção nas panelas para não queimar. 

 

 

Desliguei o fogo ao deixar tudo pronto e olhei para o relógio de parede vendo os ponteiros marcarem oito e quarenta e dois, estranhei. Hanabi já devia estar em casa para jantar, eu já tinha dito várias vezes para não ficar até tarde na coleguinha. 

 

 

O celular vibrou em cima da mesa e rapidamente peguei vendo que minha mãe tinha respondido. 

 

 

Mãe: Como assim, Hinata? Você me disse que não tinha conseguido...    20:42 

 

 

Não terminei de ler a mensagem inteira e cliquei no botão de chamada, ligando para ela. Enquanto chamava me questionei como eu explicaria que tinha recebido uma bolsa de uma das empresas de publicidade mais destacada e já tinha até feito minha inscrição? Prendi meu lábio inferior entre os dentes ao ouvir a voz dela pela chamada. 

 

 

 

— Eu consegui a bolsa... 

 

 

— Eles enviaram  a carta errada? 

 

 

 

— Não, não foi isso. — Pausei e recordei que tinha avisado que tinha uma entrevista. — Lembra da entrevista? Eu fui sorteada para receber uma bolsa e...

 

 

 

— Isso é furada, minha filha! Trate de ligar para a empresa e recusar, eles podem pedir algo perigoso em troca. — Sua voz se alterou em pouquíssimo tempo de curiosa para preocupada, pude ouvir um suspiro do outro lado da linha. — Eu tive a ideia de vender minha  casa e comprar um apartamento, eu moro sozinha e não é necessário uma casa com três quatro para mim, quando você e sua irmã virem me visitar podemos dar um jeito. Vou falar com seu pai  e achar uma solução, com um pouco de esforço conseguimos pagar a faculdade. 

 

 

 

— Não. É a sua casa, não quero que a venda por minha causa mãe, não se preocupe, não é furada. — Ouvi o som da porta se abrindo e espiei pela porta da cozinha Hanabi entrando em casa. 

 

 

 

— É o seu futuro, não tem problema se eu vender. Não acho seguro aceitar a proposta e assinar alguma coisa, você pode estar sendo enganada. 

 

 

 

— Não acho que seja, é uma empresa de publicidade e pode trazer algum lucro ao investir em uma estudante de jornalismo. — Novamente um suspiro do outro na ligação e ao fundo ouvi um barulho que não consegui identificar. 

 

 

 

— Tem certeza?  — Minha irmã mais nova passou pela porta da cozinha e ao notar que eu falava no celular fez sinais perguntando com quem eu falava, movimentei meus lábios sem som dizendo a palavra " mãe" e a vi sorrir. 

 

 

 

— Tenho sim. — Sorri e apontei para as panelas sinalizando  para que ela colocasse seu jantar. — Mãe?  — Chamei ao notar a linha silenciosa e eu soube que ela estava pensando e não parecia aceitar minha decisão. — O senhor Namikaze, dono da empresa, me pediu para ficar de olho no filho dele que estudará  na mesma universidade e relatasse com quem ele andava. 

 

 

 

— E por qual motivo?  — Dei de ombros, não tinha sido informada do motivo específico ele apenas queria o filho longe de problemas. — Talvez seja um problemático rebelde, pode ser  perigoso. 

 

 

 

— Não acho que seja, pelo jeito que ele falava parecia ser apenas um garoto indefeso que precisa ficar longe de má companhia. 

 

 

 

— Mesmo assim não se aproxime tanto, ok? — Murmurei um ok e percebi  que ela tinha ficado um pouco mais aliviada. — Hana está aí? 

 

 

 

— Está sim, vou passar para ela. — Me aproximei da mesa e estendi o celular para a garota que comia tranquilamente e pegou rapidamente o celular. 

 

 

Passei as mãos em meus cabelos respirando fundo e tentando por tudo no lugar depois da conversa com minha mãe, ela pareceu entender apesar de não ter aceitado muito bem. Era compreensível, em uma situação comum eu não aceitaria facilmente a proposta de um desconhecido mas eu não queria causar problemas aos meus pais para que pagassem por minha faculdade, então eu levaria em frente com a situação. 

 

 

 

Eu mostraria minha gratidão pela oportunidade e cumpriria ninha tarefa de observar o herdeiro Namikaze de longe enquanto seguia meu sonho.


Notas Finais


Me digam se gostaram :))


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